sábado, 25 de setembro de 2010

Ligações Perigosas

  • título original:Dangerous Liaisons
  • gênero:Drama
  • duração:02 hs 00 min
  • ano de lançamento:1988
  • estúdio:Warner Bros. / Lorimar Film Entertainment
  • distribuidora:Warner Bros. Pictures
  • direção: Stephen Frears
  • roteiro:Christopher Hampton, baseado em livro de Choderlos de Laclos
  • produção:Norman Heyman e Hank Moonjean
  • música:George Fenton
  • fotografia:Philippe Rousselot
  • direção de arte:Gabin Bocquet e Gérard Viard
  • figurino:James Acheson
  • edição:Mick Audsley
 Uma Marquesa, indignada por seu ex-marido querer casar com uma moça virgem, pede a seu ex-amante que a deflore antes do casamento. Mas o conquistador está interessado em outra moça que é casada, e demonstra ser muito religiosa e fiel. Para garantir a troca de favores, a Marquesa exige que ele conte a ela todos seus encontros por escrito. O grande problema é quando esses jogos de sedução começam a sair do controle dos dois.
O filme se passa no final do século 18 na alta sociedade da França. E qual seu entuito? Registrar não a bela vida que eles tinham, mas toda a podridão existente de baixo de tanta religiosidade, hipocrisia e moralismo.
Talvez um pouco apelativo para algumas pessoas, mas não deixa de mostrar bem como a falta de escrúpulos pode estar em qualquer área da sociedade.
O filme é bem interessante, mas o achei um pouco cansativo. Talvez o livro seja mais envolvente no ponto de vista do desenvolvimento da história, como ainda não o li não tenho como fazer essa comparação.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

Um comentário:

  1. De todas as avaliações lidas por mim no seu blog, esta é a que eu achei mais injusta. Esse filme é no mínimo ÓTIMO. As atuações são ótimas. Glenn Close e John Malkovich têm as melhores performances de suas vidas nesse filme, na minha opinião. E o melhor é que dá pra ver nas expressões deles o quanto foi prazeroso pra eles atuar juntos nesse confronto de personalidades. Eles são com certeza o grande trunfo do filme, mas a direção e o ritmo do filme também não me deixaram nada a desejar. O roteiro conseguiu extrair brilhantemente a narrativa de um romance epistolar, em que a história é toda narrada pela correspondência dos personagens. Por isso, acho o livro bem menos envolvente do que o filme.

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