segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Metrópolis

  • título original:Metropolis
  • gênero:Ficção Científica
  • duração:01 hs 40 min
  • ano de lançamento:1927
  • estúdio:Universum Film S.A.
  • distribuidora:Paramount Pictures / Kino International
  • direção: Fritz Lang
  • roteiro:Fritz Lang e Thea von Harbou, baseado em livro de Thea von Harbou
  • produção:Erich Pommer
  • música:Gottfried Huppertz
  • fotografia:Karl Freund e Günther Rittau
  • direção de arte:Otto Hunte, Erich Kettelhut e Karl Vollbrecht
  • figurino:Aenne Willkomm
No ano de 2026 a cidade de Metrópolis é dividida em duas áreas:  o Jardim dos Prazeres, na superfície, onde os filhos dos mestres vivem aproveitando as boas coisas da vida; enquanto na Cidade dos Operários, em regime de escravidão vivem os próprios. O capitalista que à governa se vê em problemas quando seu filho, que leva uma vida idílica, se apaixona por Maria, a líder espiritual dos operários; uma mulher que será colocada contra seu povo quando um cientista maluco constrói um robô com a intenção de substituir  os operários, partindo do princípio de se colocarem uns contra os outros.
Sem dúvida um filme muito a frente de seu tempo, não só literalmente. Lang conseguiu criar um mundo de um século a frente, com uma produção e "evolução" tecnológica muito acima do que era possível  e paupável naquela época.
Foi um visionário e o precursor do gênero de ficcção científica. Infelizmente muitas partes foram perdidas, o que não ajuda no entendimento da história.
Um filme genial e incrível, para os recursos disponíveis na época o diretor conseguiu atingir o quase inantígel - para ter uma idéia George Lucas se inspirou no robô para fazer o R2 do Star Wars  - mas infelizmente o filme já faz parte de um gênero que não gosto muito e não é uma história fácil de digerir, então só recomendo àqueles que realmente querem conhecer os primórdios do cinema.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha técnica: IMDb

2 comentários:

  1. opa, já critiquei esse filme no meu blog. http://cinefiliacultura.blogspot.com/search/label/Fritz%20Lang

    Acho excelente esse filme ainda hoje, mas confesso que filme mudo e que não seja de comédia não é muito fácil nos dias de hoje. Mas, com certeza é uma das principais obras sci-fi da história do cinema.

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  2. Achei que faltou tu enfatizar a atuação da Brigitte Helm, entre a lânguida e femme fatale Maria, que me fez ficar de queixo caído em algumas cenas.

    Lang era fantástico, e foi muito injustiçado pelo público, porque foi um fracasso de bilheteria esse filme. Esse é o fardo dos diretores à frente de seu tempo.

    1001filmesantesde2012.blogspot.com

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