título original: The Phenix City Story
gênero: Drama, Policial
duração: 1h 40 min
ano de lançamento: 1955
estúdio: Bischoff-Diamond Corporation
direção: Phil Karlson
roteiro: Crane Wilbur, Daniel Mainwaring
fotografia: Harry Neumann
Cidadãos decentes travam uma batalha contra a máfia que deu a cidade de Phenix a fama de "Cidade do Pecado".
Cidade Do Vício nos apresenta um roteiro com dura denúncia contra a corrupção urbana e o controle de setores da sociedade pela máfia.
Para a época, o filme extrapola com sua violência gráfica explícita, não comum em Hollywood ainda. Mesmo que seu baixo orçamento deixe perceptível, por exemplo, que em certa cena se trata de uma boneca e não uma pessoa, ter o assassinato de uma criança e a desova desse corpo mostrado é muito chocante. Com certeza garantiu seu lugar no "1001 filmes para ver antes de morrer" aqui.
Por outro lado, o contraponto aos marginais são cidadãos que exalam uma energia muito do extremo oposto, de "cidadãos de bem", protestantes e mega conservadores. Fica difícil construir muita simpatia por eles.
Um ponto que me incomodou bastante foi o início de Cidade Do Vício, que traz cerca de 10 minutos de entrevistas documentais (não sei até que ponto falso documentário ou real) e, quando você está se acostumando com o formato, a história vira para totalmente ficcional (ainda que baseada em fatos reais). Entendo seu valor, mas não me pegou completamente.
gênero: Drama, Policial
duração: 1h 40 min
ano de lançamento: 1955
estúdio: Bischoff-Diamond Corporation
direção: Phil Karlson
roteiro: Crane Wilbur, Daniel Mainwaring
fotografia: Harry Neumann
Cidadãos decentes travam uma batalha contra a máfia que deu a cidade de Phenix a fama de "Cidade do Pecado".
Cidade Do Vício nos apresenta um roteiro com dura denúncia contra a corrupção urbana e o controle de setores da sociedade pela máfia.
Para a época, o filme extrapola com sua violência gráfica explícita, não comum em Hollywood ainda. Mesmo que seu baixo orçamento deixe perceptível, por exemplo, que em certa cena se trata de uma boneca e não uma pessoa, ter o assassinato de uma criança e a desova desse corpo mostrado é muito chocante. Com certeza garantiu seu lugar no "1001 filmes para ver antes de morrer" aqui.
Por outro lado, o contraponto aos marginais são cidadãos que exalam uma energia muito do extremo oposto, de "cidadãos de bem", protestantes e mega conservadores. Fica difícil construir muita simpatia por eles.
Um ponto que me incomodou bastante foi o início de Cidade Do Vício, que traz cerca de 10 minutos de entrevistas documentais (não sei até que ponto falso documentário ou real) e, quando você está se acostumando com o formato, a história vira para totalmente ficcional (ainda que baseada em fatos reais). Entendo seu valor, mas não me pegou completamente.
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