quinta-feira, 31 de março de 2011

Persépolis

título original:Persepolis
gênero:Animação
duração:1 hr 35 min
ano de lançamento: 2007
estúdio: 2.4.7 Films / The Kennedy/Marshall Company / France 3 Cinéma / Diaphana Films / French Connection Animations / Sony Pictures Classics / Sofica Europacorp / Celluloid Dreams / Soficinéma / Centre National de la Cinématographie / R&eacu
distribuidora: Europa Filmes / Sony Pictures Classics
direção: Vincent Paronnaud, Marjane Satrapi
roteiro: Vincent Paronnaud, baseado em livro de Marjane Satrapi
produção: Xavier Rigault e Marc-Antoine Robert
música: Olivier Bernet
edição: Stéphane Roche

História biográfica de Marjane Satrapi que cresceu durante a queda do Xá no Irã e o início da República Islâmica, enfrentando revoluções, guerras, muitas mortes e sofrimento; ao mesmo tempo que tinha de segurar a barra dos conflitos internos de qualquer adolescente.
Para entender minha relação com essa história vou lhes relatar algo primeiro: certa vez peguei esse filme pra lá do meio passando na TV, comecei a assistir mas percebi que perderia muito, então resolvi ler o livro antes de ver. O comprei e li mês passado, me encantei com a história, o desenho, tudo. Ontem, por acaso, fiquei sabendo que iria passar na TV Cultura, já com a base do livro estava, então, preparada.
Logo que começou me assustei, estava colorido! Como assim? Um dos grandes detalhes graciosos é ser em preto e branco! Isso foi só o presente, quando ela começa a lembrar de seu passado, aí passa a ser como no livro.
A arte e o roteiro se mantém tão encantadoras como no original, mas senti falta de um narrador. É ela quem conta sua história no livro, isso dá os detalhes da parte histórica do país e o rumo que sua vida vai tomando. Todo o cunho político é um pouco deixado de lado para focalizar em seus problemas interiores, para quem já conhece a história, a parte política pode ser percebida implicitamente, mas acredito que para quem assiste sem a primeira base pode acabar passando despercebido o assunto mais importante da história.
Sem contar que algumas partes são tiradas da ordem certa para dar uma sequência mais interessante ao filme. [SPOILER/] Como quando ela conhece seu marido, no filme isso acontece já na faculdade, mas no livro eles se conhecem numa festa e batalham juntos para entrar na faculdade. [\SPOILER]
Marjane tem uma história de vida excepcional e a maneira como foi contada é mais incrível ainda, mesmo com essas "reclamações" que fiz, o filme continua sendo uma obra de arte. É lindo e encantador, e mostra uma cultura da qual temos certos preconceitos , principalmente  por ser fora da visão ocidental de que "pessoas dos países árabes são terroristas".
Não deixe de assistir! mas leia o livro primeiro.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 30 de março de 2011

Férias Frustradas em Las Vegas

Original: Vegas Vacation
Ano: 1997
Diretor: Stephen Kessler
Roteiro: Elisa Bell
Gênero: Comédia

 Clark e sua família decidem sair de férias para um lugar onde possam realmente se divertir: Las Vegas. Mas as coisas não saem exatamente como desejam e encontrar seus primos inconvenientes por lá também não ajuda muito.
Comédia de Sessão da Tarde, posso estar errada, mas acredito ser um filme que nem deve ter passado perto dos cinemas. Não é ruim, dá para distrair e se divertir, mas como toda sequência, sem dúvida o primeiro é mais divertido, não que isso torne "Férias Frustradas" uma obra prima também, mas pelo menos é novidade então parece ser mais legal.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: CineDica 

Férias Frustradas

Original: Vacation
Ano: 1983
Gênero: Comédia
Diretor: Harold Ramis
Roteiro: John Hughes

Saindo de férias com a família, a caminho de parque de diversões atravessando os EUA, pai vê tudo saindo de seu controle com vários problemas que vão surgindo.
Comédia de trapalhada, é uma atrás da outra. Bem Sessão da Tarde, é divertidinho e engraçado, um bom passatempo para aqueles que são da minha geração para mais, acredito que esse tipo de filme não prende mais a atenção das novas gerações, o que é uma pena pois é um filme família e bem distrativo, bom para momentos de descansar a cabeça.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: CineDica 

terça-feira, 29 de março de 2011

Interiores

título original:Interiors
gênero:Drama
duração:1 hr 33 min
ano de lançamento: 1978
estúdio: Rollins-Joffe Productions
distribuidora: United Artists (EUA)
direção: Woody Allen
roteiro: Woody Allen
produção: Charles H. Joffe
fotografia: Gordon Willis
figurino: Joel Schumacher
edição: Ralph Rosenblum

Em uma família burguesa "perfeita" tudo desmorona quando o pai resolve abandonar a esposa para se casar com outra mulher.
O primeiro filme sério de Allen. Sinceramente não gostei, sabia que era lento e assisti preparada, mesmo assim não consegui engolir.
Talvez seja a clara referência a Bergman que mais me fez desgostar; acho que a trilha sonora é um dos pontos chaves para demonstrar emoções e conduzir a história, a falta dela na filmografia de Bergman e nesse filme, para mim, faz com que a história fique enfadonha e sem graça.
Sem dúvida alguma a intenção de mostrar a crise familiar, e como cada um lida com ela, foi muito bem sucedida. O problema pra mim foi a maneira como foi conduzida, maçante ao extremo.
Os poucos momentos em que a trilha surge você já espera que aconteça algo ruim, afinal está saindo do padrão de todo o resto do filme.
De verdade acho que gostei mais de uma das poucas cenas em que surge música [SPOILER/] quando a mãe se mata no mar e a filha quase vai junto, não sei se porque foi um momento em que finalmente aconteceu algo a mais na história que deu o tempero que faltava ou porque percebi que finalmente estava acabando [\SPOILER].
Para os fãs de Bergman esse filme com certeza será um prato cheio, eu particularmente não gosto, muito parado pra minha alma hiperativa, mas tem seu valor, só não recomendo para o público em geral.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 28 de março de 2011

O Escafandro e a Borboleta

título original:Le Scaphandre et le Papillon
gênero:Drama
duração:1 hr 52 min
ano de lançamento: 2007
estúdio: Pathé Renn Productions / France 3 Cinéma / Canal+ / Région Nord-Pas-de-Calais / The Kennedy/Marshall Company / C.R.R.A.V. Nord Pas de Calais / Ciné Cinémas / Banque Populaire Images 7
distribuidora: Miramax Films / Europa Filmes
direção: Julian Schnabel
roteiro: Ronald Harwood, baseado em livro de Jean-Dominique Bauby
produção: Kathleen Kennedy e Jon Kilik
música: Paul Cantelon
fotografia: Janusz Kaminski
figurino: Olivier Bériot
edição: Juliette Welfling

O editor da revista Elle francesa, Jean-Dominique Bauby, sofreu um AVC que o deixou com o corpo todo completamente paralisado. O único local não afetado, e único meio de comunicação com o mundo exterior, é seu olho esquerdo. Então ele passa a piscar uma vez para SIM e duas para NÃO e assim vai formando palavras, até criar um livro baseado no que lhe sobrou: suas memórias e sua imaginação.
Vou começar sendo bem clara: é um filme parado. Não veja se estiver cansado, sem paciência ou só afim de se distrair. Aqui apresento um filme para pensar e pensar mais um pouquinho.
Com uma fotografia de encher os olhos, enquadramentos incríveis, te colocando no ponto de vista do personagem principal, não há como não se sentir parte da história, ali convivendo com cada sofrimento e dor.
Confesso que não sou muito fã dos filmes franceses, acho todos muito papo-cabeça e infelizmente quando assisto não estou pra isso, na maioria das vezes. Esse não foge da regra, mas é encantador, ainda mais por ser baseado em fatos reais, saber que alguém passou por isso é tocante e uma lição de força e vontade e superação. 
Na verdade é esse o tema do filme, superação e saber dar valor à vida. Lindo.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha técnica: IMDb

sábado, 26 de março de 2011

Garotas do Calendário

título original:Calendar Girls
gênero:Comédia
duração:1 hr 48 min
ano de lançamento: 2003
estúdio: Touchstone Pictures
distribuidora: Buena Vista International / Touchstone Pictures
direção: Nigel Cole
roteiro: Tim Firth e Juliette Towhidi
produção: Nick Barton e Suzanne Mackie
música: Patrick Doyle
fotografia: Ashley Rowe
direção de arte: Mark Raggett
figurino: Frances Tempest
edição: Michael Parker
efeitos especiais:The Moving Picture Company

Duas amigas fazem parte de um grupo que reúne senhoras para atividades como artesanato, exercícios, preparação de pratos. Certo dia o marido de uma delas morre de leucemia e o grupo resolve arrecadar dinheiro para o hospital local. Elas então resolvem fazer um calendário cada uma mostrando alguma prendam que fazem, o diferencial é que as senhorinhas estarão nuas.
Tem Helen Mirren no elenco, preciso dizer muito mais que isso?! Gente como ela consegue ser tão boa atriz e ainda linda e sexy na sua idade!
O roteiro ganha todo um teor especial a partir do momento que você fica sabendo que é baseado em fatos reais, mais ainda quando vê as fotos. Uma atitude fora do comum e que rendeu muita mídia para a ação delas.
Outro ponto a observar é a vontade de viver, a sabedoria que todas as personagens passam e como elas lidam com as perdas e os relacionamentos tão antigos.
É lindo, se não me engano quando assisti peguei por acaso na TV e me encantei. Vale muito a pena!

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 25 de março de 2011

Escola da Vida

(School of Life, 2005)
Direção: William Dear
Duração: 111 minutos
Gênero: Drama/ Comédia
Origem: Estados Unidos/ Canadá

Um professor que sonha em ser eleito o Professor do Ano vê seu desejo indo água abaixo quando um novo professor entra na escola. Carismático e nada convencional, sr. D ganha a todos, menos ao concorrente. Só que essa birra se transformará depois que descobrir um segredo do sr. D.
Durante todo seu desenrolar é engraçadinho, água com açúcar. Mas o valor do filme realmente aparece quando o segredo é revelado. É aí que surge total a moral do filme, da perda de tempo que é acumular inveja e raiva das pessoas, como perdoar e ajudar faz muito mais bem a nós.
Não é muito conhecido, mas aqui está um filme em que respeito Ryan Reynolds

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: CinePlayers

quinta-feira, 24 de março de 2011

Dr. Dolittle 2

título original:Dr. Dolittle 2
gênero:Comédia
duração:1 hr 21 min
ano de lançamento: 2001
estúdio: 20th Century Fox / Davis Entertainment / Joseph M. Singer Entertainment
distribuidora: 20th Century Fox Film Corporation
direção: Steve Carr
roteiro: Larry Levin, baseado nas histórias de Hugh Lofting
produção: John Davis e Joseph Singer
música: David Newman
fotografia: Daryn Okada
direção de arte: Bruce Crone
figurino: Ruth E. Carter
edição: Craig Herring
efeitos especiais:Animated Engineering / Rhythm & Hues

Dr. Dolittle parte para a floresta junto de sua família afim de salvar uma raça de ursos em extinção. O difícil será arranjar um parceiro para a ursa do local.
única coisa a dizer: deviam ter parado no primeiro. Não que esse seja extremamente ruim - essa classificação fica para o terceiro da saga que nem tive coragem de ver - até dá pra engolir, mas é desnecessário.
Não tem muito o que falar, é aquele tipo de filme sem necessidade, com alguma piadinhas adultas a mais que o primeiro, pra tentar emplacar, não rolou.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

Dr. Dolittle

título original:Doctor Dolittle
gênero:Comédia
duração:1 hr 25 min
ano de lançamento: 1998
estúdio: 20th Century Fox / Davis Entertainment / Joseph M. Singer Productions
distribuidora: 20th Century Fox Film Corporation
direção: Betty Thomas
roteiro: Nat Mauldin e Larry Levin, baseado nas histórias de Hugh Lofting
produção: John Davis e David T. Friendly
música: Richard Gibbs
fotografia: Russell Boyd
direção de arte: Greg Papalia
figurino: Sharen Davis
edição: Peter Teschner
efeitos especiais:Banned From the Ranch Entertainment / C.O.R.E. Digital Pictures / Cinesite Hollywood / Jim Henson's Creature Shop / Makeup & Effects Laboratories Inc. / POP Films / Pacific Title/Mirage Digital / Question Mark FX / The Computer Film Company / VisionAr

Um menino tem o dom de conversar com os animais, mas os pais dão um jeito de "apagar" isso de sua vida. Já adulto, casado, e formado veterinário o dom reaparece, mas as pessoas acreditam que ele esteja louco e o internam, ele passa então a buscar um modo de fugir dali mas contratempos o atrapalham.
Eddy Murphy sempre será Eddy Murphy, nem bom nem ruim, só ele mesmo. Mas pelo menos nessa época ele ainda estava no auge de sua carreira e não tinha se tornado ainda tão irritante.
Roteiro totalmente criado para agradar o público infantil, acredito eu que, pelo menos na época de seu lançamento, atingiu a meta.
Engraçadinho, com algumas tiradinhas mais divertidas, ele entretém. E ponto. Pode até passar uma mensagem sobre tratar bem os animais e não limitar as crianças em seus sonhos, mas bem sutilmente.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 23 de março de 2011

Dois Espiões e Um Bebê

título original:Undercover Blues
gênero:Comédia
duração:1 hr 30 min
ano de lançamento: 1993
estúdio: Metro-Goldwyn-Mayer
distribuidora: Metro-Goldwyn-Mayer / UIP
direção: Herbert Ross
roteiro: Ian Abrams
produção: Mike Lobell
música: David Newman
fotografia: Donald E. Thorin
direção de arte: Mike Lobell
figurino: David Newman
edição: Priscilla Nedd-Friendly
efeitos especiais:Makeup & Effects Laboratories Inc.

Um casal de espiões da CIA se aposenta depois que o bebê deles nasce. O problema é que seu passado sempre volta a tona e os coloca em enrascadas enquanto cuidam da criança e agora dois contrabandistas muito perigosos estão atrás deles.
Roteiro bem Sessão da Tarde, descontraído e relaxante, nada para pensar ou raciocinar, só para se divertir.
As melhores cenas do filme com certeza estão nas mãos de Stanley Tucci, que desde essa época já mostrava como é um magnífico ator, no caso com o personagem Muerte, hilário e cativante de tão engraçado.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 22 de março de 2011

Dois Velhos Mais Rabugentos

título original:Grumpier Old Men
gênero:Comédia
duração:1 hr 41 min
ano de lançamento: 1995
estúdio: Warner Bros. / Lancaster Gate
distribuidora: Warner Bros.
direção: Howard Deutch
roteiro: Mark Steven Johnson
produção: Richard C. Berman e John Davis
música: Alan Silvestri
fotografia: Tak Fujimoto
direção de arte: Bill Rea
figurino: Lisa Jensen
edição: Marianne Brandon, Seth Flaum e Billy Weber

Os dois vizinhos continuam brigando, um conseguiu casar com a vizinha do primeiro filme, outro continua solteirão. Mas uma nova mulher entra na história, abrindo um restaurante na antiga loja de iscas e, incrivelmente, se encantando pelo solteirão rabugento.
Elenco de primeira, esses dois grandes humoristas continuam garantindo as risadas com maestria. Sophia Loren, mesmo já talvez com seus 60 anos nesse filme, continua deslumbrante.
Tão divertido quanto o primeiro, aí está uma continuação agradável que deu certo.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 21 de março de 2011

Dois Velhos Rabugentos

título original:Grumpy Old Men
gênero:Comédia
duração:1 hr 43 min
ano de lançamento: 1993
estúdio: Warner Bros. / Lancaster Gate
distribuidora: Warner Bros.
direção: Donald Petrie
roteiro: Mark Steven Johnson
produção: Richard C. Berman e John Davis
música: Alan Silvestri
fotografia: Johnny E. Jensen
direção de arte: Mark Haack
figurino: Lisa Jensen
edição: Bonnie Koehler

Dois vizinhos que passaram a vida brigando, e tem nisso uma diversão na vida, arranjam um motivo maior ainda para encrencarem um com o outro: a bela viúva que passa a ser vizinha deles.
Humor da melhor qualidade. Quando descobri que esse velhinho de cabeça branca de quem eu tanto gostava era Jack Lemmon, um ator pelo qual me apaixonei em "Quanto mais quente melhor" pela sua versatilidade, fiquei mais encantada ainda.
Não tem baixaria, não é apelativo, nem por isso vira humor bobo para crianças. É diversão da boa e garantida.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica:  IMDb

sábado, 19 de março de 2011

Dois É Bom, Três É Demais

título original:You, Me and Dupree
gênero:Comédia
duração:1 hr 48 min
ano de lançamento: 2006
estúdio: Universal Pictures
distribuidora: Universal Pictures / UIP
direção: Anthony Russo, Joe Russo
roteiro: Mike LeSieur
produção: Mary Parent, Scott Stuber e Owen Wilson
música: Theodore Shapiro
fotografia: Charles Minsky
direção de arte: Kevin Constant e Paul M. Sonski
figurino: Karen Patch
edição: Peter B. Ellins
efeitos especiais:Illusion Arts Inc. / Cinesite (Hollywood)

Um casal se vê com a vida de pernas pro ar quando o amigo do marido, que está sem emprego e sem casa, vem morar provisoriamente com eles. O tempo passa e ele não ajeita sua situação, seus hábitos começam a incomodar o casal e eles tem de arrumar uma maneira de dar um jeito na vida dos três.
A história não tem lá muito a acrescentar, mas diverte. Owen é mestre em fazer filmes desse tipo: bobinho, mas engraçado de uma maneira não apelativa, não havia par melhor pra entrar nessa comédia do que a Kate, que sempre é vista em filmes do gênero.
Leve e descontraído, pode ser uma boa opção de distração.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha técnica: IMDb

sexta-feira, 18 de março de 2011

Cruzeiro das Loucas

título original:Boat Trip
gênero:Comédia
duração:1 hr 33 min
ano de lançamento: 2003
estúdio: ApolloMedia / Boat Trip LLC / Erste Productions / Gemini Filmproduktions GmbH / International West Pictures / Motion Pictures Corporation of America
distribuidora: Artisan Entertainment / Imagem Filmes
direção: Mort Nathan
roteiro: Mort Nathan e William Bigelow
produção: Frank Hübner, Brad Krevoy, Gerhard Schmidt e Andrew Sugerman
música: Robert Folk
fotografia: Shawn Maurer
direção de arte: Uli Hanisch
figurino: Tim Chappel
edição: John Axness
efeitos especiais:Flash Art / Boy Wonder Visual Effects

Após ver entrar em depressão por ter rompido um noivado, o largado e um amigo resolvem fazer um cruzeiro para conhecer novas mulheres. O problema é que descobrem, só em alto-mar que aquela viagem é para o público gay. Presos em um barco cheio de homens, eles salvam uma tripulação de modelos que estava à deriva, mas tem de continuar fingindo ser gays. principalmente o largado que começa a investir em uma professora de dança do cruzeiro, que só se aproximou dele por acreditar que ele não daria em cima dela.
Comédia no mais puro estilo americano. Dá pra rir, mas tem muito apelo sexual. Talvez só se salve pelo Cuba Gooding Jr., que sempre manda muito bem em suas interpretações e não é diferente nesse filme, mesmo o roteiro sendo fraco.
Se não tiver mais nada pra fazer pode assistir pra passar o tempo, mas acredito que você consiga achar coisas melhores, como ler um livro por exemplo, dar uma caminhada no parque, sei lá.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR
Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 17 de março de 2011

Rango

título original:Rango
gênero:Animação
duração:1 hr 47 min
ano de lançamento: 2011
estúdio: Nickelodeon Movies | GK Films | Blind Wink
distribuidora: Paramount Pictures (EUA) | United International Pictures - UIP ( Brasil)
direção: Gore Verbinski
roteiro: John Logan, baseado na história de James Ward Byrkit e Gore Verbinski
produção: Gore Verbinski, Graham King e John B. Carls
música: Hans Zimmer
direção de arte: John Bell (supervisor)
edição: Craig Wood
efeitos especiais:Industrial Light & Magic (ILM)

Um lagarto de estimação, após um acidente, cai do carro dos donos no meio do deserto. Ele vai parar em uma cidade, Poeira, onde a população está sofrendo coma estiagem de água. De um animal sem personalidade, amigos ou futuro, ele passa a ser alguém que conquista admiração e ódio e constrói sua própria história quando se torna xerife da cidade. Tendo de enfrentar os inimigos, ele ainda busca uma solução para o problema da seca.
Não é desenho pra criança. E não é como os da Pixar que costumam ter piadinhas pra adultos e gracinhas para as crianças. Não, ele é totalmente feito pra adultos. No cinema em que fui assistir, as crianças choravam (tem cenas de levar criancinha a fazer xixi na cama a noite) e não paravam quietas, enquanto os pais passavam mal de rir com as piadas adultas e o vocabulário extremamente requintado - tinham palavras bem difíceis nos diálogos, algumas que até me faziam parar pra pensar "o que ela significa mesmo?".
Quanto ao gráfico. Ainda estou impressionada. Confesso que quando o filme começou e vi que a Nichelodeon era o estúdio fiquei com um pé atrás. Me surpreendeu, a animação é perfeita! Existem tantos detalhes, o ambiente e personagens são executados com tanta maestria que chegam a parecer reais. Escamas, cascos, rugas da pele grossa de animais do deserto, pelagem, plantas, água, TUDO era perfeitamente elaborado.
Assisti dublado, mas mesmo assim as características de Johnny Depp estão encrustradas no personagem Rango. A forma de olhar, andar e gesticular são próprias do ator.
É um western perfeito, uma homenagem aos clássicos do cinema.[SPOILER/] Ah! Inclusive, a "participação" da figura de Clint Weastwood como Espírito do Oeste é sensacional![\SPOILER]
O roteiro conquista enquanto o desenho impressiona. Vários trechos fazem referência a outros clássicos fora do gênero como "Apocalypse Now" e "2001- Uma odisséia no espaço", principalmente na trilha sonora.
Adultos, vocês precisam assistir esse filme agora! Pais, por favor não levem as crianças, elas não vão gostar e vocês não vão aproveitar tudo que podem.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 16 de março de 2011

Cônicos e Cômicos

Título Original: Coneheads
Diretor: Steve Barron
Produção: Lorne Michaels
Roteiro: Tom Davis, Dan Aykroyd
Fotografia: Francis Kenny
Trilha Sonora: David Newman
Duração: 88 min.
Ano: 1993
País: EUA
Gênero: Comédia
Estúdio: Paramount Pictures

Uma família de Ets cai na Terra e fazem de tudo para se adaptar aos costumes da população terráquea. Mas o problema é que um funcionário da imigração resolve capturá-los para se promover.
Engraçado, o tipo de humor escrachado, clássico dos anos 90.
Dá pra rir e passar o tempo, mas muita gente tem a impressão que assistiu, talvez você também fique assim depois de assistir, não ter nunca certeza se realmente assistiu de tão absurdo que é esse filme. Eu mesma não lembro lá muita coisa, só sei que achei engraçado.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: CineClick

terça-feira, 15 de março de 2011

Coisa de Mulher

título original:Coisa de Mulher
gênero:Comédia
duração:1 hr 37 min
ano de lançamento: 2005
site oficial:
estúdio: SBT Filmes / Diler & Associados / Warner Brasil
distribuidora: Warner Brasil
direção: Eliana Fonseca
roteiro: Eliana Fonseca, Cláudia Ventura, Lucília Assis, Suzana Abranches e Carmen Frenzel
produção: Diler Trindade
música: Ary Sperling
fotografia: José Guerra
direção de arte: Paulo Flaksman
figurino: Maria Diaz
edição: João Paulo Carvalho, Rodrigo Lima e Aruanã Cavalleiro

Um escritor, passando por uma fase difícil em sua carreira por ter de escrever para uma revista feminina sob o pseudônimo de Cassandra, se muda para o prédio ideal. Nesse lugar ele terá material de sobra para escrever por causa de suas vizinhas: uma quer ter filhos e outra quer casar virgem, uma acabou de se separar outra nem quer pensar nisso e mais outra está cansada de seu casamento. Cada uma dessas histórias renderá muito material para seus textos.
Tentando ser engraçado e tentando discutir os problemas femininos e as dúvidas que sempre circundam a cabeça da mulher, o roteiro deixa a desejar, e muito. O que era pra ser engraçado não chega nem perto de um esboço de sorriso amarelo.
As atuações então são sofríveis, tem alguns atores bons sim, mas eles não foram bem explorados. E, não por nada, mas a Galisteu como atriz não dá.
Devemos estimular o cinema nacional, mas podemos fazer isso com outras produções que valham a pena, essa pode passar despercebida sem problemas.

CLASSIFICAÇÃO: PÉSSIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 14 de março de 2011

Com Mérito

Título original: With Honors
Diretor: Alek Keshishian
Elenco: Joe Pesci, Brendan Fraser, Moira Kelly, Patrick Dempsey, Josh Hamilton, Gore Vidal.
Produção: Amy Robinson, Paula Weinstein
Roteiro: Glenn Gordon Caron, Israel Horovitz, William Mastrosimone, Rafael Yglesias
Fotografia: Sven Nykvist
Trilha Sonora: Patrick Leonard
Duração: 96 min.
Ano: 1994
País: EUA
Gênero: Drama
Estúdio: Warner Bros.

Um estudante de Harvard está terminando sua tese de conclusão de curso. Quando o computador quebra e ele vai tirar xerox da única cópia que tem, é que a história realmente começa. Sua cópia cai num bueiro que dá na caldeira de um prédio, nas mãos de um mendigo. Esse homem, para devolver a tese exige um favor em troca de cada página. O estudante então tem de se despir de seus preconceitos para conseguir formar com mérito.
Lição de humanidade, essa história mostra bem o que priorizamos em nossas vidas e como, para alcançar nossos objetivos, acabamos passando por cima de algumas pessoas, seus sentimentos e até os nossos próprios. Filme com moral, pra chegar no final e pensar o que estamos fazendo de nossas vidas.
No começo da carreira, Brendan Fraser está novinho e Patrick Dempsey quase irreconhecível. Mas Joe Pesci já tinha uma carreira consolidada e mostra com seu personagem toda sua capacidade como ator.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: CineClick

domingo, 13 de março de 2011

Clube Dos Pervertidos

título original:A Dirty Shame
gênero:Comédia
duração:1 hr 29 min
ano de lançamento: 2004
estúdio: This Is That Productions / John Wells Productions / City Lights Pictures / Killer Films
distribuidora: Fine Line Features / PlayArte
direção: John Waters
roteiro: John Waters
produção: Ted Hope e Christine Vachon
música: George S. Clinton
fotografia: Steve Gainer
direção de arte: Halina Gebarowicz
figurino: Van Smith
edição: Jeffrey Wolf
efeitos especiais:S4 Studios / Custom Film Effects / Big Film Design

Uma mulher de meia-idade, reprimida e que rejeita sexualmente seu marido, vive para seu trabalho e sua filha: uma dançarina de boate com peitos gigantes. Até o dia em que leva uma pancada na cabeça e passa a se libertar, tendo apoio de um motorista de guincho.
Por onde começar o "vou xingar muito no twitter"? 
Roteiro lixo, personagens lixo, elenco lixo. Gente, acho que não vale nem a pena discursar sobre isso.
Já sou totalmente contra besteiróis americanos, acho que não acrescenta em nada na vida de uma pessoa, mesmo sendo só "pra divertir", pra mim não atingem a meta. Esse então extrapola os limites, é baixaria do começo ao fim sem propósito ou sentido.
Ah! E nesse filme está uma outra daquelas atrizes que quando eu ver em um filme bom vai chover canivete aberto: Selma Blair. Alguém me confirma uma dúvida, ela estreou em filme pornô né? Porque nunca a vi em algum papel que não fosse vulgar ou erotizado. Não convence, não agrada, e não sei como ainda dão papéis pra esse ser.
Por favor poupem suas vidas desse filme. Melhor, não passem perto nem da prateleira onde ele fica na locadora pois sua cretinice pode ser contagiosa.

CLASSIFICAÇÃO: LIXO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sábado, 12 de março de 2011

Aracnofobia

título original:Arachnophobia
gênero:Terror
duração:1 hr 49 min
ano de lançamento: 1990
estúdio: Hollywood Pictures / Amblin Entertainment / Tangled Web Productions
distribuidora: Buena Vista Pictures
direção: Frank Marshall
roteiro: Don Jakoby e Wesley Strick, baseado em estória de Dan Jakoby e Al Williams
produção: Kathleen Kennedy e Richard Vane
música: Trevor Jones
fotografia: Mikael Salomon
direção de arte: Christopher Burian-Mohr
figurino: Jennifer L. Parsons
edição: Michael Kahn
efeitos especiais:Industrial Light & Magic / Matte World Digital

Um médico muda com sua família para uma cidade do interior. Ele tem pavor de aranhas e, depois que vários de seus pacientes passam a morrer misteriosamente, passam a suspeitar que esses insetos venenosos vêm da sua casa.
Como eu morria de medo desse filme quando assisti, ainda criança. Nossa, ficava desesperava, chorava. Ainda bem que a gente cresce e aprende a realidade né? Não que isso desqualifique o filme, mas consegui enxergar como ele é tosco - de uma maneira legal.
Dá pra levar uns bons sustos e, pra que tem aracnofobia de verdade, acredito que não seja uma boa pedida, mas para os outros com certeza será uma boa diversão.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 11 de março de 2011

Aquamarine

título original:Aquamarine
gênero:Comédia
duração:1 hr 44 min
ano de lançamento: 2006
estúdio: Fox 2000 Pictures / Storefront Pictures
distribuidora: 20th Century Fox Film Corporation
direção: Elizabeth Allen
roteiro: John Quaintance e Jessica Bendinger, baseado em livro de Alice Hoffman
produção: Susan Cartsonis
música: David Hirschfelder
fotografia: Brian J. Breheny
direção de arte: Bill Booth
figurino: Sally Sharpe
edição: Jane Moran
efeitos especiais:Animal Logic

Duas super amigas estão tentando descobrir uma maneira de convencer a mãe de uma delas a não mudar para outro país, o que as afastará uma da outra. certo dia encontram uma sereia, Aquamarine, que está fugindo de um casamento arranjado e em busca do verdadeiro amor. Ela promete as meninas que se elas a ajudarem ela concederá um desejo a elas.
As duas meninas que fazem as amigas até que mandam bem para seus papéis, mas é um filme feito para pré-adolescentes, duvido muito que agradará algum outro público além desse. A história é fraca e não se sustenta sozinha, além do elenco "Malhação" não ajudar muito.

CLASSIFICAÇÃO: PÉSSIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 10 de março de 2011

Alex & Emma

título original:Alex & Emma
gênero:Romance
duração:1 hr 36 min
ano de lançamento: 2003
estúdio: Escape Artists / Reiner-Greisman / Franchise Pictures
distribuidora: Warner Bros. / UIP / Imagem Filmes
direção: Rob Reiner
roteiro: Jeremy Leven
produção: Todd Black, Alan Greisman, Jeremy Leven, Rob Reiner e Elie Samaha
música: Marc Shaiman
fotografia: Gavin Finney
direção de arte: Helen Harwell
figurino: Shay Cunliffe
edição: Alan Edward Bell e Robert Leighton

Um escritor, que tem uma alta dívida com agiotas cubanos, só vê uma alternativa em se livrar desse problema: acabando de escrever seu livro. O problema é que eles está passando por um bloqueio criativo. Após contratar uma tipógrafa ele começa a ter progressos, mas a ficção e sua vida real começam a se mesclar. 
O casal tem química, o que ajuda bastante a contar pontos para o filme. 
Quanto a história, para o gênero, até que sai dos padrões. Afinal não tem aqueles clássicos desentendimentos e corridas ao aeroporto para não deixar o outro fugir. A maneira como a ficção e a realidade vão interagindo é bem divertidinho.
Dá para ocupar o tempo e descontrair, não é nenhuma obra prima mas serve pra entreter.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 9 de março de 2011

A Malandrinha

título original:Curly Sue
gênero:Comédia
duração:1 hr 41 min
ano de lançamento: 1991
estúdio: Warner Bros. Pictures / Hughes Entertainment
distribuidora: Warner Bros. Pictures
direção: John Hughes
roteiro: John Hughes
produção: John Hughes
música: Georges Delerue
fotografia: Jeffrey L. Kimball
direção de arte: Steven Schwartz
figurino: Michael Kaplan
edição: Peck Prior e Harvey Rosenstock
efeitos especiais:Sturm's Special Effects International

 Um golpista encontra um bebê na porta de sua casa, ele a pega pra criar e, quando cresce a menina acaba o ajudando em seus golpes. Certo dia eles fingem que uma grande executiva o atropelou para extorquir dinheiro, mas ela acaba entrando em suas vidas e a mudando completamente.
Muito divertidinho! Leve e descontraído, é o tipo de filme clássico da Sessão da Tarde, para entreter a criançada.
A dupla principal tem um entrosamento muito bacana e sustenta a história, mesmo que o roteiro não seja lá grande coisa.
Assista se está afim de descansar a cabeça.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 8 de março de 2011

A Hora do Rango

título original:Waiting...
gênero:Comédia
duração:1 hr 34 min
ano de lançamento: 2005
estúdio: Eden Rock Media / Wisenheimer Films / Element Films / L.I.F.T. Production
distribuidora: Lions Gate Films / Imagem Filmes
direção: Rob McKittrick
roteiro: Rob McKittrick
produção: Jeff Balis, Robert O. Green, Stavros Merjos, Jay Rifkin e Adam Rosenfelt
música: Adam Gorgoni
fotografia: Matthew Irving
direção de arte: Morgan Blacklege e Frank Zito
figurino: Jillian Kreiner
edição: Andy Blumenthal e David Finfer

Em um restaurante fuleiro, jovens frustrados trabalham se divertindo as custas de ferrar os clientes e com jogos de baixo calão, enquanto tentam descobrir qual melhor caminho para seus futuros.
Sério, me falta palavras para descrever esse filme, mas não é pela qualidade, é de tão ruim que é mesmo. O roteiro não justifica existência, nem a produção, nem as interpretações, nem nada. Na verdade deveriam queimar viva a pessoa que teve a idéia de produzir esse filme.
Multiplique Besteirol Americano por dez e você terá idéia de como esse filme é ruim. Melhor acho que tem um sinônimo para ele: filmes com Anna Faris, quando eu assistir um filme com essa pessoa que seja bom, vai chover canivete aberto com certeza.
Não perca seu tempo com isso, e se ver algum Dvd dele em algum lugar faça um bem a humanidade: destrua.

CLASSIFICAÇÃO: LIXO

poster e Ficha técnica: IMDb

segunda-feira, 7 de março de 2011

A Filha dos Trapalhões

título original:A Filha dos Trapalhões
gênero:Infantil
duração:1 hr 47 min
ano de lançamento: 1984
estúdio: Renato Aragão Produções
distribuidora: Embrafilme
direção: Dedé Santana
roteiro: Renato Aragão, Dedé Santana, Emanuel Rodrigues, Arnaud Rodrigues, José Joffily e Gilvan Pereira, baseado no roteiro do filme
produção: Renato Aragão
música: Renato Aragão e Arnaud Rodrigues
fotografia: Antônio Gonçalves
direção de arte: Renato Aragão

Quatro amigos que moram em um barco flutuante encontram um bebê abandonado e resolvem cuidar dele, mesmo morando na miséria. Tempos depois eles começam a trabalhar em um circo e reencontram a mãe da menina, que foi obrigada a vender a criança para bandidos. O problema é que esses mal carateres ainda atormentam sua vida.
Como os Trapalhões eram bons quando ainda era os quatro! Esse filme é uma versão brazuca de "Três solteirões e um bebê" (na verdade não sei qual veio antes). Meu favoritos sempre foram o Mussum e  o Zacarias.
Era o tipo de filme infantil agradável, pois sempre eram leves, com estripulias e trapalhadas, sem exagero em violência como costuma acontecer nos programas infantis de hoje em dia.
Pena que não passam mais na Sessão da Tarde com tanta frequência como passava na minha época. Acho um bom exemplo pra criançada, afinal suas histórias sempre tinham moral no final, e ainda por cima esse é um dos melhores de toda a série.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb