quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Diga Que Não É Verdade


título original: Say It Isn't So
gênero: Comédia 
duração: 95 min 
ano de lançamento: 2001
estúdio: Conundrum Entertainament
direção: J. B. Rogers
roteiro: Peter Gaulke, Gerry Swallow
fotografia: 
Mark Irwin



Dois jovens apaixonados descobrem serem irmãos por parte de mãe. Acabam se separando e o rapaz é perseguido por ter mantido relação com sua própria irmã. Mas quando ele descobre que houve um terrível engano busca reconquistá-la e impedir que case com outro home.
Pensa em uma história tosca. Agora, pensa em interpretações mais toscas ainda. Pensou? Tãrã! É isso que é esse filme.
Se não me engano já comentei sobre a "carreira" de Chris Kleien no post de "Apenas Amigos", ô dedinho poder pra escolher papéis viu! troca de empresário logo, rapaz! 
Sofrível! História ridícula, cheia de apelações para "fazer o público rir". Tenho certeza que muitas pessoas devem ter dado risada com esse filme, mas só posso afirmar que essa produção foi um desserviço para a humanidade.


CLASSIFICAÇAO: LIXO


Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 29 de novembro de 2011

De Repente é Amor


título original: A Lot Like Love
gênero: Comédia Romântica
duração: 107 min 
ano de lançamento: 2005
estúdio: Touchstone Pictures
direção: Nigel Cole
roteiro: Colin Patrick Lynch
fotografia: 
John de Borman
direção de arte: Denise Hudson



Um rapaz, recém formado e muito sistemático conhece em um vôo uma moça espontânea e indisciplinada. Ambos se sentem atraídos um pelo outro, mas por planos diferentes de vida eles passam anos se encontrando e desencontrando. 
Asthon Kutcher foi feito para papéis desse tipo, ou os papéis desse tipo foram feitos para o perfil dele. Pegue todos as comédias românticas dele, não fazem todas o estilo galã-bonzinho-engraçado? Por exemplo "Sexo Sem Compromisso" ou "A Família da Noiva". Isso não é uma crítica, acredito que ele caiba bem nesse tipo de papel.
Amanda Peet conheci no seriado Jack&Jill, alguém mais assistia? E desde então sempre a vejo em papéis carismáticos e divertidos, segue um padrãozinho também.
Os dois juntos tem química e levam bem a história juntos. Nada que surpreenda, o roteiro não tem mistérios e é bem previsível, mas entretém e é bonitinho pra quem procura produções do gênero. O casal principal é carismático, os personagens são possíveis de existir: pessoas que fazem graças bobas, riem dos seus tombos e defeitos, mas tem certas qualidades. Tudo bem que não é todo mundo que tem a beleza dos dois.
Não sei porquê mas gosto desse filme, a única coisa que me irrita são aquelas cenas babacas de gente correndo no aeroporto, tentando parar o avião para se declarar para o outro quando - nos 45 do segundo tempo - percebe que o ama e está em risco de perder a tal pessoa. 
Com certeza 90% das mulheres irão gostar desse filme.

CLASSIFICAÇAO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Como Se Fosse a Primeira Vez


título original: 50 First Dates
gênero: Comédia Romântica
duração: 99 min 
ano de lançamento: 2004
estúdio: Columbia Pictures
direção: Peter Segal
roteiro: George Wing
fotografia: 
Jack N. Green
direção de arte: Domenic Silvestri


Um veterinário, solteirão inveterado, tem como hobby conquistar as turistas que aparecem na região onde ele mora do Havaí. Até certo dia em que conhece uma moça local e se apaixona perdidamente por ela. Porém ela sofre de perda de memória recente e, mesmo tendo se apaixonado por ele também, nunca se lembra disso.
Roteiro água com açúcar mas que, ao mesmo tempo, consegue tirar risadas de um assunto delicado, a doença da moça. Acredito que essa história conquiste até os mais corações de pedra.  
Mesmo tendo Adam Sandler, de quem eu sempre desconfia das produções das quais participa, no papel de um garanhão - vamos combinar que não convence - aqui ele não me decepcionou.
Perde uns pontinhos por ter o Rob Schneider, esse não me convence nem que a história seja boa.
Com certeza é uma boa opção para ocupar aquela tarde ociosa. E com mais certeza ainda arrancará muitas lágrimas e "nhooowwwns"de muitas mulheres.

CLASSIFICAÇAO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sábado, 26 de novembro de 2011

Casamento Grego

título original: My Big Fat Greek Wedding
gênero: Comédia Romântica
duração: 95 min 
ano de lançamento: 2002
estúdio: Gold Circle Films
direção: Joel Zwick
roteiro: Nia Vardalos
fotografia: 
Bill Pope
direção de arte: William Hiney


Uma moça de 30 anos e de origem grega trabalha servindo café no restaurante da família. Ela convence seu pai a pagar-lhe um curso de informática para melhorar sua carreira. Com isso, ela conhece um rapaz e eles se apaixonam, o problema é que ele é inglês e sua família não aceita isso, mesmo depois de namorarem escondidos, resolvem abrir o jogo, e ai que surge a confusão.
Eu não sei o porquê mas gosto bastante desse filme, já o assisti milhares de vezes. Sim, é um comédia romântica bem bobinha, previsível e puro entretenimento. Mas acho que talvez o fato da personagem principal não ser uma atriz linda de morrer, engraçada, perfeita - blablabla - possa fazer com que as telespectadoras mais normais se identifiquem.
A única coisa que me decepcionou, quando resolvi assistir outros filmes com Nia Vardalos é, por ela também ser a roteirista, se inspirar muito talvez em sua própria cultura e ficar em um lugar comum. Vide, "Falando Grego" que poderia ser considerada uma continuação desse filme, mas piorzinho.
John Corbett mantem aquele mesmo charme, que consegue fugir do padrão meio galinhão e extrair o sex appeal do rapaz bonzinho, que ele já tinha em Sex and the city.
Feito para as mulheres se divertirem e suspirarem.
CLASSIFICAÇÃO: BOM
Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

As Patricinhas de Beverly Hills


título original: Clueless
gênero: Comédia Romântica
duração: 97 min 
ano de lançamento: 1995
estúdio: Paramount Pictures
direção: Amy Heckerling
roteiro: Amy Heckerling
fotografia: 
Bill Pope
direção de arte: William Hiney

Uma patricinha, filha de um advogado muito rico, ocupa seus dias em Beverly Hills no shopping fazendo compras, analisando e criticando as produções alheias e tendo um relacionamento dúbio com o enteado de seu pai.
Dizem que esse roteiro é uma adaptação do livro Emma de Jane Austen, não li o livro então não posso dizer se há mesmo relação ou não. Mas podemos ver aqui uma boa crítica da vida fútil de um certo nicho da população dos EUA. Ou somente um culto a esse tipo de comportamento adolescente.
Por incrível que pareça, esse filme está entre os "1001 filmes para ver antes de morrer".
Não sei se merece tanto, para mim, e provavelmente para grande maioria do público que o assistiu, foi somente mais um filme de jovens populares e líderes de grupos adolescentes fúteis.
Mas uma coisa é certa, transformaram Alicia Silverstone em algo a mais do que apenas a garota do clipe "Crazy" do Aerosmith. 

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Armações do Amor


título original: Failure to Launch 
gênero: Comédia Romântica
duração: 97 min 
ano de lançamento: 2006
estúdio: Paramount Pictures
direção: Tom Dey
roteiro:Tom J. Astle, Matt Ember
fotografia: Claudio Miranda

direção de arte: Kevin Constant


Para fazer o filho, de 35 anos, se mudar de casa e ir morar sozinho, pais contratam uma mulher para convencê-la  fazer isso.
Vou pular a parte do roteiro. Não tem muito o que esperar, é aquela história batida de comédia romântica com desenrolar dentro dos esperados e final mais do que óbvio.
Matthew McConaughey parece sempre estar interpretando o mesmo personagem, veja minha "Minhas adoráveis ex-namoradas" e me diga: qual a diferença daquele garanhão com esse? Serve provavelmente serve somente de colírio para nossos olhinhos. Outro problema que encontro aqui é que ele e Sarah Jessica Parker, ao meu ver, não tem química. Não me convenceu os dois de casal.
As boas interpretações, que deixam essa produção um pouco mais divertida, e pode até gerar algumas risadas, são Kathy Bates, Justin Bartha e Zooey Deschanel.
Talvez possa até ser uma horinha e meia diversão, mas existem opções melhores. 

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Apenas Amigos

título original: Just Friends
gênero: Comédia
duração: 96 min 
ano de lançamento: 2005
estúdio: Inferno Distribution, Cinerenta Medienbeteiligungs KG
direção: Roger Kumble
roteiro: Adam 'Tex' Davis
fotografia: Anthony B. Richmond

Um rapaz, muito gordo e nerd, na época do colégio era amigo da garota mais popular da escola, mas por seu jeito de ser nunca consegui namorá-la. Muitos anos depois, ele, já magro e bem sucedido, volta a cidade  para visitar sua família e reencontra seu amor de infância. Mesmo namorando a maior popstar do momento, ele resolve conquistá-la para valer dessa vez.
Apesar de fazer rir em algumas cenas, o roteiro é fraquíssimo. 
O estilo de filmagem é bem no padrão de todas as comédias americanas atuais, me parece uma produção para a TV.
Para piorar o elenco é sofrível. Ryan Reynolds parece ter dedo podre para escolher papéis e para piorar tem a Anna Faris, preciso repetir o quanto acho ela péssima? Os dois juntos então é um desastre, vide "A Hora do Rango". Chris Klein é outro que precisa mudar de empresário se quer ganhar algum prestígio como ator - tem um filme com ele que quase quis explodir a TV quando vi de tão ruim chamado "Diga Que Não É Verdade"
Estão sem ter o que fazer e resolveram ver esse filme? Pensem uma segunda vez antes de fazer isso.

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Abraços Partidos


título original: Los Abrazos Rotos
gênero: Drama
duração: 127 min
ano de lançamento: 2009
estúdio: 
 Universal Pictures
direção: Pedro Almodóvar
roteiro: 
Pedro Almodóvar
fotografia: Rodrigo Pietro
direção de arte: Victor Molero


Um cineasta virou escritor após sofrer um acidente de carro e ficar cego. Com uma suposta perda de memória ele assumiu um pseudônimo. Ao saber da morte de um magnata, ele resolve escrever um roteiro sobre a vida do homem, mas é procurado pelo filho dele para escrever outro roteiro que destrua a imagem do pai. O filho de uma amiga então o indaga sobre a situação e ele começa a relembrar de assuntos ligados ao homem e ao acidente que sofreu.
Imagens fortes, interpretações sugadas de seus atores até a última gota. É assim que funciona com Pedro Almodóvar, e ainda está para ser feito o filme que não terei essa sensação.
Um drama de verdade, sofrido e doloroso. Não tem tons de humor como "Mulheres a Beira de Um Ataque de Nervos", é pra ser sério e tocar o telespectador no fundo da alma.
Não me emocionou tanto quanto "Fale com Ela", por exemplo, mas nem por isso perde sua graciosidade.
O roteiro constrói uma trama que te leva a talvez esperar alguma super surpresa no final, que não vem.
Pénelope Cruz, como sempre, se mantém linda, radiante e com uma dramaticidade que cabe muito bem ao estilo do diretor. Blanca Portillo é outra que vejo como um espelho dos personagens dele.
Para assistir e sofrer muito, diria que é o drama latino das novelas mexicanas, mas com um roteiro valioso, interpretações de qualidade e uma fotografia linda.
Enfoca-me.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb