terça-feira, 30 de agosto de 2011

Rei Leão - 3D

título original:The Lion King
gênero:Animação
duração:1 hr 28 min
ano de lançamento: 1994

estúdio: Walt Disney Productions
distribuidora: Buena Vista Pictures
direção: Roger Allers, Rob Minkoff
roteiro: Irene Mecchi, Jonathan Roberts e Linda Woolverton, baseado em estória de Jim Capobianco, Lorna Cook, Thom Enriquez, Andy Gaskill, Francis Glebas, Ed Gombert, Kevin Harkey, Barry Johnson, Mark Kausler, Jorgen Klubien, Larry Leker, Ricki Maki, Burny
produção: Don Hahn
música: Hans Zimmer, Elton John e Lebo M.
direção de arte: Andy Gaskill
edição: Tom Finan

Simba é apresentado ao reino por seu pai Mufasa e sua mãe Sarabi. Mas seu tio Scar fará de tudo para envolvê-lo em suas artimanhas e tomar seu trono.
Primeiro filme que vi no cinema e fiz questão de rever em 3D pra sentir novamente o gostinho de ver na telona. 
Sem dúvida umas das melhores animações da Disney, a mensagem sobre a vida que esse filme passa é linda!
Além das muitas cenas marcantes, que me arrancam lágrimas até hoje.
Com certeza me diverti muito mais do que as crianças que estavam na sala de cinema, que inclusive deviam ser filhos de pais que viram quando criança.
Quanto ao 3D, não fez muita diferença na estética. 

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Esposa de Mentirinha

título original:Just Go With It
gênero:Comédia Romântica
duração:1 hr 47 min
ano de lançamento: 2011
estúdio: Happy Madison Productions
distribuidora: Columbia Pictures
direção: Dennis Dugan
roteiro: Allan Loeb e Timothy Dowling, baseado em roteiro de I.A.L. Diamond
produção: Jack Giarraputo, Heather Parry e Adam Sandler
música: Rupert Gregson-Williams
fotografia: Theo van de Sande
direção de arte: Alan Au
efeitos especiais:Larz Anderson (supervisor)

Um cirurgião plástico finge ser casado para atrair solteiras. Tudo vai bem até o dia em que sua nova namorada resolve conhecer sua esposa e a história sai do controle.
Já citei algumas vezes aqui minha implicância com o Adam Sandler e confesso que não tinha a mínima intenção de assistir esse filme, mas fui obrigada.
Vou fazer um resuminho porque: como os leitores frequentes sabem, eu estive de férias mês passado. Pois é, passei 10 dias no Peru. O que acontece é que todo o trajeto foi feito de ônibus e entre uma cidade e outra eram na média 8 horas de viagem. O transporte era bacana, serviam refeição e passavam filmes. Só que em TODOS os trajetos que fiz passaram esse filme. Eu tentava dormir mas o som era alto, então acabei vendo um filme que não queria umas quatro vezes.
Voltando a crítica. Não é dos piores dos que já vi dele, é até bem divertidinho. A história é batida e bem previsível mas entretém. Se você estiver afim é uma boa opção para distrair a cabeça, mas não recomendo ver quatro vezes. =P

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Morangos Silvestres

(Smultronstället, 1957)  
• Direção: Ingmar Bergman
• Roteiro: Ingmar Bergman
• Gênero: Drama
• Origem: Suécia
• Duração: 91 minutos

Um médico, a caminho de uma universidade para receber um prêmio, retorna a memórias de sua infância e juventude ao relacioná-las a figuras que conhece no caminho.
Esse foi um dos filmes que peguei no final de semana como como contei no post do "Sétimo Selo", inclusive assisti um seguido do outro e isso pode ter prejudicado meu aproveitamento do filme.
É mais dinâmico que o primeiro, com um enredo mais abrangente abordando vários pontos e dramas da vida do personagem principal.
Mas não podemos fingir que por ser mais "digerível" seja comercial. Não, continua sendo um filme intelectual e de questionamentos, não sendo portanto um entretenimento e só.
Talvez por já estar mentalmente cansada quando assisti a esse acabei preferindo o "Sétimo Selo", mas das pessoas que conheço que já assistiram os dois, a preferência acaba sendo por esse, que de certo é mais leve.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: CinePlayers


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Amor & Outras Drogas

título original:Love & Other Drugs
gênero:Comédia Romântica
duração:1 hr 53 min
ano de lançamento: 2010
estúdio: Fox 2000 Pictures | New Regency Pictures | Regency Enterprises | Stuber Productions
distribuidora: Twentieth Century Fox Film Corporation (USA) |
direção: Edward Zwick
roteiro: Edward Zwick, Charles Randolph e Marshall Herskovitz, baseado em livro de Jamie Reidy
produção: Edward Zwick, Scott Stuber, Charles Randolph, Marshall Herskovitz e Pieter Jan Brugge
música: James Newton Howard
fotografia: Steven Fierberg
direção de arte: Gary Kosko
figurino: Deborah Lynn Scott
edição: Steven Rosenblum

Um conquistador inveterado, após ser demitido por transar com uma colega de trabalho na loja, vê como única opção ser representante farmacêutico. Em uma das visitas ele conhece uma moça que sofre de Parkinson e não quer ter um relacionamento sério. O problema é que eles passam a ser influenciados por uma droga muito forte: o amor.
O roteiro que, no começo, me parecia mais uma comédia romântica nem mais ou menos de um cafajeste que se transforma após conhecer a mulher da sua vida, se transformou durante o desenvolvimento da história. O fato dela ter Parkinson dá um teor dramático muito forte ao que eu acreditava ser só um filme cheio de cenas de sexo com um roteiro fraco.
No todo é meio bobo, mas dá para distrair e se emocionar um pouco.
Dois motivos que podem fazer valer a pena:
- Para os homens, Anne Hathaway pelada,
- Para as mulheres, Jake Gyllenhaal como veio ao mundo.

Observação a parte: [SPOILER/] Em uma cena o personagem de Jake conversa com um homem que é casado a muito tempo com uma mulher que tem a doença, ele conta ao rapaz todos os percalços, como a doença degenera a pessoa e o aconselha a deixá-la enquanto é tempo. No final tentam mostrar como o amor supera tudo e mesmo tendo isso ele a ama e quer ficar com ela. Lindo não? Mas falso. Porque o filme termina com os dois ainda jovens e saudáveis. Queria que terminassem mostrando depois de anos, ele tendo de cuidar de tudo pra ela - até a higiene - se ele mesmo a amando não estaria um pouco arrependido de ter largado o trabalho da vida dele para correr atrás dela. Pode ser muito ceticismo da minha parte, mas que esses finais são forçados, são. [\SPOILER]

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 23 de agosto de 2011

O Sétimo Selo

título original:Det Sjunde Inseglet
gênero:Drama
duração:1 hr 40 min
ano de lançamento: 1956
estúdio: Svensk Filmindustri
distribuidora: Janus Films
direção: Ingmar Bergman
roteiro: Ingmar Bergman, baseado em peça de Ingmar Bergman
produção: Allan Ekelund
música: Erik Nordgren
fotografia: Gunnar Fischer
figurino: Manne Lindholm
edição: Lennart Wallén

Após anos em Cruzadas, um cavaleiro retorna a seu país e encontra tudo devastado pela peste. Convivendo com tanta tristeza e desgraça, ele começa a  perder sua fé e questiona a existência de Deus. A Morte então surge o querendo levar, mas ele a desafia à uma partida de xadrez para ganhar tempo e apostar sua permanência ou não no mundo dos vivos.
Sentia uma necessidade muito grande de assistir esse filme, mas estava com um é atrás pela impressão ruim que "Gritos e Sussurros" me causou. O dono da locadora não me animou em nada quando, ao ver que tinha pegado 2 filmes do Bergman e um do Fellinni, me disse: "Que isso? Penitência?? Só filme cabeça." Porém, me surpreendi.
Não vou dizer que amei o filme porque estarei mentindo. Mas sem sombra de dúvidas é uma obra-prima.
Papo-cabeça sim. Bem parado ao estilo do diretor sim. E interessante mesmo assim.
A história roda envolta do embate sobre a existência de Deus, Diabo e vida após a morte. Sobre a necessidade das pessoas em se prenderem a uma fé e os efeitos dessa em suas vidas. E, principalmente, como a Morte é um fardo durante toda a existência humana.
Enfim, tem muito o que se debater sobre esse filme e não vou ficar filosofando aqui. O que quero dizer é: aqui temos um filme para pensar e questionar muitas coisas e não aquele roteiro para descansar as idéias, muito pelo contrário, é para colocá-las para trabalhar.
Pode ser cansativo mas é uma obra para ser admirada e apreciada, não somente assistida.
Tudo isso não faz dele um dos meus filmes favoritos, mas pelo menos me serviu para quebrar a implicância com o diretor - talvez o fato de eu estar preparada para assisti-lo me fez digerir melhor a história.

 CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Rio

título original:Rio
gênero:Animação
duração:1 hr 36 min
ano de lançamento: 2011
estúdio: Blue Sky Studios | Twentieth Century Fox Animation
distribuidora: Twentieth Century Fox Film Corporation (EUA) |
direção: Carlos Saldanha
roteiro: Don Rhymer, Joshua Sternin, Jeffrey Ventimilia e Sam Harper, baseado em história de Carlos Saldanha, Earl Richey Jones e Todd Jones
produção: Christopher Jenkins
música: John Powell, Sérgio Mendes e Will i.am
fotografia: Renato Falcão
direção de arte: Joan Cabot, Peter Chan e Rachel Tiep-Daniels
edição: Harry Hitner e Randy Trager
efeitos especiais:Blue Sky Studios

Blu é uma arara azul que foi parar em Minnesota depois de um contrabando frustrado. Lá ele foi criado por Linda, e ambos viraram muito amigos. Um dia, o biólogo Túlio aparece  os convida a vir para o Brasil, para que Blu acasale com a única fêmea remanescente de sua espécie. O problema é que no meio do caminho surge uma quadrilha que os captura e leva para serem vendidos legalmente. Então eles tem de buscar uma maneira de fugir do grupo e retornar a seus lugares de origem.
Tinham me falado que esse filme, apesar de feito por um brasileiro, esteriotipava muito o país. Eu acho que não, só foi mostrado de uma maneira divertida o pontos mais conhecidos do país lá fora.
Teve gente que me disse: "é ridículo, eles mostram os brasileiros andando com pouca roupa e sambando  tempo todo nas ruas". Mas não me contaram que passava no carnaval, então, vamos combinar que é exatamente o que acontece nessa época do ano?
Achei o gráfico lindo, as paisagens do Rio estão super realistas, a trilha super de acordo - não colocando salsa ou coisas do tipo - e tem um pássaro funkeiro que me matou de rir.
Detalhe a parte os pássaros sambando - achei lindo! Principalmente o clipe no final.
Talvez pareça um pouco preconceituoso aparecerem micos como ladrõeszinhos que batem carteira dos turistas, mas como já disse, acho que chega até a ser uma sátira do Carlos Saldanha com o estereótipo que o estrangeiro tem do brasileiro.
Sem dúvida entrou para os meus favoritos na categoria animação. Super recomendo, é um desenho leve, divertido e bonitinho.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

domingo, 21 de agosto de 2011

Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América

título original:Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan
gênero:Comédia
duração:1 hr 24 min
ano de lançamento: 2006
estúdio: One America / Dune Entertainment / Four by Two / Everyman Pictures / Major Studio Partners
distribuidora: 20th Century Fox Film Corporation
direção: Larry Charles
roteiro: Peter Baynham, Sacha Baron Cohen, Anthony Hines e Dan Mazer, baseado em estória de Peter Baynham, Sacha Baron Cohen, Todd Phillips e Anthony Hines
produção: Jay Roach e Sacha Baron Cohen
música: Erran Baron Cohen
fotografia: Luke Geissbuhler e Anthony Hardwick
direção de arte: David Maturana
figurino: Jaosn Alper
edição: Craig Alpert, Peter Teschner e James Thomas
efeitos especiais:Yard VFX

Borat, um jornalista do Cazaquistão, vai aos EUA fazer um documentário e entrevista pessoas reais para mostrar o comportamento cotidiano dos norte-americanos, além de querer conhecer pessoalmente Pamela Anderson.
Sasha Cohen conseguiu um grande feito com esse filme. Digamos que ele pode até ser o inspirador do quadro Repórter Inexperiente dos primórdios do CQC. Sendo um ator desconhecido, se passou por repórter de um país longínquo e saiu entrevistando figuras de organizações do EUA para mostrar bem como o povo é hipócrita, preconceituoso e apesar de se posicionar como evoluído, na verdade, é bem primitivo. Não só quanto ao comportamento interno da comunidade estadunidense, mas como vêem a população de países subdesenvolvidos, principalmente árabes.
A fotografia e filmagem é tosca, mas de propósito, a intenção é que seja assim, pra chocar, pra mostrar o como as produções feitas fora dos EUA são imaginadas por eles. E o comportamento de Borat também é totalmente programado para isso, para ser estereotipado.
Alguns momentos mais apelativos são totalmente bem colocados, para incomodar os conservadores.
Da escrotidão acumulada nesse filme fez-se uma obra-prima de crítica cultural, política, religiosa e econômica.
Muitos não podem ver o humor irônico e sarcástico embutido, mas é aí que se esconde sua qualidade.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sábado, 20 de agosto de 2011

A Grande Família - O Filme

título original:A Grande Família - O Filme
gênero:Comédia
duração:1 hr 44 min
ano de lançamento: 2007
estúdio: Europa Filmes / Globo Filmes
distribuidora: Europa Filmes
direção: Maurício Farias
roteiro: Cláudio Paiva e Guel Arraes
produção: Guel Arraes
música: Branco Mello
fotografia: José Guerra
direção de arte: Marcos Flaksman
figurino: Cao Albuquerque
edição: Fábio Vilela

Após ir ao enterro de um colega, Lineu vai ao médico e fica coma certeza que morrerá em breve. Deprimido ele desiste de ir a um baile que sempre vai com Nenê, e ela para provocar resolve ir com um ex-namorado. Para tentar animar os animar de Lineu, Mendonça  tenta arranjar um caso dele com uma assistente da repartição, piorando ainda mais a situação.
O sucesso das telinhas foi pra telona. Com o mesmo elenco da série, o filme é divertido e entretém.
Mas, com a idéia de colocar um suspense na história quanto ao final, o roteiro acaba ficando um pouco repetitivo e cansativo.
De resto, diverte. Mas eu prefiro a série.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

A Casa Caiu

título original:Bringing Down the House
gênero:Comédia
duração:1 hr 45 min
ano de lançamento: 2003
estúdio: Touchstone Pictures / Hyde Park Entertainment
distribuidora: Touchstone Pictures / Buena Vista International
direção: Adam Shankman
roteiro: Jason Filardi
produção: Ashok Amritraj
música: Lalo Schifrin
fotografia: Julio Macat
direção de arte: James Nedza
figurino: Pamela Withers
edição: Gerald B. Greenberg

Um advogado, workaholic e solitário, ainda é apaixonado pela ex-esposa. Certo dia começa a conversar com uma advogada pelo bate-papo na internet e marca um encontro, mas no seu lugar surge uma ex-presidiária, que se passou por advogada, para chamar a atenção dele e fazê-lo cuidar do seu caso e provar que é inocente. Em troca disso, ela fica por conta de cuidar da sua casa e do seus filhos, mas as coisas não saem como ele deseja.
A história é um Tela Quente básico, nada que saia muito das regras ou surpreenda, mas é divertido. Muito divertido.
Steve Martin, como sempre, manda muito bem ainda mais como um americano quadradão. E Queen Latifah, como boa negona do Bronx, está hilária. Acredito inclusive que ela segura as pontas nesse filme, mas ambos fazem um trabalho juntos muito bom.
Para dar umas risadas é uma ótima opção.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

1972

título original:1972
gênero:Comédia Romântica
duração:1 hr 40 min
ano de lançamento: 2006
estúdio: Grupo Novo de Cinema e TV / Luz & Imaginação / Miravista / Labocine do Brasil / Quanta
distribuidora: Buena Vista International
direção: José Emílio Rondeau
roteiro: José Emílio Rondeau e Ana Maria Bahiana
produção: Tarcísio Vidigal, Ana Maria Bahiana e Lúcia Fares
música: Renato Ladeira e Cláudio Araújo
fotografia: Marcelo Durst
figurino: Karla Monteiro
edição: João Paulo Carvalho

Em 1972, vivendo a nova onda que surgia no Brasil na década de 70, Snoopy - um garoto suburbano- e Júlia - uma menina de Ipanema - se apaixonam e juntos vão enfrentar as dificuldades dessa era de viverem em círculos sociais tão diferentes.
Com uma produção bacana e bem situado culturalmente, o roteiro mostra de uma maneira romanceada, e um pouco fantasiosa, como foi a época da ditadura. O foco aqui é mais no relacionamento dos dois do que na ditadura em si.
O elenco tem um ou outro rosto conhecido, de resto é tudo gente nova e eu gostei bastante disso. A filha da Cláudia Ohana - a cara dela - mandou muito bem.
Não é um super filme para se destacar entre as produções nacionais, mas é divertidinho, fofo, BEM romântico e trás uma nostalgia de uma época que não vivi.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Assalto ao Banco Central

título original:Assalto ao Banco Central
gênero:Ação
duração:1 hr 44 min
ano de lançamento: 2011
estúdio: Total Entertainment
distribuidora: Fox Filmes do Brasil
direção: Marcos Paulo
roteiro: Renê Belmonte, com colaboração de Lúcio Manfredi e pesquisa de Taís Moreno, baseado em argumento de Antônia Fontenelle
produção: Marcos Didonet, Walkiria Barbosa e Vilma Lustosa
música: André Moraes
fotografia: José Roberto Eliezer
direção de arte: Alexandre Meyer
figurino: Marília Carneiro e Antônio Araújo
edição: Felipe Lacerda

2005, 160 milhões de reais são roubados do Banco Central de Fortaleza. Foram mais de três meses de operação, através de um túnel, sem derrubar uma gota de sangue. Quem eram essas pessoas e como planejaram tudo?
Um roteiro de primeira linha que poderia ser um ótimo filme nacional de ação. Porém, não foi trabalhado da melhor maneira. 
A direção deixa a desejar, misturando passado e futuro de maneira desajustada.
A trilha sonora não condiz com o tema, parecendo mais coerente com um filme de sci-fi e entram em horas erradas.
Há cenas de sexo que não adicionam nada a mais no roteiro.
O elenco, só por ter o Eriberto Leão já perde meu respeito, mesmo tendo também o incrível Milhem Cortaz. Giulia Gam e Lima Duarte não estão no melhor momento. Destaque para Vinícius de Oliveira que faz um crente afeminado e também valoriza o elenco.
Podem deixar passar.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

Eurotrip - Passaporte para Confusão

título original:Eurotrip
gênero:Comédia
duração:1 hr 30 min

ano de lançamento: 2004


estúdio: Stillking Films / Blue Sea Productions Inc. / The Montecito Picture Company

distribuidora: DreamWorks Distribution LLC / UIP

direção: Jeff Schaffer

roteiro: Alec Berg, David Mandel e Jeff Schaffer

produção: Alec Berg, Daniel Goldberg, David Mandel e Jackie Marcus

música: James L. Venable

fotografia: David Eggby

direção de arte: David Baxa, Jindrich Kocí e Nenad Pecur

figurino: Julia Caston e Vanessa Vogel

edição: Roger Bondelli
efeitos especiais:Pacific Title / Digital Dimension / Smoke and Mirrors / HimAnI Productions Inc. / Black Pool Studios 

Após terminar o colégio, rapaz pensa em passar o verão com a namorada, mas leva um fora dela. Para piorar, ele manda um email desaforado para um amigo que mora em Berlim, mas logo descobre que ele era na verdade uma linda loira. Não tendo como se retratar pelo email ele,junto a alguns amigos, resolve viajar para a Europa atrás da moça, mas as coisas não saem bem como o esperado.
O pior filme que já vi na minha vida! Conheço pessoas que adoram esse filme, mas eu odeio com todas as minhas forças. Tive vontade de jogar a TV longe quando acabou e percebi o tempo que tinha perdido na minha vida.
Sabe os besteiróis americanos que eu odeio? pois é, mas piora MUITO eles que chegará a esse filme. Ele chega quase a um soft porn em algumas cenas.
É apelativo, com um enredo fraquíssimo, com apelações a cada 5 minutos para "fazer graça" ou segurar o telespectador, com um elenco de dar vergonha - são tão caricatos que beiram o ridículo.
Para não dizer que não gostei de nada, tiveram duas cenas que achei razoáveis [SPOILER/] quando eles tomam Absinto e surge uma fadinha verde e quando um deles aparece de Papa na sacada do Vaticano e cai lá de cima [\SPOILER]
De resto, me façam um favor, queimem todos os DVDs que virem pela frente desse filme. Lixo da escória do lixo.

CLASSIFICAÇÃO: LIXO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Peter Pan

título original:Peter Pan
gênero:Animação
duração:1 hr 17 min
ano de lançamento: 1953
estúdio: Walt Disney Pictures
distribuidora: RKO Radio Pictures Inc. / Buena Vista Pictures
direção: Clyde Geronimi, Wilfred Jackson, Hamilton Luske
roteiro: Milt Banta, William Cottrell, Winston Hibler, Bill Peet, Erdman Penner, Joe Rinaldi, Ted Sears e Ralph Wright, baseado em peça teatral de J.M. Barrie
produção: Walt Disney
música: Oliver Wallace
edição: Donald Halliday

Peter Pan, o garoto que não quer crescer, perde sua sombra e a encontra na casa dos Darling. Sabendo que as crianças da casa - Wendy, João e Miguel - acreditam em sua existência, ele as ensina a voar e as leva para a Terra do Nunca. Mas lá eles terão de enfrentar, junto a Peter Pan e os Garotos Perdidos, o Capitão Gancho, que jurou se vingar de Peter que o fez perder uma mão em uma batalha, com ela tenso sido comida por um crocodilo que segue o navio e já engoliu também um despertador que sempre avisa sua chegada.
Um clássico da Disney, baseado em mais um conto de fadas. Desenho simples e limpo, mas lindo.
É sua delicadeza de traços, trama e trilha sonora que encantam tanto.
Bem infantil e fantasioso, com certeza encanta a qualquer um que assista ou assistiu.
E a voar, a voar, a voar!

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Showtime

título original:Showtime
gênero:Comédia
duração:1 hr 35 min
ano de lançamento: 2002
estúdio: Warner Bros. / Village Roadshow Productions / Tribeca Productions / Material / Overbrook Entertainment
distribuidora: Warner Bros.
direção: Tom Dey
roteiro: Keith Sharon, Alfred Gough e Miles Millar, baseado em estória de Jorge Saralegui
produção: Jane Rosenthal e Jorge Saralegui
música: Alan Silvestri
fotografia: Thomas Kloss
direção de arte: Geoff Hubbard
figurino: Christopher Lawrence
edição: Billy Weber

Um detetive linha dura está prestes a prender uma gangue de traficantes, quando um policial atrapalhado - e frustrado ator - atrapalha seu trabalho e ele acaba atirando em uma equipe de filmagem que quer entrevistá-lo. Por causa disso ele é afastado do trabalho mas se torna uma celebridade instantânea. Um canal de TV propõe então que ele, e o policial atrapalhado, façam um programa juntos de casos policiais, e ele acaba aceitando por ser a maneira mais fácil de voltar a ativa. Mas o policial atrapalhado poderá atrapalhar tudo por ver aí uma oportunidade de se lançar como ator.
Sátira dos programas de policiais americanos. Mas com um roteiro tão fraquinho que dá até dó.
Mas não se podia esperar muito de um filme com Eddie Murphy não é mesmo? Ele consegue sempre fazer esses papéis patéticos, talvez porque se ache maior do que realmente é.
Agora, dava pra esperar mais de um filme com De Niro! O que ele arrumou participando desse filme? Estava querendo queimar seu curriculum? Do tipo: _Ahh, só tem filme ótimo aqui, vamos fazer um ruinzinho para dar uma quebrada no padrão.
Dá até pra dar umas risadas, mas é muito bobo.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

domingo, 14 de agosto de 2011

Robin Hood - o Príncipe dos Ladrões

título original:Robin Hood: Prince of Thieves
gênero:Aventura
duração:2 hr 23 min
ano de lançamento: 1991
estúdio: Warner Bros. / Morgan Creek Productions
distribuidora: Warner Bros. / TriStar Pictures
direção: Kevin Reynolds
roteiro: Pen Densham e John Watson, baseado em estória de Pen Densham
produção: Pen Densham, Richard Barton Lewis e John Watson
música: Michael Kamen e Jeff Lynne
fotografia: Douglas Milsome
figurino: John Bloomfield
edição: Peter Boyle
efeitos especiais:Matte World Digital

Após voltar da Cruzada, Robin descobre que seu pai foi morto pelo xerife de Nottingham, partidário do príncipe João que está fazendo de tudo para que Ricardo Coração de Leão não retorne ao trono. Ele foge para a floresta de Sherwood e lá se reúne a um bando de camponeses com o plano de roubar o dinheiro do xerife para sobreviver e fazer o possível para que seu rei retorne ao trono.
Super Sessão da Tarde, com muita ação, romance e aventura! 
O roteiro segue bem a lenda de Robin Hood e elenco e cenografia estão muito bem encaixados com a trama.
É feito para entreter, tudo bem encaixadinho e bonitinho, mas nada de surpreendente.
É aquele filme que normalmente as pessoas gostam, mas não rola aquela paixão.
Só uma coisa eu tenho certeza, é muito melhor que o "Robin Hood" mais atual, com Russel Crowe.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sábado, 13 de agosto de 2011

Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado

título original:Fantastic Four: The Rise of the Silver Surfer
gênero:Aventura
duração:1 hr 32 min
ano de lançamento: 2007
estúdio: 20th Century Fox / 1492 Pictures / Dune Entertainment / Marvel Enterprises / Thinkfilm
distribuidora: 20th Century Fox Film Corporation
direção: Tim Story
roteiro: Mark Frost, baseado nos personagens criados por Jack Kirby, Stan Lee e Don Payne
produção: Avi Arad, Bernd Eichinger e Ralph Winter
música: John Ottman
fotografia: Larry Blanford
direção de arte: Daniel T. Dorrance e Sandi Tanaka
figurino: Mary E. Vogt
edição: Peter S. Elliot, William Hoy e Michael McCusker
efeitos especiais:The Orphanage / Gentle Giant Studios Inc. / Hydraulx / Weta Digital Film Restoration / Hatch Production / Image Engine Design

Durante o casamento do Homem Borracha e da Mulher Invisível algo estranho surge nos céus. É o alienígena Surfista Prateado que foi enviado à Terra para destruí-la, mas antes terá de enfrentar o Quarteto Fantástico.
O primeiro já não tinha ficado lá aquelas coisas, para que fazer outro? Mas arrecadou dinheiro não é mesmo, então vamos ganhar mais em cima! Como fazer isso? Ah! Já sei, trazendo um personagem de outro quadrinho e o transformando em vilão.
Sério, assisti por pura curiosidade de que animosidade teriam feito nesse filme.
Pode até entreter, mas esse roteiro fraco destruiu o quadrinho.

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Quarteto Fantástico

título original:Fantastic Four
gênero:Aventura
duração:2 hr 3 min
ano de lançamento: 2005
estúdio: 20th Century Fox / Marvel Enterprises / 1492 Pictures / Constantin Film Produktion GmbH
distribuidora: 20th Century Fox Film Corp.
direção: Tim Story
roteiro: Michael France e Mark Frost, baseado nos personagens criados por Jack Kirby e Stan Lee
produção: Avi Arad, Michael Barnathan, Chris Columbus, Bernd Eichinger e Ralph Winter
música: John Ottman
fotografia: Oliver Wood
direção de arte: Shepherd Frankel e Don Macaulay
figurino: Jose Fernandez e Wendy Partridge
edição: William Hoy
efeitos especiais:Giant Killer Robots / Spectral Motion Inc. / Soho VFX / Hydraulx

Cinco cientistas, a bordo de uma nave, sofrem um acidente que cria modificações em seus organismos. Um deles esconde que houve modificações, já os outros se vêem conseguindo esticar o corpo feito borracha, ficar invisível, pegar fogo, e virar pedra, respectivamente. A partir de então terão de se adaptar aos poderes, os usando para ajudara humanidade, e ainda aguentar o status de celebridades.
Gosto muito de filmes de baseados em HQs, mas esse para mim é um dos mais fraquinhos. A história é bacana e mantém uma dose de ação e piadinhas clássicas do gênero em bom tom. 
O que mais gosto dessa história é que os super-heróis não escondem sua verdadeira identidade, todos estão expostos em sua vida real.
Mas de resto acho que poderia ter mais enredo. Dá para distrair e divertir, mas fica nisso. 

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Inspetor Bugiganga

título original:Inspector Gadget
gênero:Comédia
duração:1 hr 18 min
ano de lançamento: 1999
estúdio: Walt Disney Pictures / Caravan Pictures / DiC Enterprises
distribuidora: Buena Vista Pictures
direção: David Kellogg
roteiro: Kerry Ehrin e Zak Penn, baseado em história de Dana Olsen e Kerry Ehrin e nos personagens criados por Andy Heyward, Jean Chalopin e Bruno Bianchi
produção: Roger Birnbaum, Andy Heyward e Jordan Kerner
música: John Debney
fotografia: Adam Greenberg
direção de arte: Lawrence A. Hubbs e Bruton Jones
edição: Gerald B. Greenberg, Thom Noble e Alan Cody
efeitos especiais:Dream Quest Images / Stan Winston Studio / Burners / Banned from the Ranch Entertainment 

Após uma tentativa frustrada de resgate, um segurança fica com o corpo em frangalhos. Uma doutora consegue recuperá-lo transformando em um robô, mas o malvado dr. Claw quer esse experimento e agora Inspetor Bugiganga lutará contra o crime na cidade.
Para quem se lembra, esse filme foi inspirado em um desenho, que inclusive eu assistia na minha infância. Talvez isso tenha influenciado muito na minha opinião final sobre esse filme. Porque fui assistir pensando naquele ótimo desenho e encontrei um filme que deixa muito a desejar. Ver aquele ótimo desenho humanizado não me cativou, falta um tempero no todo parece.
Talvez a minha nostalgia tenha atrapalhado tudo, mas os efeitos visuais são bacanas, de resto achei tudo meia boca.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técncia: IMDb