segunda-feira, 30 de abril de 2012

Across The Universe


título original: Across The Universe 
gênero: Musical 
duração: 133 min
ano de lançamento: 2007
estúdio: Revolution Studios
direção: Julie Taymor
roteiro: Dick Clement, Ian La Frenais 
fotografia: Bruno Delbonnel 
direção de arte: Mark Friedberg

Jude, um rapaz de Liverpool, resolve ir para os EUA em busca do pai; lá conhece Max, um rapaz rebelde e sua irmã, Lucy. Ele e a moça se apaixonam, mas enquanto ele tenta construir sua vida, ela participa de manifestações de contra-cultura e essas diferenças poderão colocar seu amor em conflito.
Com um roteiro incrível, esse musical não somente conta - nas entrelinhas - a trajetória dos Beatles, como constrói a história de uma geração e de fatos históricos através das músicas dessa banda que marcou época.
Eu sou apaixonada por todos os elementos desse filme, por ter a trilha sonora toda composta por Beatles, por ser um musical, por sua composição ser extremamente hippie e psicodélica, além de muito bem casada com as fases da banda, por mostrar de uma maneira inovadora uma geração que já foi tão abordada em filmes.
Sem dúvida alguma é um filme para assistir e se encantar a tal ponto de querer ver mais várias vezes só para pegar cada detalhezinho.

CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

Poster e Ficha Ténica: IMDb

domingo, 29 de abril de 2012

Ligeiramente Grávidos


título original: Knocked Up
gênero: Comédia
duração: 129 min 
ano de lançamento: 2007
estúdio: Universal Pictures
direção: Judd Apatow 
roteiro: Judd Apatow
fotografia: Eric Alan Edwards
direção de arte: Jefferson Sage

Alison é uma moça bonita e ambiciosa que, ao ser promovida, sai para comemorar e conhece Ben, um cara que não quer fazer nada da vida. Os dois acabam passando a noite junto. Algumas semanas depois ela ressurge na vida dele para contar que está grávida, é aí que começam os problemas.
Totalmente desnecessário e sem graça, abusando das piadas de baixo calão e do perfil do cara bobo que não conseguiu sair da adolescência, o roteiro é muito fraco.
Para ajudar tem Seth Rogen e Jonah Hill, dois atores que - por mais que só façam comédia - eu não vejo graça nenhuma. Katherine Heigl também insiste em produções falidas.
Não perca seu tempo.

CLASSIFICAÇÃO: PÉSSIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sábado, 28 de abril de 2012

Ligado Em Você


título original: Stuck on You
gênero: Comédia
duração: 118 min 
ano de lançamento: 2003
estúdio: Twentieth Century Fox Film Corporation
direção: Bobby Farrelly, Peter Farrelly 
roteiro: Charles B. Wessler, Bennett Yellin, Bobby Farrelly, Peter Farrelly
fotografia: Daniel Mindel
direção de arte: Sidney J. Bartholomew Jr.

Bob e Walt são irmãos siameses que fazem sucesso na cidadezinha onde moram. Walt resolve ser ator, para isso conta com a ajuda de seu irmão, do empresário e de sua vizinha, mas isso poderá abalar o bom relacionamento que os irmãos sempre tiveram.
Eu não entendo como atores graduados caíram nesse filme. Sério, eu não sou dessas chatas politicamente corretas, mas achei desnecessário fazerem humor em cima de um problema de nascença. 
Tudo é muito forçado e as piadas se tornam sem graças por conta disso. 
Sem contar o fato de termos aqui irmãos siameses, não idênticos! Até onde sei isso não é possível. 
Bizarro e tosco.

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Ghost - Do Outro Lado da Vida


título original: Ghost
gênero: Drama
duração: 127 min 
ano de lançamento: 1990
estúdio: Paramount Pictures
direção: Jerry Zucker 
roteiro: Bruce Joel Rubin
fotografia: Adam Greenberg
direção de arte: Jane Musky

Sam e Molly eram um casal muito apaixonado até o dia em que ele é assassinado e tudo termina de forma drástica. Em vez de ir para outro plano, Sam resolve ficar e ajudar Molly que está correndo grande perigo, para isso conta com a ajuda de Oda, uma médium trambiqueira.
Sem dúvida alguma esse é um clássico. Se você vai gostar ou não aí já é outro assunto. Você deve assistir porque marcou época na década de 90, sem dúvidas, porque desenvolve um romance fora dos padrões, e porque tem cenas e trilha marcantes.
Mesmo assim, não há como fingir que ele é extremamente adocicado muita melosidade para meu gosto, mas a mistura de romance com suspense deu certo.
Mesmo Patrick Swayze e Demi Moore sendo os personagens principais, definitivamente Whoopi Goldberg rouba a cena e faz valer mais o filme, suas mudanças repentinas de tiradinhas para cenas sérias ou trágicas são incríveis.
Todo apaixonado por cinema tem que assistir, nem que seja só uma vez para conhecimento.
[SPOILER/] Não entendo como a Molly transa com o Sam se ele estava no corpo da Oda, lesbianismo subentendido? [\SPOILER]

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Garotas Malvadas


título original: Pretty Persuasion
gênero: Drama
duração: 104 min 
ano de lançamento: 2005
estúdio: REN-Mar Studios, Prospect Pictures
direção: Marcos Siega 
roteiro: Skander Halim
fotografia: Ramsey Nickell
direção de arte: Paul Oberman

Ao acusar o professor de abuso sexual, uma menina de 15 anos causa furor em sua cidade, na escola de elite onde estuda e na mídia.
Um filme que critica bastante os grupos elitistas e todo o moralismo e hipocrisia que esses envolvem. Muitos preconceitos étnicos são mostrado de maneira velada na trama mas escancarados para os telespectadores.
O filme exala sensualidade, fetiches e taras em toda e qualquer cena. Não sei se isso era tão necessário para a trama, talvez sim pela abordagem do abuso sexual do professor que acaba sendo deixado em dúvida exatamente por isso. 
Evan Rachel Wood não é só a personagem principal como o destaque de interpretação. Ron Livingston parece sempre fazer papéis que tem cara de babaca e Selma Blair em qualquer personagem faz cara e voz de atriz pornô.
É interessante, mas um pouco incômodo.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Forrest Gump - O Contador de Histórias


título original: Forrest Gump
gênero: Drama
duração: 142 min 
ano de lançamento: 1994
estúdio: Paramount Pictures
direção: Robert Zemeckis 
roteiro: Winstom Groom, Eric Roth
fotografia: Don Burgess
direção de arte: Rick Carter

Quarenta anos da história dos EUA é contada pelo ponto de vista de Forrest Gump, um rapaz com QI abaixo da média, que conseguiu participar de momentos cruciais, como a Guerra do Vietnã.
Não é só um roteiro que amacia o ego americano, mas que conta uma parte da história mundial também. Pode ser considerado um épico pela maneira grandiosa que o roteiro é desenvolvido. Encanta e prende a atenção do começo ao fim.
O mais incrível é o toque fantasioso que o personagem principal da a história, e toda a sua história pessoal, como um personagem que em outras situações seria visto como coitado é criado desde novo a viver como uma pessoa "normal" e se torna o grande centro das atenções como uma pessoa acima das espectativas.
Não é atoa que esse filme ganhou tantos prêmios e prestígio. Aqui, Tom Hanks mostra porque tem tanto respeito e é considerado tão bom ator.
É um filme essencial no currículo de qualquer pessoa, de cinéfilos a meros espectadores. Se você não se emocionar com pelo menos um cena, você provavelmente não é humano.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 24 de abril de 2012

Encontros e Desencontros


título original: Lost in Translation
gênero: Drama
duração: 104 min 
ano de lançamento: 2003
estúdio: Focus Features
direção: Sofia Coppola 
roteiro: Sofia Coppola
fotografia: Lance Acord
direção de arte: K.K. Barrett, Anne Ross

Bob é um ator decadente que se encontra em Tóquio para gravar o comercial de uma marca de whisky. Charlotte também está na cidade acompanhando o marido fotógrafo que é viciado em trabalho. Ambos estão muito entediados e, ao se conhecerem, um mundo novo se abre para ambos.
Deixemos claro uma coisa desde o começo - e grande responsável pela minha classificação no final - eu não gostei desse filme, ponto puramente de gosto e pessoal. Simplesmente por ser muito devagar, arrastado, meio blasé e por achar a Scarlett Johansson uma atriz bem mediana.
Agora, sobre o filme. 
A fotografia é muito bonita, explora bem a cultura japonesa a as luzes de Tóquio.
Quanto ao roteiro, muitas questões são exploradas aqui. As diferenças culturais são o primeiro ponto; não somente a falta de comunicabilidade por Bob não falar japonês, mesmo que ele falasse provavelmente não se entenderia muito bem com os japoneses. Segundo ponto: a falta de conhecimento sobre si próprios faz com que os dois personagens principais se sintam mais ainda solitários. Quer dizer, a união desses dois pontos faz com que a solidão e o desconhecimento do ambiente e de si só crescem mais.
Diria que é um filme análise, do mundo, das pessoas, dos comportamentos e de tudo isso dentro do mundo contemporâneo.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Elsa & Fred - Um Amor de Paixão


título original: Elsa y Fred
gênero: Comédia, Romance
duração: 108 min 
ano de lançamento: 2005 
estúdio: Shazam S.A., MC Millecento
direção: Marcos Carnevale 
roteiro: Marcos Carnevale, Marcela Guerty, Lily Ann Martin
fotografia: Juan Carlos Gómez

Fred é um senhor recém viúvo e apático, até o dia em que conhece Elsa, uma senhora extravagante e aventureira. Juntos passam a realizar sonhos e realmente viver a vida após os 80.
Uma história de amor linda e fora dos padrões do casal jovem. Apesar de mais idosos, esses dois esbanjam vigor! Junto disso é passada uma mensagem muito bacana que com certeza em outros filmes soaria piegas, mas não aqui.
Ele é delicioso, leve, engraçado, romântico e dramático. Tudo isso reunido em um único filme o torna mais do que encantador.
Mais bonitinha ainda é a homenagem graciosa a Fellini e "A Doce Vida".
Assistam e se deliciem com um filme, que se não fosse feito como foi, poderia até ter sido piegas, mas conseguiu ser perfeito.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb


sábado, 21 de abril de 2012

Edward Mãos de Tesoura


título original: Edward Scissorhands
gênero: Drama, Fantasia
duração: 105 min 
ano de lançamento: 1990 
estúdio: Twentieth Century Fox Film Corporation
direção: Tim Burton 
roteiro: Tim Burton, Caroline Thompson 
fotografia: Stefan Czapsky
direção de arte: Bo Welch

Peg, uma vendedora de Avon, descobre no castelo abandonado em cima da montanha um rapaz que mora lá sozinho. Ele é Edward, que na verdade é uma invenção interminada que têm lâminas no lugar das mãos pois seu criador morreu antes de finalizá-lo. Ele não consegue se aproximar dos humanos por causa disso e exterioriza sua solidão cortando os cabelos e as vegetações das pessoas em formatos criativos, mas isso atrai - além dos que adoram seu trabalho - gente que passa a odiar sua fama.
Um clássico! Ou melhor, o maior clássico do Tim Burton. Tudo, em todos os detalhes tem o estilo do diretor; em qualquer pedaço que você pegue o filme - mesmo não sabendo que filme é - saberá que é uma obra dele.
Johnny Depp na sua melhor forma e auge da carreira, Winona Ryder antes de cair no limbo e, ninguém menos que o maior dos maiores dos filmes de terror fazendo o criador do Edward: Vincent Price!
O roteiro satiriza bastante a classe média americana que mora no subúrbio e vive em casas e vidinhas padrões. Também mexe bastante com o preconceito, e ao mesmo tempo interesse, naquilo que é diferente. Acredito que o que se mostra é uma sociedade que é toda linda na aparência, mas podre por dentro enquanto Edward é bizarro por fora, mas de uma inocência o bondade cativantes.
Se você ainda não assistiu em uma das trezentas vezes que passou na TV, não perca mais tempo e assista agora!

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 20 de abril de 2012

E Sua Mãe Também


título original: Y Tu Mamá Tambien
gênero: Drama 
duração: 106 min 
ano de lançamento: 2001 
estúdio: Anhelo Producciones, Besame Mucho Pictures 
direção: Alfonso Cuarón 
roteiro: Alfonso Cuarón, Carlos Cuarón 
fotografia: Emmanuel Lubezki 
direção de arte: Marc Bedia, Miguel Ángel Álvarez

Tenoch e Julio são dois adolescentes que estão no auge de seus hormônios e querem se tornar adultos logo. Em uma festa conhecem Luisa, uma mulher 11 anos mais velha e mulher do primo de Tenoch, eles a convidam para partir em viagem junto deles. De cara ela recusa, mas depois de receber uma notícia ruim muda de idéia. Eles não sabem o caminho para chegar a praia que desejam ir, essa viagem sem direção trará muitas descobertas e conflitos.
Algumas pessoas podem achar esse filme desnecessário ou sem propósito pelo acesso de sexo que há na história. Realmente, nesse ponto é um pouco apelativo.
Porém, para o intuito do roteiro, que vejo como sendo a descoberta do mundo, da vida e da sexualidade por dois adolescentes, creio que foi bem usado.
Essa necessidade que ambos têm de descobrir o mundo e a frustração com a vida de uma mulher mais velha se casam perfeitamente na descoberta, ou redescoberta, dos caminhos que eles estão criando.
É , resumindo, um filme sobre descobertas, alegrias, decepções e todas as merdas que adolescentes fazem para alcançar esses objetivos.
O que mais se destaca aqui para mim são as interpretações impecáveis de Diego Luna e Gael García Bernal que, com 22 e 23 anos respectivamente, vestiram perfeitamente a camisa de adolescentes.
Só aconselho que não se veja esse filme ao lado de pais ou pessoas com quem você não tem muita intimidade para não passar constrangimento.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Dr. T e as Mulheres


título original: Dr. T & the Women
gênero: Romance, Comédia
duração: 122 min
ano de lançamento: 2000
estúdio: Artisan Entertainment
direção: Robert Altman
roteiro: Anne Rapp
fotografia: Jan Kiesser
direção de arte: Stephen Altman

Um dos melhores ginecologistas de Dallas vive cercado por mulheres 24 horas por dia. Ele é tido como especialista no sexo feminino em todos os modos, mas sua vida vira de ponta cabeça quando sua esposa pede divórcio e começa a ter um comportamento infantilóide, e sua filha mais nova passa a ter crises de ciúme por causa do casamento da irmã mais velha.
Que roteiro medíocre. Em uma história onde tenta-se mostrar as facetas, problemas e diversidades entre as mulheres, o máximo que se consegue é um personagem principal machista e um monte de mulheres superficiais. Quer dizer, o tema principal, na verdade, tem uma visão fraca e banalizada.
Não adiantou de nada colocarem um grande diretor, inclusive esse filme deve ter manchado um pouco a história de Robert Altman, e um elenco estrelar - nada disso salvou.
Richard Gere é novamente o tiozão sedutor. Helen Hunt, Kate Hudson e Farrah Fawcett deixam a desejar, não sei se é culpa delas ou dos personagens supérfluos.
Pulem esse filme e procurem algo mais interessante para assistir.

CLASSIFICAÇÃO: PÉSSIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Doce Novembro


título original: Sweet November
gênero: Romance, Drama
duração: 119 min
ano de lançamento: 2001
estúdio: Warner Bros. Pictures
direção: Pat O'Connor
roteiro: Herman Raucher, Paul Yurick, Kurt Voelker
fotografia: Edward Lachman
direção de arte: Naomi Shohan

Nelson é um publicitário muito atarefado e egocêntrico. Certo dia ele conhece Sara, uma mulher muito diferente dele que o convence a passarem um mês morando juntos. Eles se apaixonam, mas o acordo desde o começo é que depois daquele período os dois se afastariam. Ele passa então a tentar descobrir o porquê dela ter tanto medo de relacionamentos.
Roteiro muito, mas MUITO romântico. O legal é que, pelo menos, não tem aqueles finais forçados de "felizes para sempre". Porém, paremos para analisar, quem em sã consciência aceitaria ir morar por um mês com uma pessoa totalmente desconhecida? Eu teria medo de ser um psicopata, drogado, assassino, etc.
Mais forçado ainda é o perfil que sempre fazem de publicitários em filmes: aquela pessoa que não tem tempo para nada, que só vive pro trabalho. Sou publicitária e posso afirmar, não sou nem um pouco assim.
Voltando ao filme, Keanu Reeves como sempre com aquela cara de andróide e uma atuação enrijecida e plastificada e Charlize Theron muito corada e feliz para seu papel. 
É bonito pela mensagem que passa e com certeza você irá chorar em algum momento, mas não posso fingir que não força um pouco a barra.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

Domésticas - O Filme


gênero: Drama
duração: 85 min
ano de lançamento: 2001
estúdio: 02 Filmes
direção: Fernando Meirelles, Nando Olival
roteiro: Cecília Homem de Mello, Fernando Meirelles, Renata Mello, Nando Olival
fotografia: Lauro Escorel
direção de arte: Tulé Peak, Frederico Pinto

Cinco empregadas domésticas têm suas vidas abertas nesse filme. Raimunda quer um homem ideal para casar, Cida não anda satisfeita com seu casamento, Roxane sonha em ser modelo, Quitéria não consegue se estabilizar em emprego algum e Créo está a procura da filha adolescente que sumiu.
Ao mesmo tempo que esse filme foge dos clichês brasileiros cheios de violência e sangue, ele consegue mostrar outra parte da cultura brasileira de maneira leve e despretensiosa ao mesmo tempo que explorando bem esse mundo a parte, e do ponto de vista delas - as empregadas domésticas.
É engraçado, divertido e realmente mostra esse emprego de dentro da visão de quem trabalha com ele, o que é muito interessante, mas achei as interpretações um pouquinho perdidas, parecia que uma esperava a outra usar a sua fala, sabe?

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 17 de abril de 2012

Pina 3D


título original: Pina
gênero: Documentário
duração: 103 min
ano de lançamento: 2011
estúdio: Neue Road Movies, Eurowide Film Production
direção: Wim Wenders
roteiro: Wim Wenders
fotografia: Hélène Louvart

Documentário sobre a obra de Pina Bausch, uma das maiores coreógrafas da atualidade que morreu em 2009.
Wim Wenders sobe muito bem trabalhar seu trabalho, levando o telespectador a uma viagem deslumbrante pela dança e pelo ballet contemporâneo.
Trilha, fotografia, coreografia, tudo parece casado de maneira tão perfeita que parece um milagre.
Foi o primeiro documentário em 3D a concorrer ao Oscar. Pra quem acompanha o blog sabe como não gosto do gênero, mas esse foi um ponto a mais para valorizar o trabalho de Pina.
A maneira como ela sempre trabalhou a relação homem e mulher em suas coreografias, e não necessariamente sexual, é linda. Talvez até por isso Almodóvar colocou uma de suas coreografias em "Fale Com Ela", a linha de raciocínio de ambos em relação a isso se combina muito bem.
Uma viagem sensorial sem dúvida.

CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

Poster e Ficha Técnica: IMDb



segunda-feira, 16 de abril de 2012

Amor e Ódio


título original: La Rafle
gênero: Drama
duração: 115 min
ano de lançamento: 2010
estúdio: Légende Films, Gaumont
direção: Rose Bosch
roteiro: Rose Bosch
fotografia: David Ungaro

Em 16 de julho de 1942, a comunidade judaica francesa - que já vinha sofrendo represálias e sendo obrigada a usar uma estrela amarela no peito - são levados a viver no velódromo; 13 mil pessoas espremidas nesse lugar. Passando pelos campos de concetração, a morada de Hitler e as reuniões daqueles que orquestraram a ação, o filme mostra a origem da história até seu destino.
Mas uma parte da Segunda Guerra Mundial contada em detalhes riquíssimos. O filme mostra uma parte da história, na França que eu particularmente desconhecia. O único problema é que o caminho, e praticamente o final, nós já conhecemos. 
Não desmerecendo o tema, pois acho que deve ser sempre relembrado para que não se banalize as atrocidades feitas na época, mas infelizmente - falando do ponto de vista de obra de arte - acaba se tornando repetitivo.
Trilha, fotografia e até algumas situações acabam sendo repetitivas por ser a melhor maneira de abordar um assunto tão sórdido. Mesmo assim, todos esses pontos são muito bem trabalhados. 
Independente disso, pois acaba sendo assim pra mim por ter visto muitos filmes com essa temática, é uma abordagem francesa sobre as concessões que o país fez ao regime nazista, então acaba sendo uma auto-critica dos franceses a seu governo.
Destaque para Mélanie Laurent, atriz que conheci em outro filme com o mesmo tema, "Bastardos Inglórios", e que vem me impressionando cada vez mais.
Uma ótima opção para se conhecer um pouco mais de uma parte tão triste da história mundial.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

domingo, 15 de abril de 2012

Don Juan DeMarco



título original: Don Juan DeMarco
gênero: Romance 
duração: 97 min
ano de lançamento: 1994
estúdio: New Line Cinema
direção: Jeremy Leven
roteiro: Lord Byron, Jeremy Leven
fotografia: Ralf D. Bode
direção de arte: Sharon Seymour

Um rapaz, que diz ser o famoso Don Juan De Marco, tenta se matar ao ir para Nova York atrás de seu grande amor e não encontrá-la. Um psiquiatra o convence de não fazer isso e começa a tratar o rapaz, mas seu romantismo crônico passa a influenciar todos a sua volta.
Uma história extremamente melosa, só assista se você estiver afim de se melecar no melado. A idéia é bacana, dá referência criada ao personagem famoso e como ele é carismático na vida real ao estudo psicológico que gira em torno dessa situação. Mesmo assim é clichê ao extremo, tão romântico e dramático que quase beira as novelas mexicanas.
O que vale aqui são as ótimas interpretações, Johnny Depp coube como uma luva no personagem - ainda jovem e transbordando testosterona - e até mesmo Marlon Brando, já entrando na 3ª idade, mantém seu charme de jovem.
Não digo que não seja uma história bonita, mas é um pouco fantasiosa demais para mim, romantismo demais cansa e é irreal. Só recomendo a pessoas extremamente sonhadoras que vão chegar ao final suspirando e acreditando que podem encontrar um desses na vida. 

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sábado, 14 de abril de 2012

Corina, Uma Babá Perfeita



título original: Corrina, Corrina
gênero: Drama 
duração: 115 min
ano de lançamento: 1994
estúdio: New Line Cinema
direção: Jessie Nelson
roteiro: Jessie Nelson
fotografia: Bruce Surtees
direção de arte: Jeannine Claudia Oppewall

Após ficar viúvo, Manny resolve contratar uma babá para ajudá-lo com sua filha, Molly. É nesse momento que surge em sua vida Corina, que acabou de se formar mas aceita o trabalho por não conseguir emprego na sua área por ser negra. Ela tem a missão de fazer Molly voltar a falar e acaba se aproximando muito da família ao conquistar a confiança da menina e pelos gostos em comum que tem com o pai.
Absurdamente lindo! Apesar de ter muitas cenas engraçadas e ter batido carteira por um tempo na Sessão da Tarde, não é um filme assim tão descompromissado. Há um forte debate sobre o racismo nos EUA na década de 60, a descriminação e como um relacionamento interracial não era aceito na sociedade.
A família frágil emocionalmente pela morte da mãe também é um ponto muito bem explorado. As consequências na personalidade de cada um são claras.
Destaque para Whoopi Goldberg interpretando uma figura diferente do padrão. Ela faz sim suas gracinhas, mas não de uma maneira andrógina. Aqui ela é uma bela mulher, interessante e totalmente atraente.
Divertido, emocionante e envolvente. Se você não teve a oportunidade de ver quando passava na TV, assista agora.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Conduzindo Miss Daisy


título original: Driving Miss Daisy
gênero: Drama 
duração: 99 min
ano de lançamento: 1989
estúdio: The Zanuck Company
direção: Bruce Beresford
roteiro: Alfred Uhry
fotografia: Peter James
direção de arte: Bruno Rubeo

Após a mãe jogar seu carro novo no jardim premiado do vizinho, o filho de Daisy resolve contratar um motorista para ela. Ela não o novo empregado, mas com o tempo a mãe judia e o empregado negro começam a romper as barreiras que existem entre eles.
Uma das histórias mais simples e sensíveis que já assisti. Quando digo simples não é num sentido de simplória, mas de leve e ao mesmo tempo carregada de informações e emoções.
A relação dos dois personagens principais, os preconceitos que ambos têm um com o outro e a maneira como as impressões vão sendo transformadas e as barreiras quebradas é incrível!
Todos os prêmios que ele ganhou foram muito merecidos. Jessica Tandy está mais do que incrível e a química entre ela e Morgan Freeeman é imensa.
É um filme leve, divertido e pra rever muitos pensamentos e atitudes.
Sem dúvida essa é uma obra obrigatória. Ah, e prepare-se para ficar com a música tema grudada na cabeça.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Click


título original: Click
gênero: Comédia 
duração: 107 min
ano de lançamento: 2006
estúdio: Columbia Pictures Corporation, Revolution Studios
direção: Frank Coraci
roteiro: Steven Koren, Mark O'Keefe
fotografia: Dean Semler
direção de arte: Perry Andelin Blake

Michael é um homem casado, com dois filhos, que não consegue curtir muito seu tempo livro com a família por viver fazendo hora extra no trabalho. Um dia, cansado de saber qual controle é do que, resolve comprar um universal. Um vendedor excêntrico lhe dá um que ainda está em experiência. Porém, logo Michael descobre que ele tem muito mais funções do que as comuns, como: abafar o barulho das crianças, voltar no tempo e adiantar trechos da vida.
Fui assistir esse filme sem pretensão alguma, já deixei claro que acho filmes com Adam Sandler fracos, mas esse me surpreendeu. Não é que ele demonstrou ser bom com dramas?
Sim, você vai dar boas risadas com as coisas que ele apronta com esse controle remoto em mãos, mas conforme a história vais e encaminhando para o final eu duvido que fique sem encher os olhos de lágrimas pelo menos uma vez.
De maneira descontraída se discute com esse filme quais são nossas prioridades na vida, se damos a devida importância ao que realmente nos faz feliz ou só superficialidades.
Recomendo bastante.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Amor em Jogo


título original: Fever Pitch
gênero: Comédia Romântica
duração: 104 min
ano de lançamento: 2005
estúdio: Fox 2000 Pictures
direção: Bobby Farrelly, Peter Farrelly
roteiro: Lowell Ganz, Babaloo Mandel
fotografia: Matthew F. Leonetti
direção de arte: Maher Ahmad

Ben e Lindsey se conhecem e apaixonam rapidamente. Começam a construir juntos um relacionamento bacana, até o momento em que ela percebe que é sempre deixada em segundo plano quando o assunto é o time pro qual ele torce, e é obcecado.
A idéia é bacana, mostra bem uma realidade mais possível de existir, principalmente no Brasil e seus alucinados por futebol. 
Porém, o que enfraqueceu bem o filme foi Jimmy Fallon no papel de galã. Por mais que fosse um cara mais normal, eu ficava esperando ele puxar um microfone do bolso e começar a fazer stand up a qualquer momento.
Dá pra passar o tempo em uma tarde a toa.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 10 de abril de 2012

Amor ou Amizade



título original: Boys and Girls
gênero: Comédia Romântica
duração: 94 min
ano de lançamento: 2000
estúdio: Punch 21 Productiosn
direção: Robert Iscove
roteiro: Andrew Lowery, Andrew Miller
fotografia: Ralf Bode
direção de arte: Marcia Hinds

Ryan e Jennifer se conhecem na infância, quando não se suportam, voltam a se encontrar na adolescência e se odeiam e, quando se reencontram na faculdade acabam virando muito amigos. Mas eles não sabem muito bem até onde pode ir uma amizade.
O final é previsível desde o começo, mas na minha adolescência foi um dos meus favoritos. Dentro do gênero em que se encontra é um bom filme, que mostra e questiona o posicionamento de homens e mulheres dentro da amizade entre gêneros de maneira descontraída.
Freddie Prinze Jr é perfeito para esse tipo de filme, não é tão bonito mas possui um charme incontestável e imprescindível para o papel do mocinho. Mesmo assim quem dá um tom mais relaxado e engraçado a história, e de certa forma até rouba a cena é Jason Biggs.
A cena do avião, com certeza, irá grudar na sua cabeça por ser muito clichê, mas a minha favorita é a da dança na espuma - fiquei anos desejando fazer o mesmo.
O público feminino e romântico vai gostar, bem bonitinho e engraçadinho.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

Amor aos Pedaços


título original: Love & Sex
gênero: Comédia Romântica
duração: 82 min
ano de lançamento: 2000
estúdio: Behaviour Worldwide
direção: Valerie Breiman
roteiro: Valerie Breiman
fotografia: Adam Kane
direção de arte: Sarah Sprawls

Uma jornalista, que escreve para uma revista feminina, relembra de seus relacionamentos ao escrever um artigo sobre o tema, principalmente de seu complicado namoro com um artista plástico. 
História bem previsível e batida.
Os pontos positivos aqui são os debates sobre relacionamentos, e os caminhos que esses tomam conforme o tempo passa, que os personagens principais criam; e o fato do casal destaque não seguir o padrão de comédias românticas, Famke Janssen tem muito cara de mulher fatal e heroína e Jon Favreau não segue muito p padrão de beleza para galã.
Mesmo assim, pode acabar sendo um filme meio chatinho, mas se você não tiver nada pra fazer, pode servir pra dar algumas risadas.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A Vida É Bela



título original: La vitta è bella
gênero: Drama
duração: 116 min
ano de lançamento: 1997
estúdio: Cecchi Gori Group Tiger Cinematografica
direção: Roberto Benigni
roteiro: Vicenzo Cerami, Roberto Benigni
fotografia: Tonino Delli Colli
direção de arte: Danilo Donati

Durante a Segunda Guerra Mundial, ao ser levado para um campo de concentração, um pai tenta fazer o filho acreditar que aquilo tudo não passa de uma brincadeira e para que ele não sofra com todo aquele terror que os envolve.
Com uma fotografia linda e uma trilha sonora de encher os olhos de lágrimas a cada nova nota, esse filme passa uma história sobre como ver o lado bom em qualquer situação, como valorizar a beleza da vida mesmo quando não há esperanças. Sem dúvida, uma leitura diferenciada de uma guerra que destroçou um povo.
Agora, vamos a uma opinião pessoal a parte de tudo. Não estou contestando a beleza do filme em todos os sentidos em que existe, mas eu preferia muito mais "Central do Brasil" para Melhor Filme Estrangeiro no Oscar em que concorreram juntos.
Não sendo nacionalista ou coisa do tipo, mas eu valorizo muito histórias verossímeis. Ambas as histórias mostram um relacionamento de família, ou quase, de como aquela figura "paterna" defende a criança, cada um de seu modo, mas por mais lindo que seja tudo que Roberto Benigni constrói para o menino, sabemos que nada daquilo seria realmente possível na realidade dos campos de concentração. Já a relação que Fernanda Montenegro cria com a criança e tudo aquilo que passam juntos poderia muito bem ter acontecido.
Reafirmando, não desvalorizando um ou enaltecendo o outro, ambos tem os seus valores, qualidades e defeitos, mas acabei pegou um pouquinho de birra desse por ter ganhado do meu favorito.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

domingo, 8 de abril de 2012

Madagascar - 2


título original: Madagascar: Escape 2 Africa
gênero: Animação
duração: 89 min
ano de lançamento: 2008
estúdio: DreamWorks SKG
direção: Eric Darnell, Tom McGrath
roteiro: Etan Cohen, Eric Darnell, Tom McGrath
direção de arte: Kendal Cronkhite

Quando os quatro amigos conseguem um avião para voltar ao zoológico, ele cai na África e Alex, o leão, acaba se reencontrando com suas origens.
Continua no mesmo nível de qualidade do primeiro, mas agora explorando mais o perfil de um personagem em específico.
O legal aqui é a abordagem do descobrimento de Alex, nova-iorquino convicto, que ele consegue ser selvagem.
Continua cheio de frases e cenas de efeito que vão ficar na sua memória por um bom tempo.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sábado, 7 de abril de 2012

Madagascar



título original: Madagascar
gênero: Animação
duração: 86 min
ano de lançamento: 2005
estúdio: DreamWorks SKG
direção: Eric Darnell, Tom McGrath
roteiro: Mark Burton, Billy Frolick, Eric Darnell, Tom McGrath
direção de arte: Kendal Cronkhite

Alex é um leão e a maior atração de um zoológico em Nova York. Ele e seus amigos Marty, Melman e Glória, uma zebra, uma girafa e um hipopótamo, respectivamente, nunca moraram na selva muito menos viram o que há além dos muros. Um dia, Marty resolver dar uma "passeada"pela cidade, ao serem pegos são extraditados, mas por um acidente de percurso acabam na ilha de Madagascar, onde terão de aprender a sobreviver como verdadeiros animais.
A história é basicamente sobre procurar suas origens e seu habitat, buscar sua real personalidade e se aceitar, mesmo que seja diferente dos outros. Mas é divertidíssimo! As crianças de divertem e os adultos também, pois é cheio de piadinhas subliminares e de frases que vão grudar na sua cabeça por semanas.
Destaque para os lêmures pilhados e para os pinguins, que dão um show a parte. Sorria e acene, sorria e acene.
O desenho tem um traço interessante, meio caricato, meio anguloso e ao mesmo tempo lembrando um pouco os traços dos dubladores, no original.
Lembro que fui assistir esse filme em uma sessão a tarde no cinema e tinha eu, minhas amigas (todas já no final do Ensino Médio) e o resto da sala eram crianças abaixo dos 10 anos. Só posso garantir uma coisa: nós nos divertimos muito mais que eles! Simplesmente porque eles riam nas piadinhas de "xixi-coco" e nós estávamos entendendo as entrelinhas. Por exemplo, quando encontram os lêmures, está rolando uma festa e o Marty fala "uaaau uma Raaave" seguindo de "será que tem doce?" - só nós ríamos. Além de que ao final saímos dançando "I like to move it" e as criancinhas nos olhávamos como se fossemos ETs.
Uma ótima animação, para todos os públicos.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 6 de abril de 2012

O Diário da Princesa - 2



título original: The Princess Diaries 2: Royal Engagement
gênero: Comédia Romântica
duração: 113 min
ano de lançamento: 2001
estúdio: Walt Disney Pictures
direção: Garry Marshall
roteiro: Meg Cabot, Gina Wendkos
fotografia: Karl Walter Lindenlaub
direção de arte: Mayne Berke

Após 5 anos, Mia resolve tomar posse como princesa. Ao chegar ao palácio descobre que isso não perdurará, já que planejam coroá-la rainha logo. Mas para que isso aconteça ela deve estar casada; começam então a surgir vários pretendentes.
A mesma linha que "O Diário da Princesa", só que um pouco mais chato. Afinal, por mais que ela continue um pouco atrapalhada, já não é mais a mesma Mia do primeiro.
Algumas coisas ficaram sem sentido também, porque no primeiro ela termina com um namorado, ai do nada ela surge sem ninguém no segundo.
A linha da história é bem previsível.
Pode até ser legalzinho, mas perdeu o encanto que teve o primeiro.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb