domingo, 31 de julho de 2011

Quatro Amigas e Um Jeans Viajante 2

Título original: The Sisterhood of the Traveling
Duração:117 minutos
Gênero:Comédia Dramática 
Direção: Sanaa Hamri
Ano: 2008
País de origem: EUA
Roteiro: Elizabeth Chandler
Distribuição: Warner Bros. Pictures
Efeitos especiais: Robert Crowther
Produção: Alcon Entertainment
Edição: Melissa Kent
Direção de arte: Andrew Max Cahn
Figurino: Dona Granata
Música: Rachel Portman

Agora as quatro amigas estão começando a faculdade, cada uma tomando seu rumo na vida mas mantendo o elo de amizade e contando uma com a outro quando surgem problemas.
Novamente minha idade bateu, mais ou menos, com a idade delas no filme. Mas com uma leve diferença, eu amadureci, o estilo de filme não. Apesar de focar no começo da vida adulta delas, o roteiro continua sendo para adolescentes.
Percebe-se claramente que inventaram novos dilemas para tentar continuar ganhando dinheiro com um uma história que rendeu dinheiro na primeira produção. 
É ridículo ver como tratam de forma superficial, por exemplo, a carreira de arqueológo como por exemplo, na cena em que a personagem joga futebol em pleno campo de pesquisa.
O primeiro pode até ser bonitinho, mas essa continuação não cola.

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha Técnica: FilmedeCinema

sábado, 30 de julho de 2011

Quatro Amigas e um Jeans Viajante

título original:The Sisterhood of the Traveling Pants
gênero:Drama
duração:1 hr 59 min
ano de lançamento: 2005
estúdio: Warner Bros. / Alcon Entertainment / DiNovi Pictures 17th Street Productions / Traveling Pants Productions Inc. / Alloy Entertainment
distribuidora: Warner Bros.
direção: Ken Kwapis
roteiro: Delia Ephron e Elizabeth Chandler, baseado em livro de Ann Brashares
produção: Debra Martin Chase, Denise Di Novi, Broderick Johnson e Andrew A. Kosove
música: Cliff Eidelman
fotografia: John Bailey
direção de arte: Kelvin Humenny e Helen Jarvis
figurino: Lisa Jensen
edição: Kathryn Himoff
efeitos especiais:Rocket Science VFX

Quatro adolescentes são amigas desde bebês, pela primeira vez vão passar as férias separadas. Uma vai para a casa do pai em outro estado, outra para a casa dos avós na Grécia, outra para um acampamento no México e a última fica na cidade trabalhando e gravando um documentário. Antes da separação elas vão às compras e encontram um jeans que serve nas quatro, resolvem então que esse será o elo de ligação entre elas durante as férias, sendo enviado pelo correio de uma em uma com um resumo de como andam as coisas.
Filme bem adolescente e meloso. Assisti aos 17, quer dizer, na idade certa. Por isso gostei. Não que tenha sido meu filme favorito, mas deu pra me divertir, passar o tempo assistindo com as minhas amigas e  soltar uns "awwwnns" durante o filme.
Produzido e distribuído para o público adolescente feminino. Se você não se encaixa nele, não assista, com certeza irá odiar.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Michael Collins - O Preço Da Liberdade

título original:Michael Collins
gênero:Drama
duração:2 hr 12 min
ano de lançamento: 1996
estúdio: Warner Bros. / Geffen Pictures
distribuidora: Warner Bros.
direção: Neil Jordan
roteiro: Neil Jordan
produção: Stephen Woolley
música: Elliot Goldenthal
fotografia: Chris Menges
direção de arte: Arden Gartly, Jonathan McKinstry e Cliff Robinson
figurino: Sandy Powell
edição: J. Patrick Duffner e Tony Lawson

Michael Collins é preso ao participar de uma manifestação contra a presença inglesa na Irlanda, nessa mesma época monta o Exército Republicano Irlandês, acreditando que isso poderá terminar com a submissão ao governo inglês. Em um acordo de paz em 1921 é fundada a Irlanda do Norte, mas os conflitos entra Inglaterra e IRA perduram até hoje.
Desenvolve de maneira interessante,dinâmica e explicativa, um dos maiores conflitos existentes no século XX. Mas talvez romantiza um pouco demais a vida da grande figura de Michael Collins, possivelmente querendo desvinculá-lo do homem guerrilheiro e calculista fundador do IRA, tentando mostrá-lo mais humanizado, porém acredito que ocupou espaço demais na história.
De resto, fotografia, figuração, cenografia e trilha sonora, tudo magnífico.
Só um detalhe me incomodou um pouco. O tanto que esse filme, talvez por ser de época e com Liam Neeson, me lembro "A Lista de Schindler", mas eu gostei mais desse último.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 28 de julho de 2011

A Força de um Amor

título original:Breathless
gênero:Policial
duração:1 hr 40 min
ano de lançamento: 1983
estúdio: Breathless Associates / Miko Productions
distribuidora: Orion Pictures Corporation
direção: Jim McBride
roteiro: L.M. Kit Carson e Jim McBride, baseado no roteiro original de Jean-Luc Godard e na história de François Truffaut
produção: Martin Erlichman
música: Jack Nitzsche
fotografia: Richard H. Kline
figurino: J. Allen Highfill
edição: Robert Estrin e Rachel Igel

Após roubar um Porsche e matar um policial, jovem se refugia na casa da namorada em Las Vegas. Sem ter como cobrar uma dívida, ele vê o círculo começar a fechar a sua volta e obriga a moça a largar tudo para fugir com ele para o México.
Achei o roteiro meio confuso, a história vai  acontecendo sem ter um ponto que te prenda. Mas é divertido, talvez sirva pra passar um pouco o tempo.
O que se destaca aqui é a ação, que com certeza agrada a uma maioria e o elenco escolhido  dedo, tendo como par romântico principal duas figuras belas e sensuais.
Muita violência e muito apelo sexual. De verdade achei fraco.
Talvez valha pra mulherada, que assim como eu acha Richard Gere um pedaço de mal caminho, afinal é uma boa chance para vê-lo em nu frontal.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 27 de julho de 2011

O Gabinete do Dr. Caligari

Título Original: Kabinett des Dr. Caligari
Gênero: Terror
Origem/Ano: ALE/1919
Direção: Robert Wiene
Distribuição em Vídeo: Continental

Dr. Caligari hipnotiza um rapaz para que ele passe a matar a seu mando. As coisas se complicam quando a missão é matar uma jovem moça e o rapaz, mesmo fora de si, se recusa.
Primeiro filme alemão que assisti e foi paixão instantânea.
Uma das primeiras obras do Expressionismo alemão, esse filme é passado todo na ótica do rapaz hipnotizado, por isso toda a cenografia é retorcida e surreal.  jogo de luz e sombra é o grande responsável pelos jogos psicológicos do filme.
Outro detalhe que fez ganhar pontos pra mim: é mudo. Os filmes dessa época, na minha opinião, eram muito mais dramáticos. Pela falta de expressão vocal, os atores tinham que se virar em passar a mensagem pelos braços e feições. Quer dizer, é arte pura.
Os cenários foram feitos com papelão e tinta por artistas expressionistas da época.
Algumas pessoas vêem uma certa ligação desse filme com "Batman", alegando que Tim Burton se inspirou nessa obra para compor a sua. Depois de ler esse comentário, vi a relação na questão de luz e sombra, mas não sei afirmar ao certo.
Não arrisquei assistir novamente por medo de perder o encantamento que tive na primeira vez, mas super recomendo. É uma obra prima e um terror de primeiríssima!

CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO 

Poster e Ficha Técnica: WebCine 

Abaixo não é o trailer, e sim, o filme inteiro! =,) . Assim espero pelo menos, porque não tive tempo de rever pra conferir se estava certinho.  

terça-feira, 26 de julho de 2011

Chantagem e Confissão

título original:Blackmail
gênero:Ficção
duração:1 hr 21 min
ano de lançamento: 1929
estúdio: British International Pictures / Gainsborough Pictures
distribuidora: Sono Art-World Wide Pictures Inc.
direção: Alfred Hitchcock
roteiro: Alfred Hitchcock, baseado em peça teatral de Charles Bennett
produção: John Maxwell
música: John Hubert Bath e Henry Stafford
fotografia: Jack E. Cox
direção de arte: C. Wilfred Arnold
edição: Emile de Ruelle

Uma moça que namora um detetive, e não suporta mais ser deixada de lado por causa do trabalho, resolve se encontrar com outro homem. Mas quando esse tenta estuprá-la ela o mata a facadas. Seu namorado acaba sendo o detetive encarregado por investigar o assassinato e logo descobre que foi sua amada a culpada, por causa de uma luva encontrada no lugar. Mesmo assim encobre o caso. O problema é outro homem que tem a outra luva e resolve chantagear a moça.
Suspense do Hitchcock, é chover no molhado já né? O cara sabia como fazer a coisa.
O que vale destacar aqui é o fato de ser o primeiro filme falado do diretor. E um detalhe mais interessante, que começa mudo e depois vira falado, bem bacana.
Os atores ainda tem aquele ar de filme mudo, com uma expressividade característica, beirando o teatral. 
Anny Ondra tem tanta cara de mocinha de filme mudo que até parece uma bonequinha de louça.
Enredo interessante, fotografia bem colocada e elenco bem encaixado. Não é meu favorito entras as produções do rei do suspense, mas é interessante.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

Não encontrei trailer disponível.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Harry Potter e As Relíquias da Morte - parte 2

título original:Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 2
gênero:Aventura
duração:2 hr 10 min
ano de lançamento: 2011
site oficial:
estúdio: Warner Bros. Pictures | Village Roadshow Pictures | Heyday Films
distribuidora: Warner Bros. Pictures (EUA) | Warner Bros. (Brasil)
direção: David Yates
roteiro: Steve Kloves, baseado no livro de J.K. Rowling
produção: J.K. Rowling, David Barron e David Heyman
música: Alexandre Desplat
fotografia: Eduardo Serra
direção de arte: Alastair Bullock, Martin Foley, Christian Huband, Molly Hughes, Hattie Storey e Gary Tomkins
figurino: Jany Temime
edição: Mark Day
efeitos especiais:Baseblack / Cinesite / Double Negative / Framestore / Moving Picture Company / Rising Sun Pictures / The Visual Effects Company

Harry Potter parte e, busca das últimas orcruxes e da batalha final com Valdemort.
O mais interessante aqui da obra é a evolução que podemos notar em todos os requisitos do filme.
A história passou de um roteiro infanto-juvenil para algo mais suspense e sombrio, o estilo de filmagem também foi se tornando mais obscuro conforme o passar dos filmes e as interpretações a cada passo melhor.
O que vemos nesse filme é o final de um ciclo, de uma história que entreteu uma geração tanto em livros quanto na telona. Inclusive a mim.
Foi muito emocionante chegar a esse filme. Assim como chorei lendo o último livro, chorei no cinema vendo a esse filme. Foram cenas quase épicas e que marcaram.
Um final digno para essa grande série. Acredito que todos os fãs ficaram bem satisfeitos.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técncia: IMDb

O Diabo a Quatro

título original:O Diabo a Quatro
gênero:Drama
duração:1 hr 43 min
ano de lançamento: 2004
estúdio: Ravina Filmes
distribuidora: Alice Andrade
roteiro: Alice Andrade, Joaquim Assis, Cláudio MacDowell, Pauline Alphen, Jacques Arhex e Jean-Vincent Fournier
produção: Flávio R. Tambellini, Jacques Arhex, Yannick Bernard, François D'Artemare e Maria João Mayer
música: Lenine, Pedro Luís & A Parede, José Renato e Fausto Fawcett
fotografia: Pedro Farkas e Jacques Cheuiche
edição: Dominique Pris

Em Copacabana, quatro personagens tem suas vidas entrelaçadas nos detalhes. Em uma paisagem as avessas, mostrando o Rio não como a cidade maravilhosa, mas aquilo que não é mostrado - o lado triste, deprimente e feio.
Com um roteiro baseado na crítica social, apesar de um pouco forçado em certos momentos, a história se desenvolve bem. Penso que cenas "forçadas" as vezes podem fazer parte do plano do diretor, é a intenção dele para demonstrar o que lhe está na cabeça.
Achei bem bacana o elenco fugir das estrelinhas, em sua maioria são atores que não tem muito destaque em outros meios. 
Maria Flor, além de linda, mostra seu valor como a ótima atriz que é.
Apesar de quase não ter ganhado espaço e conhecimento na época em que foi lançado, vale a pena assistir para sair do círculo vicioso dos filmes da Globo Produções, cheio de "grandes" nomes da TV brasileira e , na maioria das vezes com roteiro precário.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

Não encontrei trailer disponível.

domingo, 24 de julho de 2011

Roma, Cidade Aberta

título original:Roma, Città Aperta
gênero:Drama
duração:1 hr 38 min
ano de lançamento: 1945
estúdio: Excelsa Film / Minerva Film AB
distribuidora: Arthur Mayer & Joseph Burstyn Inc.
direção: Roberto Rossellini
roteiro: Sergio Amidei e Federico Fellini, baseado em estória de Sergio Amidei e Alberto Consiglio
produção: Giuseppe Amato, Roberto Rossellini e Ferruccio de Martino
música: Renzo Rossellini
fotografia: Ubaldo Arata
direção de arte: Rosario Megna
edição: Eraldo da Roma

O líder da Resistência, em Roma, planeja entregar 1 milhão de libras a seus compatriotas, mas é procurado pelo nazistas. Deixa então o dinheiro por conta de um padre e pede ajuda a um amigo e sua noiva, quando os nazistas o prendem ele vê a moça ser metralhada, consegue fugir e vai para casa de sua amante, não imaginando ter cometido um grande erro.
Filme seco e direto do ponto de vista do roteiro e da fotografia. No todo, mantém um estilo  cru de cinema que revolucionou a história do cinema.
Em muitos pontos chega a ser quase documental, narrando a guerra praticamente em tempo real.
Pesado e muito carregado, não aconselho que assista quando estiver cansado ou estressado, não dará para apreciá-lo no todo.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sábado, 23 de julho de 2011

Por Que Choram os Homens

título original:The Man Who Cried
gênero:Drama
duração:1 hr 37 min
ano de lançamento: 2000
estúdio: Adventure Pictures / Le Studio Canal+ / Working Title Films
distribuidora: Universal Focus
direção: Sally Potter
roteiro: Sally Potter
produção: Christopher Sheppard
música: Osvaldo Golijov
fotografia: Sacha Vierny
direção de arte: Carlos Conti, Laurent Ott e Ben Scott
figurino: Lindy Hemming
edição: Hervé Schneid
efeitos especiais:Double Negative 

Segunda Guerra Mundial, uma jovem judia foge da sua terra, Rússia, e se muda para Paris a fim de desenvolver seu talento como cantora. Lá ela adentra a um grupo de teatro onde, sua amiga tem um caso com o cantor de ópera e ela se envolve com um cigano, mas a guerra afetará o destino desses romances.
Mesmo tendo um elenco estrelar, que dá um pouco de valor ao filme e segura as pontas, o roteiro não é promissor.
Com uma história mal construída, algumas partes ficam falhas e não se desenvolvem de maneira coerente. Fica a impressão que a edição cortou partes importantes ou que o ator pulou alguma fala na hora da gravação.
A fotografia é bonita e o filme é feito para emocionar, mas no todo fica bem aquém do esperado.

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Crianças Invisíveis

título original:All the Invisible Children
gênero:Drama
duração:1 hr 56 min
ano de lançamento: 2005
estúdio: Rai Cinemafiction / MK Film Productions S.r.l.
distribuidora: 01 Distribuzione / Paris Filmes
direção: Mehdi Charef, Kátia Lund, John Woo
roteiro: Mehdi Charef, Diogo de Silva, Stribor Kusturica, Cinqué Lee, Joie Lee, Spike Lee, Qiang Li, Kátia Lund, Jordan Scott e Stefano Veneruso
produção: Maria Grazia Cucinotta, Chiara Tilesi e Stefano Veneruso
música: Terence Blanchard, Ramin Djawadi e Hai Lin
fotografia: Philippe Brelot, Cliff Charles, Changwei Gu, Toca Seabra, Vittorio Storaro, Jim Whitaker e Nianping Zeng
figurino: Donna Berwick
edição: Barry Alexander Brown, Robert A. Ferretti e Dayn Williams
efeitos especiais:Neil Corbould Special Effects Ltd. / SR "Zeljko Bozic" za Pruzanje Kaskaderskih Usluga 

Sequência de curtas que narram histórias de crianças, através do mundo, que tem de lidar desde cedo com a dura realidade e crescer antes do tempo, não podendo ter o direito de curtir a infância.
Brasil, Índia, China, Sérvia, Itália, em cada novo curta uma coisa é comprovada: os direitos das crianças são descumpridos em qualquer canto do mundo, seja no 1º ou 3º mundo a desigualdade existe e quem mais sofre com isso são as crianças.
Patrocinado pela Unicef, esse filme está aí para mostrar qual é a realidade e promover a busca pelos direitos das crianças e adolescentes.
Emocionante do começo ao filme, é lindo e triste em cada detalhe. Não deixe de assistir, mas se prepare para chorar, e muito.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Amor, Sublime Amor

título original:West Side Story
gênero:Musical
duração:2 hr 35 min
ano de lançamento: 1961
estúdio: Seven Arts Productions / Beta Productions / Mirisch Films
distribuidora: United Artists
direção: Jerome Robbins, Robert Wise
roteiro: Ernest Lehman, baseado em musical de Arthur Laurents
produção: Robert Wise
música: Leonard Bernstein e Saul Chaplin
fotografia: Daniel L. Fapp
figurino: Irene Sharaff
edição: Thomas Stanford
efeitos especiais:Film Effects of Hollywood

Na área pobre de Nova York duas gangues disputam a área. Mas entre esses grupos surge algo além da rixa: o amor entre o líder de uma das gangues e a irmã do líder do outro grupo.
Uma versão moderna e musical de Romeu e Julieta.
Bem alegre e com cenas incríveis de dança, é uma boa opção pra quem procura entretenimento.
É um clássico entre os musicais, mas apesar de ter um desenvolvimento previsível na área do romance, as danças preenchem bem o filme.
Só em alguns momentos enche um pouco por dançarem e cantarem demais, mas tem de ser assim - já que não tem um enredo muito profundo. Acredito que dava pra ser um pouco mais curto, não precisava de duas horas e meia para desenvolver um roteiro romântico tão básico.
Há várias músicas marcantes, sem dúvida você ficará cantando depois "I feel pretty, o so pretyy..."
Mesmo com uma história meio bobinha, o saldo final é positivo para aqueles que gostam de dança e musicais.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 20 de julho de 2011

A Era do Gelo 3

título original:Ice Age: Dawn of the Dinossaurs
gênero:Animação
duração:1 hr 34 min
ano de lançamento: 2009
estúdio: Blue Sky Studios
distribuidora: 20th Century Fox Film Corporation
direção: Carlos Saldanha
roteiro: Michael Berg, Peter Ackerman, Mike Reiss e Yoni Brenner, baseado em história de Jason Carter Eaton
produção: John C. Donkin e Lori Forte
música: John Powell
direção de arte: Mike Knapp
edição: Harry Hitner

Manny e sua esposa, Ellie, agora esperam um bebê e Sid, enciumado também quer constituir uma família. Quando encontra três ovos de dinossauro resolve criá-los como se fossem seus filhos. Mas isso atrai problemas, porque a mãe biológica vem atrás de seus bebês e acaba carregando a preguiça para um mundo subterrâneo, onde os dinossauros ainda existem, forçando Manny, Diego e Ellie irem resgatá-lo.
É muito bacana ver como o brasileiríssimo diretor, Carlos Saldanha, conseguiu manter a qualidade em toda a trilogia. 
O tema é bem cabido e, além de divertir, também passa implicitamente informação para a criançada sobre a história dos primórdios do mundo. Também não falta valorização da família, dos amigos e da cultura de amor.
Ah! E agora Scrat tem um par, além da noz.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

TRAILER

terça-feira, 19 de julho de 2011

A Era do Gelo 2

título original:Ice Age: The Meltdown
gênero:Animação
duração:1 hr 31 min
ano de lançamento: 2006
estúdio: 20th Century Fox / Blue Sky Studios
distribuidora: 20th Century Fox / Warner Bros.
direção: Carlos Saldanha
roteiro: Peter Gaulke, Gerry Swallow e Jim Hecht, baseados no argumento dos dois primeiros
produção: Lori Forte
música: John Powell
fotografia: Craig Anthony Grasso
direção de arte: Thomas Cardone
edição: Harry Hitner

Sid, Manny e Diego se reúnem novamente, mas dessa vez para salvar as espécies pois parques aquáticos estão surgindo e inundando todos os espaços ameaçando de extinção os animais; é o final da Era Glacial.
A linha de desenvolvimento continua a mesma, mas dessa ainda ainda com um toque bíblico. Digo isso porque os animais, em pares, se abrigam em uma casca de árvore gigantesca que parece um barco. Só faltou o Noé...
Tem quem ache esse mais fraco que o primeiro ou o pior dos três. Eu acho bem digna a continuação, engraçado, divertido e informativo no ponto certo.
Pra variar, o esquilo Scrat é a cereja do bolo. [SPOILER/] E de certa forma o culpado pela inundação [\SPOILER]

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 18 de julho de 2011

A Era do Gelo

título original:Ice Age
gênero:Animação
duração:1 hr 55 min
ano de lançamento: 2002
estúdio: Fox Animation Studios / Blue Sky Studios
distribuidora: 20th Century Fox Film Corporation
direção: Chris Wedge, Carlos Saldanha
roteiro: Peter Ackerman, Michael Berg e Michael Wilson
produção: Lori Forte
música: David Newman
edição: John Carnochan

 Um mamute, um tigre dente-de-sabre e uma preguiça encontram um bebê humano perdido. Passam então a buscar a família da criança para poder devolvê-lo.
Desenho com pegada infantil, mas ao mesmo tempo mantém piadinhas sutilmente adultas e ainda se preocupa em inserir, de leve, na vida da criança - em quanto se diverte - informações sobre o período pré-histórico do mundo e um pouco de consciência ambiental e sustentável.
Destaque a história que corre em paralelo: o esquilo na busca incessante por sua noz que insiste em lhe escapar. Não desmerecendo o resto do filme e os outros personagens, mas amo esse esquilo e sempre fico esperando suas cenas ansiosamente.
Uma leve diversão muito da agradável para ver com a família, amigos, namorado(a) ...

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

domingo, 17 de julho de 2011

Ben-Hur

título original:Ben-Hur
gênero:Épico
duração:3 hr 39 min
ano de lançamento: 1959
estúdio: MGM
distribuidora: MGM
direção: William Wyler
roteiro: Karl Tunberg, baseado em livro de Lew Wallace
produção: Sam Zimbalist
música: Miklós Rózca
fotografia: Robert Surtees
direção de arte: Edward C. Carfagno e William A. Horning
figurino: Elizabeth Haffenden
edição: John D. Dunning e Ralph E. Winters

Um rico mercador judeu, Ben-Hur, se desentende de seu melhor amigo que agora é chefe das legiões romanas da cidade. Como forma de vingança ele condena Ben-Hur a ser escravo em uma galera romana. O que ele não espera é a volta por cima que Ben-Hur dará.
O maior é pico de todos os tempos. E não me venham com nenhum outro filme. Pode não ser seu favorito do gênero, mas sem dúvida alguma é o precursor de todos.
Toda a produção do filme, feita nos mínimos detalhes, a cenografia e os efeitos visuais são acima das expectativa para sua época.
O roteiro pode até ser considerado um blockbuster, com base religiosa - histórica cheia de clichês - realmente não é o que mais prende, depois da corrida de bigas o filme desacelera, o que torna suas mais de três horas de filme meio cansativas.
Mesmo assim, por sua super produção e tudo que isso representou na época em que foi produzido, merece o devido destaque e ser apreciado como um clássico.
Assistam para conhecimento e apreciação, não esperem divertimento e velocidade.

Observação a parte: vi esse filme na época em que trabalhava na coordenadoria da minha faculdade, em uma parte das férias que cobri lá. Como não tinha ninguém para atender nem nada para fazer, pegava filmes na biblioteca e assistia no computador. Imaginem o que é assistir esse filme em frente a um PC sentado em uma cadeira. Fui guerreira viu!  

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sábado, 16 de julho de 2011

Máfia no Divã

título original:Analyze This
gênero:Comédia
duração:1 hr 44 min
ano de lançamento: 1999
estúdio: Village Roadshow Productions / Tribeca Productions / Baltimore Pictures / Face Productions / NPV Entertainment / Spring Creek Productions
distribuidora: Warner Bros.
direção: Harold Ramis
roteiro: Kenneth Lonergan, Harold Ramis e Peter Tolan, baseado em estória de Peter Tolan e Kenneth Lonergan
produção: Jane Rosenthal e Paula Weinstein
música: Howard Shore
fotografia: Stuart Dryburgh
direção de arte: Jefferson Sage
figurino: Aude Bronson-Howard
edição: Craig Herring e Christopher Tellefsen
efeitos especiais:Balsmeyer and Everett Inc.

Um mafioso passa a ter crises de pânico e ansiedade por problemas do passado. Passa então a se consultar com um psiquiatra, o problema é que ele deseja que o médico esteja a sua disposição 24 horas por dia e o requisita nos momentos mais inapropriados para que o cure antes de uma importante reunião das "famílias" que acontecerá em duas semanas. Ao mesmo tempo, agentes federais pedem para que o psiquiatra passa informações sobre essa reunião para eles.
Eu amo filme de Máfia, principalmente os que tem o De Niro (quase todos). Imagina então um que tira sarro da máfia com o De Niro. É lindo!
Elenco de primeira e muito bem casado com seus personagens, várias referências a clássicos do gênero como "Os Bons Companheiros" e "O Poderoso Chefão" e muitas sacadas e tiradinhas de qualidade -  não só sobre o gênero mas dentro da psicologia também.
Tem como deixar de se divertir com esse filme? Eu acho que não. 
Ah! E tem a Phoebe! =')
 
CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Corra, Lola, Corra

título original:Lola Rennt
gênero:Ação
duração:1 hr 21 min
ano de lançamento: 1998
estúdio: X-Filme Creative Pool / Westdeutscher Rundfunk / German Independents / Arte / Bavaria Film
distribuidora: Sony Pictures Classics / Columbia TriStar Films
direção: Tom Tykwer
roteiro: Tom Tykwer
produção: Stefan Arndt
música: Reinhold Heil, Johnny Klimek, Franka Potente e Tom Tykwer
fotografia: Frank Griebe
figurino: Monika Jacobs
edição: Mathilde Bonnefoy
efeitos especiais:Berliner Spezialeffekte Atelier / Das Werk

Lola é filha de um bancário e namora um rapaz bem encrenqueiro. Ele perdeu uma quantia grande de dinheiro que o bando deixou em sua confiança, e busca ajuda com a namorada para resolver o problema. Lola então corre contra o tempo para tirar o namorado dessa encrenca.
O roteiro toma vários rumos durante o desenvolver da história. Mesclando vários tipos de filmagens, inclusive animações; segue um ritmo de videoclips da MTV.
A velocidade da história e a trilha sonora são alucinantes! Tudo acontece muito rápido, uma piscada e você já perdeu metade da sequência.
E ela realmente passa o filme todo correndo e, quanto mais corre, mais você deseja que ela corra.
Como já citei algumas vezes, sou fã do cinema alemão. Pelo menos todos que vi até hoje, gostei. E esse é um dos culpados da minha predileção pelos filmes germânicos. 
As interpretações são super convincentes e a fotografia deles tem uma particularidade, que não sei explicar, mas só se vê em filmes da Alemanha.
Com certeza, mesmo estando paradinho no sofá, o filme acabará e você estará com uma leve falta de ar.
Um dos meus filmes  favoritos sem dúvida alguma.
O mais engraçado é que a atriz que faz a Lola chama Franka Potente, seria ironia do destino ou é por isso que ela consegue correr tanto durante o filme? ;)

CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

Poster e Ficha Técnica: IMDb