sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Magnólia

título original: Magnolia
gênero: Drama
duração: 188 min 
ano de lançamento: 1999
estúdio: New Line Cinema 
direção: Paul Thomas Anderson
roteiro: Paul Thomas Anderson
fotografia: Robert Elswit
direção de arte: William Arnold, Mark Bridges


Earl está a beira da morte, é casado com Linda (sua esposa troféu), e quer se reconciliar com seu filho: Frank, um guru machista. Jimmy apresenta um programa de crianças prodígios onde Stanley participa por ser obrigado pelo pai oportunista. O apresentador tem poucos meses de vida e procura se reconciliar com a filha, viciada em cocaína. O ponto em comum? Todos moram em um bairro cortado por uma rua chamada Magnolia.
Quando for assistir a esse filme esteja bem acordado, com a sua atenção ligada no máximo e desligue qualquer coisa que possa te distrair. A trama é ligeira, as principais explicações acontecem nos primeiros dez minutos de filme e se as perder poderá sentir uma dificuldade em acompanhar as próximas 3 horas de filme.
Várias histórias ocorrem ao mesmo tempo, alguma ligação entre elas? Talvez só a coincidência, talvez não. Mágoa, ressentimentos, angústias, sofrimentos dos mais variados de pessoas em várias situações.
Todos os atores estão completamente entregues a seus personagens, mas daria destaque principal a Julianne Moore e Tom Cruise. Acredito ser a melhor atuação que já vi de ambos.
Li que há muitas referências bíblicas nesse filme, como não sou conhecedora, talvez o filme tenha ficado um pouco mais raso para mim. Boa parte do filme você talvez sinta que as coisas estão apenas acontecendo sem um propósito, mas quando a chuva de sapos vem, as coisas tomam um rumo.
Valeu a experiência de assistir, é um filme marcante sem sombra de dúvidas.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica:
IMDb

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Spartacus

título original: Spartacus
gênero: Ação, Aventura
duração: 197 min
ano de lançamento: 1960
estúdio:  Bryna Productions
direção: Stanley Kubrick
roteiro: Dalton Trumbo, Howard Fast, Peter Ustinov, Calder Willingham
fotografia: Russell Metty
direção de arte: Alexander Golitzen, Roger Forse

Spartacus é um homem nascido escravo que trabalhava em uma mina e foi vendido para um treinador de gladiadores. Depois de um tempo trancafiado nesse local é escolhido para uma apresentação particular, após a luta  se inicia uma rebelião da qual ele é o líder. Spartacus e seu grupo partem em busca de sua liberdade, mas no caminho encontrarão muitos obstáculos.
Achei a duração do filme muito longa, estamos falando de mais de 3 horas de história, não é pra qualquer um. Porém, ao mesmo tempo, trata-se de um épico, portanto, só poderíamos esperar algo desse tamanho.
A história conta de forma muito interessante um período da história da Roma pagã. As locações, fotografia e direção de arte são muito bem construídas, superando expectativas já que trata-se de um filme de 1960.
O elenco segura muito bem a trama, ainda com um leve pézinho nas décadas de 40/50, onde a interpretação era mais caricata e teatral - o que para mim é um ponto a favor. Kirk Douglas parece ter sido feito na medida para filmes do gênero, Tony Curtis está muito convincente - e novinho - no papel de um rapaz culto e inocente.

Mas uma coisa que me chamou a atenção - e aqui talvez seja um SPOILER - foi uma cena em específico: onde retratam a homossexualidade nessa época, com um diálogo cheio de metáforas (que na época foi censurado, mas muitos anos depois foi reincluído ao filme, tendo Anthony Hopkins dublando os diálogos de Laurence Olivier, que na época já havia falecido). O personagem Crassus, enquanto é banhado por Antoninus, pergunta a ele se costuma comer ostras e lesmas. Quando o rapaz afirma que lesmas não, ele pergunta se é por razões morais que não o faz e afirma comer ambas.
Por fim, a sequência final do filme é o toque emocional necessário para fechar a trama com chave de ouro.
Tenho uma relação 8 ou 80 com Kubrick e com certeza esse filme entrará para o lado positivo.


CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Um Tiro No Escuro

título original: A Shot in the Dark
gênero: Comédia, Suspense
duração: 102 min 
ano de lançamento: 1964
estúdio:  Mirisch Corporation
direção: Blake Edwards
roteiro: Blake Edwards, William Peter Blatty, Harry Kurnitz, Marcel Achard
fotografia: Christopher Challis
direção de arte: Michael Stringer

Um crime é cometido na casa de um milionário, tudo aponta para a arrumadeira que tinha um caso com o assassinado. Porém, por engano o atrapalhado inspetor Clouseau é designado para cobrir o caso. Enquanto ele, apaixonado, defende veemente a inocência da moça, mais mortes vão acontecendo.
Peter Sellers. Eu preciso falar mais alguma coisa? O cara era um gênio do humor.
Um tipo de comédia leve, mas com leves duplos sentidos em alguns pontos. Aquela comédia leve, desastrada e que sem dúvida arranca risadas até hoje.
Sellers constrói o personagem tão convicto de sua seriedade mas ao mesmo tempo tão estabanado e atrapalhado, que as incoerências dentro dele próprio já garantem o riso.

