segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Oscar 2011


Já vou avisando que talvez esse texto fique longo.
 Não faz muito tempo que comecei a realmente acompanhar o Oscar; tinha preguiça de ficar acordada até tarde pra ver. Assisti pra valer, inteirão, ano passado e esse ano que – apesar de estar caindo de sono – aguentei as pontas e fui até o final.  Ano passado assisti pela Globo e passei mal de rir com José Wilker, que com certeza devia estar com alguma coisa na cabeça pois não falava nada com nada e tinha crises sem noção de riso. Já esse ano, resolvi levar mais a sério e assisti na integra e começando “do começo” na TNT com comentários de Rubens Ewald Filho. Só perdi alguns pedacinhos pois minha mãe queria ver a formação de paredão no BBB.
Vamos ao que interessa então, vou só citar os ganhadores em que eu estava totalmente por fora da categoria e não tenho como comentar.
Melhor Curta Desenho quem ganhou foi “The Lost Thing”, não assisti, mas acredito que seja muito bom, afinal ganhou de “Dia e Noite” da Pixar – curta recente que amei quando assisti e para mim superou todos os anteriores.
Melhor Filme Estrangeiro ficou com “Em Um Mundo Melhor”. Também não assisti e não tenho como comentar, mas fica a dúvida: o favorito não era "Biutiful"? Como é possível essa maravilha de filme não ter levado UMA estatuetazinha que seja pra casa? Entrarei no mérito de Melhor Ator depois.
Melhor Curta Documentário foi “Strangers no more”. Check.
Melhor Maquiagem foi para “O Lobisomem”, pode ser ignorância da minha parte, mas nunca tinha ouvido falar desse filme até a última madrugada. Mas pelo que mostraram na apresentação realmente a maquiagem era muito bem feita.
Quanto a Melhor Documentário e Melhor Curta Drama ganharam “Inside Job” e “God of love”, respectivamente. Fiquei triste de “Lixo Extraordinário” não ter levado, não vi, mas seria muito bacana se ganhassem! Quanto a essas 2 categorias só tenho um adendo a fazer: pelo que percebi, os favoritos eram filmes não americanos e tinham opções muito boas fora da ponte aérea EUA-Inglaterra, mas o que pesou para a escolha foi o bairrismo.
“O vencedor” está na minha listinha para assistir. E depois que angariou para si Melhor Atriz Codjuvante com Melissa Leo, Melhor ator Coadjuvante com Christian Bale fiquei com mais vontade ainda de ver, principalmente pela transformação que o último passou para viver o personagem.
Alice no País das Maravilhas” ganhou em Melhor Direção de Arte e Melhor Figurino, nada mais justo para um filme que enche os olhos mas deixa a desejar no roteiro.
Achei que “A Rede Social” fosse faturar um monte, mas só levou para casa Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora e Melhor Montagem. Da parte técnica não entendo, mas da trilha não tinha dúvida que ficaria entre esse e “A Origem”, ambos arrasaram em todos os sentidos nessa área.
Inclusive “A Origem” levou Melhor Mixagem de Som, Melhor Edição de Som, Melhor Fotografia  e Melhor Efeitos Visuais – alguma dúvida que seriam prêmios garantidos, ou quase, dessa super produção? Eu não tinha. Apesar de que Melhor Fotografia achei que iria para “Bravura Indômita”, que inclusive concorreu em 10 categorias e não levou nada – nenhuma surpresa pra mim que só considerei justas as indicações a Melhor Fotografia e Melhor Atriz Coadjuvante a esse filme.
“Toy Story 3” levou Melhor Animação, lógico, e Melhor Canção – quando penso em trilha de Toy Story só me vem na cabeça a música Amigo Estou Aqui. Mas achei sensacional eles também terem concorrido a Melhor Filme, não me lembro de alguma outra animação já ter concorrido nessa categoria e as chances eram baixas, mas seria lindo se ganhassem!
Melhor Atriz não teve nenhuma surpresa: Natalie Portman venceu após uma linda e impactante atuação em “Cisne Negro”.
Agora a cereja do bolo – “O Discurso Do Rei”. Ainda não vi, só fiquei sabendo desse filme quando começou o falatório sobre o Oscar e depois de ontem fiquei mais curiosa ainda para assistir. Ele levou Melhor Roteiro Original, Melhor Direção, Melhor Ator com Colin Firth no papel principal e Melhor Filme.
Quanto a Melhor Ator, é um dos fatores que está mais me impulsionando a ver, porque quero ver como foi possível ele superar Javier Bardem em “Biutiful”. Já em Melhor Filme eu tinha meus favoritos: “Cisne Negro”, “A Origem” e “A Rede Social” – nessa sequência; que são filmes extraordinários, então quero entender como um filme que ouvi falar ser muito bom, mas só isso e nada fora do comum, ganhou tanto status. Mas só vou discorrer sobre ele depois que assistir.

Enfim, essa é minha pequena opinião hehe. E vocês, o que acharam da 83ª edição do Oscar, justa?

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

k-9 - Um Policial Bom Pra Cachorro

título original:K-9
gênero:Comédia
duração:1 hr 41 min
ano de lançamento: 1989
estúdio: Universal Pictures / Gordon Company
distribuidora: Universal Pictures
direção: Rod Daniel
roteiro: Steven Siegel e Scott Myers
produção: Charles Gordon e Lawrence Gordon
música: Miles Goodman
fotografia: Dean Semler
direção de arte: Jay Burkhardt
figurino: Eileen Kennedy
edição: Lois Freeman-Fox

Um policial conta com a ajuda de um pastor alemão treinado para encontrar drogas e caçar traficantes. Enquanto o cachorro é muito bom como policial, é um desastre como animal, vive arrumando confusões, destruindo as coisas e atrapalhando a vida amorosa do dono.
Bem divertido! Filmes com cachorro sempre costumam agradar a maioria, pois costumam ser leves, bonitinhos e engraçadinhos. E esse não foge da regra, mas tem ainda uma pitadinha de suspense policial, o que dá um "quê" a mais a história.
Clássico das Telas Quentes e Sessões da Tarde da vida é um ótimo pedido para quem procura distração e diversão.

CLASSIFICAÇÃO: BOM
Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Bravura Indômita - 2010



título original:True Grit
gênero:Faroeste
duração:1 hr 50 min
ano de lançamento: 2010
estúdio: Paramount Pictures / Scott Rudin Productions / Mike Zoss Productions / Skydance Productions
distribuidora: Paramount Pictures
direção: Joel Coen, Ethan Coen
roteiro: Joel Coen e Ethan Coen, baseado em livro de Charles Portis
produção: Scott Rudin, Joel Coen, Ethan Coen e Steven Spielberg
música: Carter Burwell
fotografia: Roger Deakins
direção de arte: Stefan Dechant e Christina Ann Wilson
figurino: Mary Zophres
edição: Joel Coen e Ethan Coen
efeitos especiais:Creature Effects / Luma Pictures / Special FX International / Wolf Stuntworks / Tinsley Studio


Uma garotinha de 14 anos tem seu pai assassinado, ela parte então em busca de um caçador de recompensas para vingar a morte. Acaba encontrando um xerife beberrão, que após recusar, acaba aceitando pelo dinheiro e um policial do Texas que está atrás do assassino a algum tempo.
Procurando a ficha técnica do filme descobri que é um remake. O original é de 1969 com John Wayne. Teve gente me corrigindo no Twitter que não é uma refilmagem, mas sim uma outra adaptação do mesmo livro, pra mim isso é uma refilmagem, mas cada um vê como bem entende.
Ele está concorrendo em 10 categorias no Oscar desse ano. Sobre algumas não vou falar pois não tenho categoria técnica para discorrer sobre, mas o resto da minha análise será feita dentro de algumas dessas categorias.
Melhor Atriz coadjuvante por exemplo é uma categoria que acho muito justa. A menina Hailee Steinfeld manda muito bem no papel de uma menina decidida e certa de suas opiniões e decisões.
Já Melhor Ator, que está nas mãos de Jeff Bridges, tenho lá minhas dúvidas. Sem dúvida ele incorporou o personagem e conseguiu passar bem a mensagem que deveria. Mas acho que Javier Bardem é muito mais merecedor desse prêmio esse ano.
Outra categoria que, para mim, não faz muito sentido ganhar, menos ainda estar concorrendo, é de Melhor Filme. O roteiro é bacana, a história entretém e prende a atenção, mas não chega a tanto de merecer ser o melhor filme do ano. para mim há outros filmes que merecem muito mais como: "Cisne Negro", "A Origem" e "A Rede Social" - nessa ordem. Até "Biutiful" que não está concorrendo a essa categoria, para mim merece mais. 
Mas uma categoria que esse filme tem de levar é Melhor Fotografia, é de encher os olhos cada nova cena. 
Como já disse o filme é agradável, as interpretações são excelentes e tudo está muito bem amarrado. Mas posso dizer que esperava muito mais por estar concorrendo em tantas categorias, principalmente como Melhor Filme.


CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO


Poster e Ficha Técnica: IMDb

ps.: antes que venham me gongando, quando digo que é uma refilmagem é porque foi baseado em um livro de onde já tinha saído um filme, então refilmaram o livro, e não querendo dizer que fizeram esse filme com base no primeiro filme. Entendido pessoal? =)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Lembranças

título original:Remember Me
gênero:Romance
duração:1 hr 53 min
ano de lançamento: 2010
estúdio: Summit Entertainment / Underground Films and Management
distribuidora: Sumit Entertainment / Paris Filmes
direção: Allen Coulter
roteiro: Will Fetters
produção: Trevor Engelson e Nick Osborne
música: Marcelo Zarvos
fotografia: Jonathan Freeman
figurino: Susan Lyall
edição: Andrew Mondshein
efeitos especiais:Brainstorm Digital / Mr. X

Um rapaz, rebelde e com um péssimo relacionamento com o pai, passa por uma fase difícil depois que seu irmão cometeu suicídio. Após apanhar de um policial em uma confusão de rua, ele conhece a filha daquele que o tinha agredido e passa a ter um relacionamento com ela. A menina também tem seus traumas, pois sua mãe foi morta em um assalto na sua frente. Mesmo ele tendo começado a sair com a menina por uma aposta, começa a ver nela alguém com quem possa compartilhar seus sentimentos.
Sofrimento do começo ao fim sem sentido. Tudo bem, algumas pessoas podem me dizer "ah mas as pessoas sofrem e passam por situações sem sentido sem ter justificativa mesmo". tudo bem, mas isso é um filme, foi escrito para fazer algum sentido e para mim não fez nenhum.
A irmã mais nova sofre bullying, o pai é um ricaço feito de gelo, e o personagem principal parece ser um rebelde sem causa - não dá a impressão dele ser daquele jeito por tudo que passou e a ausência do pai, mas por ser um menininho mimado mesmo - inclusive me passa a impressão de Pattinson estar interpretando a si mesmo, sem nenhum esforço.
Quando chega ao final, que começa a fazer um pouco de sentido, termina de uma maneira que melhora um pouco a trama mas não diminui a raiva que todo o roteiro gerou.
Para mim, por mais que um filme seja extremamente dramático com tristeza do começo ao fim, tem de fazer algum sentido, tem que ter alguma "moral da história". Esse não teve e as interpretações ainda foram sofríveis.

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Cegos, Surdos e Loucos

título original:See No Evil, Hear No Evil
gênero:Comédia
duração:1 hr 42 min
ano de lançamento: 1989
estúdio: TriStar Pictures
distribuidora: TriStar Pictures
direção: Arthur Hiller
roteiro: Earl Barret, Arne Sultan, Eliot Wald, Andrew Kurtzman e Gene Wilder, baseado em estória de Earl Barret, Arne Sultan e Marvin Worth
produção: Marvin Worth
música: Stewart Copeland
fotografia: Victor J. Kemper
direção de arte: James T. Singelis
figurino: Ruth Morley
edição: Robert C. Jones

Um cego é contratado por um surdo para trabalhar em sua banca de jornal. Perto dali uma pessoa é assassinada e a culpa cai sobre os dois, que são presos. O que eles não sabem é que a vítima escondeu entre as coisas deles o que seus assassinos procuravam e, para recuperar esse bem, os vilões se passam por advogados coma  intenção de se aproximar deles.
Comédia pastelão. Muitos tombos, desencontros e palhaçadas.
Esses dois são os mestres nesse tipo de humor e fazem muito bem sua função. 
É risada garantida e bate cartão nas Sessões da Tarde da vida. Muito indicado para quem quer descontrair e relaxar a cabeça.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha técnica: IMDb

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

As Tartarugas Ninja

título original:Teenage Mutant Ninja Turtles
gênero:Aventura
duração:1 hr 33 min
ano de lançamento: 1990
estúdio: New Line Cinema / Mirage Productions / Nortshore Investments, Ltd. / Golden Harvest Company Ltd. / 888 Productions / Limelight Entertainment
distribuidora: New Line Cinema / Warner Bros.
direção: Steve Barron
roteiro: Todd W. Langen e Bobby Herbeck, baseado em estória de Bobby Herbeck e nos personagens criados por Kevin Eastman e Peter Laird
produção: David Chan, Kim Dawson e Simon Fields
música: John Du Prez
fotografia: John Fenner
direção de arte: Gary Wissner
figurino: John Hay
edição: William D. Gordean, Sally Menke e James R. Symons

Após serem atingidas por uma substÂncioa radioativa nos esgotos de Nova York, quatro tartarugas se tornam mutantes. Após serem treinadas por um mestre, viram ninjas e passam a combater uma organização criminosa que está espalhando o caos pela cidade.
Total Sessão da Tarde. De verdade, eu preferia o desenho.
É divertidinho e tem ação, o que pode distrair o público infantil. Mas acho que isso só funcionou com o pessoal que teve a infância na década de 90, não convence a criançada de hoje em dia.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Brinquedo Assassino

título original:Child's Play
gênero:Terror
duração:1 hr 27 min
ano de lançamento: 1988
estúdio: United Artists
distribuidora: United Artists / MGM
direção: Tom Holland
roteiro: Don Mancini, John Lafia e Tom Holland, baseado em estória de Don Mancini
produção: David Kirschner
música: Joe Renzetti
fotografia: Bill Butler
figurino: April Ferry
edição: Roy E. Peterson e Edward A. Warschilka
efeitos especiais:Apogee, Inc. 

Um serial killer, com conhecimentos de vodu, antes de morrer passa sua alma para um boneco. Uma criança ganha exatamente esse boneco, ele até tenta avisar a mãe que o brinquedo tem vida, mas ela só acredita quando esse já fez várias vítimas e está tentando se beneficiar da criança passando sua alma para o corpo dela.
Clássico trash do final dos anos 90. Com certeza toda a minha geração foi marcada por esse filme. Inclusive, quem aqui, depois de ver o filme, não guardava todos os brinquedos dentro do armário - se possível trancava- e passava a noite toda morrendo de medo deles se rebelarem? =P
Inclusive tem uma cena em referência ao grande "O Iluminado" quando a mãe, fugindo do Chucky, se fecha num cômodo e o boneco atravessa a porta com uma faca.
É tosco, não é pra ser levado a sério, mas é um clássico do gênero.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR


Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Batman Eternamente

ítulo original:Batman Forever
gênero:Aventura
duração:2 hr 2 min
ano de lançamento: 1995
estúdio: Warner Bros. /Polygram Filmed Entertainment
distribuidora: Warner Bros.
direção: Joel Schumacher
roteiro: Lee Batchler, Janet Scott Batchler e Akiva Goldsman, baseado em estória de Lee Batchler e Janet Scott Batchler
produção: Tim Burton e Peter MacGregor-Scott
música: Elliott Gondenthal
fotografia: Stephen Goldblatt
direção de arte: Christopher Burian-Mohr e Joseph P. Lucky
figurino: Ingrid Ferrin e Bob Ringwood
edição: Dennis Virkler
efeitos especiais:Cinovation Studios / Composite Image Systems / Effects Associate Ltd. / Illusion Arts, Inc. / Makeup & Effects Laboratories Inc. / MetroLight Studios / Pacific Data Images / Rhythm & Hues / The Post Group

A identidade de Batman está em jogo quando Duas-Caras e Charada resolvem desmascará-lo pra depois sumir com ele da face da Terra. O que eles não contavam era que Batman tivesse a ajuda de Robin, um rapaz que perdeu a família em um acidente provocado por Duas-Caras.
Esse filme continua no mesmo estilo de "Batman": se apoiando demais nos quadrinhos sem criar uma identidade separada. Os vilões são muito maus, sem explicação, sem justificativa, eles querem acabar com o mocinho e ponto. Por isso gosto tanto de "Batman Begins" e "Batman - O Cavaleiro das Trevas", pois neles o princípio de cada personagem é contado e detalhado, tudo faz mais sentido, não é somente jogado o gibi na telona.
Tommy Lee Jones e Jim Carrey incorporaram bem seus personagens, mas acho que nessa época o último ainda tinha aquela necessidade exagerada de ser caricato demais, o que, pra mim, limitou bastante a gama de personagens dele e a ascensão de sua carreira. O Charada estava muito bem elaborado, mas podia ser um pouco menos Ace Ventura
Não é ruim, mas não chega nem aos pés da última geração de filmes da saga.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Cisne Negro

título original:Black Swan
gênero:Suspense
duração:1 hr 43 min
ano de lançamento: 2010
estúdio: Protozoa Pictures / Phoenix Pictures / Cross Creek Pictures / Fox Searchlight Pictures
distribuidora: 20th Century Fox Film Corporation
direção: Darren Aronofsky
roteiro: Andres Heinz e Mark Heyman, baseado em história de Andres Heinz
produção: Scott Franklin, Mike Medavoy, Arnold Messer e Brian Oliver
música: Clint Mansell
fotografia: Matthew Libatique
direção de arte: David Stein
figurino: Amy Westcott
edição: Andrew Weisblum
efeitos especiais:Matt Kushner (coordenador de efeitos visuais)

Nina, uma bailarina que a muito tempo busca um papel de destaque em sua companhia, consegue o principal papel em Rainha dos Cines, após a  bailarina de destaque se aposentar. Com vários problemas interiores, com sua mãe e com a pressão feita pelo diretor da companhia, Nina passa a ver concorrência desleal em qualquer uma de suas colegas, principalmente em Lilly - uma bailarina bem diferente dos seus padrões.
Por onde começar a falar desse filme? de verdade, vai ser difícil, pois assisti sábado e hoje, segunda, ainda estou um pouco em êxtase.
Muitas pessoas estão considerando Natalie Portman em "mais um de seus papéis insossos". Eu não vejo por aí, muito pelo contrário, pra mim ela se superou de forma surpreendente. Em um papel que com certeza exigiu muito dela, não deixou nem um pouco a desejar. Ela está perfeita como Cisne Branco, Cisne Negro, menina mimada e esquizofrênica.
O roteiro mostra o ballet  Rainha Dos Cisnes acontecendo na vida. A dupla personalidade de Nina é nada mais que meio e fim, ato e consequência de seu personagem. Todo o começo de seus problemas, inclusive, acredito serem em parte culpa de uma mãe controladora, obsessiva e super protetora. Juro, se eu tivesse uma mãe que ainda me arruma, me veste, e corta minhas unhas, quando já adulta, também ficaria louca.
Nas últimas cenas, quando ela entra no palco para interpretar o Cisne Negro eu quase chorei de tão arrepiada que fiquei, a cena é linda!
Uma análise sobre criação opressiva, da super exigência que algumas pessoas fazem sobre si mesmas; é tanta coisa que acontece, psicologicamente falando, que acredito ser um prato cheio para psicólogos e afins.
Do fundo do meu coração: super recomendo assistirem! Eu assistiria mais algumas vezes. E, não sei quem são as outras atrizes concorrendo nem vi os outros filmes, mas acho muito justo Portman ganhar o Oscar desse ano como Melhor Atriz; enquanto sua personagem buscava a perfeição, ela conseguiu alcançar.

CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

Poster e Ficha técnica: IMDb

UPDATE: Eu fui assistir de novo e tive as mesmas reações e sensações da primeira vez. definitivamente esse filme tem de entrar para os clássicos.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Batman

título original:Batman
gênero:Aventura
duração:2 hr 6 min
ano de lançamento: 1989
estúdio: Warner Bros. / Polygram Filmed Entertainment
distribuidora: Warner Bros.
direção: Tim Burton
roteiro: Sam Hamm e Warren Skaaren, baseado nos personagens criados por Bob Kane
produção: Peter Guber e Jon Peters
música: Danny Elfman
fotografia: Roger Pratt
direção de arte: Terry Ackland-Snow e Nigel Phelps
figurino: Linda Henrikson e Bob Ringwood
edição: Ray Lovejoy
efeitos especiais:The Magic Camera Company

Um milionário, cidadão de Gotham City, ocupa seu tempo ocioso sendo Batman: um super-herói que combate os crimes na cidade. Mas sua situação complica quando surge o Coringa, vilão disposto a dominar cidade.
O primeiro de todos os filmes do Batman, e dirigido por ninguém menos que Tim Burton. Mesmo o diretor estando meio decadente de uns tempos pra cá, nessa época ele estava no seu auge e conseguiu passar pra telona exatamente a mesma atmosfera dos quadrinhos: sombrio e colorido ao mesmo tempo, para mim só faltaram aparecer balões de "BLAM!", "POW" e afins ao fundo nos cenários.
Jack Nicholson conseguiu, nesse filme, construir o primeiro e mais famoso Coringa da história. Sim, Heath Ledger, superou todas as expectativas quando ganhou o papel que praticamente tirou sua vida, mas são dois Coringas diferentes, o primeiro é mais lunático no estilo Pica-Pau de ser, caricato, exagerado e teatral. O segundo já aparece como um homem que realmente tem distúrbios mentais violentos. Não tiro o mérito de nenhum, acho os dois fantásticos, mas o último me passou mais terror do que o primeiro que beirava o cômico.
Foi o Batman da minha infância. Diria que é Ótimo, só o rebaixei a Bom, porque Nolan conseguiu superar o insuperável, criando "Batman Begins" que virou o Batman da minha vida.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

A Última Fortaleza

título original:The Last Castle
gênero:Drama
duração:2 hr 11 min
ano de lançamento: 2001
estúdio: DreamWorks SKG / Robert Lawrence Productions
distribuidora: DreamWorks Distributions L.L.C. / UIP
direção: Rod Lurie
roteiro: David Scarpa e Graham Yost
produção: Robert Lawrence
música: Jerry Goldsmith
fotografia: Shelly Johnson
direção de arte: Lawrence A. Hubbs
figurino: Ha Nguyen
edição: Michael Jablow e Kevin Stitt

Um coronel, após ser condenado a perder sua patente e passar o resto de sua vida na cadeia, começa a ter alguns desentendimentos com o coronel que comanda a prisão onde está. O chefe do lugar começa a fazer de tudo para calara  boca do coronel enquanto esse trama uma rebelião para derrubá-lo.   
O roteiro é bem elaborada e interessante com uma trama bem amarrada e cheia de intrigas e suspenses. 
O elenco é outro caso a parte, todos estão ótimos, mas Robert Redford como sempre é um show a parte.
Acredito que esse filme seja mais do que eu tenha achado. o problema é que criei uma birra por causa de uma professora que o passou na aula de marketing durante o SEMESTRE todo, todas as aulas. Quer dizer, pode ser a obra prima do cinema, não há quem aguente.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

A Ilha da Garganta Cortada

ítulo original:Cutthroat Island
gênero:Aventura
duração:2 hr 6 min
ano de lançamento: 1995
estúdio: MGM / Carolco Pictures / Beckner/Gorman Productions / Forge / Guild / Laurence Mark Productions / Le Studio Canal+ / RCS Video / Tele-Communications Inc.
distribuidora: MGM
direção: Renny Harlin
roteiro: Robert King e Marc Norman, baseado em estória de Michael Frost Beckner, James Gorman, Bruce A. Evans e Raynold Gideon
produção: James Gorman, Renny Harlin, Laurence Mark e Joel B. Michaels
música: John Debney
fotografia: Peter Levy
figurino: Enrico Sabbatini
edição: Derel Brechin, Florent Retz, Frank J. Urioste e Ralph E. Winters
efeitos especiais:D. Rez Hollywood / Digiscope / Todd-AO Digital Images / Flash Film Works / Digital Filmworks Inc. / CIS Hollywood / Walkabout Pictures / Effects Associate Ltd. / Jim Henson's Creature Shop

Um homem, que tinha em seu couro cabeludo o desenho de um mapa para alcançar um tesouro escondido, passa ele à sua filha quando morre. A moça, que luta muito bem e está sempre sendo perseguida pela justiça, resolve pegar o barco que herdou do pai e sua tripulação e ir em busca do tesouro. Mas o mapa está em latim, para resolver isso ela compra um prisioneiro, que trabalhará como escravo, para traduzir o caminho. O problema é que ela terá de enfrentar várias outras pessoas que descobriram a existência do prêmio e também resolvem ir atrás dele.
Filmes de piratas costumam ter uma mesma padronagem, esse não foge disso. Tem bastante ação, lutas e correria. Podemos dizer que foi um antecessor do "Piratas do Caribe". A diferença entre eles é que, o que o segundo teve de sucesso de bilheteria, o primeiro teve de fracasso.
Não entendo o porque disso, o filme não é tão ruim assim, tudo bem que não tem nada demais, mas é uma boa distração e também é bem divertidinho.
Eu diria que ele pode ser considero inclusive um clássico! ... só que da Sessão da Tarde e Tela Quente. =)

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Sob Suspeita

título original:Find Me Guilty
gênero:Drama
duração:2 hr 5 min
ano de lançamento: 2006
estúdio: Crossroads Entertainment / Bob Yari Productions / Three Wolves Productions / One Race Productions / MHF Zweite Academy Film
distribuidora: Freestyle Releasing LLC / Alpha Filmes
direção: Sidney Lumet
roteiro: T.J. Mancini, Sidney Lumet e Robert J. McCrea
produção: Bob DeBrino, Vin Diesel, Robert Greenhut, Sidney Lumet, T.J. Mancini e George Zakk
música: Jonathan Tunick
fotografia: Ron Fortunato
direção de arte: Emily Beck
figurino: Tina Negro
edição: Tom Swartwout
efeitos especiais:Tinsley Transfers Inc.

Quando o governo dos EUA consegue, após anos de investigação, levar a julgamento a maior família de mafiosos do país, o impensável acontece: um dos réus resolve fazer sua própria defesa e abusa de humor ácido e determinação para surpreender o tribunal.
Você pode pensar "mas um filme de máfia, mais um filme de julgamento, tudo igual". Mas não é, ele tem sua dramaticidade, principalmente por ser baseado em fatos reais, mas o personagem principal é dotado de um humor tão irreverente que te cativará de maneira diferente ao de outros filmes dos gêneros que citei acima.
Destaque para Vin Diesel que está praticamente irreconhecível; mais gordo, com cabelos e tingidos, ele ficou muito bem caracterizado como uma dessas pessoas do submundo, e com um toque de cafona. Com esse papel percebe-se que ele consegue ser mais do que só ação e músculos.
Acredito que possa ser uma ótima diversão, sai um pouco do comum e consegue ser envolvente.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Biutiful

título original:Biutiful
gênero:Drama
duração:2 hr 27 min
ano de lançamento: 2010
estúdio: Universal Pictures | Focus Features | Menageatroz | Mod Producciones | Ikiru Films | # Televisió de Catalunya (TV3) | Televisión Española (TVE)
distribuidora: Paris Filmes (Brasil)
direção: Alejandro Gonzalez-Inarritu
roteiro: Alejandro González Iñárritu, Armando Bo e Nicolás Giacobon
produção: Alejandro González Iñárritu, Jon Kilik e Fernando Bovaira
música: Gustavo Santaolalla
fotografia: Rodrigo Prieto
direção de arte: Marina Pozanco
figurino: Bina Daigeler e Paco Delgado
edição: Stephen Mirrione
efeitos especiais:Efe-X | El Ranchito

Um médium, que trabalha com atividades ilícitas além de cobrar para conversar com pessoas mortas, se vê num beco sem saída quando descobre estar com câncer terminal. Com dois filhos ainda pequenos ele tem a difícil decisão de deixá-los com a mãe, bipolar e prostituta, ou com alguma outra pessoa.
Não sei nem por onde começar. O roteiro mostra a realidade e explora muitos temas delicados ao mesmo tempo: tráfico de todos os tipos, imigração ilegal, trabalho escravo, homossexualismo dentro de uma cultura extremamente conservadora, falta de estrutura familiar, doença terminal, pobreza, crendices e principalmente, a morte ou o medo dela.
A fotografia está muito bem casada com a história. A trilha sonora, quase nula, só aparece nos momentos cruciais; muito bem encaixada ela entra só para dar mais dramaticidade a um filme que já consegue ser extremamente forte sem quase trilha nenhuma.
Não assisti os outros filmes que concorrem ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro, mas não acho nenhum pouco difícil Biutiful ganhar, ainda mais com a interpretação fantástica de Javier Bardem.
É um filme que consegue ser lindo em toda a sua feiúra.

CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Hook - A Volta Do Capitão Gancho

título original:Hook
gênero:Aventura
duração:2 hr 15 min
ano de lançamento: 1991
estúdio: TriStar Pictures / Amblin Entertainment
distribuidora: TriStar Pictures
direção: Steven Spielberg
roteiro: James V. Hart e Malia Scotch Marmo, baseado em estória de James V. Hart e Nick Castle
produção: Kathleen Kennedy, Frank Marshall e Gerald R. Molan
música: John Williams
fotografia: Dean Cundey
direção de arte: Andrew Precht e Thomas E. Sanders
figurino: Anthony Powell
edição: Michael Kahn
efeitos especiais:Industrial Light & Magic

Peter Pan mudou-se para a Terra. Mas aos 40 anos, quando seus filhos são raptados pelo Capitão Gancho, ele é obrigado a relembrar seu passar e voltar à Terra do Nunca.
Vamos começar pelo elenco: só estrela, não é mesmo? Acho que esse é um dos pontos altos do filme. Eles valorizaram e muito um filme que podia ser só mais um comercial que sairia direto em VHS(não sabe o que é? clica na palavra. Como to velha, pensar q tinha que rebobinar, quando travava eu abria pra soprar - do mesmo jeito que se fazia com as fitas do videogame)
Voltando ao filme, os efeitos são bacanas e tornam essa história de conto de fadas em algo mais fantástico ainda.
Quanto a história, acredito que todo mundo já conheça, inclusive é bem explorado no cinema, entre todos os filmes que já saíram com essa temática está, por exemplo: "Em Busca da terra Do Nunca".
Concorreu a vários Oscars, mas acabou se tornando um clássico da Sessão da Tarde. Acredito que na época foi superestimado pelo seu poderoso elenco, porque no todo não é nada surpreendedor, mas é uma ótima diversão.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Palavras de Amor

título original:Bee Season
gênero:Drama
duração:1 hr 44 min
ano de lançamento: 2005
estúdio: Fox Searchlight Pictures / i5 Films / Epsilon Motion Pictures / Fox Searchlab / Regency Enterprises / Bee Season Productions Inc. / Bona Fide Productions
distribuidora: Fox Searchlight Pictures
direção: David Siegel, Scott McGehee
roteiro: Naomi Foner, baseado em livro de Myla Goldberg
produção: Albert Berger, Ron Yerxa e Winfried Hammacher
música: Peter Nashel
fotografia: Giles Nuttgens
direção de arte: Michael E. Goldman
figurino: Mary Malin
edição: Lauren Zuckerman

Uma menina que tem grande facilidade para soletrar vê, enquanto participa do Campeonato Nacional de Soletramento, as palavras que tanto sobram pra ela, faltarem para sua família que começa a se fragmentar.
Era pra ser uma história sobre problemas e crises dentro de uma família, mas isso acaba sendo apenas pano de fundo para um roteiro fantasioso, com uma menininha que "vê" as palavras e tem umas viagens quase alucinógenas com elas.
O elenco, mesmo tendo alguns atores famosos, principalmente no papel dos pais, deixa a desejar; a garotinha principal parece uma boba - só falta babar de tão boba.
Quanto a trilha, eu tenho quase certeza que foi toda tirada de um disco da Enya, lembram dela? Pior não dava pra ser, total new age e pé no saco.
Não encanta, não envolve, muito menos estimula a querer assistir até o final. De verdade, acho que não dava pra ser mais sem sal e sem graça.

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Amor e Inocência

Título Original: Becoming Jane, 2007
Direção: Julian Jarrold
Roteiro: Kevin Hood, Sarah Williams
Gênero: Biografia/Drama/Romance
Origem: Estados Unidos/Reino Unido
Duração: 120 minutos
Tipo: Longa-metragem

História biográfica sobre o início da vida literária da escritora Jane Austen, toda a sua personalidade fora dos padrões para a época e os acontecimentos que a inspiraram a escrever histórias que se tornaram clássicos.
Não sei vocês, mas eu sou apaixonada pelas obras de Jane Austen. Ela refletia em seus personagens exatamente o seu caráter transgressor e à frente de seu tempo, isso é visto de forma clara nesse filme. Inclusive, muito bem interpretado por Anne Hathaway que passa de maneira encantadora a aura da autora e de seus livros, e James McAvoy - que fui conhecer através de e só em filmes baseados em obras de Austen.
Inclusive esse filme deixa óbvia a inspiração na própria vida para escrever, principalmente, "Orgulho e Preconceito" - acredito que a única diferença é o final.
Outras obras literárias dela que já foi filmada e é super recomendada àqueles que gostam de filme de época e da autora é "Razão e Sensibilidade". Outra obra que é muito parecida, mas inspirada em outro autor, é  "Desejo e Reparação"- que usa também atores repetidos dessas obras todas citadas aqui.
Eu gostei muito, até deixei de curtir a noite na praia pra ver esse filme. Agora depende de você ver se concorda, ou não, comigo. 

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: CinePlayers

Um Dia Especial

título original:One Fine Day
gênero:Drama
duração:1 hr 48 min
ano de lançamento: 1996
estúdio: 20th Century Fox / Via Rosa Productions
distribuidora: 20th Century Fox Film Corporation
direção: Michael Hoffman
roteiro: Terrel Seltzner e Ellen Simon
produção: Lynda Obst
música: Jud Friedman, James Newton Howard e Allan Dennis Rich
fotografia: Oliver Stapleton
direção de arte: Peter Rogness e John Warnke
figurino: Susie DeSanto
edição: Garth Craven
efeitos especiais:Video Image

Após perderem o horário de um passeio escolar de seus respectivos filhos, um pai e uma mãe tem seu dia - que era pra ser comum - tirado da rotina, a partir do momento que resolvem ir revezando o cuidado das crianças para poderem cumprir suas atividades.
Clássico... da Sessão da Tarde! =P 
Um filme leve, agradável e com uma mensagem bonitinha ao final. E ainda vem de brinde nos personagens principais, dois atores estrelares.
Não há o que reclamar desse filme, também não tem o que elogiar demais. Fica ali no padrão dos filmes de TV, puro entretenimento para passar o tempo. 

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Fiche Técnica: IMDb

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Mulher Infernal

título original:Saving Silverman
gênero:Comédia
duração:1 hr 32 min
ano de lançamento: 2001
estúdio: Columbia Pictures Corporation / Village Roadshow Productions / NPV Entertainment / Original Film
distribuidora: Columbia Pictures / Sony Pictures Entertainment
direção: Dennis Dugan
roteiro: Hank Nelken e Greg DePaul
produção: Bruce Berman, Bernie Goldmann, Brad Luff, Neal H. Moritz e Peter Ziegler
música: Mike Simpson
fotografia: Arthur Albert
direção de arte: James Steuart
figurino: Melissa Toth
edição: Patrick J. Don Vito e Debra Neil-Fisher

Três amigos de infância vêem um deles se afastar quando arruma uma namorada. A garota não gosta deles e começa a não deixar o rapaz encontrar mais os amigos. Os rapazes tem então a certeza de que ela não é a garota certa para ele e passam a fazer de tudo para acabar com o relacionamento.
Mais um besteirol americano, só resolvi assistir porque tinha a Amanda Peet que já fez alguns filmes dos quais gosto. E me decepcionei.
Pra quem gosta do estilo, provavelmente vai rir muito. É aquele tipo de filme para se esquecer que tem cérebro e se divertir.
Eu não consigo fazer isso, portanto achei bem fraco. Se quiser assista, eu não arriscaria.

CLASSIFICAÇÃO: PÉSSIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb