quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O Casamento do Meu Melhor Amigo


título original: My Best Friend's Wedding
gênero: Comédia Romântica
duração: 105 min
ano de lançamento: 1997
estúdio: TriStar Pictures
direção: P.J. Hogan
roteiro: Ronald Bass
fotografia: Stuart Dryburgh
direção de arte: W. Steven Graham


Julianne e Michael são grandes amigos que fizeram um trato: se chegassem aos 30 solteiros se casariam. O problema é que, as vésperas dessa data Michael liga para amiga anunciando que irá se casar, com outra. Julianne descobre então estar loucamente apaixonada pelo amigo e viaja para o casamento para ser a madrinha e, se tudo der certo segundo seus planos, a destruidora do matrimônio.
Eu, a senhora de gelo, tenho um filme de comédia romântica favorito. E é esse que vos falo nesse texto. Sem brincadeira, já devo ter visto esse filme umas 50 vezes, fácil. É ele estar passando na TV e eu, por acaso cair no canal, pronto, paro a minha vida para ver novamente. Acho que foi feitiço ou coisa assim, por que não tenho motivos racionais pra explicar porque gosto tanto desse filme.
Talvez por o roteiro, ter sim seus momentos clichês, mas não ter um final previsível ganhe muitos pontos. O fato da personagem principal não ser a mocinha, boazinha, que sofre deitada na cama e abraçada ao travesseiro por não estar com seu amor, também ajuda. Na verdade, se formos ver direito, a mocinha é a vilã da história e a que deveria ser a vilã - a noiva do amigo - é aquela mocinha enjoadamente boa, o que te dá o direito de odiar a menina meiga sem culpas.
Julia Roberts foi feita para esse tipo de filme, mesmo mostrando seu talento em filmes mais sérios, é nesse gênero que ela brilha. Rupert Everett está de matar de rir, em mais um personagem gay - já comentei isso em outro filme. Dermont Mulroney, apesar de ser o mocinho, pode até ser dispensável, apesar de ser o galã da história. E Cameron Diaz está em um dos poucos personagens em que a respeito, ela faz uma insuportável garotinha mimada e perfeitinha, talvez goste dela nesse caso porque posso a considerar insuportável argumentando que é culpa da personagem.
E por fim, tem na minha opinião, uma das melhores cenas da história do cinema! O almoço no restaurante, em que todos começam a cantar. Dá uma vergonha alheia absurda, é muito clichê e forçado, mas duvido que você assista e não tenha vontade de cantar junto.
É puro entretenimento, mas foge um pouco do padrão comédia romântica. Você pode dizer que tentei justificar o injustificável falando que esse filme vale a pena. Mas eu não consigo não amá-lo.

ps.: eu sempre assisto esperando que o final mude, que o gay vire hétero e fique com ela. =P Rupert Everett, pra mim, é mil vezes mais charmoso que o Dermont Mulroney.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

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