segunda-feira, 21 de julho de 2014

A Princesa Prometida

título original: The Princess Bride
gênero: Fantasia, Comédia
duração: 98 min
ano de lançamento: 1987
estúdio: Act III Comunications
direção: Rob Reiner
roteiro: William Goldman
fotografia: Adrian Biddle
direção de arte: Norman Garwood

Buttercup teve seu único e verdadeiro amor com Westley, mas após a sua morte, ela acabou aceitando ficar noiva do príncipe, mesmo esse sabendo que ela nunca o amaria. Uma gangue resolve raptá-la para causar uma intriga internacional, mas não imaginavam que o temível pirata Roberts apareceria para atrapalhar seus planos.
Só assisti a esse filme pois, por incrível que pareça, ele está no "1001 Filmes Para Ver Antes De Morrer". Ele começa com o Kevin de Anos Incríveis jogando video-game, e é aqui que você fica perdido, ué não era um filme de princesa? Conforme a história vai andando, de princípio tudo parece tosco e clichê, mas  aí você passa a perceber as nuances do filmes.
Aquela cenografia tosca, onde tudo parece de isopor, na verdade, está ali para representar bem o imaginário da criança que está ouvindo a história, de como é seu imaginário em relação ao conto de fadas.
As atuações dos personagens são caricatas, mas isso acaba soando como uma crítica aos filmes fantasiosos e exageradamente românticos. É interessante ver como o mocinho passa a ser muito mais interessante após criar uma malícia ao conviver com os piratas do que no começo, quando apenas é um bom rapaz do campo.
Melhor ainda é como coisas absurdas acontecem para que a história ande pro caminho certo e como o ouvinte, no caso o menino que está ouvindo o avô contando a história, fica revoltado quando qualquer coisa sai dos eixos.
Parece um filme bobo dos anos 80, mas quem for mais espirituoso vai notar o que há de valor aqui.
Fiquei o filme todo tentando lembrar de onde conhecia Cary Elwes, depois descobri que ele é o tiozinho de "Jogos Mortais", é a idade chega para todos..

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb 

terça-feira, 15 de julho de 2014

Jake Grandão

título original: Big Jake
gênero: Faroeste
duração: 110 min
ano de lançamento: 1971
estúdio: Cinema Center Films
direção: George Sherman, John Wayne
roteiro: Harry Julian Fink, Rita M. Fink
fotografia: William H. Clothier

Um marido que não vê sua esposa há mais de 18 anos é chamado as pressas por ela quando seu neto é sequestrado. Enquanto os policiais buscam resolver o problema com carros, Jake parte em cima de seu cavalo com seu ajudante indígena e uma mala cheia de dinheiro para dar aos seqüestradores, mesmo ele não concordo e desejando fazer a justiça ao modo do Velho Oeste.
Muito bacana ver uma produção que envolve toda a família Wayne, pai e dois filhos contracenam enquanto outro filho cuidou da produção.
Sou uma apaixonada pelo gênero, sei que muitas vezes é caricato, os tiroteios são exagerados, e a luta do Bem e do Mal é levado a extremos, mesmo assim, ainda é um prato cheio para o entretenimento.

A história não é apenas mocinho contra vilão, mas trás para a trama um drama familiar interessante e que também garante algumas risadas.
John Wayne nasceu para o faroeste e só prova isso mais um pouco nesse filme.

A única coisa que achei meio furado foi, nesse filme já produzido na década de 70, uma cena noturna no meio do deserto ter sido filmada em estúdio de uma maneira um pouco tosca - vê-se claramente que as montanhas e nuvens ao fundo são um painel pintado. Mas nada que mate o filme.
Divertiu muito meu domingo a noite e só fez crescer meu amor pelo gênero.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb