segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Biutiful

título original:Biutiful
gênero:Drama
duração:2 hr 27 min
ano de lançamento: 2010
estúdio: Universal Pictures | Focus Features | Menageatroz | Mod Producciones | Ikiru Films | # Televisió de Catalunya (TV3) | Televisión Española (TVE)
distribuidora: Paris Filmes (Brasil)
direção: Alejandro Gonzalez-Inarritu
roteiro: Alejandro González Iñárritu, Armando Bo e Nicolás Giacobon
produção: Alejandro González Iñárritu, Jon Kilik e Fernando Bovaira
música: Gustavo Santaolalla
fotografia: Rodrigo Prieto
direção de arte: Marina Pozanco
figurino: Bina Daigeler e Paco Delgado
edição: Stephen Mirrione
efeitos especiais:Efe-X | El Ranchito

Um médium, que trabalha com atividades ilícitas além de cobrar para conversar com pessoas mortas, se vê num beco sem saída quando descobre estar com câncer terminal. Com dois filhos ainda pequenos ele tem a difícil decisão de deixá-los com a mãe, bipolar e prostituta, ou com alguma outra pessoa.
Não sei nem por onde começar. O roteiro mostra a realidade e explora muitos temas delicados ao mesmo tempo: tráfico de todos os tipos, imigração ilegal, trabalho escravo, homossexualismo dentro de uma cultura extremamente conservadora, falta de estrutura familiar, doença terminal, pobreza, crendices e principalmente, a morte ou o medo dela.
A fotografia está muito bem casada com a história. A trilha sonora, quase nula, só aparece nos momentos cruciais; muito bem encaixada ela entra só para dar mais dramaticidade a um filme que já consegue ser extremamente forte sem quase trilha nenhuma.
Não assisti os outros filmes que concorrem ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro, mas não acho nenhum pouco difícil Biutiful ganhar, ainda mais com a interpretação fantástica de Javier Bardem.
É um filme que consegue ser lindo em toda a sua feiúra.

CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

Um comentário:

  1. Concordo em gênero, número e grau com a sua análise. Um dos melhores dramas que já assisti. Chega até a ser pesado pela quantidade de assuntos abordados. Confesso que saí do cinema meio deprimido, mas ainda assim maravilhado.

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