sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O Poderoso Chefão 2

título original: The Godfather part II
gênero: Drama
duração: 200 min 
ano de lançamento: 1974
estúdio: Paramount Pictures
direção: Francis Ford Coppola
roteiro: Mario Puzo, Francis Ford Coppola
fotografia: Gordon Willis
direção de arte: Dean Tavoularis

A trajetória de Don Vito é contada, desde sua chegada aos EUA até a formação da sua máfia. Ao mesmo tempo conta-se a nova vida de Michael, tentando instalar seus negócios em novas regiões, atraindo mais inimigos e perdendo o apoio da mulher e até de seu irmão.
Antes de qualquer coisa, uma das melhores sequências já feitas. Algumas pessoas preferem esse ao primeiro, ou vice-versa, mas é questão de gosto. O que vemos aqui é um filme que não traz mais do mesmo, mas que acrescenta. Tanto continuando o que aconteceu com Michael após sua mudança de opinião sobre os negócios da máfia, quanto trazendo ao telespectador como foi que Don Vito se tornou o Poderoso Chefão.
Entramos mais profundamente nos planos e problemas da máfia nessa continuação. Vemos as teorias da conspiração, as desconfianças e como tudo isso afeta a vida de Michael.
Detalhes técnicos do filme se mantém no mesmo nível de qualidade do primeiro.
O elenco é pesadíssimo! Al Pacino incorporou de vez o chefão, incorporou de vez o mafioso e fez com que o personagem se tornasse mais altivo. E não poderia ter sido feita melhor escolha para viver Vito novo sem ser Robert de Niro. Inclusive essa parte da história me lembra bastante "Era uma Vez na América".
Por gosto, e pela emoção que tive, prefiro o primeiro, mas os dois se encontram no mesmo nível. Obrigatório.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

Um comentário:

  1. Concordo com você, Natália, esse filme acrescenta (e muito) o primeiro. Atuações muito forte em ambos. O que achei mais bacana foi ver o contraste entre o pai e o filho (Vito/Michael), enquanto um era "querido", ao seu modo, pelas pessoas, uma figura realmente paterna mesmo que ilegalmente, o outro só conseguiu distanciar os que estavam ao seu redor, tentando legalizar os negócios da família. Afinal, nem sempre quem procura fazer o que acha mais correto na sociedade é o que possui uma vida mais feliz.

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