Título Original: The Parent Trap País de Origem: EUA Gênero: Comédia Tempo de Duração: 128 minutos Ano de Lançamento: 1998 Estúdio/Distrib.: Buena Vista Direção: Nancy Meyers
Duas irmãs gêmeas, que não sabem uma da existência da outra, se encontram por acaso em um acampamento de férias e resolvem trocar de lugar para poder conhecer o pai ou a mãe que não conheciam e arquitetar um plano para uni-los novamente.
Cópia descarada de um filme 3 anos mais velho: "As Namoradas do Papai". A diferença aqui é que as gêmeas são uma atriz só e que no outro as gêmeas não fazem papel de irmãs, mas de apenas sósias.
Mas uma produção da Disney para ocupar as tardes ociosas de Sessão da Tarde.
Poderia ter considerado pior do que o original, já que é plágio descarado, mas resolvi deixar na mesma categoria por um único fator: aqui temos a prova de que, um dia, Lindsay Lohan já foi uma boa menina.
estúdio: Bel Air Entertainment / DiNovi Pictures / Tig Productions
distribuidora: Warner Bros.
direção: Luis Mandoki
roteiro: Gerald Di Pago, baseado em livro de Nicholas Sparks
produção: Kevin Costner, Denise Di Novi e Jim Wilson
música: Gabriel Yared
direção de arte: Steve Saklad e Mark Zuelzke
figurino: Bernie Pollack
edição: Steven Weisberg
efeitos especiais:Cinesite Hollywood
Uma jornalista, ao correr na praia, encontra uma garrafa com uma uma mensagem dentro. A carta que era, ao mesmo tempo, uma mensagem de amor e despedida a intriga e emociona a ponto de ir em busca do autor daquele texto. O encontrar o homem, um construtor de barcos, os começam a se envolver, mas o que atrapalha a possível união dos dois são os fantasmas do passado.
Filme para mulher. Romântico e emocional ao extremo. Não que isso seja uma reclamação, é um filme bonito e que com certeza fez e fará muitas moças por aí suspirarem, eu gostei mas não faz muito meu tipo.
A história tem um desenrolar bacana, mesmo os percalços e as resoluções sendo bem óbvias. E o drama interior do personagem de Kevin Costner é bem desenvolvido e muito possível de existir.
Mas, mesmo sendo bonito, reafirmo: é filme de mulherzinha para suspirar, se emocionar e chorar.
título original:The Hangover Part II gênero:Comédia duração:1 hr 42 min ano de lançamento: 2011 estúdio: Legendary Pictures | Green Hat Films | Living Films distribuidora: Warner Bros. Pictures (EUA) | Warner Bros. (Brasil) direção: Todd Phillips roteiro: Todd Phillips, Scot Armstrong e Craig Mazin produção: Todd Phillips e Daniel Goldberg | David Siegel e Jeffrey Wetzel (coprodutores) música: Christophe Beck fotografia: Lawrence Sher direção de arte: Philip Toolin e Desma Murphy figurino: Louise Mingenbach edição: Debra Neil-Fisher e Mike Sale
Direção: Jack Sholder Roteiro: Paul F. Edwards (escrito por) Gênero: Ação/Suspense Origem: Estados Unidos
Duração: 90 minutos Tipo: Longa-metragem/Direto para TV
Uma estudante de enfermagem pega seu carro na oficina para ir buscar a sobrinha. No caminho dá carona a dois homens, mas quando pegam a estrada o acelerador trava e os freios para de funcionar.
Duvido que alguém não tenha visto, pelo menos uma vez, esse filme na Sessão da Tarde, Tela Quente ou afins.
Para ter uma noção de que tipinho de filme é esse: ele saiu direto na TV. Menos 10 pontos. E tentou dizer que era bom usando o argumento "Baseado em fatos reais". Menos 20 pontos.
A história passa dentro de um carro desgovernado em alta velocidade e eles conseguem enrolar isso durante uma hora e meia.
Quer ver eu fazer o filme virar um curta de 15 minutos: quando eles percebessem que o carro estava com problemas, antes de começar a pegar uma velocidade maior puxariam o freio de mão ou pulariam para fora do carro. Pronto. Acabou. Alguns incluem esse filme no gênero "filme catástrofe", é realmente é uma catástrofe do começo ao fim. Não dentro da história contada, ams como filme mesmo.
Título Original: Sabrina the Teenage Witch País de Origem: EUA Gênero: Aventura Tempo de Duração: 91 minutos Ano de Lançamento: 1996 Direção: Tibor Takács
Garota, que mora com duas tias, ao completar 16 anos descobre que na verdade é uma bruxa. Filme para adolescente na década de 90, clássico da Sessão da Tarde. Não dá para esperar muito de um filme que nasceu de uma série da Nickelondeon, não é? A história, por mais que infantil, não tem enredo que segure. Acho que falta algumas produtoras entenderem certas coisas: não é porque é filme infanto-juvenil que não precisa ter uma trama no mínimo inteligível. É pra distrair a criançada e segurá-las no sofá? Tudo bem, mas também para isso o roteiro tem que ter um tempero a mais.
distribuidora: Newmarket Capital Group / Summit Entertainment
direção: Christopher Nolan
roteiro: Christopher Nolan, baseado em estória de Jonathan Nolan
produção: Jennifer Todd e Suzanne Todd
música: David Julyan
fotografia: Wally Pfister
figurino: Cindy Evans
edição: Dody Dorn
Após a mulher ser violentada e morta, marido passa a sofrer de amnésia recente. Ele só recorda de memórias anteriores ao assassinato e não consegue gravar as coisas novas que lhe acontecem. Mesmo assim ele parte em busca de vingança a procura do assassino.
Antes de qualquer coisa, talvez eu solte alguns spoilers durante meus comentários, me desculpem mas não tem como não ser assim, esse filme é complexo demais para fazer uma crítica superficial.
Para começar, o filme não segue uma ordem cronológica padrão. Mas também não é daqueles que começa do final, aí volta lá pro começo e segue a história normal. Ou conta duas histórias paralelas e em algum ponto as une. Nada disso.
Começa sim pelo final, mas ele volta até o começo. A primeira cena acontece como se tivesse voltando a imagem, inclusive fiquei com medo de que o filme todo fosse assim - ia ser muita coisa pro meu cérebro. Mas não, depois as cenas correm "normais". O que acontece é: rola uma cena, ai muda pra "outra" história, depois quando volta pra história principal conta a cena anterior a que tinha passado primeiro até chegar no início dessa e vai assim até acabar.
O filme é contado do final para o começo. É uma loucura!
Já gostava bastante dos trabalhos que tinha conhecido do Christopher Nolan, sempre que comentava alguma coisa dele alguém me dizia " Assiste Memento que aí você vai gostar mais dele". E foi o que aconteceu.
Não, eu não entendi completamente o filme, alguns pedaços ainda ficaram confusos pra mim, mas acredito que assim seja. É aquele tipo de história que você precisa assistir umas 2 ou 3 vezes para compreender por completo, no mínimo.
O elenco está de parabéns! Super bem casados com seus personagens, principalmente Guy Pearce - que antes, quando via algo com ele, ficava o filme TODO lembrando de "Priscila, A Rainha do Deserto". Pela primeira vez o desvinculei desse filme.
Um comentário a parte: venho tentado pegar esse filme faz um tempo, mas nas outras locadoras que fui sempre falavam:
_ Pegaram emprestado e "esqueceram" de devolver.
Então, não alugue esse filme - inclusive porque vai ser difícil de achar mesmo - compre logo de uma vez porque vai ser necessário ver mais de uma vez, mas não só pela necessidade, mas porque você vai querer ver e rever e rever até pegar todos os detalhes.
Uma história envolvente, um elenco de primeira, uma narrativa incrível. É confuso? Sim, mas de uma maneira que apaixona e vicia.
Uma menina, filha de um milionário, encontra uma sósia sua filha de uma assistente social. As duas então resolvem unir seus pais, mas o primeiro problema é se livrar da noiva rica e esnobe do pai.
Filme das Olsen, Sessão da Tarde e com a Kirstie Alley. Se você pegou esse filme esperando alguma coisa a mais do que apenas uma história bobinha pra entreter crianças, você errou feio na escolha.
Posso dizer que na minha infância até que gostava dele, mas hoje olhando bem dá pra perceber que é fraco.
Inclusive tem outro bem parecido, "Operação Cupido" se não me engano, com a Lindsay Lohan que segue a mesma forma, só que com a atriz (ainda juvenil e inocente) duplicada.
Título Original: Twin Sitters País de Origem: EUA Gênero: Comédia Tempo de Duração: 93 minutos Ano de Lançamento: 1994 Direção: John Paragon
Dois irmãos gêmeos, que trabalhavam como manobristas em um restaurante, aceitam uma proposta milionária para ser babá de dois meninos gêmeos. O que eles não esperavam é que fossem passar por muitos apuros nas mãos dessas crianças. Sessão da Tarde. (Sim! Voltamos a essa leva, desculpa galera mas anda uma correria no trampo e não sobra tempo pra fazer o próximo vídeo)
Filme bem bobinho, feito para entreter a criançada. Talvez aí tenha começado a ter mais filmes infantis com um pouco mais de ação. É bobo. E o elenco é deplorável. Talvez se você tiver bem a toa em casa e rodando os canais, em dúvida entre um programa de culinária, o canal religioso e esse filme, ele acabe sendo o melhorzinho a assistir.
estúdio: Studio Canal | DD Productions | France 3 Cinéma | K.J.B. Production | ICE3
distribuidora: Studio Canal (França) | Imovision (Brasil)
direção: Jean Becker
roteiro: Jean Becker e Jean-Loup Dabadie, baseados no romance de Marie-Sabine Roger
produção: Louis Becker
música: Laurent Voulzy
fotografia: Arthur Cloquet edição: Jacques Witta efeitos especiais:Olivier Afonso
Tentei gravar o som a parte no celular pra ver se melhorava, mas o formato não era compatível ao meu computador. Daí não consegui abrir, o som continuou ruim e eu ainda fiquei que nem idiota segurando o celular no vídeo à toa. Mesmo assim, espero que gostem.
Roteiro: Antônio Calmon, Anna Penido, David Sonnenschein
O malvado Baixo Astral declara guerra à Xuxa sequestrando seu cãozinho. Ela sai então em uma aventura em busca de seu grande amigo e também para destruir seu arqui-inimigo.
Vamos partir do seguinte princípio: eu não suporto a Xuxa. Graças a minha mãe, que não deixava eu ver o programa dessa tiazinha com voz de criança e só me colocava pra assistir Tv Cultura, eu não fiquei como a maioria das meninas da minha idade - fanáticas pela Rainha dos Baixinhos.
Mas eu assistia os filmes - que passavam na Sessão da Tarde e , por incrível que pareça, gosto desse. Na verdade é um dos melhores dela pra mim. Só não bate "Lua de Cristal", afinal NADA supera Sérgio Malandro de galã.
Mas, como todo filme da Xuxa, o roteiro é bem fraquinho, pra criança mesmo, mas quando digo isso quero dizer crianças abaixo de 5 anos. E é essa a expectativa que deve ser criada em cima desse filme - nada mais é - melhor! - nada mais FOI do que um filme para quem tinha por volta de 5 anos no início da década de 90. Acredito que não interessa mais para os baixinhos de hoje em dia.
Eu morria de medo do Guilherme Karan! Nossa, assustava mesmo. E o Xuxo, gente, uma criança acima de 5 anos não leva mais a sério animais de pelúcia que falam.
Eu até poderia dizer que é para o público infantil, mas acredito que na verdade já foi. A criançada de hoje em dia já tá bem mais esperta.
obs.: por mais que o filme seja brasileiro, só achei o trailer em espanhol. ¬¬
Título Original: Splash País de Origem: EUA Gênero: Comédia / Romance Tempo de Duração: 109 minutos Ano de Lançamento: 1984 Estúdio/Distrib.: Walt Disney Direção: Ron Howard
Um rapaz, decepcionado com sua vida - principalmente a amorosa, sofre um acidente em alto mar e é salvo por uma linda moça. Eles então s e apaixonam e passam a ter um ótimo relacionamento, o único problema é que ela não é uma mulher comum, mas uma sereia. História romântica e água com açúcar, nada que impressione ou se destaque, mas dá para passar o tempo. É bem leve e calmo. Tom Hanks é quem segura as pontas, porque Daryl Hannan apesar de muito bonita é muito fraca como atriz - mesmo ainda nessa época em que conseguia mexer os músculos do rosto por não estar entupida de botox.
Roteiro: Jean Poiret (peça 'la cage aux folles' / roteiro), Francis Veber (roteiro), Edouard Molinaro (roteiro), Marcello Danon (roteiro)
Gênero: Comédia
Origem:França/Itália
Duração: 110 minutos
Casal gay, que administra uma boate, tem de esconder sua condição quando o filho de um deles resolve levar a noiva para conhecer seus pais.
Aqui temos o filme original, a comédia que inspirou aquela que veio muitos anos depois com Robin Williams.
O interessante nessa história não é somente a graça na ação de tentar esconder algo escancarado, mas a clara crítica ao conservadorismo na sociedade (principalmente se tratando de um filme de 1978) e a diversidade familiar.
Vale a pena ver como entretenimento e como um roteiro que quebra tabus.
estúdio: MGM / The Montecito Picture Company / Robert Simonds Productions / International Production Company
distribuidora: MGM / Columbia Pictures / 20th Century Fox / Sony Pictures Releasing
direção: Shawn Levy
roteiro: Len Blum e Steve Martin, baseado em estória de Len Blum e Michael Saltzman e nos personagens criados por Maurice Richlin e Blake Edwards
produção: Robert Simonds
música: Christophe Beck
fotografia: Jonathan Brown
direção de arte: David Baxa e Peter Rogness
figurino: Joseph G. Aulisi
edição: George Folsey Jr. e Brad E. Wilhite
efeitos especiais:Pixel Magic
Um técnico de futebol é assassinado e seu anel com o diamante Pantera Cor de Rosa some. O detetive Jean Closeau é então convocado para investigar o caso. A idéia de seu superior é distrair a imprensa com esse inspetor atrapalhado , enquanto outros detetives fazem o serviço sério. Porém, é Clouseau que está mais perto de desvendar o caso.
A história é a mesma do original de 1963. O roteiro segue a mesma linha de ser uma comédia pastelona e continua sendo um ótimo filme para se divertir em família.
Então qual a diferença de um pro outro? Comecemos pelo princípio: não dá pra criar muita coisa em cima de um remake, afinal a história já é conhecida e não há nenhuma surpresa no desenvolvimento da história.
Steve Martin manda bem, disso não há dúvida. Seu sotaque francês é ótimo. Mas mesmo estando muito engraçado nesse papel, é difícil bater Peter Sellers.
A cena que fica, para mim, como única superior ao original é essa, onde ele está tentando falar inglês sem sotaque - chorei de tanto dar risada (passei mal de novo revendo pra colocar aqui).
Vale a pena ver esse, mas não deixe de ver o primeiro e tirar suas próprias conclusões.
Um inspetor, um tanto atrapalhado, investiga o sumiço de um diamante muito valioso: A Pantera Cor de Rosa. Ele precisa encontrar o ladrão, mas não imagina que está mais perto do que imagina.
Uma comédia pastelão. Acerta nos erros dos personagens. Cada tombo, desencontro, objeto lançado sem querer é uma risada a mais.
Como é um filme leve e divertido, sem apelações, sem dúvida é uma ótima escolha para assistir em família. Acredito que o fato de ser um filme antigo não vá atrapalhar a diversão, afinal a gargalhada é algo atemporal.
Obs.: Foi pela abertura desse filme que surgiu o desenho da Pantera Cor de Rosa. (que na verdade foi meu primeiro contato com esse personagem)
estúdio: Gullane Filmes / Buriti Filmes / Casa Redonda / Warner Bros. Pictures
distribuidora: Warner Bros.
direção: Laís Bodanzky
roteiro: Luiz Bolognesi, baseado em série de livros de Gilberto Dimenstein e Heloísa Prieto
produção: Caio Gullane, Fabiano Gullane, Débora Ivanov e Gabriel Lacerda
música: BiD
fotografia: Mauro Pinheiro Jr.
direção de arte: Cássio Amarante
figurino: Caia Guimarães
edição: Daniel Rezende
Um menino, com quinze anos, tem de enfrentar os conflitos dentro da escola e os novos acontecimentos da vida. Primeira transa, aprender a tocar violão, inseguranças e a separação dos pais para o pai viver com outro homem. Ele conta com o apoio de seu irmão e de seus amigos para atravessar a adolescência e as dificuldades de crescer.
Era pra ser um filme para adolescentes, mas eu fico pensando, será que eles gostaram disso? Porque eu, na minha adolescência, não curtia filminho desse tipo.
Das interpretações, só respeito - não que sejam primorosas - dos atores mais velhos: Denise Fraga e Caio Blat. Não, Fiuk não manda bem, muito pelo contrário ele está sofrível - Emo até a última raiz do cabelo.
Os únicos momentos em que me empolguei na história foram:
1- Quando o pai tenta buscar o menino na escola, eles discutem e depois o menino sai na pancadaria com outro na rua em frente a escola. Nesse momento tive a certeza - o colégio onde foram filmadas as externas era o Arquidiocesano e, enquanto eles brigam, aparecem meu prédio e a casa vizinha.
2- Quando Fiuk tenta se matar e eu ficar torcendo enlouquecidamente pra ele conseguir.
Se você não tem entre 11 e 14 anos não assista. Espero que os 15+ já tenham passado da fase de achar esse tipo de filme legal.
ps.: se a idéia era tocar em assuntos importantes para os adolescentes, sem ser apelativo, até que consegue. Mas se as meninas de 15,16 anos já estão deixando os namoradinhos tirarem fotos delas peladas eu perdi a fé na humanidade. hauhau
estúdio: Lions Gate Films Inc. / Final Cut Productions / Cinerenta Medienbeteiligungs KG
distribuidora: Lions Gate Films Inc. / PlayArte
direção: Omar Naim
roteiro: Omar Naim
produção: Nick Wechsler
música: Robert Elhai e Brian Tyler
fotografia: Tak Fujimoto
direção de arte: Kelvin Humenny
figurino: Monique Preudhomme
edição: Dede Allen e Robert Brakey
efeitos especiais:Pixel Magic
Existe um chip capaz de guardar as memórias de uma vida toda que os pais podem comprar para colocar em seus filhos. Quando a pessoa morre, esse chip é retirado e montado um vídeo, chamado de rememória, em homenagem à pessoas com cenas de sua vida. Um homem, editor de vídeos, é considerado o melhor para dar uma rememória digna a pessoas não tão boas, por se considerar um "devorador de pecados". Em um desses trabalhos ele descobre um homem que marcou sua infância. Passa então a buscar mais informações sobre essa pessoa tentando se redimir por algo que fez no passado.
O roteiro começa bem e promete bastante. Mesmo sendo de ficção científica, gênero que não curto muito, me interessou bastante a sinopse e durante o começo todo e parte do meio fui em envolvendo bastante com a história. O problema é que a história chega a certo ponto em que o final fica óbvio e aí não tem muito como colocar mistério e um elemento interessante, por isso acho que o final desandou um pouco. Nada que deixe o filme imprestável, mas não acompanha a expectativa que cria no começo.
Um detalhe a parte que acho engraçado: já repararam que Robin Williams faz muito filme de suspense e drama, mas se diz comediante? Não é uma crítica, só uma observação.
Título Original: Hondo
País de Origem: EUA
Gênero: Faroeste
Classificação etária: 12 anos
Tempo de Duração: 83 minutos
Ano de Lançamento: 1953
Estúdio/Distrib.: Paramount Pictures
Direção: John Farrow
Hondo é um cowboy, meio branco meio apache, que se depara - após ter o cavalo roubado - com uma mulher que mora em um rancho, sozinha com seu filho, no meio de um território disputado entre apaches e brancos. Ela está à espera do retorno do marido, mas nesse meio tempo o chefe apache, que tem muita estima por seu filho, a obriga a casar com um dos homens da tribo para não lhe roubar as terras. Para que isso não aconteça, Hondo então se passa por seu marido. Mas muitos conflitos ainda acontecerão. Fantasioso, romântico e cheio de ação como qualquer bom faroeste. John Wayne, o rei do gênero, interpreta um homem digno e honrado, mas ao mesmo tempo bruto e sistemático. Ele é um dos mais bravos do faroeste afinal, não é mesmo?
O mais interessante é como os brancos se posicionam como se estivessem fazendo um bem eliminando os apaches. Inclusive o personagem de Wayne, que é meio apache. Esse roteiro é ótimo, mas por enquanto, do Wayne, prefiro "O Homem Que Matou Facínora".
Título Original: Home Fries País de Origem: EUA Gênero: Comédia / Romance Tempo de Duração: 95 minutos Ano de Lançamento: 1998 Direção: Dean Parisot
Uma mulher vingativa manda seus dois filhos, pilotos de helicóptero, assustarem um homem mulherengo. Um dos rapazes conhece a mulher do homem e passa a trabalhar na mesma lanchonete que ela, mas o que ele não esperava é que acabasse se apaixonando pela moça. Luke Wilson é um daqueles atores que tem dedo podre para escolher os roteiros dos quais vai participar. Sério, o máximo que me lembro é dele ter feito filmes Regulares, nem ruim nem bom. De resto é tudo ruim mesmo. Esse não foge desse padrão. Que história fraca! E boba. E sem graça. O roteiro é tão ruim que o elenco não tem outra alternativa a não ser fazer interpretações no mesmo nível. Quer dizer, fraco em todos os sentidos possíveis.
estúdio: Paramount Pictures / Boam Productions / Village Roadshow Productions / The Ladd Company
distribuidora: Paramount Pictures / UIP
direção: Simon Wincer
roteiro: Jeffrey Boam, baseado nos personagens criados por Lee Falk
produção: Robert Evans e Alan Ladd Jr.
música: David Newman
fotografia: David Burr
figurino: Marlene Stewart
edição: Buena Vista Visual Effects / Stirber Visual Effects Network Inc. / Larry Jolly Miniature Productions / Cinema Research Corporation / D. Rez Hollywood
O protetor da floresta de Bengala tem que lutar contra um poderoso empresário que está em busca das três Caveiras de Touganda para ter o poder absoluto.
Dos primórdios dos filmes baseados em quadrinhos. A produção até que é boa, para os padrões da época, mas acho que é levado muito a sério falta o tom fantasioso que toda HQ tem, mesmo que seja de leve.
A história é só ação, pelo que já vi falarem sobre o original, esse filmes deixa MUITO a desejar em questão de roteiro - mesmo não conhecendo o desenho dá pra perceber um pouco.
Mas pra quem não conhece os quadrinhos e quer relembrar os tempos de Sessão da Tarde talvez seja uma opção.
P.s.: ainda me lembro quando esse filme ainda passava na Tela Quente e eu ficava louca pra assistir mas meus pais não deixavam porque era muito tarde. =P
ROTEIRISTA: Edward Rugoff, Michael Gottlieb, Edward Rugoff, David Isaacs, Ken Levine, Betsy Israel
GÊNERO: Comédia
Na Idade Média uma mulher vira uma boneca após colocar um colar enfeitiçado. Mil anos depois ela está sendo usada de manequim em uma loja e, um novo funcionário, tira o colar e ela volta a vida mudando completamente a vida dos dois.
Se você assistiu esse filme eu afirmo que foi na Sessão da Tarde, é um clássico da programação.
Com aquele tipo de filmagem características das comédias do início da década de 90, a história agrada por ser bem fantasiosa, praticamente um conto de fadas moderno.
É bonitinho e dá pra passar o tempo, de resto não tem nada de mais. obs.: não vi o filme original, o núm,ero 1, mas acho que não faz a mínima diferença.
estúdio: 20th Century Fox Film Corporation / 21 Laps Entertainment / Media Magik Entertainment
distribuidora: 20th Century Fox Film Corporation
direção: Shawn Levy
roteiro: John Klausner
produção: Tom McNulty e Shawn Levy
música: Christophe Beck
fotografia: Dean Semler
direção de arte: Dan Webster e Peter Rogness
figurino: Marlene Stewart
edição: Dean Zimmerman
Os Foster são um casal que estão juntos há um bom tempo, com filhos e uma vida que caiu na rotina. Tentando sair do marasmo o marido leva sua mulher em um restaurante super badalado, não encontrando mesa se passam por um outro casal que não apareceu para sua reserva. O que eles não esperavam é que essa tomada de lugar ia atrair para eles capangas de mafiosos que procuravam os verdadeiros donos da mesa, os colocando em uma baita enrascada.
Quando vi o trailer nos cinemas não botei muita fé. Ontem passou no Telecine e, por falta do que fazer, assisti e me surpreendi. É bem divertido!
Não é humor apelativo, mas sim de erros. A trama se desenvolve em cima das encrencas que cada vez mais os Foster vão se metendo.
O elenco é de primeira! Os comediantes são a cereja do sundae da nossa geração e o mafioso é um dos artistas que "só" fez "Os Bons Companheiros".
A única coisa que não gostei foi ver eles destruírem um Audi R8, que dó que dó!
Eu ri bastante assistindo esse filme, espero que vocês também se divirtam.
Título no Brasil: Pateta - O Filme Título Original: A Goofy Movie País de Origem: EUA Gênero: Animação Ano de Lançamento: 1995 Estúdio/Distrib.: Walt Disney Direção: Kevin Lima
Pateta resolve levar Max,seu filho, a uma viagem para uma pescaria. O problema será ele enfrentar várias brigas com o menino e Max terá de esconde rum segredo dele ou perderá a garota dos seus sonhos. O foco do filme é o conflito entre gerações, as diferenças entre o que acham importante, divertido, quais são suas prioridades na vida. A importância da família, mesmo ela sendo só o pai e o filho, também é um dos pontos fortes da história. Quem diria que o pateta é um ótimo pai ein? Adoro esse filme! Tinha o VHS em casa e nem sei como a fita não rasgou, eu assistia muito! E confesso que fazia a dancinha do final junto com o filme. hauhau É um filme para crianças com personagens já adolescentes - inclusive tem um amigo do Max que acho que era meio chegado na erva - mas vale muito a pena assistir. É leve, divertido e ainda passa uma mensagem bacana.
estúdio: Argos Films / Road Movies Filmproduktion / Westdeutscher Rundfunk
distribuidora: Orion Classics
direção: Wim Wenders
roteiro: Peter Handke e Wim Wenders
produção: Anatole Dauman e Wim Wenders
música: Jürgen Knieper
fotografia: Henri Alekan
direção de arte:
figurino: Monika Jacobs
edição: Peter Przygodda
Pós-guerra em Berlim. Anjos andam pela cidade, invisíveis aos olhos humanos (menos das crianças e cegos), dando apoio emocional e consolando aqueles que ainda sofrem o efeito devastador da guerra. Porém um deles, ao conhecer uma trapezista, começa a desejar viver as alegrias do dia-a-dia humano.
Acabei de entrar numa vibe MUITO louca. Comecei a ver os filmes do livro "1001 Filmes para ver antes de morrer". Eu e o namorado resolvemos ir na base do sorteio aleatório de filmes. Sorteamos dois.Mas aí a Patrícia, que trabalha comigo, indicou esse filme. Como vi que ele fazia parte do livro também, resolvi assistir.
Para aqueles que já suspeitaram na sinopse, eu confirmo agora: sim esse é o filme que deu origem a "Cidade Dos Anjos".
Mas aí que entra a diferença. Esse não é um roteiro feito para vender. É um filme arte. Arte pura.
A fotografia é linda e, como já disse outras vezes, a interpretação do elenco alemão é da mais alta qualidade. O roteiro impressiona por sua capacidade de colocar os pensamentos humanos quase como poesia. Sem dúvida é uma obra-prima a ser assistida.
Mas você deve estar se perguntando então, por que o classifiquei apenas como bom. Simples, porque apesar de ter todas essas qualidades ele é lento e monótono, a história só começou a tomar um rumo depois de uma hora de filme. E eu dormi! Sim, eu apaguei. Tentei ver na sexta e apaguei com apenas 20 minutos, achei que podia ser por ter trabalhado o dia todo e estava cansada. Fui ver então no sábado, cochilei em alguns momentos, um pouco só mas cheguei até o final.
É arte em película, mas vem com sonífero, cuidado.