sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Lembranças de Outra Vida

título original: Fluke
gênero: Drama, Fantasia
duração: 96 min
ano de lançamento: 1995
estúdio:  Metro-Goldwyn-Mayer (MGM)
direção: Carlo Carlei
roteiro: James Herbert, Carlo Carlei, James Carrigton
fotografia: Raffaele Mertes
direção de arte: Hilda Stark

Thomas é um workaholic que morre em um acidente de carro, ao voltar tarde da noite para casa. Ele volta à vida no corpo de um cão e vai em busca de sua família para protegê-la do homem que ocasionou o seu acidente.
É bonitinho, entretém, tem lição de moral e uma ligação com assuntos "do além". Com certeza esses fatores já agradam a muitas pessoas, mas vamos combinar, no máximo é um clássico da Sessão da Tarde.
Com certeza, quando criança, eu gostava desse filme, e até me emocionava com certas situações. Mas é só mais um filme de animais para TV.

CLASSIFICAÇO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Laranja Mecânica


título original: A Clockwork Orange
gênero: Ficção-Científica, Drama
duração: 136 min
ano de lançamento: 1971
estúdio: Warner Bros. Pictures
direção: Stanley Kubrick
roteiro: Stanley Kubrick, Anthony Burgess
fotografia: John Alcott
direção de arte: John Barry 

Em uma Inglaterra do futuro, gangues de jovens dominam o cenário. Uma delas é liderada por Alex que, após praticar vários crime, é preso e levado para uma reeducação feita pelo Estado.
Como já disse em alguns outros filmes de Stanley Kubrick, tem uma pegada arrastada. Apesar da trilha sonora muito marcante, algumas cenas sem trilha se tornam cansativas (mas acredito que a intenção aqui seja incomodar).
Cheio de violência, sexo e análises da sociedade, com certeza é uma obra que marcou época. Mas, para mim, que assisti no Ensino Médio, não foi uma boa experiência. Sim, fiquei chocada, incomodada e irritada com tudo aquilo, sensações que - acredito eu - o filme tenha a intenção de provocar. Eu não estava preparada para lidar com o que vi, por isso acredito que precisaria assistir novamente, assim como fiz com "Clube da Luta". Por isso, pela primeira vez nesse blog , comentarei um filme sem classificá-lo ao final.
A cena da reeducação, em que os olhos de Alex são forçados a ficarem abertos, com aquela trilha sonora fortíssima, é tão impactante e incômoda que até gera no espectador um pouco de pena por aquele, que até momentos antes, era o grande vilão.
Tudo é muito forte e impactante nesse filme, mas ao mesmo tempo cansativo e arrastado. Assim como em "2001- Uma Odisséia no Espaço", eu consigo enxergar toda a revolução e inovação que trouxe ao cinema mundial e respeito a obra, mas não consigo me sentir atraída ou até "gostar". 

Poster e Ficha Técnica: IMDb

Obs.: o trailer na verdade é uma propaganda de uma edição em BlueRay do filme em comemoração aos 40 anos do filme, mas foi o melhor que achei. =P

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Kramer vs Kramer

título original: Kramer vs. Kramer

gênero: Drama
duração: 105 min
ano de lançamento: 1979
estúdio: Columbia Pictures
direção: Robert Benton
roteiro: Avery Corman, Robert Berton
fotografia: Néstor Almendros
direção de arte: Paul Sylbert

Joanna decide sair de casa pois o marido, Ted, dá mais importância para o trabalho do que para a família. Ted, então, faz de tudo para adaptar sua rotina e, além de educar o filho Billy, ter tempo para os afazeres domésticos. Quando tudo entra nos eixos, Joanna reaparece querendo a guarda do menino, mas Ted não aceita e eles passam então a brigar na justiça por Billy.
Um roteiro que, a princípio parece simples, mas desencadeia uma trama complexa de drama, angústia, traumas, mágoas e competição. Uma análise bem elaborada de fatos cotidianos mas não menos importantes.
Dustin Hoffman e Meryl Streep colaboram muito para aumentar a dramaticidade da história, suas interpretações são extremamente convincentes e de arrepiar! O, na época, menino Justin Henry arranca lágrimas no papel do menino que está sendo disputado pelos pais.
Com certeza um filme obrigatório.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb


terça-feira, 28 de agosto de 2012

O Ditador


título original: The Dictator
gênero: Comédia 
duração: 83 min 
ano de lançamento: 2012 
estúdio: Four by Two Films
direção: Larry Charles 
roteiro: Sasha Baron Cohen, Alec Berg, David Mendel, Jeff Schaffer
fotografia: Lawrence Sher 
direção de arte: Victor Kempster 


Um Ditador arrisca sua vida para garantir que a democracia nunca chegue a seu país, durante uma viagem aos EUA ele é sequestrado, removem sua barba e ele passa a viver como uma pessoa comum ao mesmo tempo que tenta provar sua verdadeira identidade.

Usando de seu costumeiro tom sarcástico Sasha Baron Cohen trabalha nesse filme mais um tema delicado aos americanos, uma área delicada a se mexer. Como em seus outros trabalhos, como "Borat", o tempo todo ele usa de humor negro ou de cenas apelativas para fazer humor. No filme que acabei de citar eu achei que casou e foi engraçado, nesse já algumas coisas não funcionaram para mim.
É legal que ele usa do tom jocoso para sacanear os dominantes, no caso americanos, mas também continua usando do humor besteirol que zoa os dominados.

Ao contrário de de "Borat" essa trama tem uma construção de história, não finge ser um documentário. É diferente.
Tem a insuportável da Anna Faris, fazendo ela mesma provavelmente porque ela sempre faz o mesmo papel.
O discurso final faz o filme ganhar pontinhos.


CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

K-Pax - O Caminho Da Luz


título original: K-Pax
gênero: Ficção-Científica 
duração: 120 min 
ano de lançamento: 2001 
estúdio: IMF Internationale Medien und Film GmbH & Co. 2. Produktions KG 
direção: Iain Softley 
roteiro: Gene Brewer, Charles Leavitt 
fotografia: John Mathieson 
direção de arte: John Beard

Prot é um homem que diz ter vindo de uma galáxia distante e por isso é internado em um hospício. Lá ele começa a ser tratado por Mark, um psiquiatra que deseja propor que tudo aquilo não passa de um distúrbio.
Roteiro bem interessante integra drama, ficção científica, mistério e temas ligados a psicologia.
Kevin Spacey dá show no papel de louco e/ou ET.
A presença de primas e seus reflexos em várias cenas e também da interação dos personagens com as luzes, dá a fotografia um toque bem especial.
É um filme ou pouco brisante, mas bem bacana.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

domingo, 26 de agosto de 2012

Jovens Bruxas

título original: The Craft

gênero: Fantasia, Terror 
duração: 101 min 
ano de lançamento: 1996 
estúdio: Columbia Pictures Corporation 
direção: Andrew Fleming 
roteiro: Peter Filardi, Andrew Fleming 
fotografia: Alexander Gruszynski 
direção de arte: Marek Dobrowolski

Uma jovem se muda para Los Angeles e passa a andar com três meninas de sua escola que têm fama de bruxas. Ao começarem a mexer com magia juntas, desenvolvem um poder que lhes fogem do controle.
Eu estava na pré-adolescência quando esse filme bombou, e lógico, que adorava. Perdi as contas de quantas vezes o assisti. Queria ser bruxa também, e todas as baboseiras possíveis.
Mas vamos aos fatos: na realidade, é um roteiro bem fraco e clichê, no sentido de escola americana e de "bruxas", trata de maneira bem preconceituosa seitas como Wicca e é forçado.
Os efeitos especiais também são fracos. A trilha sonora é um forte aqui, trabalha bem a idéia de ser um filme sombrio. 
Mesmo assim, é um marco das Sessões da Tarde dos anos 90, e sim, tem um lugarzinho no meu coração. 

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sábado, 25 de agosto de 2012

Infidelidade


título original: Unfaithful
gênero: Suspense 
duração: 124 min 
ano de lançamento: 2002 
estúdio: Fox 2000 Pictures 
direção: Adrian Lyne 
roteiro: Claude Chabrol, Alvin Sargent, William Broyles Jr. 
fotografia: Peter Biziou 
direção de arte: Brian Morris

Edward e Connie levam um casamento feliz há 11 anos. Certo dia, no meio de uma ventania, Connie dá um encontrão em um francês, ela acaba machucando o joelho e ele a leva para seu apartamento, faz o curativo e a dá um livro. Após outros encontros eles acabam virando amantes, mas Edward suspeita que há algo de estranho e resolve contratar um detetive.
Poderia apenas ser uma história de traição, mas há muita sensualidade envolvida aqui, até mesmo o suspense gerado tem sensualidade.
Diane Lane manda muito bem no papel de uma mulher de meia-idade casada, mãe, dona de casa e ao mesmo tempo amante e muito sexy. Por outro lado, vemos Richard Gere segurando bem as pontas no papel do corno e não do galã.
O roteiro pode ser um pouco previsível, mas com certeza passa bem o tempo em um domingo a noite.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Gilda


título original: Gilda
gênero: Drama 
duração: 110 min 
ano de lançamento: 1946 
estúdio: Columbia Pictures Corporation 
direção: Charles Vidor 
roteiro: E.A.Ellington, Jo Eisinger, Marion Parsonnet 
fotografia: Rudolph Maté

Johnny é contratado como gerente de uma casa noturna em Buenos Aires, que tem escondido um cassino. Lá ele encontra a mulher do seu amigo, que por acaso, é um antigo romance seu. 
Rita Hayworth no papel mais importante de sua carreira, e não por acaso, ela não é só a única personagem feminina de destaque na trama como a mais importante para que o roteiro se desenrole. 
Falar desse filme é falar da personagem principal, e Rita está esplendorosa nesse papel. Foi o primeiro filme em que a vi, e como me encantei! Que mulher linda! Essa pode ser chamada de Diva com todas as letras. Sua expressão corporal, seu andar, sua voz, tudo é de diva.
No todo, o roteiro mistura, rancores, intrigas e corrupção.
Não se esqueçam que esse filme inclui um dos stripteases mais famosos do cinema, e que menos peças de roupas caem.
Depois de assisti-lo, e isso é uma obrigação, você ficará cantarolando "Put the blame on mame" por um tempo. 

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Gilbert Grape - Aprendiz de Sonhador


título original: What's Eating Gilbert Grape
gênero: Drama 
duração: 118 min 
ano de lançamento: 1993 
estúdio: Paramount Pictures 
direção: Lasse Hallström 
roteiro: Peter Hedges 
fotografia: Sven Nykvist 
direção de arte: Bernt Capra 

Em uma cidade do interior, um jovem sustenta sua família depois que seu pai morreu. O peso não é somente esse, ele ainda tem que cuidar do irmão deficiente mental e da mãe obesa mórbida. Mas a chegada de uma forasteira pode mudar seu destino.
Se fosse um filme latino-americano poderia muito bem passar no SBT. É um melodrama e as pessoas tem que aceitar isso, todos os elementos são carregados de uma carga emocional pesada e de muitos problemas. Nem por isso se torna ruim, afinal, com certeza em algum canto do mundo alguma família está passando por algo muito parecido.
Os conflitos dentro da vida desse jovem que está entre a adolescência a as obrigações de um adulto podem gerar muitos outros debates, de fora da tela.
Com certeza uma das melhores interpretações da vida de Leonardo DiCaprio e de Johnny Depp, em uma de suas poucas aparições em um papel "normal".
Deixe uma garrafa de 2 litros de água ao seu lado durante o decorrer do filme para ir bebendo, se não há grandes chances de desidratação por choro.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Gangues de Nova York

título original: Gangs of New York

gênero: Drama, Policial 
duração: 167 min 
ano de lançamento: 2002
estúdio: Miramax Films 
direção: Martin Scorsese
roteiro: Jay Cocks, Seteven Zaillian, Kenneth Lonergan
fotografia: Michael Ballhaus
direção de arte: Dante Ferretti

Início de Nova York, duas gangues lutam pelo controle da região, ao ver seu pai - chefe de uma das gangues - morto, o jovem Amsterdam resolve se vingar. Tempos depois ressurge, se aproximando do chefe da outra gangue para alcançar o que deseja.
Muito arrastado e com poucas cenas de ação, mas que valem a pena, esse filme foge um pouco do padrão de Scorsese de trabalhar os personagens em sua profundidade e enfoca mais a ambientação.
Com visual grandioso, os efeitos especiais acabam ficando um pouco fora de contexto para um filme que se passa no século 19.
Fora isso, a fotografia é muito bonita e o vilão merece o devido respeito, Daniel Day-Lewis dá um show de interpretação.
Acho que se fosse um pouco mais curto, o que seria muito possível sem estragar a continuidade do filme, ele teria ganhado mais fãs.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Encontro Marcado


título original: Meet Joe Black
gênero: Drama 
duração: 178 min 
ano de lançamento: 1998 
estúdio: Universal Pictures 
direção: Martin Brest 
roteiro: Ron Osborn, Jeff Reno, Kevin Wade, Bo Goldman, Alberto Casella 
fotografia: Emmanuel Lubezki 
direção de arte: Dante Ferretti 

Uma médica residente conhece um estranho em um bar, mas logo em seguida eles se desencontram. Esse mesmo estanho aparece, de maneira estranha, na casa de seu pai dizendo-se amigo dele e se instala por lá por um tempo.
Um dos roteiros mais delicados que já vi com temática de morte e envolvendo romance. O paralelo que é feito entre vida e morte, e de como a Morte lida com a vida, suas "férias" no plano terreno e todo o espanto que ela experimenta com as "novidades"que a vida lhe proporciona, tudo é muito incrível.
Trilha Sonora e Fotografia acompanham muito bem esse clima intimista, triste e apaixonante.
Anthony Hopkins e Brad Pitt formam uma dupla de causar arrepios e gargalhadas ao mesmo tempo.
Na época que esse filme saiu assistia direto. para quem ainda não viu, recomendo. E viva a pasta de amendoim!

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge

título original: The Dark Night Rises
gênero: Ação
duração: 165 min 
ano de lançamento: 2012 
estúdio: Warner Bros. Pictures 
direção: Christopher Nolan 
roteiro: Jonathan Nolan, Christopher Nolan, David S. Goyer, Bob Kane 
fotografia: Wally Pfister 
direção de arte: Nathan Crowley, Kevin Kavanaugh

Oito anos se passaram, após Batman assumir a culpa da morte do promotor Harvey Dent, desaparecer e passar de herói a vilão. Agora ele terá de lidar com a chegada de um ladrão muito misterioso e de Bane, um terrorista que fará de tudo para tirar Batman do exílio.
Toda a qualidade técnica é mantida nesse filme, nota dez em: fotografia, cenografia, luz, trilha sonora, efeitos especiais, elenco, etc.
Porém, fui com muita expectativa assistir por só ouvir gente falando muito bem e acabei saindo um pouco decepcionada. Para mim, de jeito algum o terceiro supera "Batman - O Cavaleiro das Trevas", não que seja um filme ruim, mas fica atrás do anterior.
Primeiro porque o vilão do anterior é muito mais interessante e envolvente. Segundo porque a trama é melhor mesmo, esse filme é cheio de furos ou de situações forçadas para que dê certo no final.
Vale a pena assistir pois fechou bem a trilogia mas muitas coisas me incomodaram, abaixo só spoilers.
[SPOILER/] - 11 minutos pra bomba explodir: eles rodam a cidade toda, param, conversam com uma mulher que está morrendo, se beijam e nada de dar o tempo do contador.
- O avião do Batman é foda, mas vê-se que ele é pesado, não alcança altas velocidades. Mesmo assim, faltando um minuto pra bomba explodir ele consegue cobrir uma área de 10km
- Sendo 10km de distância da cidade, pra dentro do mar, a população não conseguiria ver a explosão
- Nesse um minuto, 10 km, Batman consegue pular no meio do caminho e a nado não ser alcançado pela explosão?
- Tentando escapar da cadeia usando corda ele não consegue, e aí ele consegue sem nada
- Bruce Wayne e Batman morrem e ninguém suspeita que eles são a mesma pessoa. [\SPOLER]

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Era Uma Vez na América


título original: Once Upon a Time in America
gênero: Drama
duração: 229 min 
ano de lançamento: 1984 
estúdio: The Ladd Company 
direção: Sergio Leone 
roteiro: Harry Grey, Leonardo Benvenuti, Piero de Bernardi, Enrico Medioli, Franco Arcalli, Franco Ferrini, Sergio Leone, Stuart Kaminsky
fotografia: Tonino Delli Colli

Dois amigos passam a infância cometendo pequenos crimes na região onde moram em Nova York. Esses crimes crescem, envolvendo a máfia judaica e afastando os amigos. O período da Lei Seca se torna pano de fundo para o desenvolvimento desses garotos e seus conflitos.
Filmes sobre máfia sempre me encantam, principalmente com Robert De Niro. (um que é figura batida também é Joe Pesci, né?)
A infância em um bairro pobre e precário, a falta de oportunidades, a criação da Lei Seca, tudo isso cria um ambiente muito propício para a entrada no mundo da criminalidade e isso é muito bem contado nesse roteiro, além do detalhado retrato de uma parte importante da história dos EUA e de uma nação imigrante.
Fotografia e trilha delicados e fortes ao mesmo tempo. Interpretações de primeira. 
A única coisa que achei que poderia ser diferente é a duração do filme, dava muito bem pra contar tudo do jeitinho que foi só que com uma duração menos estendida. Muitas cenas são prolongadas demais sem necessidade.
Mas com certeza, dentro do gênero máfia, fica pau a pau com "Os Bons Companheiros" e "O Poderoso Chefão".

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Elefante


título original: Elephant
gênero: Drama
duração: 81 min 
ano de lançamento: 2003
estúdio: HBO Films, Fine Line Features 
direção: Gus Van Sant 
roteiro: Gus Van Sant 
fotografia: Harris Savides

Um dia comum dentro da rotina de uma escola de Ensino Médio. Enquanto grande parte está envolvida com as atividades curriculares, dois meninos partem para a escola munidos com um arsenal e prontos para provocar uma tragédia.
Inspirado no Massacre de Columbine Gus Van Sant, com uma maneira não linear muito bem encaixada, conta essa história de maneira incrível.
Com um estilo de filmagem alternativo e com ausência de trilha sonora em quase todo o filme, ele mostra de maneira delicada e ao mesmo tempo forte o que se passou nesse fatídico dia.
O olhar vem de dentro da escola e também de dentro do estilo de vida de cada um dos personagens.
O que vemos aqui é uma análise das atitudes e consequências. Eles sofriam bulling, tinham problemas familiares ou psíquicos? Isso ninguém pode saber ao certo, mas eu apostaria que tudo isso unido gera a atitude final.
O diretor está de parabéns por toda a maneira como conduz essa produção, colocando em cada detalhe o toque essencial para compor o todo.
Apesar de ser um filme curto, é muito denso e sua produção é intencionalmente feita para gerar isso. 
Ao final você se sentirá dentro da pele de uma daquelas pessoas.
Não segure as lágrimas, muito menos as emoções. Você precisará de um tempo depois para digerir tudo isso.

CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

Poster e Ficha Técnica: IMDb


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Ela Dança, Eu Danço


título original: Step Up
gênero: Musical
duração: 104 min 
ano de lançamento: 2006
estúdio: Touchstone Pictures 
direção: Anne Fletcher
roteiro: Duane Adler, Melissa Rosenberg 
fotografia: Michael Seresin
direção de arte: Shepherd Frankel

Tyler é condenado a prestar serviço comunitário como faxineiro em uma escola de artes por depredar um colégio. Lá ele conhece Nora, uma bailarina que precisa de um novo parceiro. Ele é acostumado com dança de rua, ela é bailarina clássica e eles terão conciliar isso para ele ser seu novo par.
Roteiro super previsível, com começo, meio e fim óbvios desde a primeira cena.
Atores medianos.
O que vale aí é ver as danças, e pra quem curte, lógico.

CLASSICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha Técnica: IMDb


terça-feira, 14 de agosto de 2012

Histórias Cruzadas

título original: The Help
gênero: Drama 
duração: 146 min 
ano de lançamento: 2011 
estúdio: DreamWorks SKG 
direção: Tate Taylor 
roteiro: Tate Taylor, Kathryn Stockett 
fotografia: Stephen Goldblatt 
direção de arte: Mark Ricker

Década de 60, Mississipi. Uma jovem, recém formada e que sonha em ser escritora, encontra em duas empregadas negras sua inspiração para escrever um livro onde conta o dia-a-dia dessas ajudantes do ponto de vista delas e como elas lidam com suas patroas. 
Bem trabalho dentro da história dos EUA e de cada personagem, o roteiro segue uma linha inteligente e sem ser forçado. Com um tema não só voltado para o racismo mas também para o início de um feminismo mais atuante, os personagens masculinos deixados completamente de lado dão mais força a idéia. As mulheres da história mostram um racismo exposto mas ao mesmo tempo mascarado pelos interesses das donas de casa.
Palmas para toda a dramaticidade de Viola Davis, e o drama com um toque de humor negro de Octavia Spencer. Bryce Dallas Howard está perfeita no papel de uma pessoa desprezível.
Mesmo com um final de certa forma previsível, a história é encantadora e com conteúdo, e mesmo assim permanece sendo um filme que atende a qualquer público.
Mereceu todos os prêmios que ganhou.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Efeito Borboleta 2



título original: The Butterfly Effect 2 
gênero: Suspense, Ficção Científica
duração: 92 min 
ano de lançamento: 2006
estúdio: New Line Cinema
direção: John R. Leonetti
roteiro: John Frankenheimer, Michael D. Weiss
fotografia: Brian Pearson

Nick tem uma vida perfeita. Certo dia seu supervisor pede que trabalhe no dia do aniversário de Julie, sua namorada. Esse caminho levará a morte de sua amanda e mais duas pessoas. Quando retorna a consciência, Nick passa a ter surtos epilépticos que o levam a voltar no tempo e ter a chance de mudar o futuro.
Como eu disse no primeiro, é um filme para NÃO ter continuação, mas o que a ganância e a vontade de ganhar mais dinheiro não fazem, né? Pegam uma fórmula que deu certo uma vez e fazem uma "continuação"que não tem sequência nenhuma com o primeiro filme, deixa o roteiro mais fraco, coloca um monte de ator meia boca e pronto, assim se estraga tudo.
Vejam somente "Efeito Borboleta", não percam tempo com esse.

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Ficha Técnica: IMDb


domingo, 12 de agosto de 2012

Efeito Borboleta


título original: The Butterfly Effect

gênero: Suspense, Ficção Científica 

duração: 113 min 
ano de lançamento: 2004 
estúdio: BenderSpink 
direção: Eric Bress, J. Mackye Gruber 
roteiro: Eric Bress, J. Mackye Gruber 
fotografia: Matthew F. Leonetti 
direção de arte: Douglas Higgins

Evan é um jovem que teve brancos em sua infância e agora, na ase adulta, começa a relembrar os fatos. Ele o faz através de uma regressão diferenciada, onde ele retorna também em corpo ao passado. O problema é que ele tenta consertar os erros e cria outros maiores. 
O roteiro foi inovador na época, a maneira como a trama é levada faz com que você se prenda do começo ao fim e não veja o tempo passar. Cheio de reviravoltas, quando você acha que tudo foi resolvido alguma surpresa aparece. Um fórmula única, que não poderia ter continuidade ou cópia.
A personalidade das crianças é de arrepiar. Quanto monstrinhos! Mas daí se vê a criação e o ambiente e que não é só uma história impossível de acontecer, mas um roteiro que tem uma pegada psicológica muito forte, o que valoriza muito a história. As viagens do personagem principal são só uma maneira de representar esses caminhos da vida e a influência do ambiente em cada um.
Ashton Kutcher está na sua melhor forma, em um papel que pode ser lavado a sério.
Um entretenimento com mais qualidade do que um Tela Quente da vida. 

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sábado, 11 de agosto de 2012

Dreamgirls- Em Busca de um Sonho



título original: Dreamgirls
gênero: Musical 
duração: 130 min 
ano de lançamento: 2006
estúdio: DreamWorks SKG 
direção: Bill Condon 
roteiro: Bill Condon, Tom Eyen
fotografia: Tobias A. Schliessler 
direção de arte: John Myhre 

Na década de 60 em Detroit, um vendedor de carros sonha em ser um produtor musical. Em busca de um produto vendável ao público da época ele encontra The Dreamettes, grupo composto por três cantoras. Elas se apresentar em um show de calouros da cidade e um tempo depois ele, como seu produtor, consegue que elas abram o show de uma estrela local. Quando começam a alçar vôo sozinhas ele percebe que, apar que o grupo realmente faça sucesso, ele deve investir na beleza de uma delas, deixando de lado as potentes vozes das outras.
Filme gostoso para assistir em casa, com um roteiro fácil de acompanhar, que cresce aos poucos chegando ao clímax e depois a uma conclusão.
Apesar de tamanho destaque que dão a Beyoncé Knowles, quem realmente merece uma atenção maior é Jennifer Hudson, que dá show não só de interpretação mas de voz.
Serve pra ocupar aquele tempo ocioso.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Dragão Vermelho



título original: Red Dragon
gênero: Suspense
duração: 124 min
ano de lançamento: 2002
estúdio: Universal Pictures
direção: Brett Ratner
roteiro: Thomas Harris, Ted Tally
fotografia: Dante Spinotti
direção de arte: Kristi Zea

Um agente do FBI escapou por pouco de ser morto por Hannibal Lecter. Agora, com ele preso, depende de sua ajuda para capturar um serial killer que está deixando a cidade em pânico e é um fã de Lecter.
Usando a mesma fórmula de "Silêncio dos Inocentes" e "Hannibal", o roteiro trabalha agora com o serial killer mais famoso do cinema meio em segundo plano e com enfoque em seu sucessor. Aí já dá pra perceber como perde metade da graça, estão tentando fazer render uma fórmula que poderia ter parado dos dois primeiros.
É interessante, bem trabalhado e com ótimas interpretações de Anthony Hopkins, Edward Norton e Ralph Fiennes, mas não tem o mesmo charme do primeiro.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

... E o Vento Levou

título original: Gone with the Wind

gênero: Romance, Guerra 
duração: 238 min 
ano de lançamento: 1939 
estúdio: MGM, Selzinick International Pictures
direção: Victor Fleming, George Cukor, Sam Wood
roteiro: Margaret Mitchell, Sidney Roward 
fotografia: Ernest Haller, Lee Garmes 
direção de arte: William Cameron Menzies

Guerra Civil Americana, nesse período muitas famílias foram desestruturadas e perderam suas fortunas. No meio disso tudo um jovem aventureiro e uma moça persistente em conquistar seu amor vivem uma relação de amor e ódio.
O maior dos clássicos, em tempo de de duração e em proporções.
Assim, como em "Doutor Jivago" é uma história de amor durante uma guerra, mas a diferença aqui está em que o primeiro o romance é pano de fundo para a história da guerra, enquanto nesse trabalhamos com um romance intenso e muito bem elaborado, não deixando a guerra de lado mas a tendo como pano de fundo.
Scarlett é tão intensa e tão a frente de sua época! Ela não tem escrúpulos para alcançar o que deseja e isso é incrível e transgressor para o personagem de uma mocinha na década de 30 e para uma dama da sociedade do período da Guerra Civil.
Os diálogos entre Scarlett e Rhett, para mim, são o que há de melhor no filme. São cheios de sarcasmo e ironia, com mensagens subliminares.
Vivian Leigh manda muito bem no papel de uma moça desejada por todas, muito mimada e que não aceita ser contrariada. Clark Gable esbanja charme e cafajestismo. Hattie McDaniel esbanja carisma no papel de uma servente, submissa, masque no fundo é quem realmente manda na casa.
Um épico! Com fotografia, figurinos, direção e cenografia grandiosos e a altura de um roteiro muito bem elaborado.
Depois de quase 4 horas de filme, você provavelmente ficará "revoltado" com o final, mas é aí que temos o grande desfecho! Não poderia apenas ser a história de um romance, tinha que ter um final condizente com a relação dos dois. As falas finais são perfeitas e fecham o filme como a cereja em cima do bolo dá o toque final!

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Dirty Dancing 2 - Noites de Havana



título original: Dirty Dancing: Havana Nights
gênero: Romance 
duração: 86 min 
ano de lançamento: 2004 
estúdio: Lions Gate Films, Miramax Films 
direção: Guy Ferland
roteiro: Kate Gunzinger, Peter Sagal, Boaz Yakin, Victoria Arch
fotografia: Anthony B. Richmond
direção de arte: Hugo Luczyc-Wyhowski 

Uma jovem rica americana se muda com a família para Cuba, as vésperas da revolução de Fidel Castro. os pais desejam vê-la casada com um jovem rico de seu círculo de amizades, mas ela se apaixona por um nativo garçom do hotel, com que passa a participar de um concurso de dança.
Como uma continuação pode se passar antes do primeiro filme e ter o mesmo ator do primeiro também como professor de dança, só que mais velho? Sério, "Dirty Dancing" teve uma forma de único sucesso, não servia para tentar render mais em cima, principalmente tanto tempo depois.
O metáfora entre a libertação de uma menina reprimida e a de um país, pode até ser bacana, mas o filme acaba não passando de uma cópia descarada do primeiro em outros moldes.
Se insistir em assistir o faça pela interpretação de Diego Luna e a trilha sonora.

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha Técnica: IMDb


terça-feira, 7 de agosto de 2012

Valente

título original: Brave
gênero: Animação 
duração: 100 min 
ano de lançamento: 2012 
estúdio: Walt Disney Pictures, Pixar Animation Studios 
direção: Mark Andrews, Brenda Chapman, Steve Purcell
roteiro: Mark Andrews, Brenda Chapman, Steve Purcell, Irene Mecchi 

Merida é uma princesa que foi criada por sua mãe para ser sua sucessora no trono, incluindo todas as etiquetas e costumes. Porém ela prefere andar a cavalo, caçar e tiro ao arco. Quando seus pais organização uma competição para escolher seu futuro marido, Merida decide lutar por sua própria mão.
Até o momento das disputas o filme tende mais a Pixar, cheio de piadinhas e mais ligeiro, a partir de um dado momento a trama sobre uma reviravolta e passa a tender muito mais para o lado da Disney, fantasioso e delicado.
A princesa foge dos estereótipos e isso é incrível, há personagens cativantes e é sim um desenho que vale a pena assistir. Mas fazendo uma média final: para um Disney atual está acima da média, para um Pixar talvez fique abaixo da média.


CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Doutor Jivago

título original: Doctor Zhivago
gênero: Drama, Guerra 
duração: 197 min 
ano de lançamento: 1965 
estúdio: MGM 
direção: David Lean 
roteiro: Boria Pasternak, Robert Bolt 
fotografia: Freddie Young 
direção de arte: John Box

A visão de antes, durante e depois da Revolução Russa por Yuri Jivago, médico e poeta. Ainda criança ele fica órfão e vai morar com a família da amiga de sua mãe, já adulto se casa com sua irmã de criação, mas durante seu trabalho na guerra se envolve com Lara, que foi abusada quando jovem por um político sem escrúpulos e é casada com um dos revolucionários.
Muita gente diz que a Revolução Bolchevique é apenas pano de fundo para o romance, eu acho o contrário. Para mim, os elementos da guerra são muito mais fortes do que a relação entre Lara e Yuri. Talvez, diria que ambos se complementam, não é nem mais para um lado nem para o outro. Para o romance se desenvolver da maneira que acontece só poderia contar com os elementos da guerra, e esses mesmos elementos - sem o romance junto - ficariam com a falta de algo mais.
O comunismo é mostrado além da utopia, o roteiro mostra como a causa ideológica ajudou uma parcela da população, mas ao mesmo tempo acabou trazendo desgraças e pobreza, a todos.
Trilha sonora marcante! Omar Sharif está perfeito, Alec Guiness apesar de não aparecer tanto é uma figura forte e marcante. (deixa eu falar baixinho: mas peguei um pouco de birra do papel da Julie Christie e fiquei com pena da personagem de Geraldine Chaplin)
Agora, a fotografia. Ahh, a fotografia desse filme! Eu não tenho palavras para descrever! Não há uma única cena em que os olhos não se encantem com composições e luzes perfeitas. Arrisco dizer que é a fotografia mais linda que já, se não está entre as mais lindas.
São 3 horas e pouco de filme, nem um pouco cansativas, perfeitas em cada minuto.
Ouvi dizer que foi gravado no verão da Espanha e toda a neve foi feita com sal grosso. Algumas pessoas se decepcionaram com isso, para mim só valoriza mais ainda!
David Lean, você é o cara para filmes com temática de guerra!
Detalhe a parte: faltando menos de 10 minutos a luz acabou, depois de uns 15 minutos voltou. Mas nem isso me atrapalhou a ficar apaixonada por essa obra-prima, com certeza já é um dos meus favoritos!

CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

domingo, 5 de agosto de 2012

Dirty Dancing - Ritmo Quente



título original: Dirty Dancing

gênero: Musical, Romance 
duração: 100 min 
ano de lançamento: 1987
estúdio: Great American Films Limited Partnership 
direção: Emilie Ardolino 
roteiro: Eleanor Bergstein
fotografia: Jeff Jur 
direção de arte: David Chapman 

Frances viaja com seus pais para um resort, mas seu verdadeiro sonho é passar as férias no Corpo da Paz estudando a economia dos países pobres. Entediada com a viagem, um dia, ela acaba indo parar em uma festa que acontece no alojamento dos funcionários e acaba se apaixonando por Johnny Castle, o professor de dança. Quando sua parceira de dança fica grávida, Frances vê a oportunidade de se candidatar a ficar no lugar dela, mesmo seu pai sendo contra.
É um filme para mulheres, eu diria. Muito romântico, e previsível nesse sentido, ele arranca suspiros a cada momento que a história evolui.
Apesar do roteiro talvez não muito elaborado, as coreografias e, principalmente, a trilha sonora marcaram época e ganharam seu espaço na história do cinema.
Depois de "Ghost", acho que esse é o papel mais marcante da carreira de Patrick Swayze.
Já passou 543 mil vezes na Sessão da Tarde, mas se você ainda não viu agora é o "time of your life" para assisti-lo. ;) 

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb


sábado, 4 de agosto de 2012

A Ponte do Rio Kwai

título original: The Bridge on the River Kwai
gênero: Drama, Guerra 
duração: 161 min 
ano de lançamento: 1957 
estúdio: Columbia Pictures Corporation 
direção: David Lean 
roteiro: Pierre Boulle, Michael Wilson, Carl Foreman 
fotografia: Jack Hildyard

2ª Guerra Mundial, um grupo de soldados inglese sé preso em um campo japonês. Esse grupo é escolhido pelo coronel para construir uma ponte. Um dos oficiais planeja, com essa construção provar a superioridade inglesa, mas um outro grupo tem outros planos para essa ponte.
Um clássico e isso não se discute. A grandiosidade da produção para a década de 50 é incrível! Cenários mais do que detalhistas e bem elaborados e efeitos que são preciosos para a trama.
Quanto ao roteiro, é tanta coisa que está sendo debatida através do tema central: Guerra. Orgulho, preconceito, rivalidades, paz e espírito de guerra, persistência, honra. No geral, o sentido - ou a falta dele - na existência de guerras.
Bem longo, e em alguns momentos um pouco cansativo, mas com certeza vale toda a pena. Mas, prepare-se, você vai ficar assoviando uma certa musiquinha por um bom tempo! 

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Diário de Uma Paixão


título original: The Notebook
gênero: Romance
duração: 123 min
ano de lançamento: 2004
estúdio: New Line Cinema
direção: Nick Cassavetes
roteiro: Jeremy Leven, Jan Sardi, Nicholas Sparks
fotografia: Robert Fraisse
direção de arte: Sarah Knowles

Em uma clínica geriátrica, um senhor bem de saúde conta a uma senhora com um quadro grave a história de amor de Allie e Noah, dois jovens que sofreram para viver seu amor por serem de classes sociais diferentes.
Um roteiro extremamente romântico, que pode ser considerado muito meloso por alguns, mas com certeza em algum momento pelo menos emociona a todos
Um dos meus favoritos no gênero Romance e é impecável dentro dessa temática. Os encontros e desencontros do casal, a maneira como a história do passado e a do presente se entrelaçam.
Trilha sonora e fotografia casam perfeitamente para deixar essa produção ainda mais emocional.
Rachel McAdams e Ryan Gosling têm uma química de tirar o ar, que complementa ainda mais seus personagens.
Sem dúvida um filme obrigatório para os românticos de plantão.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb