segunda-feira, 26 de maio de 2014

Os Irmãos Cara-de-Pau

título original: The Blues Brothers
gênero: Comédia, Ação
duração: 133 min
ano de lançamento: 1980
estúdio: Universal Pictures
direção: John Landis
roteiro: John Landis, Dan Aykroyd
fotografia: Stephen M. Katz
direção de arte: John J. Lloyd

Jake, após sair da cadeia, reencontra seu irmão e parte em busca de retomar a banda The Blues Brothers Band para tentar juntar dinheiro e salvar o orfanato em que cresceram de ser fechado.
Assisti sem saber o que esperar. Acreditava que seria mais comédia e encontrei mais musical. Uma ou outra coisa não tiram os valores do filme.
O roteiro é um pouco nonsense mas pode ser que isso que dê a graça ao expectador. Confesso que me incomodou um pouco.
Adorei ter a agradável surpresa de encontrar Charlie Brown, Ray Charles e Aretha Franklin cantando durante o filme.
A fotografia é bem interessante, tem uns jogos de luz e sombra que dão um efeito meio cartoonesco e abusam das grandes angulares.
Serve para dar algumas risadas, mas acho  que vale mais para ver esses monstros da música. 

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Getúlio

gênero: Drama, Biográfico
duração: 100 min
ano de lançamento: 2014
estúdio: Copacabana Filmes
direção: João Jardim
roteiro: Tereza Frota, João Jardim, George Moura
fotografia: Walter Carvalho
direção de arte: Fernanda Neves

Os últimos dias de vida de Getúlio Vargas, as acusações contra seu governo pelo atentado ao jornalista Carlos Lacerda e seus conflitos com a crise política criada e sua última decisão.
Filmes baseados em fatos reais, principalmente políticos, sempre demandam de um conhecimento prévio. Eu não lembrava muito bom do que havia estudado da Era Vargas e isso me fez achar o roteiro um pouco confuso. Os personagens, a maioria usando fardas o que ajuda a confundir, vão aparecendo já inseridos na trama que está em andamento e até assimilar quem é quem lá se foi o fio da meada.
Gostei bastante da fotografia, se deram ao direito de arriscar alguns ângulos um pouco mais diferentes do que costumam ser as produções  ala novela da Globo.
Acho Tony Ramos um ator excelente, mas mesmo segurando bem as cenas de drama e raiva, só o vi como si mesmo e não como Vargas. Não sei quais as características desse, mas teve um breve momento em que o ator arriscou um sotaque gaúcho e depois não o usou mais. Drica Moraes me chamou mais a atenção, uma figura forte, decidida e sempre presente.
Não achei descartável, mas podia ter sido melhor trabalhado. Os momentos iniciais lembram bastante o período em que vivemos no momento, não sei se de propósito. 

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb