quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Rogue One: Uma História Star Wars

título original: Rogue One: A Star Wars Story
gênero: Ficção Científica, Aventura, Ação
duração: 2h 13 min
ano de lançamento: 2016
estúdio: Lucasfilm
direção: Gareth Edwards
roteiro: Chris Weitz, Tony Gilroy , John Knoll, Gary Whitta, George Lucas
fotografia: Greig Fraser
direção de arte: Doug Chiang, Neil Lamont

Na infância Jyn tem que se afastar dois pais para sobreviver quando seu pai, Galen, é capturado pelo Império para construir uma super arma. Anos depois, após ter que se virar sozinha por muito tempo, Jyn é resgatada pela Aliança Rebelde que deseja que ela recupere uma mensagem enviada para o rebelde que a criou, Saw Gerrera, com a promessa de ser libertada ao final da missão.
O que temos aqui é um filme derivado de Star Wars que não faz parte da história principal, mas que preenche a lacuna existente entre "Star Wars III: A vingança dos Sith" e "Star Wars IV: Uma Nova Esperança". E o faz da maneira certa. Sim, a Disney quer lucrar horrores com Star Wars e vai lançar um filme por ano, também já declarou que pode não levar a sério os cânones da série. Ainda assim isso não atrapalhou com que esse spin-off tivesse sucesso em sua execução. 
Não é um roteiro produzido para que haja um Rogue One 2 - e nem havia como dada a história já existente, mas partindo de um estúdio de finais felizes é surpreendente (de uma forma boa) o final que temos aqui.
Ainda sobre o roteiro, após um "Star Wars VII: O Despertar da Força" que é bom mas com mais saudosismo para fãs do que preso as origens, é agradável ver um roteiro que foca mais na veia política da série. 
O elenco é diversificado e acredito ser esse o grande trunfo do filme, o núcleo principal da história conta com negro, mexicano, japonês, mulher, deficiente visual, enfim. É uma mistura tão natural e que se encaixa tão bem na trama que soa até absurdo a necessidade de reinvindicacão para que haja maior diversificação nos filmes.
A produção é lotada de easter eggs dos outros filmes, acaba se tornando uma caça ao tesouro para achar detalhes de vestimentas, naves, robôs, e.t.s dos outros filmes. A direção de arte e os efeitos especiais são muito bem executados mas trazem o estilo dos primeiros filmes de volta.
Peço atenção, por fim, a sequência final do filme que é de arrepiar, principalmente se você assistir logo em seguida o início do IV. Ainda mais a maquiagem digital usada que poderá fazer brotar algumas lágrimas.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

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