Esse é um tipo de humor que valorizo, nunca envelhecerá, nunca perderá a graça. Funcionou na época e ainda funciona hoje. Ri com esse filme de maneira que é difícil um filme atual em fazer rir.


CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Os Miseráveis

título original: Les Misérables
gênero: Drama
duração: 134 min
ano de lançamento: 1998
estúdio: Mandalay EntertainmentTriStar Pictures
direção: Bille August
roteiro: Victor Hugo, Rafael Yglesias
fotografia: Jörgen Persson
direção de arte: Anna Asp

Após passar 19 anos na prisão por ter roubado um pedaço de pão, Jean Valjean é libertado, e na condicional está condenado a marginalidade. O tempo passa e ele conhece Fantine que, por uma má decisão sua, acaba se prostituindo. Ela adoece e a beira da morte, Jean promete cuidar de sua filha Cosette.
Fui ver esse filme empolgada pelo mais recente musical "Os Miseráveis" baseado na mesma história. Me decepcionei.
Primeiro porque achei que também seria um musical, e não é. Tentei me desapegar disso, e pensar como se estivesse assistindo apenas a um filme de época.
Tecnicamente o filme é muito bem construído, o elenco é muito bom, mas não teve como, não superou o mais recente em meu coração apaixonado por musicais. Com certeza deveria ter assistido a esse antes para ter uma melhor impressão e uma visão mais pura do todo.
Achei a condução maçante e os personagens menos carismáticos do que no outro filme.É uma bela obra no todo, mas o assisti já corrompida pelo outro. Não deu certo. 

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

A Experiência

título original: Das Experiment
gênero: Drama, Suspense
duração: 120 min 
ano de lançamento: 2001
estúdio: Typhoon, Fanes Film
direção: Oliver Hirschbiegel
roteiro: Mario Giordano, Christoph Darnstädt, Don Bohlinger
fotografia: Rainer Klausmann
direção de arte: 
Andrea Kessler

Um grupo de cientistas seleciona 20 pessoas para participarem de um experimento científico. Eles passarão duas semanas confinados, metade fazendo o papel de policiais e a outra metade de prisioneiros. No começo a camaradagem reina, mas depois de um tempo as coisas começam a sair do controle.
Há algum tempo eu já começo a assistir filmes alemães com uma sensação boa, esse veio para consolidar a preferência.

Que roteiro, senhoras e senhores, que roteiro! Baseado em um experimento real - a quem interessar há mais informações aqui - temos um suspense de mão cheia. Lógico que as consequências finais são exageradas para trazer mais dramaticidade a trama, mas não duvido que se a experiência real tivesse durado o mesmo tempo da ficcional talvez as coisas tivessem saído do controle de forma próxima.
Você já percebe desde o começo que vai dar merda, com todo respeito. A partir daí, você passa todo o resto do filme esperando que as coisas saem do controle. Chegou um ponto do filme que eu estava quase tendo uma crise de ansiedade de tão envolvida que estava com a história.
A trama trabalha de forma espetacular como o poder influencia o comportamento humano e como esse é um dos maiores problemas de nossa sociedade.
O elenco também é ótimo dando pontos a mais a história. Começo a acreditar que Moritz Bleibtreu é o Ricardo Darín da Alemanha.
Recomendo mil vezes. Inclusive, está esperando o que pra começar a assistir?

CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Grande Hotel Budapeste

título original: The Grand Budapest Hotel
gênero: Aventura, Comédia
duração: 100 min
ano de lançamento: 2014
estúdio: Fox Searchlight Pictures
direção: Wes Anderson
roteiro: Stefan Zweig, Wes Anderson, Hugo Guinness
fotografia: Robert D. Yeoman
direção de arte: Adam Stockhausen

Entre as duas Grandes Guerras o gerente de um hotel contrata um rapaz com quem construirá uma grande amizade. Durante esse período eles passarão por grandes aventuras, como o roubo de um famoso quadro, a disputa pela fortuna de uma família e as mudanças da época.
Para quem não conhece o trabalho de Wes Anderson assistir a esse filme (ou qualquer outra obra sua) pode acabar sendo uma queda imensa de paraquedas. Ele tem um estilo próprio, com histórias que podem - a princípio - soar sem pé nem cabeça.
Como roteiro não é o meu favorito entre os que ele já desenvolveu, mas não há como discutir: a direção/fotografia/cenografia/direção de arte de seus filmes são sempre impecáveis. Só as mudanças de quadro, arrastando de um cômodo/cena para outro, me incomodaram um pouquinho.

As atuações são ótimas, nem mesmo Zero que me era desconhecido ficou para trás.
Só recomendo que não assistam em um momento em que estejam com sono ou um pouco desatentos, qualquer segundo perdido pode te fazer perder a linha de raciocínio.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

A Teoria de Tudo

título original: The Theory of Everything
gênero: Drama, Romance
duração: 123 min
ano de lançamento: 2014
estúdio: Working Title Films
direção: James Marsh
roteiro: Anthony McCarten, Jane Hawking
fotografia: Benoît Delhomme
direção de arte: John Paul Kelly

A história de vida de Stephen Hawking e sua esposa Jane, desde a descoberta de sua doença até dias próximos aos atuais.

Acredito que para muitos físicos ou apenas pessoas que têm interesse pela área ou acompanham a carreira de Hawking, o filme tenha ficado aquém do esperado, afinal sua carreira acadêmica não é o foco principal da história.
Eu, que não me incluo nesse grupo por não entender bulhufas de física - apesar de admirar a figura principal - fiquei bem satisfeita com o resultado final do filme.
Pra começar que trilha sonora e fotografia são leves e e acompanham o fluxo do filme de maneira agradável, contrabalanceando muito bem o tema denso e pesado sobre a doença de Hawking.
Outro o ponto é como ele é retratado pelo lado mais humano, com sentimentos comuns e não apenas como um gênio.
E o principal de tudo, a atuação de Eddie Redmayne. Ainda não vi as outras atuações, apenas que Steve Carell está muito bem caracterizado, mas o que esse rapaz fez nesse filme é absurdo. Sei que a maquiagem deve ter ajudado, mas sua expressão corporal é incrível. É claro que houve muito estudo sobre Hawking e sobre a doença para que ele entrasse completamente no personagem. Nada mais justo do que ele levar o Oscar de Melhor Ator.

A história é interessante, a trama tem um fluxo fácil de acompanhar, e Redmayne prende sua atenção do começo ao fim com uma atuação de tirar o fôlego. Vale cada segundo.

ps.: Felicity Jones é irmã gêmea de Mel Lisboa?

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

As Pontes de Madison

título original: The Brisges of Madison County
gênero: Drama, Romance
duração: 135 min
ano de lançamento: 1995
estúdio: Warner Bros.
direção: Clint Eastwood
roteiro: Richard LaGravenese, Robert James Waller
fotografia: Jack N. Green
direção de arte: Jeannine Oppewall

Após a morte da mãe, Francesca, os filhos vão a sua casa e encontram cartas que indicam um envolvimento que ela teve no passado com um fotógrafo National Geographic durante 4 dias, enquanto a família esteve fora.
De cara pode-se pensar que se trata de um filme água com açúcar. Mas não, é um dos romances mais lindos e mais sofridos que já vi. Ainda mais pelo final sair do esperado.A vontade da personagem principal de ser feliz e seguir suas vontades confrontada com a sua necessidade de não afetar a felicidade de sua família, a maneira como isso é recebido por seus filhos que estão lendo as cartas no futuro e os fazendo repensar seus próprios casamentos. O que era pra ser apenas um filme romântico se torna uma análise comportamental.
Fotografia, trilha sonora, cenografia, tudo dá um toque a mais a essa história que superficialmente parece simples mas que tem uma carga emocional muito forte, potencializada pelas atuações magistrais de  Clint Eastwood e Meryl Streep.

Inclusive, tem como esperar menos de um filme que tem esses dois contracenando no papel dos personagens principais?! Acho que não né.
Recomendo e digo mais, recomendo de novo.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Pergunte ao Pó

título original: Ask the dust
gênero: Drama, Romance
duração: 117 min 
ano de lançamento: 2006
estúdio: Paramount Pictures
direção: Robert Towne
roteiro: Robert Towne, John Fante
fotografia: Caleb Deschanel
direção de arte: Dennis Gassner

Década de 30, auge da depressão, Arturo, um rapaz que sonha em ser escritor se muda para um hotel em Los Angeles buscando inspiração. Porém, o dinheiro começa a acabar e seus planos não saem como esperado. Lá ele também conhece Camila, uma garçonete que sonha em arranjar um marido. Juntos eles virão um romance cheio de ciúmes e desejo.
Eu nem me lembro porquê marquei esse filme como "quero ver" no Filmow, mas vi que iria passar na TV e resolvi assistir.
A história é baseada em um livro e , pelo que andei lendo, a adaptação fugiu muito da obra original.
Tirando a fotografia e a iluminação do filme, que achei ambas bem bonitas, todo o resto foi medíocre.
As atuações são caricatas e não convencem. O roteiro vai aos trancos e barrancos, vê-se que tinha potencial para ser um bom filme, mas parece que  a história vai se perdendo no meio do caminho e que ficam faltando pedaços que liguem uma sequência a outra.

Perdi meu tempo.

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Última Parada 174

gênero: Drama, Suspense
duração: 110 min
ano de lançamento: 2008
estúdio: Moonshoot Pictures
direção: Bruno Barreto
roteiro: Bráulio Mantovani 
fotografia: Antoine Héberlé
direção de arte: Claudio Amaral Peixoto

Baseado em fatos reais, o filme com a história de vida de Sandro, menino de rua que sobreviveu a chacina da Candelária e , anos depois, sequestrou um ônibus no Rio de Janeiro.
Pode ser clichê e ter um padrão que o cinema nacional vem seguindo de uns anos pra cá: relatar e/ou romancear o crime no país. Mas assim como filmes sobre as Guerras Mundiais, o Holocausto, a Ditadura Militar, sempre haverá mais uma vertente a ser abordada.Ainda mais uma história como essa que, na época, foi passada ao vivo na televisão quase como um reality show. Eu tinha por volta de 12 anos na época e ainda me lembro como se fosse ontem.
Muitos podem achar que a atitude da polícia foi louvável, que bandido bom é bandido morto, eu só consigo ter pesar - por suas vítimas e pelo próprio Sandro.
E é ai que entra um bom roteiro, construindo desde o começo como a trajetória de uma pessoa no crime começa, como a vida sofrida influencia o caminho que uma pessoa trilha. Não sei até que ponto a história do Sandro de verdade era parecida com a do Sandro fictício, mas esse último me fez sentir pena.
A história é muito pesada, não sei se o fato de a ter vivenciado pela TV influenciou, mas não tive como não me emocionar.
O elenco é de certa forma desconhecido, mas segura as pontas muito bem.
Por fim, me deu um tilt ver o Mathias de "Tropa de Elite" fazendo responsável do BOPE que negocia com o sequestrador. hehe

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Ficha Técnica: IMDb


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Picardias Estudantis

título original: Fast Times at Ridgemont High
gênero: Comédia
duração: 90 min 
ano de lançamento: 1982
estúdio: Universal Pictures
direção: Amy Heckerling
roteiro: Cameron Crowe
fotografia: Matthew F. Leonetti

A trama gira em torno de uma turma que está cursando o colegial e tudo que acontece em suas vidas: festas, escola, trabalho, sexo e drogas.
Mais um filme do "1001 filmes". Fui ver sem ter a mínima do que se tratava.
Diria que é um precursor dos filmes que tratam do "existencialismo" adolescente, das mudanças na vida e como lidar com elas.
Talvez também seja um precursor dos besteiróis americanos, e é aí o problema. Já falei aqui o quanto não gosto desse gênero de filme. Para mim acabou sendo uma história rasa, sem propósito e que não acabava nunca. Cheio de peitinhos aparecendo pros adolescentes da década de 80 se divertirem.Pra não dizer que é de todo ruim, lançou vários atores que hoje em dia são consagrados. Inclusive Sean Penn que é o ponto alto do filme mandando muito bem no papel de um surfista maconheiro.

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Rocky - Um Lutador

título original: Rocky
gênero: Drama
duração: 119 min 
ano de lançamento: 1976
estúdio: Chartoff-Winkler Productions 
direção: John G. Avildsen
roteiro: Sylvester Stallone
fotografia: James Crabe
direção de arte: William J. Cassidy

Rocky é um lutador decadente que para se sustentar trabalha como cobrador para um agiota. Apollo, campeão mundial, resolver dar a chance a um desconhecido em um golpe publicitário e escolhe Rocky. Ele então passa a treinar intensivamente para, pelo menos, não ser nocauteado.
Confesso que só assisti esse filme porque ele está no livro "1001 Filmes". Confesso também que tinha um baita preconceito sobre ele. Por, fim, confesso que me arrependo de ter demorado tanto pra assistir.
Não que seja o melhor filme que vi na minha vida, mas é muito agradável.
Roteiro básico de superação e sem um final batido. É inspiração pura.
Sylvester Stallone consegue colocar um lado emocional tão forte no personagem que não há como não torcer por ele e vibrar quando se supera e consegue cumprir seu trajeto, na cena clássica das escadarias.
Com certeza obrigatório na lista de qualquer cinéfilo.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb