quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Mensagem Para Você

título original: You've got mail
gênero: Comédia Romântica
duração: 119 min 
ano de lançamento: 1998
estúdio: Warner Bros.
direção: Nora Ephron
roteiro: Miklós László, Nora Ephron, Delia Ephron
fotografia: John Lindley
direção de arte: Dan Davis

Kathleen e Joe são amigos virtuais que só conversam sobre amenidades e não sabem nada sobre a vida pessoal um do outro, nem mesmo seus nomes. O problema é que ela é dona de uma pequena livraria de bairro e ele, dono de uma rede de mega livrarias que vem ameaçando a permanência do empreendimento dela no bairro. 
Como toda comédia romântica é um filme fofo, fácil de acompanhar e de prever seu final.
Mesmo assim e sendo um filme datado, é bacana para ver como as pessoal se relacionavam na internet lá nos anos 90: através das salas de bate-papo.
O único ponto que me deixa com uma sensação contraditória é a maneira como ele a manipula ao descobrir que ela é sua amiga virtual. Ele a engana descaradamente, mas ao mesmo tempo é inteligente de sua parte tentar primeiro mudar sua impressão sobre ele para depois revelar a verdade.
Mesmo tendo um final feliz de relacionamento, queria que ela fosse mais feliz no emprego e esse final fosse diferente.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Cinzas no Paraíso

título original: Days of Heaven
gênero: Drama, Romance
duração: 94 min 
ano de lançamento: 1978
estúdio:  Paramount Pictures
direção: Terrence Malick
roteiro:  Terrence Malick
fotografia: Néstor Almendros
direção de arte: Jack Fisk


Começo do século XX, um casal e a irmã do rapaz que trabalham em uma fábrica em Chicago decidem partir para o interior.Acabam ficando para trabalhar em uma fazenda no Texas onde o fazendeiro se apaixona pela moça. O namorado, ao descobrir que o chefe está com os dias contados a estimula a casar com ele; os problemas surgem quando o tempo passa e ele não morre. 
O roteiro em si não traz muitas novidades, inclusive - para quem assiste novelas - é um tipo de história um pouco batida.O mais interessante é a narração do ponto de vista da irmã, que apesar de envolvida na história consegue ter uma visão de fora.

Mas o destaque mesmo fica para a fotografia. Com cenas bem abertas em grande parte do filme, a construção da trama parece mais uma sequência de pinturas de tão lindos que são os enquadramentos. 
Apesar de uma trama tensa, as cenas trazem uma tranquilidade e beleza que se contrapõem ao enredo. 
Para apreciar como se estivesse vendo uma exposição.


CLASSIFICAÇÃO: BOM



Poster e Ficha Técnica: IMDb


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Entre os Muros da Escola

título original: Entre les murs
gênero: Drama
duração: 128 min 
ano de lançamento: 2008
estúdio: Haut et Court
direção: Laurent Cantet
roteiro:  Laurent Cantet, Robin Campillo, François Bégaudeau
fotografia: Pierre Milon

O filme relata o cotidiano de uma escola tendo um professor como personagem central, mas trabalhando o lado tanto dos professores como dos alunos.
Poderia ser só mais um filme sobre as dificuldades do ensino em regiões desprivilegiadas, a falta de possibilidades na vida dos alunos e no trabalho dos professores. Que desenvolvesse as dificuldades pessoais de cada aluno, a divergência de costumes e tradições em uma sala composta de emigrantes de várias regiões.
Mas o mais curioso aqui é a maneira como ele é construído. Filmado como se fosse um documentário e tendo atuando no papel principal o próprio autor do livro no qual o filme se baseou, o enredo toma outro rumo.
Mais interessante ainda é ter nos papéis de alunos somente adolescentes não-atores e todos ali terem liberdade para improvisar.
Você não diz em nenhum momento que não se tratam de atores, ou melhor, que tudo aquilo que foi encenado não é real.


CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO



Poster e Ficha Técnica: IMDb


quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Para Sempre Alice

título original: Still Alice
gênero: Drama
duração: 101 min 
ano de lançamento: 2014
estúdio:  Lutzus-Brown
direção:  Richard Glatzer, Wash Westmoreland
roteiro: Richard Glatzer, Wash Westmoreland, Lisa Genova
fotografia: Denis Lenoir
direção de arte: Tommaso Ortino

Alice é uma renomada professora de linguística começa a ter alguns esquecimentos. Um dia, ao se perder dentro do campus onde leciona resolve buscar ajuda e descobre estar com uma forma rara de Alzheimer. Essa situação põe à prova as relações dentro de sua família.
Julianne Moore mereceu todos os prêmios que ganhou por sua atuação nesse filme. É incrível e crível a transformação pela qual sua personagem passa. Dá para ver nitidamente em seus olhos o vazio, aos poucos, tomando conta de sua alma.
A relação da família se transformando é outro ponto incrível, a dificuldade dos mais próximos em lidar com a situação e ajudar, e ao mesmo tempo a aproximação de quem era afastado, mostra bem o ser humano. Não que um seja ruim e outro bom, mas como as pessoas lidam de maneiras diferentes com situações críticas.
A fotografia é outro ponto incrível, a forma como ela vai se moldando às fases da doença valorizam mais ainda o roteiro e a interpretação de Julianne Moore. Como na cena em que ela se perde no campus, conforme ela vai perdendo a noção do espaço o fundo vai se desfocando nos fazendo ter a mesma sensação que ela, de não saber onde estamos.
É um filme em que fica difícil conter as lágrimas, eu pelo menos passei quase todo ele com os olhos marejados.
[SPOILER] principalmente em cenas como: a que ela não encontra o banheiro, quando ela encontra o vídeo falando das pílulas, a peça da filha onde ela não a reconhece e quando o marido vai embora e fala para a filha: "Você é uma pessoa melhor que eu." [SPOILER]


CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO



Poster e Ficha Técnica: IMDb


quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Garapa

gênero: Documentário
duração: 110 min 
ano de lançamento: 2009
estúdio: Zazen Produções
direção: José Padilha
roteiro: Felipe Lacerda, José Padilha
fotografia: Marcela Bourseau

A fome no Brasil é retratada do ponto de vista de três famílias.
Muito complicado ver esse filme sem envolver posicionamento político.
Uma única opinião tenho de neutra em relação ao filme: que bom que foi feito em preto e branco, não teria estômago para ver colorido, mesmo sendo assim dá pra perceber a falta de higiene e de possibilidades dessa.

Não tem como ver e não se revoltar de ainda existirem pessoas que passam por situações como essas.
Eu vejo e penso: algo tem que ser feito.
Agora o filme me parece passar uma outra mensagem, como se mostrasse essas famílias como pessoas acomodadas, como se o Fome Zero não tivesse servindo para nada, como se eles se mantivessem naquela situação por querer.

Como podemos saber se essas pessoas não são fracas por falta de alimentação, e daí que vem a inexistência de força para agir?
Uma coisa é certeza, como não parar para agradecer a comida em casa quando um dos homens fala: "em 28 anos de vida em nunca almocei e jantei no mesmo dia"?

CLASSIFICAÇÃO: BOM


terça-feira, 17 de novembro de 2015

Os Amantes Passageiros

título original: Los amantes pasajeros
gênero: Comédia
duração: 90 min 
ano de lançamento: 2013
estúdio: El Deseo
direção: Pedro Almodóvar
roteiro:  Pedro Almodóvar
fotografia: José Luis Alcaine
direção de arte: Antxón Gómez

Um avião enfrenta problemas com seu trem de pouso em uma viagem entre Espanha e México e precisa fazer um pouso de emergência. Enquanto esperam encontrar um aeroporto onde possam descer, os passageiros da classe econômica são dopados, e comissários e passageiros da classe executiva - com receio da morte - decidem revelar segredos.
Tenho um apreço muito grande pelo diretor, Pedro Almodóvar, e costuma ir assistir a um filme dele já com uma boa expectativa. Infelizmente, dessa vez, isso me fez dar com os burros n'água.
Não significa que seja ruim, só não alcança o nível de "Mulheres à beira de um ataque de nervos", por exemplo.
É interessante a maneira como a perspectiva de morte faz com que todos ali não temam mais nada e abram suas vidas sem medo. Mesmo assim, as histórias individuais parecem não gerar empatia.
O apelo sexual é mais forte e constante do que em outras obras do diretor. Talvez não seja bom ver perto de pais.
A melhor parte do filme fica por conta de Penélope Cruz e Antonio Banderas, os primeiros dez minutos de filme que definem todo o resto.


CLASSIFICAÇÃO: REGULAR



Poster e Ficha Técnica: IMDb


segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Violette

título original: Violette
gênero: Drama, Romance
duração: 139 min 
ano de lançamento: 2013
estúdio:  TS Productions
direção: Martin Provost
roteiro:  Martin Provost, Marc Abdelnour, René de Ceccatty
fotografia: Yves Cape
direção de arte: Thierry François

Início do século XX, Violette Leduc tenta com dificuldade produzir seus livros. No meio do caminho conhece Simone de Beauvoir, com quem cria laços de amizades e quem a ajuda a conquistar um espaço no mercado literário.
Confesso que não conhecia a figura principal do filme, assisti pela Simone. Esperava uma história intensa por se tratar de uma amiga dela, mas não tanto quanto o que vi.
Violette parece ter sido uma pessoa inteligente, capaz e ao mesmo tempo desacreditada, frustrada e com uma péssima auto-estima.
Infelizmente, por mais que a atuação seja de primeira, a personagem não me conquistou. Não sei se pelo fato de não conhecê-la, mas não foi uma daquelas figuras neuróticas e intensas que costumam ganhar o público, na verdade para mim foi o oposto, não consegui ter empatia por ela.
Talvez isso tenha me ajudado a achar o filme longo demais.
Por outro lado, fotografia e ambientação do filme não poderiam ser mais bonitas e melhor casadas com cada fase emocional na escritora.
Acredito que para seus fãs possa ser um filme memorável, e para  aqueles - que nem eu - que não a conheciam, uma ótima oportunidade descobri-la. Fiquei muito curiosa em ler seus livros.


CLASSIFICAÇÃO: BOM



Poster e Ficha Técnica: IMDb 


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Adeus, Meninos

título original: Au revoir les enfants
gênero: Drama, Guerra
duração: 104 min 
ano de lançamento: 1987
estúdio: Nouvelles Éditions de Films (NEF)
direção: Louis Malle
roteiro:  Louis Malle
fotografia: Renato Berta
direção de arte: Willy Holt

1944, Julien Quentin frequenta um internato, onde conhece o novato Jean Bonnett, um garoto cheio de segredos.
Um dos filmes mais sutis e ao mesmo tempo mais contundentes que já vi sobre a Segunda Guerra Mundial.
Não espere ver bombas, sangues, famílias sendo separadas à força; você não verá nada disso. Na verdade, se assistir ao filme sem ler a sinopse antes não ficará claro de cara o enredo principal, parecerá apenas uma história sobre meninos crescendo em um internato.
Claro que isso faz parte também da trama, mas vai se enlaçando aos poucos com a forma com que lidam com a guerra, quais opiniões estão sendo formadas sobre ela sob influência de pais, amigos e/ou professores.
Mesmo assim, aquela sensação de temor está ali, constante, sem saber de onde vem; mas conforme o filme passa ela cresce até chegar ao estopim final.
E que final senhoras e senhores. Eu duvido alguém assistir e não ficar, ao mínimo, com os olhos marejados no final. 
Comecei não esperando muito, tenho um relacionamento difícil com filmes franceses. Terminei agradecendo pelo "1001 filmes para ver antes de morrer" ter colocado essa obra no meu caminho.



CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO




Poster e Ficha Técnica: IMDb


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

S.O.S. Mulheres ao Mar

gênero: Comédia
duração: 94 min 
ano de lançamento: 2014
estúdio: Ananã Produções
direção: Cris D'amato
roteiro: Sylvio GonçalvesRodrigo Nogueira, Marcelo Saback
fotografia: Felipe Reinheimer

Adriana vive de legendar filmes pornôs já que não consegue emplacar nenhum de seus livros. Nessa má fase, para piorar, seu marido a troca por Beatriz, uma atriz bem sucedida. Buscando reconquistá-lo, ela embarca no mesmo cruzeiro que seu ex, e leva junto sua irmã Luiza e sua empregada Dialinda.
Peguei passando na TV e resolvo assistir porque o trailer do "S.O.S. Mulheres ao Mar 2" me chamou a atenção e, por mais que ache que talvez não seja tão importante ver um para entender o outro, não gosto de pegar a história no meio.
Então comecemos pelo seguinte: eu não esperava nada, muito pelo contrário. Achava que seria mais uma comédia padrão nacional. De certa forma foi. Mesmo trabalhando com um elenco principal inteiramente feminino, usa bastante de piadas machistas. Além disso tem uma estereotipação bem forte da "classe C".
Deixando isso um pouco de lado e vendo o filme apenas como um passa tempo, serve e bem.
A personagem principal é Giovanna Antonelli mas é Thalita Carauta que rouba a cena, as melhores falas estão com ela. 
Destaque principalmente para a piada com o drink destilado, que me fez rir por alguns minutos.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

O Exterminador do Futuro

título original: The Temrinator
gênero: Ação, Ficção Científica
duração: 107 min 
ano de lançamento: 1984
estúdio: Hemdale Film
direção: James Cameron
roteiro: James CameronGale Anne Hurd, William Wisher Jr.
fotografia: Adam Greenberg

2029, humanos e máquinas vivem em guerra. As máquinas então mandam para o passado um andróide com a missão de matar aquela que viria a ser a mãe do líder dos humanos revoltosos, Sarah Connor.
Eu nunca assistiria esse filme se não estivesse no "1001 filmes para ver antes de morrer", mas até que foi uma experiência interessante.
O roteiro é estimulante e te deixa ligado no 220 durante toda a duração do filme, pra ajudar mais ainda tem tiros e explosões até falar chega.
A falta de expressão de Arnold Schwarzenegger caiu como uma luva para esse papel, onde ele está em sua melhor forma.
A maquiagem, para quem vê atualmente é ruim, mas com certeza na época foi uma revolução. Mesmo assim fica claro as cenas em que é o rosto do ator e quando é um robô.
Curiosa para ver como será a continuação.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Tese Sobre um Homicídio

título original: Tesis sobre un homicidio
gênero: Suspense, Policial
duração: 106 min 
ano de lançamento: 2013
estúdio: BD Cine
direção: Hernán Goldfrid
roteiro:  Diego Paszkowski, Patricio Vega
fotografia: Rodrigo Pulpeiro

Roberto, um professor universitário e especialista em direito criminal, testemunha um crime no campus da faculdade. Determinado a desvendar o mistério, e acreditando que seu melhor aluno é o assassino, ele vira sua vida do avesso.
Um suspense de te deixar com a pulga atrás da orelha até depois do final. A maneira como é construído pode até ser um pouco óbvio, mas é bacana ver produções nesse estilo fora do circuito hollywoodiano, principalmente por ser da América do Sul.
Sim, parece que todos os filmes argentinos tem Ricardo Darín, mesmo assim acredito que - por mais que nosso cinema esteja evoluindo muito nos últimos anos - ainda podemos aprender muito com os hermanos e começar a também produzir temas fora do nosso círculo comum: pobreza/tráfico/ditadura/carnal/putaria.
A fotografia é de uma delicadeza e ao mesmo tempo ajuda a construir a possível confusão da trama.
Pode não ser um filme "pra pensar" mas é um tempo bem gasto.



CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO




Poster e Ficha Técnica: IMDb 


segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Acossado

título original: À bout de souffle
gênero: Drama, Policial
duração: 90 min 
ano de lançamento: 1960
estúdio:  Les Films Impéria
direção:  Jean-Luc Godard
roteiro:  François Truffaut
fotografia: Raoul Coutard

Ao roubar um carro para ir a Paris, homem acidentalmente atropela e mata um policial. Ao chegar lá, se esconde na casa de uma mulher que nutre desejo de ser engravidada por ele. Conforme vai cometendo pequenos deslizes, a polícia vai fechando o cerco.
A história não me surpreendeu muito; para quem o assiste em 2015 como eu o tema meio gânsgster/policial soa um pouco repetitivo, mesmo assim a maneira como a polícia vai cercando o personagem principal até capturá-lo constróis uma angústia quase latente.
Acredito que o que mais valoriza esse filme é sua direção: a experimentação com planos-sequências e alguns planos extremamente fechados é bem interessante.
Além do mais os atores, aqui foco no casal principal, me pareceu ter liberdade para encaminhar seus personagens como bem entendiam, quase sendo uma improvisação.
No todo achei um pouquinho cansativo, mas valeu a experiência.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

O Ultimato Bourne

título original: The Bourne Ultimatum
gênero: Ação, Suspense
duração: 115 min 
ano de lançamento: 2007
estúdio: Universal Pictures
direção: Paul Greengrass
roteiro: Tony GilroyRobert Ludlum,  Scott Z. Burns, George Nolfi
fotografia: Oliver Wood
direção de arte: Peter Wenham

Uma matéria em um jornal, especulando sobre a existência de Bourne, faz ele sair novamente de seu esconderijo e tentar descobrir qual seu envolvimento com Blackbriar - projeto que substituiu o Treadstone.
Roteiro na mesma linha dos anteriores, nada de novo.
O diferencial que senti aqui - além de finalmente ter tudo esclarecido - foi o retorno do filme a um estilo de filmagem mais próximo do "A Identidade Bourne", que tem ação mas não tão movimentado e bagunçado como em "A Supremacia Bourne", por mais que seja o mesmo diretor deste e não do primeiro.
Senti falta de uma explicação do que havia entre ele e Nicky Parsons, me pareceu que algo ficou no ar ali, faltando informações.
No todo, um bom entretenimento.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Uma Noite: Alucinante: A Morte do Demônio

título original: The Evil Dead
gênero: Terror
duração: 85 min 
ano de lançamento: 1981
estúdio: Renaissance Pictures
direção: Sam Raimi
roteiro:  Sam Raimi
fotografia: Tim Philo

Um grupo de jovens vai passar o fim de semana em uma cabana na floresta, chegando lá encontram um livro macabro que liberta espíritos malignos e fará com que lutem pela sobrevivência.
O "1001 filmes para ver antes de morrer" as vezes me surpreende de maneira boa, as vezes ruim e as vezes bizarra.
Esse é o filme precursor e responsável por todos os filmes de terror que vi na minha pré-adolescência. Não vale nem nomeá-los: é aquele padrão adolescentes sendo perseguidos por psicopatas/monstros/espíritos.
Mas, infelizmente é um filme datado. Pode ter funcionado muito bem na época em que foi lançado, hoje no máximo causa gargalhadas. Eu, pelo menos, passei o filme todo rindo.
Não sei se eram as situações improváveis ou a maquiagem mal feita que muitas vezes se soltava do rosto do  ator.
Mesmo sendo B (estilo que não faz meu tipo) e com os fatos que falei acima, foi uma experiência única e válida.
Mas como terror, atualmente, não faz nem cosquinha.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Vampiros de Almas

título original: Invasion of the Body Snatchers
gênero: Ficção Científica, Terror
duração: 80 min 
ano de lançamento: 1956
estúdio: Walter Wanger Productions
direção: Don Siegel
roteiro: Daniel MainwaringJack Finney, Richard Collins
fotografia: Ellsworth Fredericks
direção de arte: Ted Haworth

Um médico passa a receber vários pacientes com uma mesma reclamação: aquelas pessoas de seu convívio não parecem mais as mesmas, são impostoras. Ao começar a investigar ele descobre que alienígenas estão tomando seus lugares.
Cada dia mais satisfeita com os filmes que o "1001 filmes para ver antes de morrer" tem me proporcionado assistir, nem saberia da existência desse filme se não fosse ele.
Estamos falando aqui de uma ficção-científica dos anos 50 melhor produzido que muitos das décadas seguintes. Os efeitos das plantas são surpreendentes para a época.
Quanto ao roteiro constrói um suspense de deixar qualquer um instigado até o último momento.
A única coisa que eu alteraria no filme seria terminá-lo quando Kevin McCarthy alcança a estrada e fica lá no meio gritando, seria um final inesquecível.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb