segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A Estrada

título original:The Road
gênero:Aventura
duração:1 hr 51 min
ano de lançamento: 2009
estúdio: Dimension Filmes / 2929 Productions / Nick Wechsler Productions / Chockstone Pictures / Road Rebel
distribuidora: Dimension Films / The Weinstein Company / Paris Filmes
direção: John Hillcoat
roteiro: Joe Penhall, baseado em livro de Cormac McCarthy
produção: Paula Mae Schwartz, Steve Schwartz e Nick Wechsler
música: Nick Cave e Warren Ellis
fotografia: Javier Aguirresarobe
direção de arte: Gershon Ginsburg
figurino: Margot Wilson
edição: Jon Gregory
efeitos especiais:Crazy Horse Effects / Invisible Pictures / DIVE / The Layersmith Digital / Space Monkey 

O cataclisma atinge a Terra destruindo tudo através de incêndios, terremotos, enchentes, e dizimando quase toda a humanidade. Nesse ambiente pai e filho vagam procurando alguma maneira de sobrevivência.
O caos, a angústia, a falta de esperança e oportunidades, a fome obrigando as pessoas a comerem o que lhes for possível, inclusive levando alguns a apelarem ao canibalismo.
Tudo bem que partirei do princípio que filmes desse gênero não em agradam, mas como tinha ouvido falar bem desse, resolvi dar uma chance. Tema totalmente bem elaborado, mas não me convenceu, não tem dinâmica, o roteiro e o trailer propõem uma coisa que na prática não acontece no desenrolar da história.
Muita gente pode falar pra mim “Mas Natália, é o fim do mundo! Quase não existem sobreviventes, é lógico que ele vai ser em sua maior parte parado e sem muitos acontecimentos” E eu concordo plenamente.  Mas mesmo a idéia sendo mostrar as adversidades da sobrevivência em um mundo sem opções, os personagens parecem estar sobrevivendo sem muito problema à falta de suprimentos e aos perigos do mundo.
O menino que está em estado de choque parece mais estar passivo, pouco ligando para o que acontece – afinal ele nasceu quando começou o cataclisma, não conheceu o mundo de outro jeito, não há muito que temer.
A fotografia com ausência de cores, quase toda em tons de marrom e cinza, combina muito com a temática.
No todo achei fraco, eles andam e andam sem nada acontecer, quando acontece alguma coisa é por pura burrice dos personagens principais, e assim o filme se estende.
Talvez que gosta do gênero se interesse, mas a mim não fez efeito algum.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR
Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Enrolados - 3D

título original:Tangled
gênero:Animação
duração:1 hr 32 min
ano de lançamento: 2010
estúdio: Walt Disney Animation Studios | Walt Disney Pictures
distribuidora: Walt Disney Studios Motion Pictures (EUA)
direção: Nathan Greno, Byron Howard
roteiro: Dan Fogelman, baseado na história dos irmãos Jacob e Wilhelm Grimm
produção: Roy Conli
música: Alan Menken
direção de arte: David Goetz
edição: Tim Mertens

Animação musical sobre o conto de fadas de Rapunzel. Mostra como ela foi aprisionada, como escapou e todas as aventuras que isso envolveu.
Pelo que me lembro da história original, acredito que foi um pouco adaptada para essa versão. Mas nada que a estrague, talvez isso tenha sido feito para atrair mais a criançada de hoje em dia. Mas sabe o que sinto falta nos desenhos de hoje em dia? Drama e moral da história. Hoje em dia todos os desenhos praticamente são de comédia, não que isso seja ruim, mas na minha época (me senti uma velha falando isso) tinham mais adversidades - como a morte do pai do Simba no "O Rei Leão" ou da mãe do "Bambi" - que faziam o personagem principal aprender e amadurecer em cima dos problemas.
Enfim, foi só um desabafo nostálgico. 
O gráfico é bem bacana, apesar de em alguns momentos me lembrar aqueles filmes da Barbie que passam na Sessão da Tarde sabe? Só que bem melhorado.
O filme todo é bem agradável, divertido e totalmente voltado para o público infantil. Dou destaque a uma das cenas finais, dos balões sobre o lago: vi em 3D, e essa cena fica magnífica, colírio pros olhos de verdade.
Minha única grande reclamação é: POR QUE MEU DEUS colocaram o Luciano Hulk para dublar o mocinho? Sério?! O cara abria a boca e eu me sentia assistindo o Caldeirão, além de que ele não é ator né, então a interpretação ficou um pouco forçada.
Então fica a sugestão, mesmo sendo melhor ver desenho na versão dublada, se possível veja legendado.
Por fim. queria só fazer uma observação aos possíveis pais que lêem meu blog - gente, se existe sessão as 22hrs de desenho é uma opção para os adultos que querem assistir poder ver sem ter que aguentar criançada gritando, correndo e chorando dentro da sala de cinema. Fiquei indignada ontem com um casal que levou uma menina por volta dos 4 anos nesse horário do cinema. E não só pela inconveniência da menina ter sentado bem do meu lado sendo que o cinema estava vazio e ter ficado o filme todo falando alto, mas principalmente porque isso não é mais horário de uma criança dessa idade estar acordada.
Pronto, desculpem pelo outro desabafo e espero que se divirtam com esse filme, afinal esse é o propósito dele.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Uma Prova de Amor

título original:My Sister's Keeper
gênero:Drama
duração:1 hr 49 min
ano de lançamento: 2009
estúdio: Curmudgeon Films / Gran Via Productions / Mark Johnson Productions
distribuidora: Warner Bros. Pictures / PlayArte
direção: Nick Cassavetes
roteiro: Jeremy Leven e Nick Cassavetes, baseado em livro de Jodi Picoult
produção: Stephen Furst, Scott Goldman, Mark Johnson, Chuck Pacheco e Mendel Tropper
música: Aaron Zigman
fotografia: Caleb Deschanel
figurino: Shay Cunliffe
edição: Jim Flynn e Alan Heim
efeitos especiais:Matte World Digital / Tinsley Transfers

Quando um casal de pais descobre que sua filha tem câncer resolvem gerar um bebê de proveta manipulado geneticamente para ser doador para a filha. O bebê cresce e se torna uma menina que acredita ter sido somente usada pelos pais, sendo obrigada desde criança a passar por vários procedimentos médicos. Ignorando a saúde da irmã, ela entra com um processo de emancipação médica para poder ter controle sobre o próprio corpo.
Não comece a assistir esse filme sem ter uma caixa de lenços ao lado. Sério, se você não se emocionar com essa história, não se emociona com mais nada.
O roteiro envolve, gera empatia e te faz sentir como fazendo parte daquela família. Você se solidariza com a dor que essa doença trás, ainda mais se tiver passado por um caso próximo. A dor de ver a pessoa sofrer, de torcer por uma recuperação, até um milagre, mas ao mesmo tempo querer que aquele sofrimento acabe e que o ente querido fique melhor em um outro plano.
Acredito que esse diretor tem o dom para emocionar as pessoas, pois não conheço alguém que não tenha ficado tocado - pelo menos ao final - de "Diário de uma Paixão".
Outro feito que ele conseguiu foi me fazer ver Cameron Diaz como uma atriz digna de respeito, o que particularmente assumo que sempre evitei ver filmes com ela. Sempre a achei fraca e incapaz de fazer personagens acima do estilo "As Panteras", ledo engano.
Não deixe de assistir esse filme, não é uma história sobre milagres, fantasias e clichês. É sobre a vida e tudo que ela pode nos ensinar.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

Rede de Mentiras

título original:Body of Lies
gênero:Drama
duração:2 hr 8 min
ano de lançamento: 2008
estúdio: Scott Free Productions / De Line Pictures
distribuidora: Warner Bros. Pictures
direção: Ridley Scott
roteiro: William Monahan, baseado em livro de David Ignatius
produção: Donald De Line e Ridley Scott
música: Marc Streitenfeld
fotografia: Alexander Witt
direção de arte: Marco Trentini, Alessandro Santucci e Robert Cowper
figurino: Janty Yates
edição: Pietro Scalia
efeitos especiais:Sony Pictures Imageworks

Um agente que só trabalha em áreas perigosas ao redor do mundo apenas tendo como contato um homem de dentro da sede da CIA. Enquanto busca por um importante terrorista ele tem de se embrenhar em um território pouco conhecido para ele e depender de tratos feitos apenas à base de confiança.
O elenco é de babar e contando com algumas figurinhas repetidas  e favoritas do diretor.
A trama é boa e interessante. Te amarra à história do começo ao fim, mas acredito que isso aconteça pela quantidade de teorias da conspiração, uma seguida da outra, que acontecem durante todo o enredo deixando o telespectador um pouco confuso. Por isso você não pode desconcentrar um segundo se não já era, não vai mais entender nadinha do filme.
A idéia é boa, principalmente pelo ponto de - mesmo mostrando os EUA como mocinhos - destacar bastante como aqueles, que perseguem os povos do Oriente Médio, não são tão invencíveis como pensam.
No todo gostei bastante, só caiu um pouco no meu conceito por achá-lo um pouco sem saber pra onde estava indo. 

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Sempre Ao Seu Lado

título original:Hachiko: A Dog's Story
gênero:Drama
duração:1 hr 33 min
ano de lançamento: 2009
estúdio: Inferno Distribution / Grand Army Entertainment / Opperman Viner Chrystyn Entertainment / Scion Films
distribuidora: Consolidated Pictures Group / Imagem Filmes
direção: Lasse Hallström
roteiro: Stephen P. Lindsey, baseado em roteiro de Kaneto Shindô
produção: Richard Gere, Bill Johnson e Vicki Shigekuni Wong
música: Jan A.P. Kaczmarek
fotografia: Ron Fortunato
direção de arte: Jordan Jacobs
figurino: Deborah Newhall
edição: Kristina Boden
efeitos especiais:& Company

Um professor encontra na estação de trem um cachorro perdido. O que ele não sabe é que esse pequeno filhote se tornará seu melhor, e mais fiel, amigo.
Um amigo meu me disse certa vez: "Tem poucos filmes que eu chorei, mas esse me fez chorar muito, é muito triste". (mais ou menos isso, não lembro as palavras exatas). Eu fui assistir com isso na cabeça e acabei me blindando. Não faça o mesmo que eu, vá de coração aberto pra lavar a alma.
Uma história linda e, o melhor, baseada em um fato real. A lealdade do cachorro com o homem é fantástica e emocionante. Super recomendo pois é uma história tocante e nenhum pouco clichê. 
Pra mim, na categoria de "filmes com cachorro", "Marley&Eu" perde de lavada para esse filme.
Só uma dica, que cabe para todos os filmes, não assistam pirata galera! Vi esse em um dvd do gênero que peguei emprestado e ele estava dublado eu russo. Por mais dramático que fosse a história, passei os primeiros minutos rindo da língua sem conseguir concentrar direto no filme.


CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

Robin Hood

título original:Robin Hood
gênero:Aventura
duração:2 hr 28 min
ano de lançamento: 2010
estúdio: Universal Pictures | Imagine Entertainment | Relativity Media | Scott Free Productions
distribuidora: Universal Pictures (EUA) | United International Pictures - UIP
direção: Ridley Scott
roteiro: Brian Helgeland, baseado em história de Brian Helgeland, Ethan Reiff e Cyrus Voris
produção: Russell Crowe, Brian Grazer e Ridley Scott
música: Marc Streitenfeld
fotografia: John Mathieson
direção de arte: David Allday, Ray Chan e Karen Wakefield
figurino: Janty Yates
edição: Pietro Scalia
efeitos especiais:Centroid Motion Capture | Hammerhead Productions | Moving Picture Company | Lola Visual Effects | Plowman Craven & Associates

Após a morte do rei Ricardo Coração de Leão, o arqueiro Robin toma, com sua trupe, o lugar dos cavaleiros que levavam sua coroa de volta à Inglaterra, para poder retornar ao país. Isso o torna muito visado entre aqueles que mataram o rei, que buscam apagar testemunhas, e a família daquele que ele tomou o lugar por, coincidentemente, saberem sobre seu passado desconhecido.
Não é um remake mostrando os feitos altruístas de Robin Hood tirando dos ricos para dar aos pobres. O roteiro conta como que um simples arqueiro egoísta se tornou na figura conhecida por lutar contra o sistema que controlava e destruía seu povo.
A fotografia, a trilha sonora e os efeitos especiais são dignos de muito respeito. O elenco é de peso, e vemos aqui uma das várias parcerias entre Ridley Scott e Russel Crowe. Mas para mim nem tudo isso sustentou a história, o filme é muito longo e um pouco enrolado no seu desenvolvimento.
Acho que foi só uma prévia, uma abertura de algo que ainda virá. Foi o prefácio de um segundo filme onde acredito, que aí sim, será contada a parte da história de Robin Hood que todos conhecem e querem ver.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha técnica: IMDb

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Te Amarei Para Sempre

ítulo original:The Time Traveler's Wife
gênero:Romance
duração:1 hr 47 min
ano de lançamento: 2009
estúdio: New Line Cinema / Plan B Entertainment / Nick Wechsler Productions
distribuidora: New Line Cinema / Warner Bros.
direção: Robert Schwentke
roteiro: Bruce Joel Rubin, baseado em livro de Audrey Niffenegger
produção: Dede Gardner e Nick Wechsler
música: Mychael Danna
fotografia: Florian Balhaus
direção de arte: Peter Grundy
figurino: Julie Weiss
edição: Thom Noble
efeitos especiais:Rhythm and Hues / Tinsley Transfers 

Um viajante do tempo conhece uma garotinha em um de seus "passeios". Eles se tornam amigos e com o tempo, amantes. Depois de muitas idas e vindas do rapaz, eles acabam se casando, mas não é nada fácil para ela ter de conviver com a idéia de nunca ter certeza se seu marido estará por perto.
É baseado em um livro que não li, talvez a versão em papel seja melhor. Achei o roteiro muito confuso, o cara tem uma anomalia genética que o faz viajar no tempo e isso faz q as vezes o "eu" dele do passado ou futuro e do presente se encontrem, o que não é muito bem explicado. [SPOILER/] Por exemplo, ele faz uma vasectomia pois ele passou o gene para o bebê, que "viaja" antes de nascer e causa aborto toda vez que a mãe engravida, colocando a vida dela em risco. Mas aí o "eu" dele do passado aparece, pega a mulher dele e aí a gravidez acontece normalmente. Mas espera aí, se é ele próprio, por quê a versão do presente passa o gene e o do passado não? Sendo que quando a menina nasce ela tem o mesmo dom. [\SPOILER]
Para as românticas pode ser uma história "linda e de chorar", a trilha sonora até que deixa mais emocionante mesmo, mas pra mim foi uma história imprecisa e enfadonha.
Definitivamente não me convenceu, muito menos agradou.

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Tootsie

título original:Tootsie
gênero:Comédia
duração:1 hr 52 min
ano de lançamento: 1982
site oficial:
estúdio: Colmbia Pictures Corporation / Delphi / Mirage / Punch Productions
distribuidora: Columbia Pictures
direção: Sydney Pollack
roteiro: Murray Schisgal e Larry Gelbart, baseado em estória de Larry Gelbart e Don McGuire
produção: Sydney Pollack e Dick Richards
música: Dave Grusin
fotografia: Owen Roizman
figurino: Ruth Morley
edição: Fredric Steinkamp e William Steinkamp

Um ator, que nunca é aceito nos castings que participa, resolve buscar papéis de uma forma diferente: vestido de mulher. É então que consegue entrar em uma novela que logo vira sucesso. O problema é como ele irá lidar com sua repentina paixão por uma das atrizes do elenco.
Divertidíssimo!Uma história que te amarra na trama.
Dustin Hoffmann consegue mostrar todo seu talento e suas facetas no meu papel possível para isso: dele mesmo.
Em uma época que engraçado é "American Pie" e ser inteligente é só ver cinema undergorund, talvez muitas pessoas não achem graça e outras subestimem esse filme. Mas garanto que será divertido e inteligente assistir esse filme.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

Os Bons Companheiros

título original:Goodfellas
gênero:Policial
duração:2 hr 25 min
ano de lançamento: 1990
estúdio: Warner Bros.
distribuidora: Warner Bros.
direção: Martin Scorsese
roteiro: Nicholas Pileggi e Martin Scorsese, baseado em livro de Nicholas Pileggi
produção: Irwin Winkler
música: Pete Towshend
fotografia: Michael Ballhaus
direção de arte: Maher Ahmad
figurino: Richard Bruno
edição: Thelma Schoonmaker e James Y. Kwei

Garoto, que considerava mais importante ser gânster do que ser presidente dos EUA, consegue ingressar no bando como protegido do maior mafioso. Mesmo não sendo considerado muita parte da congregação por ser irlândes, durante 20 anos de participação ele consegue ir ganhando cada vez mais espaço. Quando então, passa a ganhar muita grana com tráfico de drogas é que ganha grande espaço, responsabilidades e problemas dentro da máfia.
O encantamento pelo poder e a magia do dinheiro fácil andam lado a lado com assassinatos, vinganças e chantagens. Um mundo podre e decadente fantasiado de uma vida que todo mundo sonha.
É Scorcese, precisa  dizer muito mais? Ele sabe como fazer uma história se desenrolar de maneira intrigante, engraçada e sedutora. Até um documentário sobre a vida de uma fatia de pão embolorada ficaria legal em suas mãos.
Aí ele ainda consegue reunir em um filme atores só de alto calibre. Pronto, está feita a mistura perfeita.
Eu sou louca por filmes de máfia, pra mim não existe dentro dessa categoria um que seja ruim. Posso até estar valorizando demais por isso, mas tenho certeza que muitas pessoas concordarão comigo que não se pode deixar de ver essa obra que reúne suspense, ação, comédia (de um modo irônico) e drama ao mesmo tempo.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha técnica: IMDb

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Nova York, Eu Te Amo

título original:New York, I Love You
gênero:Drama
duração:1 hr 50 min
ano de lançamento: 2009
estúdio: Vivendi Entertainment / Palm Pictures / Sherazade Films / Benaroya Pictures / Grosvenor Park Media / Ever So Close / Visitor Pictures / Plum Pictures / 2008NY5 / Grand Army Entertainment / Also Known As Pictures / New York, I Love You
distribuidora: Vivendi Entertainment / California Filmes
direção: Allen Hughes, Shunji Iwai, Joshua Marston, Wen Jiang, Brett Ratner, Mira Nair, Natalie Portman, Shekhar Kapur, Yvan Attal, Fatih Akin
roteiro: Emmanuel Benbihy (argumento) / Tristan Carné (premissa) / Hall Powell, Israel Horovitz e James C. Strouse (transições) / Shunji Iwai, Israel Horovitz (adaptação no segmento de Shunji Iwai), Hu Hong (segmento Jiang Wen), Yao Meng (segmento Jiang Wen),
produção: Emmanuel Benbihy, Marina Grasic e Parker C. Bennett (co produtor)
música: Tonino Baliardo (segmento Jiang Wen), Nicholas Britell (segmento Natalie Portman), Paul Cantelon (segmento Shekhar Kapur), Mychael Danna (segmento Mira Nair), Ilhan Ersahin (segmento Fatih Akin), Jack Livesey (Transições), Shoji Mitsui (segmento Shunji
fotografia: Benoît Debie (segmento Shekhar Kapur), Pawel Edelman (segmento Brett Ratner), Michael McDonough (transições), Declan Quinn (segmento Mira Nair) e Mauricio Rubinstein (segmento Fatih Akin)
direção de arte: Katya DeBear
figurino: Victoria Farrell
edição: Jacob Craycroft, Affonso Gonçalves, Mark Helfrich, Allyson C. Johnson e Craig McKay

Assim como em "Paris, te amo" vários diretores mostram, do seu ponto de vista, o amor e a cidade em foco.
Mas há diferenças. A começar que no primeiro os curtas são bem separados, aparecendo o nome do filme e seu diretor sempre no início, enquanto esse tem tudo misturado, o que acho particularmente que atrapalha em saber se um é continuação do outro ou se são histórias distintas. Você perde um tempo se acostumando ao novo estilo, não está preparado ainda para a mudança.
Não tive um curta preferido nesse filme, achei todos meio padronizados sem que um tomasse muito destaque. Talvez o mais fofinho pra tenha sido o de casal de idosos, mas não porque a fotografia é diferente ou o roteiro incrementado, mas só por achar uma gracinha casais de idosos.
Outra diferença gritante é que no primeiro vejo mais a demonstração de amor à cidade e como isso se reflete em vários tipos de amor (casal, pai e filho, irmãos, etc), enquanto nesse vi somente Nova York como pano de fundo a várias histórias de amor somente entre homem e mulher.
Inclusive se alguém souber me explicar, gostaria MUITO de entender o curta da senhora que está no hotel e gosta de violetas, de verdade, não entendi nada.
Um ponto alto é o elenco estrelar, 90% dos personagens principais são muito famosos. Já no "Paris, te amo" não são tantos assim.
É tudo muito agradável, sai do padrão de filminhos românticos. Não digo para não assistirem pois é legal e interessante, mas eu esperava mais.

ps.: infelizmente tem um limite pra tags e eu não consegui marcar todos os atores principais.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha técnica: IMDb

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Apocalypse Now

título original:Apocalypse Now
gênero:Guerra
duração:2 hr 28 min
ano de lançamento: 1979
estúdio: Zoetrope Studios
distribuidora: United Artists
direção: Francis Ford Coppola
roteiro: Francis Ford Coppola eJohn Milius, baseado em romance de Joseph Conrad
produção: Francis Ford Coppola
música: Carmine Coppola, Francis Ford Coppola e Mickey Hart
fotografia: Vittorio Storaro
direção de arte: Angelo P. Graham
figurino: Charles E. James
edição: Lisa Fruchtman, Gerald B. Greenberg, Richard Marks, Walter Murch e Randy Thom

Durante a Guerra do Vietnã, um coronel é designado a ir em busca de um capitão que se refugiou na selva do Camboja e matá-lo. Para chegar até lá ele conta com a ajuda de alguns soldados e encontra situações inusitadas pelo caminho.
É muito difícil falar de um filme tão famoso, valorizado e comentado. Vamos partir do ponto que, como qualquer outro filme que se encaixe nessas categorias ditas anteriormente e que já estejam no Hall dos clássicos, nós já começamos a assistir com uma expectativa muito grande, superestimando.
Não que isso que eu disse tire o valor do filme, jamaz. O roteiro é incrível, a fotografia muito interessante e a trilha sonora sem dúvida alguma é uma das melhores da história do cinema, que inclui The Doors, Rolling Stones, entre outras - é de arrepiar a cena no helicóptero ao som da Cavalgada das Válquírias.  
Entre os filmes de guerra que já vi, ele impressiona por sua psicodelia e a maneira como isso representa bem o estado de espírito e de vida dos soldados que participaram dessa guerra fracassada.
A obra por completo impressiona e não há como chegar ao final com uma sensação de neutralidade. É fato que você será impactado. No todo ele choca, mas como disse no começo fiquei tanto tempo na excitação de assistir a esse filme que ao final me frustrei um pouco, sem dúvida que ele é uma obra-prima e em nada perde seu valor, mas eu acabei indo com sede demais ao pote e no final esperava alguma coisa que não sei o que é. 
Talvez ele tenha se estendido demais para a minha hiperatividade ou foi muita loucura pra uma cabeça só. Só sei que ao final mesmo o admirando como obra, infelizmente, não posso considerar como um dos meus favoritos.
Só uma coisa eu posso garantir: você gostando ou não, com certeza ao final, vai adorar o cheiro de Napalm pela manhã.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha técnica: IMDb

Um Astro Em Minha Vida

título original:10 Items or Less
gênero:Comédia
duração:1 hr 22 min
ano de lançamento: 2006
estúdio: Reveal Entertainment / Revelations Entertainment / 10 Items / Mockingbird Pictures
distribuidora: THINKFilm / Imagem Filmes
direção: Brad Silberling
roteiro: Brad Silberling
produção: Julie Lynn, Lori McCreary e Brad Silberling
música: Antonio Pinto
fotografia: Phedon Papamichael
direção de arte: Don "Tex" Clark
figurino: Isis Mussenden
edição: Michael Kahn

Um astro de cinema, que está parado há 4 anos, recebe a proposta de participar de um filme independente e vai estudar seu personagem em um supermercado. Chegando lá encontra um lugar caótico e uma única caixa que parece fazer sentido no meio daquela bagunça.
É uma história sobre a história. Como?! Assim, só tem um super astro nesse filme que interpreta a si mesmo (o Sheldon de Big Bang Theory não conta porque nessa época não era tão famoso ainda e o deVito só faz uma pontinha). O filme é um média e é nítido que sua produção é bem independente. Nada de super efeitos especiais ou qualquer que necessite de mais dinheiro.
O roteiro não tem nenhuma surpresa nem explora assuntos que quebrem a cabeça, mas é divertidinho e a interpretação do Morgan Freeman como sempre faz valer tudo.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O Contador de Histórias

título original:O Contador de Histórias
gênero:Drama
duração:1 hr 50 min
ano de lançamento: 2009
estúdio: Ramalho Filmes / Nia Filmes
distribuidora: Warner Bros. Pictures
direção: Luiz Villaça
roteiro: Luiz Villaça, Maurício Arruda, José Roberto Torero e Mariana Veríssimo
produção: Francisco Ramalho Jr. e Denise Fraga
música: André Abujamra
fotografia: Lauro Escorel
direção de arte: Valdy Lopes
figurino: Cássio Brasil
edição: Umberto Martins e Maria Altberg

História real sobre a vida do pedagogo e contador de histórias Roberto Carlos Ramos. Na década de 70 sua mãe o deixou em uma Febem, pois não tinha condições de criá-lo e a propaganda da instituição afirmava que as crianças saíam de lá médicos e advogados - muito diferente da realidade. Após várias fugas e retornos à instituição ele começa a ter contato com uma psicóloga francesa que o trata com respeito, dignidade e lha dá a oportunidade de mudar seu destino.
Eu valorizo muito filmes de contam histórias que aconteceram, principalmente quando isso é contado através de atores tão bons e não tanto conhecidos.
Com um roteiro muito dramático e inspirador duvido que haja como não se emocionar com uma história de vida tão sofrida e, de certa forma, tão espetacular. Pra falar a verdade eu fiquei com os olhos marejados só de rever o trailer quando estava buscando pra colocar aqui no post.
Não se trata também somente sua vida, mas mostra a capacidade criativa dele para contar histórias, um dos pontos que o deixou famoso.
Acredito que poucas pessoas assistiram a esse filme, mas não é a falta de público que deixa de fazer esse filme, pra mim, um dos melhores nacionais dos últimos tempos.

CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Invictus

título original:Invictus
gênero:Drama
duração:2 hr 14 min
ano de lançamento: 2009
estúdio: Warner Bros. Pictures / Spyglass Entertainment / Revelations Entertainment / Mace Neufeld Productions / Malpaso Productions
distribuidora: Warner Bros.
direção: Clint Eastwood
roteiro: Anthony Peckham, baseado em livro de John Carlin
produção: Clint Eastwood, Robert Lorenz, Lori McCreary e Mace Neufeld
música: Kyle Eastwood e Michael Stevens
fotografia: Tom Stern
direção de arte: Tom Hannam e Jonathan Hely-Hutchinson
figurino: Deborah Hopper
edição: Joel Cox e Gary Roach
efeitos especiais:CIS Hollywood / CIS Vancouver / Hirota Paint Industries

História real. Após a queda do apartheid e da posse como presidente de Nelson Mandela, esse personagem tão peculiar da história do mundo é retratado fora dos padrões. No ano em que a África do Sul sediou a Copa Mundial de Rugby ele aparece movendo todos os esforços para juntar seus compatriotas por uma única paixão: o esporte.
Se fosse ficção pareceria só mais um filme cheio de clichês e bem morno sobre racismo e segregação, mas é aí que entra a diferença, porque ele não é. Só de pensar que tudo isso aconteceu de verdade me arrepio inteira (tudo bem, talvez de uma maneira menos romanceada, mas aconteceu).
A trilha sonora é outro ponto alto. Usando e abusando das músicas tribais africanas, que eu acho lindas inclusive, o filme ganha mais pontos e consegue nos imergir mais ainda na atmosfera do país naquela época.
A cena onde disputam com o time mais famoso de rugby, o All Blacks da Nova Zelândia, vemos outra representação cultural muito bacana:  a dança de guerra - Haka - que eles costumam fazer antes dos jogos para assustar os adversários.
Como sempre,e  cada vez mais, me impressionei com Morgan Freeman que deu um show de interpretação ficando idêntico ao seu personagem.
Uma história cheia de ensinamentos e moral. Sobre política, esporte, sociedade e respeito ao próximo.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e ficha técnica: IMDb

Guerra ao Terror

título original:The Hurt Locker
gênero:Drama
duração:2 hr 11 min
ano de lançamento: 2009
estúdio: First Light Productions / Kingsgate Films / Grosvenor Park Media
distribuidora: Summit Entertainment / Imagem Filmes
direção: Kathryn Bigelow
roteiro: Mark Boal
produção: Kathryn Bigelow, Nicolas Chartier, Mark Boal e Greg Shapiro
música: Marco Beltrami e Buck Sanders
fotografia: Barry Ackroyd
direção de arte: David Bryan
figurino: George L. Little
edição: Chris Innis e Bob Murawski

Na guerra do Iraque, um grupo específico de soldados trabalha com o desarmamento de bombas. Quando o especialista do grupo morre, é enviado um substituto com muito mais sangue frio e que tem no seu trabalho uma forma de encontrar emoção e adrenalina, o que o torna um pouco viciado na atividade em busca de emoção e o leva a ser considerado irresponsável pelo resto do grupo.
Mais um filme sobre guerra, só que talvez um pouco mais interessante por se pautar em um assunto ainda em voga. O que pode estragar um pouco a temática é aquela tendência de fazer um filme nem um pouco imparcial, mostrando como sempre os estadunidenses como mocinhos salvadores da história.
A quase falta total de trilha sonora dá um tom de tensão maior, principalmente nas cenas em que o desarmamento de uma bomba está acontecendo. Mas ao mesmo tempo deixa o desenvolvimento arrastado e cansativo, o que não se percebe pelo trailer onde o filme parece ter muita ação (e isso não acontece).
Sai um pouco do padrão de filmes de guerra onde, as vezes, não sabemos nem quem está brigando com quem. Mas mesmo assim não achei tanta coisa como andavam dizendo.
A temática é sim superior ao de Avatar, que é muito comercial, porém não achei tão merecedor da quantidade de Oscars que recebeu, principalmente de Melhor Filme.
No ponto de vista da diversão e lazer sem dúvida Avatar é melhor que esse filme. Em todos os outros requisitos acham que eles empatam e nenhum foi tão maravilhoso pra ganhar o destaque que ganhou no Oscar.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Par Perfeito

título original:Killers
gênero:Comédia Romântica
duração:1 hr 30 min
ano de lançamento: 2010
estúdio: Katalyst Films / Lionsgate
distribuidora: Imagem Filmes
direção: Robert Luketic
roteiro: Bob DeRosa e Ted Griffin
produção: Scott Aversano, Jason Goldberg, Mike Karz, Ashton Kutcher e Chad Marting
música: Rolfe Kent
fotografia: Russell Carpenter
direção de arte: Missy Stewart
figurino: Johanna Argan
edição: Richard Francis-Bruce e Mary Jo Markey
efeitos especiais:Asylum VFX

Uma moça, já considerada encalhada pelos pais,conhece o homem perfeito para sua vida, ou quase. Tudo se transforma em um caos quando ela descobre que ele é, na verdade, um matador de aluguel e está sendo perseguido.
Resolvi assistir por causa do casal de atores principais que gosto muito, mas em decepcionei. Fraco. As melhores cenas estão no trailer (que inclusive conta toda a história, quase nada de informação a mais sobra para o filme). O final é óbvio quase desde o começo do filme. 
Da trilha sonora só se salva "Psicho killer".
Acho que tentaram fazer uma versão mais açucarada de Sr e Sra Smith, mas não funcionou.
Nem todo o carisma do casal principal conseguiu salvar esse roteiro e ele se manteve fraco.

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Apenas o Fim

título original:Apenas o Fim
gênero:Comédia Dramática
duração:1 hr 20 min
ano de lançamento: 2009
estúdio: Atitude Produções
distribuidora: Filmes do Estação
direção: Matheus Souza
roteiro: Matheus Souza
produção: Mariza Leão e Júlia Ramil
música: Pedro Carneiro
fotografia: Júlio Secchin
direção de arte: Gabriel Cabral e Júlia Garcia
figurino: Tatiana Pomar
edição: Júlio Secchin

Antes de fugir de casa e recomeçar a vida em um lugar que ninguém sabe onde é, garota procura namorado para informá-lo de sua decisão. Enquanto ele tenta dissuadi-la da idéia eles passam sua última hora juntos lembrando de bons momentos e discutindo pontos que ficaram suspensos de seu relacionamento.
Peguei não esperando nada, na verdade menos que nada.Afinal, um filme que foi TCC de um "moleque" de 20 anos para mim seria provavelmente uma obra pseudocult cheia de referências que 90% dos telespectadores não entenderiam e provavelmente muito chata. Me surpreendi e muito.
A história se desenvolve toda com base nos diálogos dos dois personagens, o que lembra muito os filmes "Antes do Amanhecer" e "Antes do Por-do-Sol" - dois filmes que eu particularmente adoro.
Para aqueles que nasceram e cresceram nas décadas de 80/90 as referências às suas infâncias são muitas e divertidíssimas.
Os personagens são pessoas reais que em muito com certeza te lembraram um amigo ou colega de escola/faculdade. A rotina de um relacionamento, a maneira como ele se desenvolve, os percalços da vida, tudo bem elaborado sem a necessidade de efeitos mega especiais, atores da moda ou cenário expetacular.
Os dois atores principais, pouquíssimo conhecidos, mandam muito bem mesmo tendo de carregar quase o filme todo nas costas sozinhos.
A trilha sonora está totalmente de acordo com o filme e se torna mais especial ainda tendo Los Hermanos como tema principal com a música "Pois é".
Super recomendo, talvez você não goste tanto quanto eu porque conta muito aqui a minha surpresa com algo que eu não esperava. expectativas baixas é a chave pra gostar desse filme.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Cartas para Julieta

título original:Letters to Juliet
gênero:Comédia Romântica
duração:1 hr 45 min
ano de lançamento: 2010
estúdio: Summit Entertainment / Applehead Pictures
distribuidora: Summit Entertainment (EUA) / Paris Filmes (Brasil)
direção: Gary Winick
roteiro: im Sullivan e Jose Rivera
produção: Mark Canton, Ellen Barkin, Eric Feig, Patrick Wachsberger e Caroline Kaplan
música: Andrea Guerra
fotografia: Marco Pontecorvo
direção de arte: Stefano Maria Ortolani e Saverio Sammali
figurino: Nicoletta Ercole
edição: Bill Pankow
efeitos especiais:Anibrain / Mr. X / Leonardo Cruciano Workshop

Uma moça, aspirante a escritora, viaja com seu noivo, que sonha em ter um restaurante, para a Itália. Lá ela descobre um lugar onde as pessoas deixam cartas para uma tal "Julieta" contando suas desilusões amorosas. Enquanto seu noivo só tem atenções para as comidas, elas se une ao grupo que responde as cartas. Até que certo dia ela descobre uma carta escondida, de muitos anos atrás e a responde; a única coisa que ela não esperava é que a dona da carta apareceria e isso mudaria sua vida para sempre.
Bem, mas beeem, água com açúcar. Não que isso desvalorize o filme. Assumo que peguei pra assistir com um baita de um preconceito achando que seria um lixo, mas até que foi um passatempo divertido. A única coisa que achei triste foi ver Gael Garcia Bernal num personagem TÃO secundário.
Apesar da história ser bem previsível é bonitinha e diria até que se aproxima a um conto de fadas. A trilha sonora é agradável e o ponto alto do filme se encontra em sua fotografia, o que não poderia ser diferente tendo sido rodado em pontos tão bonitos da Itália.
Pode não ser uma das grandes produções ou um filme super cabeça, mas é uma boa distração.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb