estúdio: Regency Enterprises / New Regency Pictures / Cheyenne Enterprises
distribuidora: 20th Century Fox Film Corporation / Warner Bros.
direção: Donald Petrie
roteiro: I. Marlene King e Amy Harris, baseado em estória de Jonathan Bernstein, Mark Blackwell, James Greer e I. Marlene King
produção: Arnon Milchan, Arnold Rifkin e Bruce Willis
música: Teddy Castellucci
fotografia: Dean Semler
direção de arte: Dennis Bradford e Hinju Kim
figurino: Gary Jones
edição: Debra Neil-Fisher
efeitos especiais:Furious FX
Uma garota muito sortuda beija um rapaz muito azarado em uma festa. As sortes então se invertem e a moça passa a sofrer com tanto azar e começa a fazer de tudo para voltar ao normal.
Lindsay ainda na fase prodígios da Disney, antes das prisões drogas e afins. Isso já resume bem o filme: daquele tipo bem água com açúcar para agradar as pré-adolescentes que estão começando a largar as bonecas e olhar para os meninos.
Se você não se encaixa nesse grupo, não indico, provavelmente não vai gostar.
roteiro: Ashley Miller e Don Payne, baseado em roteiro de Mark Protosevich e Zack Stentz e nos personagens criados por Jack Kirby, Stan Lee e Larry Lieber
produção: Kevin Feige
música: Patrick Doyle
fotografia: Haris Zambarloukos
direção de arte: Kasra Farahani, Luke Freeborn, Sean Haworth e Maya Shimoguchi
figurino: Alexandra Byrne
edição: Paul Rubell
efeitos especiais:Digital Domain / BUF / Legacy Effects / Luma Pictures / The Third Floor
Gente tô inconformada! Fiz um vídeo ontem a noite, assim que cheguei do cinema, mas usei a câmera do celular pra ver se o som ficava melhor que da minha câmera normal e ... ficou quase sem som!!! Vou colocar o vídeo abaixo caso vocês consigam escutar, eu não consegui, mas vou então escrever sobre o que achei.
Primeiro, fui ontem a pré-estréia graças ao @cinemaorama e a @sukitaoficial, ganhei uma promoção conjunta deles e queria dizer: MUITO OBRIGADA! Foi sensacional! Meio complicadinho chegar naquele shopping, mas o filme fez relevar isso. =)
Vamos lá: pra quem não conhece a história, Thor está para se tornar rei de Asgard, quando seu pai Odin começa a ficar velho. Mas por ser muito egoísta e prepotente ele acredita que se deve aniquilar as forças inimigas dos Gigantes do gelo, com os quais seu pai fez um acordo de paz. Pela encrenca que ele arranja, Odin tira dele seu martelo poderoso, e o expulsa para a Terra para ele aprender a se comportar corretamente. Nesse meio tempo seu irmão Loki, aproveita a chance para tentar chegar ao trono.
Não li os quadrinhos, mas tenho a impressão que a história deve ter ficado um pouco rasa em relação a obra original. Nada que tire seu brilho, afinal um roteiro que mistura HQs, mitologia e o melhor dos filmes épicos (com uma pitada de faroeste em uma cena) não pode deixar a desejar.
Como todo filme do gênero, a ação e os efeitos especiais são espetaculares - principalmente nas cenas que se passam em Asgard.
Só achei o 3-D desnecessário, acho que já falei por aqui como não sou muito chegada nesse estilo, pois me cansa a vista e dá dor de cabeça, mas nesse filme em específico as cenas de luta - para mim - ficaram confusas pro causa do efeito 3-D, e acredito eu que nos momentos em que eles fazem as viagens de um planeta para o outro, aquelas luzes que fazem a ponte, podem fazer mal a algumas pessoas - inclusive já ouvi histórias de pessoas que tiveram crises de epilepsia com tanta cor e luz.
O elenco está ótimo, o ator que faz Thor eu desconhecia mas achei que mandou muito bem- e pode ser o motivo para as namoradas que não estão afim de acompanhar o namorado nerd nesse filme a irem assistir. Principalmente no começo, quando ainda é um playboyzinho mimado. Natalie Portman continua diva como sempre e Anthony Hopkins, mais uma vez coube muito bem ao papel de rei de um reino distante, assim como fez em "A Lenda de Beowulf".
Por fim, gostaria de saber a opinião do pessoal que acompanhou os quadrinhos sobre o que acharam da adaptação: ficou fiel ou não? Não ficou, mas vale a pena mesmo assim? Qual a opinião de vocês, que conhecem mais a origem desse ótimo filme?
AH! E não saiam dos cinemas antes de passar todos os créditos. #fikdik
estúdio: Paramount Pictures / Lakeshore Entertainment
distribuidora: Paramount Pictures
direção: John Schlesinger
roteiro: Tom Ropelewski
produção: Leslie Dixon, Linne Radmin e Tom Rosenberg
fotografia: Elliot Davis
figurino: Ruth Myers
edição: Peter Honess
Dois amigos, uma moça solteira e um rapaz gay, depois de alguns coquetéis, acabam passado do ponto. Ela acaba engravidando e eles resolvem criar essa criança juntos como se fossem uma família tradicional.
Primeiro: Rupert Everett é gay na vida real? Por que até onde me lembro só me vêem na cabeça filmes onde ele faz tal papel.
Segundo: roteiro fraco, beira a comédia romântica básica, mas muito sem consistência.
E por último: Madonna querendo ser atriz, nem se o roteiro fosse ótimo teria decolado com ela em algum personagem. Simplesmente não dá.
Talvez se tiver passando na TV você acabe assistindo, quando estiver bem a toa, mas será aquele filme tão insignificante que depois nunca terá certeza se realmente viu ou não.
produção: Iafa Britz, Marc Bechar, Marcos Didonet, Vilma Lustosa, Walkiria Barbosa e Daniel Filho
música: Mú Carvalho
fotografia: José Tadeu Ribeiro
direção de arte: Marcos Flaksman
figurino: Marília Carneiro
edição: Felipe Lacerda
Dois casais moram um em frente ao prédio do outro. A mulher d eum casal sofre com a falta de carinho do marido, enquanto um amigo garanhão deles reaparece e se hospeda em seu apartamento. No outro casal a mulher não suporta que seu marido a trate como objeto, querendo apenas exibir sua beleza aos outros e, no meio tempo, a mulher que foi o primeiro amor de seu marido reaparece na jogada também. A confusão está armada entre homens e mulheres.
Fraco, muuuuuuuuuito fraco. Filme nacional ainda dá época que tinha que se meter sexo em tudo, na verdade o filme é só isso. tenta-se discutir as relações entre casais, mas isso acaba ficando de pano de fundo para a pegação.
A qualidade da imagem é de novela da Globo na década de 90, ruinzinho também.
O elenco , de novela da Globo também, apesar de ter algumas peças boas ali no meio, deixa a desejar com seus personagens rasos.
estúdio: Warner Bros. Pictures / Castle Rock Entertainment / Village Roadshow Pictures / Storefront Pictures
distribuidora: Warner Bros. Pictures
direção: Scott Hicks
roteiro: Carol Fuchs, baseado em roteiro de Sandra Nettelbeck
produção: Sergio Aguero e Kerry Heysen
música: Philip Glass
fotografia: Stuart Dryburgh
figurino: Melissa Toth
edição: Pip Karmel
Uma chef de cozinha muito perfeccionista intimida a todos que trabalham com ela com seu jeito. Além de ser muito séria no trabalho, ela não sabe como lidar com sua sobrinha que veio morar com ela. É quando surge um subchef em sua cozinha , com um jeito todo diferente de agir, e começa a mudar as coisas.
Histórinha romântica, cheia de mimimi e alguns sentimentalismos para se passar de drama, mas nada mais é que uma comédia romântica bem açucarada.
Catherine está bem fraca nesse filme, enquanto Aaron e Abigail são subaproveitados com personagens rasos.
Pode até ser um passatempo, mas acredito eu, que você consiga achar coisa melhor para assistir ou fazer sem ser esse filme.
título original:Copie Conforme gênero:Drama duração:1 hr 46 min ano de lançamento: 2010 estúdio: MK2 Productions / BiBi Film / Abbas Kiarostami Productions / France 3 / Canal+ / Centre National de la Cinématographie / Toscana Film Commission distribuidora: Imovision (Brasil) direção: Abbas Kiarostami roteiro: Abbas Kiarostami produção: Nathanaël Karmitz, Angelo Barbagallo, Charles Gillibert, Marin Karmitz e Abbas Kiarostami fotografia: Luca Bigazzi direção de arte: Ludovica Ferrario edição: Bahman Kiarostami
roteiro: Don DaGradi e Bill Walsh, baseado em estória de Gordon Buford
produção: Bill Walsh
música: George Bruns
fotografia: Edward Colman
direção de arte: Carroll Clark e John B. Mansbridge
figurino: Bill Thomas
edição: Cotton Warburton
Herbie é um Fusca com personalidade própria. Após ser desprezado por um ricaço arrogante ele é acolhido por um corredor muito gente fina. Por ser bem tratado ele passa então a ajudar o rapaz a ganhar todas as corridas que participa, o difícil será se livrar dos golpes sujos que o ricaço apronta para tentar ganhar.
Comédia leve e que com certeza marcou a infância de muitos. Um carro com vontades próprias! O sonho de qualquer um em uma época em que nem o vidro era eletrônico.
Talvez esse filme tenha sido um dos "culpados"pela paixão que tenho por Fuscas, dos antigos pro favor, não em venham com esse novo.
Enfim, é um filme bem pra família. Divertido e engraçado, pode ajudar a distrair a criançada, relembrar a sua infância e ocupar o tempo ocioso.
Roteiro: Paul Mooney (história), Sara Bernstein (história e roteiro para tv), Gregory Bernstein (história e roteiro para tv), Brian Bird (roteiro para tv)
Gênero: Comédia
Origem: Estados Unidos
Duração: 95 minutos
Uma produtora de televisão está a procura do ator perfeito para fazer Papai Noel. Papai Noel está a procura da pessoa perfeita para substituí-lo após sua aposentadoria. Quando um cruza o caminho do outro eles encontram a solução para seus problemas. A questão é fazer com que sua candidata a Papai Noel favorita se encaixe bem na vaga.
Filme natalino. Isso já resume bastante tudo que eu poderia falar sobre o roteiro. Não surpreende , é cheio de "magia" e espírito do Natal.
Dá pra ocupar a tarde de dezembro, caso não tenha nada melhor pra fazer. Mas só ganha pontinhos por ter a incrível Whoopi Goldberg no elenco.
roteiro: Kristen Buckley, Brian Regan, Bob Tzudiker e Noni White, baseado em estória de Kristen Buckley e Brian Regan
produção: Edward S. Feldman
música: David Newman
fotografia: Adrian Biddle e Roger Pratt
direção de arte: John Ralph
figurino: Anthony Powell
edição: Gregory Perler
efeitos especiais:The Secret Lab
Cruela sai da cadeia após receber um tratamento para seus distúrbios. O problema é que ao ouvir certos sons ela volta ao estado normal e resolve ir atrás novamente dos dálmatas para fazer seu casado de pele exclusivo.
Mais um para o grupo "deveria ter parado no primeiro". Não que seja ruim, mas é desnecessário. A história é toda repetida com uma diferença: dessa vez tem um dálmata totalmente branco.
Um casal se casa e junto os dálmatas de ambos também. Após terem uma grande ninhada, uma estilista muito excêntrica oferece uma alta grana pelos animais. Mesmo eles não aceitando ela os sequestra para fazer casacos. Começa então uma corrida para salvar os filhostes deles e vários outros que ela raptou.
Desenho infantil com animais, não tem muito o que esperar, apenas entretenimento para a acriançada - pelo menos nesse os cachorros não falam.
Gleen Cose está espetacular como Cruela e acredito que faça valer toda a interpretação do filme.
Os animais são as coisas mais fofas do mundo e a história ainda passa uma mensagem contra o maltrato aos animais.
Acho que a diretoria da Arezzo não assistiu esse filme, não é mesmo?
distribuidora: Columbia TriStar Film Distribution International
direção: Tom Ropelewski
roteiro: Tom Ropelewski e Leslie Dixon, baseado nos personagens criados por Amy Heckerling
produção: Jonathan D. Krane
música: William Ross
fotografia: Oliver Stapleton
direção de arte: Alexander Cochrane
figurino: Molly Maginnis e Mary E. MacLeod
edição: Harry Hitner e Michael A. Stevenson
Enquanto o pai alcança seu sonho de ser piloto de avião, a mãe perde o emprego. Nas vésperas do Natal as crianças pedem um cachorro de presente e, paralelamente, os pais compram dois. Uma cadela esnobe e um vira-lata que estava pra ser sacrificado. Ambos não se bicam e, pasmém, também falam.
Sério, deviam ter parado no primeiro que funcionou.
Aguentar crianças prodígio até que dá, agora, animais que falam e super inteligentes, não.
roteiro: Amy Heckerling e Neal Israel, baseado nos personagens criados por Amy Heckerling
produção: Jonathan D. Krane
música: David Kitay
fotografia: Thomas Del Ruth
direção de arte: Richard Wilcox
figurino: Molly Maginnis
edição: Debra Chiate
O menino falante conseguiu o que queria: fez sua mãe casar com o taxista. Ambos trabalham muito e ele sonha em se tornar piloto de avião, mas ela engravida novamente e o menino agora terá de aguentar uma irmãzinha tão endiabrada e falante quanto ele.
Segue os mesmos padrões do primeiro, até é engraçado, mas a fórmula se esgotou no filme anterior.
A sede por continuar fabricando dinheiro, por causa do sucesso do primeiro fez com que produzissem uma continuação que até ocupa o tempo, mas desnecessária.
Uma mulher descobre que está grávida do homem com quem anda tendo um caso. A história complica quando a criança nasce e o pai, que é casado com outra, termina com ela. Ela passa então a procurar alguém que exerça bem o cargo de pai e encontra isso no taxista que a levou ao hospital. A história toda se desenrola com a narração do bebê, que tem uma visão bem sarcástica de tudo.
Clássico da Sessão da Tarde e bem engraçado.
O elenco segura bem as pontas e as falas do bebê são um caso a parte, destaque pra cena na anestesia em que a criança aparece como se estivesse tendo uma "viagem" dentro da barriga da mãe.
Mesmo sendo contra filmes com crianças prodígios, recomendo esse.
País de Origem: Brasil Gênero: Comédia Tempo de Duração: 84 minutos Ano de Lançamento: 1982 Estúdio/Distrib.: Europa Filmes Direção: J.B. Tanko
Quatro amigos vão em busca de ouro na Serra Pelada. Lá encontram um homem que vem sendo chantageado por um gringo que contrabandeia ouro para vender suas terras. Ele quer esperar seu filho para negociar, mas o homem está sedento de poder. A partir daí os amigos passam a ajudar o pobre homem que está passando por apuros.
Comédia baseada em fatos que estavam acontecendo na época das filmagens. Praticamente um documentário humorístico denunciando as condições de trabalho na região.
título original:Os Trapalhões e a Árvore da Juventude
gênero:Infantil
duração:1 hr 30 min
ano de lançamento: 1991
estúdio: Renato Aragão Produções
distribuidora: Art Filmes / Columbia Pictures do Brasil
direção: José Alvarenga Junior
roteiro: Mauro Wilson e Paulo Andrade
produção: Denise Aragão
música: Jota Moraes
fotografia: Walter Carvalho
Quatro amigos, que trabalham como guardas florestais, tem de se virar para combater contrabandistas. Certo dia encontram uma fonte da qual bebem a água e voltam a ser crianças.
Um dos mais clássicos de todos os filmes dos Trapalhões. Entre meus favoritos também.
Há mais de 20 anos atrás já passando às crianças um pouco de consciência ambiental.
Risada e informação unidos, sinto falta disso hoje em dia nesses filmes violentos que a criançada assiste.
Quatro amigos, que vivem as custas de apresentações de lutas forjadas em praça pública, são contratados por uma moça para salvar seu pai - arqueólogo- que está preso nas minas do rei Salomão. O que atrapalha são os problemas que encontrarão pelo caminho.
Época boa dos Trapalhões, os quatro juntos, com aquele humor pastelão e simples.
Ótimo para distrair a criançada e arrancar risos até dos adultos.
Tudo muito leve e fácil, super recomendo para passar o tempo e dar aquele saudosismo.
Co-Produção: Globo Filmes, RA Produções Artísticas, Lereby Produções, Lumière
Distribuição: Lumière
Roteiro:Renato Aragão, Paulo Cursino
Um rockeiro e seu ajudante de palco vão parar em uma outra dimensão onde todos seus conhecidos vivem com outra identidade. Lá eles ajudam a princesa a se livrar do vilão que quer se casar com ela para dominar todos.
A diferença de todos os filmes da trupe com esse já se vê no título: "Trapalhão" e não "Trapalhões". preciso falar alguma coisa? Já não existindo Zacarias nem Mussum e com Dedé rebaixado a quase figurante a história perde a magia que tinha nos filmes antigos do grupo.
Empregando quase todo o elenco popular global da época, o filme pode ter sido uma super produção, e até passar o tempo, mas não é tão engraçado nem tão cheio de encanto como um dia já foi.
Quer rir com comédia nacional desse pessoal? Pegue os antigos, fuja das novas produções.
estúdio: Paramount Pictures / Jerry Lewis Enterprises
distribuidora: Paramount Pictures
direção: Jerry Lewis
roteiro: Jerry Lewis e Bill Richmond
produção: Ernest D. Glucksman
música: Louis Y. Brown e Walter Scharf
fotografia: W. Wallace Kelley
direção de arte: Hal Pereira e Walter H. Tyler
figurino: Edith Head
edição: John Woodcook
Um professor muito desajeitado e feioso vive sendo caçoado por seus colegas de trabalho e alunos. Certo dia então inventa uma poção que o transforma, mas como os efeitos não são permanentes e podem voltar ao normal a qualquer momento, ele tem de se virar como pode para ninguém perceber.
O original. O melhor de todos. Uma mistura de Frankenstein as avessas com o Médico e o Monstro. Só que melhor porque tem Jerry Lewis, transformando duas histórias de terror em comédia, e das melhores.
Só viu "O Professor Aloprado - 1996"? Te imploro para que veja esse e confirme com seus próprios olhos qual é o mais engraçado, qual tem o verdadeiro rei do humor.
A volta do Professor tendo de enfrentar seu alter ego Buddy Love.
O enfoque aqui é maior na família do professor, e em todas as facetas possíveis de Eddie Murphy.
Uma coisa que não gosto aconteceu nesse filme, a personagem da namorada do professor teve a atriz trocada, sei que as vezes as circunstâncias exigem isso, mas acho ruim e confuso pro telespectador.
Quanto a história, fraca. Tentaram pegar algo que tinha feito sucesso e gerar mais dinheiro em cima. Não sei dizer se funcionou, mas eu particularmente achei desnecessário.
estúdio: Universal Pictures / Imagine Entertainment
distribuidora: Universal Pictures / UIP
direção: Tom Shadyac
roteiro: David Sheffield, Barry W. Blaustein, Tom Shadyac e Steve Oedereck, baseado em roteiro escrito por Jerry Lewis e Bill Richmond para o filme
produção: Brian Grazer e Russell Simmons
música: David Newman
fotografia: Julio Macat
direção de arte: Greg Papalia
figurino: Ha Nguyen
edição: Don Zimmerman
efeitos especiais:The Computer Film Company / Rhythm & Hues / Light Matters, Inc.
Um professor universitário sobre muito preconceito por ser gordo, mesmo sendo um grande conhecedor da área de genética. Quando passa a ser bem tratado por outra professora resolve tomar um experimento ainda em testes. Consegue então ficar magro, mas tem que conviver com sua nova vida dupla e com as reações que o produto pode causar em sua vida.
Um dos primeiros filmes onde Eddie Murphy faz metade dos personagens existentes no roteiro. Além do professor, ele é também toda a família do personagem - e manda bem.
O remake é divertido, dá pra dar bastante risada, mas ainda prefiro o original com Jerry Lewis, "Professor Aloprado - 1963". Mesmo Murphy sendo um dos maiores humoristas da nossa geração, não consegue superar o mestre Lewis, que transformava suas feições - sem ajudas de efeitos eletrônicos - a cada momento de seus filmes.
É um ótimo passatempo, mas tire a prova assistindo o original. Depois volte aqui e me conte qual sua opinião.
estúdio: Sony Pictures Entertainment / Revolution Studios / Wayans Bros. Entertainment
distribuidora: Revolution Studios / Columbia Pictures
direção: Kennen Ivory Wayans
roteiro: Keenen Ivory Wayans, Shawn Wayans e Marlon Wayans
produção: Rick Alvarez, Lee R. Mayes, Keenen Ivory Wayans, Marlon Wayans e Shawn Wayans
música: Teddy Castellucci
fotografia: Steven Bernstein
direção de arte: Gwendolyn Margetson
figurino: Jori Woodman
edição: Michael Jackson e Nick Moore
efeitos especiais:Hydraulx / Cinesite Ltd. / The Moving Picture Company
Um ladrão de banco, que não tem nem um metro de altura, resolve fazer seu último grande roubo escolhendo como alvo o Diamante Queen. Mas algumas coisas no plano não saem como desejado e ele acaba colocando a preciosidade na bolsa de uma mulher. Para recuperá-lo então ele se veste de bebê abandonado e fica na porta do casal, que acaba o adotando. O que ele não esperava é que seria muito mais difícil aguentar uma vida como bebê do que recuperar o diamante.
Roteiro de muito mal gosto. História fraca e besta. A dupla de irmãos tentou, sem sucesso, manter a linha do que fizeram juntos em "As Branquelas" - que não é lá a melhor coisa do mundo, mas sem dúvida é melhor que esse.
Apelativo, o filme tenta ser uma dessas comédias familiares mas fica mais pra besteirol americano.
Não recomendo, se te sugerirem assistir esse filme vá ler um livro, varrer a casa, qualquer outra coisa será melhor do que perder seu tempo assistindo isso.
estúdio: Alcon Entertainment / Section Eight Ltd. / Witt/Thomas Productions
distribuidora: Warner Bros. / Buena Vista International
direção: Christopher Nolan
roteiro: Hillary Seitz, baseado em roteiro escrito por Nikolaj Frobenius e Erik Skjoldbjarg
produção: Broderick Johnson, Paul Junger Witt, Andrew A. Kosove e Edward McDonnell
música: David Julyan
fotografia: Wally Pfister
direção de arte: Michael Diner
figurino: Tish Monaghan
edição: Dody Dorn
Um policial e seu parceiro são enviados ao Alasca para investigar o caso de uma adolescente que foi assassinada. O que está por trás dessa viagem é uma investigação no setor onde trabalham que pode acabar prejudicando os dois. Em uma perseguição ao suposto assassino, o policial mata acidentalmente seu parceiro. Se sentindo culpado e com dias só vem a luz do sol ele passa a ter uma insônia terrível que o prejudica na conclusão de seu trabalho, principalmente porque o suspeito viu o ocorrido e passa a chantageá-lo.
Vá com todo o cuidado possível ao assistir esse filme, caso o tenha escolhido por causa do diretor. Para quem admiria suas produções, pode acabar levemente decepcionado.
A história é boa e a fotografia é de encher os olhos - tanto nas paisagens quanto nos cortes e constante uso de closes.
Mas o roteiro acaba sendo um pouco óbvio e alguns momentos não são bem explicados, como objetos e conclusões que surgem do nada.
Voltando aos closes, eles passam bem a sensação de mal dormido do personagem principal, aquela sensação de não conseguir fixar a vista nos objetos por causa do sono.
O elenco é de primeira, mas foi meio inusitado, beirando o estranho, ver o Al Pacino contracenando com Robin Williams.
Recomendo bastante, dá para se distrair, mas sem ter nenhuma surpresa. A única coisa que achei um tanto quanto contraditório é um filme que chama Insônia me deixar levemente com sono.
Devendo uma grana para um bandidão, homem aceita servir de alvo humano para ricaço irreverente. O que o milionário não esperava é que seu alvo fosse tão atentado.
Aqui vemos o exemplo de alguém que sonha em ser outra pessoa, se projeta nela mas só consegue ser uma cópia mal feita. Sem dúvida o sonho de John Leguizamo era ser Jim Carrey, mas ele é muito mais fraco.
Pra piorar "colaborou" na composição do roteiro, que pior acho que não conseguiria ficar. Sem graça, absurdamente sem sentido em existir. Perda de tempo total.