terça-feira, 30 de novembro de 2010

O Miado do Gato

título original:The Cat's Meow
gênero:Drama
duração:1 hr 52 min
ano de lançamento: 2002
estúdio: CP Medien AG / Dan Films / KC Medien AG
distribuidora: Lions Gate Films Inc.
direção: Peter Bogdanovich
roteiro: Steven Peros, baseado em peça teatral de Steven Peros
produção: Julie Baines, Kim Bieber, Carol Lewis e Dieter Meyer
música: Ian Whitcomb
fotografia: Bruno Delbonnel
direção de arte: Christian Eisele, Jan Niesler e Loukas Oikonomopoulos
figurino: Christian Eisele, Jan Niesler e Loukas Oikonomopoulos
edição: Edward G. Norris

Na década de 20 um magnata da comunicação resolve fazer uma festinha em seu iate regado a muito álcool e jazz. Os convidados são somente pessoas que fazem parte da elite da época, entre eles Charles Chaplin. O magnata passa a suspeitar que sua amante tem um caso com Chaplin, o que gera ciúmes, intrigas e uma pitada de paixão. O que complica a diversão é um misterioso assassinato que acontece durante a viagem.
Essa história é um mito de Hollywood, pena que isso não serviu em nada para deixar o filme mais interessante. 
Antes que o Sr Rafael venha dizer aqui que não assisti o filme por inteiro já explico. Vi que estava começando e deixei no canal com a intenção de vê-lo, mas o desenrolar da história foi tão chato que a todo momento me pegava conversando ou prestando atenção em qualquer outra coisa que estivesse acontecendo em volta sem ser o filme. Quer dizer, se o filme não consegue prender a atenção do telespectador como pode ser considerado bom?
O mais triste é que no momento que a história começou a ter atrativos, o filme acabou. Acredito que deveria ter sido estruturado totalmente de outra maneira.
O ator escolhido para fazer Charles Chaplin não chega perto nem de uma caricatura mal feita do grande gênio do cinema. No máximo o topete ficou parecido. Deviam ter chamado Robert Downey Jr para refazer o papel, no qual mandou super bem no filme biográfico Chaplin.
Podem descer o pau em mim por estar comentando um filme que não assisti com total atenção, mas foi exatamente isso que me motivou a fazer essa crítica.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Taxi Driver

título original:Taxi Driver
gênero:Drama
duração:1 hr 54 min
ano de lançamento: 1976
estúdio: Columbia Pictures Corporation / Italo/Judeo Productions / Bill/Phillips
distribuidora: Columbia Pictures
direção: Martin Scorcese
roteiro: Paul Schrader
produção: Julia Phillips e Michael Phillips
música: Bernard Herrmann
fotografia: Michael Chapman
direção de arte: Charles Rosen
figurino: Charles Rosen
edição: Marcia Lucas, Tom Rolf, Thelma Schoonmaker, Melvin Shapiro e Steven Spielberg

Ex-combatente do Vietnã vira taxista nas ruas mais violentas de Nova York. Revoltado com a pobreza, prostituição, vícios e toda a "sujeira" da humanidade ele tenta persuadir uma garota de 12 anos a largar o cafetão e voltar para sua família, ao mesmo tempo que leva uma garota para ver um filme pornô no primeiro encontro.Tudo isso culmina na compra de várias armas e a vontade de cometer um assassinato.
Vou partir do ponto que criei tanta expectativa em cima desse filme que quando assisti ontem acabei frustrada. A maneira psicótica e suja como Scorsese dirige o filme é muito interessante e sem sombra de dúvidas esse é uma das melhores interpretações da vida do De Niro. É de arrepiar como ele consegue conduzir um personagem tão desequilibrado e problemático da forma mais convincente possível.
Jodie Foster impressiona fazendo uma prostituta drogada de 12 anos, com apenas 14 anos.
Senti uma certa ligação entre a falta de conformidade com o rumo que a sociedade está tomando desse filme com a que acontece em "Um Dia de Fúria"
Mas no geral fiquei meio perdida no final e fiquei um pouquinho decepcionada. O filme continua sendo ótimo, mas eu ainda esperava mais. 

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Blow-Up - Depois Daquele Beijo

título original:Blow Up
gênero:Drama
duração:1 hr 51 min
ano de lançamento: 1966
estúdio: Bridge Films
distribuidora: Metro-Goldwyn-Mayer
direção: Michelangelo Antonioni
roteiro: Michelangelo Antonioni e Tonino Guerra, baseado em estória de Julio Cortázar
produção: Carlo Ponti
música: Herbie Hancock
fotografia: Carlo Di Palma
direção de arte: Assheton Gordon
figurino: Assheton Gordon
edição: Frank Clarke

 Um fotógrafao de moda está cansado das futilidades do mundo fashion. Um dia em um parque fotografa um casal e a moça vem pedir que lhe entregue os negativos, mas ele se engana e entrega o errado. Quando revela as fotos percebe que pode ter registrado um assassinato.
Aviso antes de tudo, não vou ter como comentar esse filme sem fazer um GRANDE SPOILER, se não assistiu ainda me desculpe, mas não leia daqui pra frente.
É incrível como o suspense é inserido na história mas não recebe uma conclusão, esse é o grande e maior trunfo do filme, você passa o desenrolar todo esperando o desfecho desse mistério. Diria que é mais ou menos como a traição ou não de Capitu no livro Dom Casmurro de Machado de Assis.
Infelizmente o que dá maior valor ao filme também o deixa monótono, exatamente por fugir do comum. A falta de conclusão é o grande diferencial do roteiro, mas por você ficar na espera o tempo todo acaba tornando a história um pouco cansativa. Nada que tire o valor do filme, jamaz, mas para que não está preparado pode acabar não gostando tanto quanto poderia.
Muita coisa é dita com quase nenhum diálogo, resumiria o filme em "a imagem diz mais do que mil palavras". mesmo assim , entendendo todo o valor do filme me incluo na turma que o achou monótono. Sou da turma que curte muito Woody Allen, traduzindo: muitos diálogos. Então para mim é difícil não ficar com sono em filmes mais parados e silenciosos.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

poster e Ficha técnica: IMDb

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Contatos Imediatos de Terceiro Grau

título original:Close Encounters of the Third King
gênero:Ficção Científica
duração:2 hr 12 min
ano de lançamento: 1977
site oficial:
estúdio: Columbia Pictures Corporation / EMI Films Ltd.
distribuidora: Columbia Pictures / Sony Pictures Releasing
direção: Steven Spielberg
roteiro: Steven Spielberg
produção: Julia Phillips e Michael Phillips
música: John Williams
fotografia: William A. Fraker, Douglas Slocombe e Vilmos Zsigmond
direção de arte: Daniel A. Lomino
figurino: Daniel A. Lomino
edição: Michael Kahn
efeitos especiais:Future General Corporation

Um chefe de família passa a se comportar de maneira estranha quando começa a receber sinais alienígenas. Assim como ele várias pessoas sentem a presença dos extraterrestres e passam a peregrinar para o lugar onde eles irão pousar.
Já afirmei várias vezes aqui que não sou muito fã de filmes de sci-fi, por isso costumo dar notas abaixo da média - pura questão de gosto. Mas esse filme em específico eu respeito muito. Foi um dos primeiros que trouxe mais ao público comum uma temática nerd.
Para mim, Spielberg foi o precursor da transformação da cultura nerd em cultura pop. A maneira como ele integra os extraterrestres com o dinamismo das cores e sons é incrível, o telespectador realmente fica hipnotizado mesmo o filme sendo um pouquinho parado.
Não vou dizer que não esperava um pouquinho mais, mas mesmo assim é um clássico imperdível do gênero.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha técnica: IMDb

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Brazil, o Filme

  • título original:Brazil
  • gênero:Ficção Científica
  • duração:2 hr 11 min
  • ano de lançamento: 1985
  • estúdio: Universal Pictures / Embassy International Pictures
  • distribuidora: Universal Pictures
  • direção: John Beard e Keith Pain
  • roteiro: Terry Gilliam, Charles McKeown e Tom Stoppard
  • produção: Arnon Milchan
  • música: Michael Kamen
  • fotografia: Roger Pratt
  • direção de arte: John Beard e Keith Pain
  • figurino: John Beard e Keith Pain
  • edição: Julián Doyle
Em um Estado totalitário e opressivo, onde tudo é controlado por fichas e computadores, além de todos os serviços prestados à comunidade terem de ser pagos, até a estadia em prisões, um cidadão comum se apaixona por uma terrorista que luta contra o sistema.
Antes de qualquer coisa: LEIA "1984" de George Orwell. Não sei se oficialmente esse filme é uma adaptação do livro, mas quem leu vê bem clara a inspiração e homenagem a esse livro maravilhoso.
Psicodélico, surrealista, divertido e engraçado abusando do humor negro, o filme no todo é um caso a parte na história do cinema.
Me surpreendi ao ver De Niro nesse filme, não faz muito o perfil dele mas nem por isso ele deixa de mandar bem.
O personagem que vive em um mundo padronizado e sem graça passa todo esse trecho da vida sendo registrado em preto e branco. Quando ele conhece seu amor e as aventuras possíveis de serem traçadas as cenas passam a ser coloridas. Seria uma citação a "O Mágico de Oz"?
A trilha é quase todo formulada com música brasileira. Só queria entender a relação entre o nome do nosso país e a história. Se alguém souber me conte.
Detalhe a parte, repararam que o filme, inspirado no livro 1984, foi produzido nesse ano? UI. Até arrepiou. =P

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Harry Potter e as Relíquias da Morte - parte 1

  • título original:Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 1
  • gênero:Aventura
  • duração:02 hs 26 min
  • ano de lançamento:2010
  • estúdio:Warner Bros. / Heyday Films
  • distribuidora:Warner Bros.
  • direção: David Yates
  • roteiro:Steve Kloves, baseado em livro de J.K. Rowling
  • produção:David Barron e David Heyman
  • música:Alexandre Desplat
  • fotografia:Eduardo Serra
  • direção de arte:Andrew Ackland-Snow, Mark Bartholomew, Alastair Bullock, Christian Huband, Molly Hughes, Hattie Storey e Gary Tomkins
  • figurino:Jany Temime
  • edição:Mark Day
  • efeitos especiais:Industrial Light & Magic / Double Negative / Cinesite / Framestore / Baseblack / Moving Picture Company / Plwman Craven & Associates / Rising Sun Pictures / The Visual Effects Company
Após tudo que passou no ano anterior, Harry agora deve enfrentar sozinho todos os perigos que o cercam. Após um perigoso transporte da casa de seus tios até a casa dos Weasley, ele sai em busca das horcruxes remanescentes de Voldemort, contando para isso com a ajuda de Rony e Hermione.
Chegou o final ou melhor, parte dele. A primeira parte do último livro não é lá das mais agitadas, quem leu sabe que do começo até o meio a história se desenvolve meio morna. Mas nada que desanime o leitor, digo, telespectador de continuar acompanhando e com os olhos vidrados.
Eles fogem e se escondem quase o tempo todo, salvando alguns momentos de tensão e susto. Mas é aí, só os três amigos sem grandes espetáculos junto ao cenário de Hogwarts que fica claro como os personagens amadureceram e como esse final não é somente para descobrir os pedaços do mal e destruí-los, mas para que eles se conheçam melhor a si mesmos, seus medos e suas virtudes.
Destaque para a cena onde é contada a lenda dos três irmãos e uma animação de encher os olhos atravessa o filme.
[SPOILER/] Ah! E já estava quase esquecendo. Sim, assim como no livro, você provavelmente vai chorar na frente da telona quando Harry visita o túmulo dos pais e quando o fofíssimo elfo doméstico Dobby morre, mas guarde um pouco para a sequência pois muita emoção ainda está por vir. [\SPOILER]
De verdade, eu não gostei de terem dividido o final em duas partes. Sei que isso foi feito para arrecadar mais dinheiro e o marketing e etc e tal, mas preferiria que tivessem feito um filme épico a la Ben-Hur de umas cinco horas e acabassem com essa agonia de uma vez, porque sinceramente vai ser difícil esperar mais um ano para realmente ver o final de tudo.
Para finalizar, achei o filme bem fiel ao espírito em que o livro é conduzido: meio na expectativa, meio na ansiedade, meio na necessidade de acabar mas no fundo não querendo. Quem não leu o livro provavelmente vai achar chato e parado, quem leu acredito que entenderá perfeitamente.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

Harry Potter e o Enigma do Príncipe

  • título original:Harry Potter and the Half-Blood Prince
  • gênero:Aventura
  • duração:02 hs 33 min
  • ano de lançamento:2009
  • estúdio:Warner Bros. Pictures / Heyday Films
  • distribuidora:Warner Bros. Pictures
  • direção: David Yates
  • roteiro:Steve Kloves, baseado em livro de J.K. Rowling
  • produção:David Barron e David Heyman
  • música:Nicholas Hooper
  • fotografia:Bruno Delbonnel
  • direção de arte:Andrew Ackland-Snow, Alastair Bullock, Molly Hughes, Tino Schaedler, Hattie Storey, Gary Tomkins e Sloane U'Ren
  • figurino:Jany Temime
  • edição:Mark Day
  • efeitos especiais:Industrial Light & Magic / CEG Media / Foreign Office / Double Negative / Gentle Giant Studios / Kerner Optical / Cinesite / Moving Picture Company / Plowman Craven & Associates / Rising Sun Pictures / The Virtual Effects Company
 No penúltimo ano escolar Harry encontra um livro misterioso onde está escrito: "Este livro pertence ao príncipe sangue-ruim". Através disso ele passa a descobrir detalhes sobre o passado de Voldemort.
Na penúltima parte da saga a aventura é deixada um pouquinho de lado para inserir informação sobre o vilão da história. O foco roda mais em torno de Voldemort do que em Harry, que a esse ponto já está um pouco egocêntrico.
Mais emocional que as partes anteriores, esse roteiro apela mais para o lado humano de cada personagem. Voldemort é visto como pessoa, além do monstro que se tornou.
Tanto no livro quanto no filme, houve uma das cenas mais emocionantes de toda a saga. Duvido que existe alguém que seguisse a saga e não tenha se emocionado [SPOILER/] com a morte de Dumbledore [\SPOILER].
Quando a história acaba só sobra a dúvida: e agora como será o desfecho? Pelo livro eu já soube, mas daqui a pouquinho vou saber como passaram isso para as telonas. Esperem e saberão minha opinião.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

Harry Potter e a Ordem da Fênix

  • título original:Harry Potter and the Order of the Phoenix
  • gênero:Aventura
  • duração:02 hs 18 min
  • ano de lançamento:2007
  • estúdio:Warner Bros. Pictures / Heyday Films
  • distribuidora:Warner Bros. Pictures
  • direção: David Yates
  • roteiro:Michael Goldenberg, baseado em livro de J.K. Rowling
  • produção:David Barron e David Heyman
  • música:Nicholas Hooper
  • fotografia:Slawomir Idziak
  • direção de arte:Alastair Bullock, Gary Tomkins, Andrew Ackland-Snow e Mark Bartholomew
  • figurino:Jany Temime
  • edição:Mark Day
  • efeitos especiais:Industrial Light & Magic / Cinesite / Double Negative / Moving Picture Company / Rising Sun Pictures / The Visual Effects Company / Gentle Giant Studios Inc. / Machine / Framestore CFC
Harry começa o 5º ano letivo vendo toda a comunidade bruxa sendo levada a acreditar que o retorno de Voldemort foi coisa da cabeça dele, que nada daquilo era verdade e ainda o Ministério da Magia exige que uma pessoa deles vire professora na escola. O problema é que as aulas da professora Dolores são muito superficiais e não ensinam a Defesa das Artes das trevas como deveria, ainda mais nesse período com riscos pelo retorno de Voldemort. Por causa disso Harry e seus amigos resolvem criar um grupo secreto para estudar por conta a matéria, o problema é que o grupo se auto intitula "Armada de Dumbledore" e isso dá um entendimento errado sobre o grupo.
Pura ação e aventura, a história do livro só serve de base para o desenvolvimento do filme. Não que isso desvalorize o filme,não. Mas desde o 3º filme que os diretores tomaram mais liberdade para mostrar seu ponto de vista sobre o filme.
Para mim, a partir do ponto que Voldemort entrou efetivamente na história, ela ganhou dimensões muito maiores e mais interessantes. Atores com conteúdo como Ralph Fiennes e Helena Bonham Carter só fizeram a história ganhar pontos do ponto de vista da interpretação.
Para mim esse foi um dos livros/filmes da saga mais obscuros de todos, talvez o que mais gostei. As cenas em que o trio de heróis invade o Ministério da Magia, são de arrepiar até os dentes, assim como foi no livro.
    CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

    Poster e Ficha Técnica: IMDb

    domingo, 21 de novembro de 2010

    Harry Potter e o Cálice de Fogo

    • título original:Harry Potter and the Goblet of Fire
    • gênero:Aventura
    • duração:02 hs 37 min
    • ano de lançamento:2005
    • estúdio:Warner Bros. / Heyday Films
    • distribuidora:Warner Bros.
    • direção: Mike Newell
    • roteiro:Steven Kloves, baseado em livro de J.K. Rowling
    • produção:David Heyman
    • música:Patrick Doyle
    • fotografia:Roger Pratt
    • direção de arte:Mark Bartholomew, Alastair Bullock, Alan Gilmore, Neil Lamont e Gary Tomkins
    • figurino:Jany Temime
    • edição:Mick Audsley
    • efeitos especiais:Animal Logic / Double Negative / Gentle Giant Studios Inc. / Industrial Light & Magic / Rising Sun Pictures / The Moving Picture Company / The Orphanage
    Hogwarts abre suas portas para o Campeonato Tribruxo. Sem ter colocado seu nome a disposição, Harry é misteriosamente selecionado a participar. Enquanto tem de enfrentar alunos mais experientes para ganhar as provas, a comunidade da magia se vê em pânico quando a marca negra de Voldemort surge durante os jogos.
    Novo diretor, novo modo de mostrar esse mundo paralelo, mas não deixando de permanecer no âmbito sombrio e cada vez mais amadurecido.
    Detalhes pequenos já são deixados de lado a muito tempo, para saber deles somente no livro emsmo. A intenção parece cada vez levar a história mais para o lado da ação do que da fidelidade ao roteiro original, não que estrague o desenvolvimento, mas não é mais o tipo de filme para os fanáticos pela série.
    Os atores mirins já são adolescentes e começam a mostrar atuações realmente mais concretas.
    Acho que esse é um dos filmes em que a família Weasley começa a ganhar mais destaque, que vamos combinar é um show a parte, principalmente os gêmeos. (me corrijam se estiver errada, são tantos filmes que não me lembro mais em qual eles passam a aparecer mais)
    Posso estar falando besteira, mas acho que esse filme foi o que mais utilizou de efeitos especiais em grande parte das cenas.

    CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

    Poster e Ficha Técnica: IMDb

      Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

      • título original:Harry Potter and the Prisoner of Azkaban
      • gênero:Aventura
      • duração:02 hs 19 min
      • ano de lançamento:2004
      • estúdio:Warner Bros. / Heyday Films / 1492 Pictures
      • distribuidora:Warner Bros.
      • direção: Alfonso Cuarón
      • roteiro:Steven Kloves, baseado em livro de J.K. Rowling
      • produção:David Heyman
      • música:John Williams
      • fotografia:Michael Seresin
      • direção de arte:Alan Gilmore
      • figurino:Jany Temime
      • edição:William Kruzykowski e Steven Weisberg
      • efeitos especiais:Double Negative / Industrial Light & Magic / Framestore CFC / Cinesite Ltd. / The Moving Picture Company
      Começando o 3º ano, Harry Potter tem de enfrentar vários novos problemas. Um prisioneiro muito perigoso, que matou seus pais, fugiu da cadeia e pode estar a procura do jovem herói. Para manter a escola em segurança são enviados Dementadores, seres estranhos que sugam a alma e os pensamentos bons de quem se aproxima deles.
      Nesse filme o diretor é outro, acredito que ele conseguiu trazer á saga uma aura mais sombria e mais madura, o que foi muito bom já que os atores principais e seu público já estão um pouco mais velhos.
      Os dementadores são de gelar a espinha, assim como parecem ser em suas aparições nos livros.
      Uma cena em específico que achei muito boa foi a do ônibus que o Harry pega logo no começo da história, é exatamente como eu tinha imaginado quando li o livro.
      Os efeitos continuam de primeira, mas o lobisomem deixa um pouco a desejar.

      CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

      Poster e Ficha Técnica: IMDb

      Harry Potter e a Câmara Secreta

      • título original:Harry Potter and the Chamber of Secrets
      • gênero:Aventura
      • duração:02 hs 41 min
      • ano de lançamento:2002
      • estúdio:Warner Bros. / 1492 Pictures / Heyday Films
      • distribuidora:Warner Bros.
      • direção: Chris Columbus
      • roteiro:Steven Kloves, baseado em livro de J.K. Rowling
      • produção:David Heyman
      • música:John Williams e William Ross
      • fotografia:Roger Pratt
      • direção de arte:Andrew Ackland-Snow, Neil Lamont, Steven Lawrence e Lucinda Thomson
      • figurino:Lindy Hemming e Michael O'Conner
      • edição:Peter Honess
      • efeitos especiais:Cinesite Ltd. / Industrial Light & Magic / Framestore CFC / The Moving Picture Company
      De férias na casa dos tios, Harry recebe a visita de um elfo doméstico que insiste para que ele não volte a Hogwarts pois vai acontecer algo muito ruim na escola. Ele não dá ouvidos e volta a escola, que agora tem um novo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, um galã que dá mais atenção a si mesmo que aos alunos. O problema é quando começam a surgir alunos petrificados e ele percebe que o elfo estava certo.
      Segundo livro da saga, como sempre continua atrás do livro (duvido que algum dia um filme superará a obra original). Algumas partes são esquecidas ou passam corridas, mas nada que atrapalhe o desenvolvimento do roteiro e a compreensão da história.
      O elfo doméstico, Dobby, é muito parecido com o Smeagol do Senhor dos Anéis, só que mais carismático e fofo.  
      Aqui os atores já estão um pouco a frente da idade de seus personagens, talvez isso tenha ajudado eles a terem mais consciência sobre sua interpretação. Os efeitos especiais continuam de arrepiar.
      A série continua firme e forte, mas talvez esse filme tenha ficado um pouco apagado em relação aos outros.

      CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

      Poster e Ficha Técnica: IMDb

      Harry Potter e a Pedra Filosofal

      • título original:Harry Potter and the Sorcerer Stone
      • gênero:Aventura
      • duração:02 hs 32 min
      • ano de lançamento:2001
      • estúdio:Warner Bros. / Heyday Films
      • distribuidora:Warner Bros.
      • direção: Chris Columbus
      • roteiro:Steven Kloves, baseado em livro de J.K. Rowling
      • produção:David Heyman
      • música:John Williams
      • fotografia:John Seale
      • direção de arte:Andrew Ackland-Snow, Michael Lamont, Steve Lawrence e Cliff Robinson
      • figurino:Judianna Makovsky
      • edição:Richard Francis-Bruce
      • efeitos especiais:Industrial Light & Magic / Sony Pictures Imageworks
       Harry Potter é um garoto órfão que foi criado pelos tios. Esses parentes, que sempre o trataram mal, escondiam dele um segredo. Certo dia ele recebe um carta avisando que ele foi escolhido para estudar em Hogwarts, uma escola para bruxos. A verdade vem então à tona sobre seu passado e a morte de seus pais. A partir daí ele passa a conhecer um mundo mágico cheio de surpresas e aventuras.
      O primeiro livro da série transformado em filme. Vai ser difícil comentá-los pois, já vamos deixar claro isso, eu cresci junto com o Harry Potter, minha idade estava próxima a do personagem quando comecei a ler e assumo que fiquei esperando minha carta chegar como tantas outras crianças.
      Vou fazer um mutirão de comentários sobre os filmes da saga porque quero assistir o último ainda essa semana.
      Claro que o filme não alcança a magia do livro, muitos detalhes são deixados de lado ou, enquanto no livro tomam páginas, no filme são resumidos a segundos. Mas nem por isso deixam de encantar e envolver o telespectador, principalmente as crianças.
      É interessante ver a evolução dos atores mirins que mesmo tão jovens nesse primeiro filme, não deixam a desejar com suas interpretações.
      Os efeitos especiais são de encher os olhos e não nos deixar piscar por um minuto sequer.
      Não tenho dúvida que já pode ser considerado um clássico infantil, isso em relação ao filme pois o livro com certeza já é.

      CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

      Poster e Ficha Técnica: IMDb


      sábado, 20 de novembro de 2010

      Encantada

      • título original:Enchanted
      • gênero:Comédia Romântica
      • duração:01 hs 47 min
      • ano de lançamento:2007
      • estúdio:Walt Disney Pictures / Steiner Studios / Andalasia Productions / James Baxter Animation
      • distribuidora:Buena Vista Pictures
      • direção: Kevin Lima
      • roteiro:Bill Kelly
      • produção:Barry Josephson e Barry Sonnenfeld
      • música:Alan Menken e Stephen Schwartz
      • fotografia:Don Burgess
      • direção de arte:John Kasarda
      • figurino:Mona May
      • edição:Gregory Perler e Stephen A. Rotter
      • efeitos especiais:Tippett Studio / Proof / Realscan 3D / Reel FX Creative Studios
       Uma princesa que vive no mundo dos contos de fadas é banida do lugar pela bruxa má. Ela acaba indo parar em Manhattan e é acolhida por um homem divorciado, por quem acaba se apaixonando. O problema é que ela comprometida no mundo mágico com um príncipe, que vem para o mundo real resgatá-la.
      Bem leve e divertidinha, a história mostra bem a falta de coerência entre a vida real e àquela que é mostrada as crianças nos contos de fadas.
      Amy Adams manda muito bem colocando em um personagem real os trejeitos e afetamentos das princesas de contos infantis. Só vendo em personagens de carne e osso é que percebemos o quanto algumas situações, como passarinhos ajudando alguém a se vestir ou transformar qualquer trapo em um lindo vestido de festa, são hilárias e absurdas.
      Acredito que o mundo mágico criado nesse filme seja muito mais para adultos do que para crianças. Àquelas que ainda acreditam em príncipe encantado poderão ficar desiludidas vendo esse filme.

      CLASSIFICAÇÃO: BOM

      Poster e Fiche Técnica: IMDb

      Ensaio Sobre a Cegueira

      • título original:Blindness
      • gênero:Drama
      • duração:02 hs 00 min
      • ano de lançamento:2008
      • estúdio:O2 Filmes / Rhombus Media / Bee Vine Pictures
      • distribuidora:20th Century Fox Brasil / Miramax Films
      • direção: Fernando Meirelles
      • roteiro:Don McKellar, baseado em livro de José Saramago
      • produção:Andrea Barata Ribeiro, Niv Fichman e Sonoko Sakai
      • música:Marco Antônio Guimarães
      • fotografia:César Charlone
      • direção de arte:Joshu de Cartier
      • figurino:Renée April
      • edição:Daniel Rezende
      De um momento para o outro, uma epidemia de "cegueira branca" atinge uma cidade inteira. Aos poucos, quando vai se espalhando, as pessoas vão sendo colocadas em quarentena mas os serviços do Estado começam a falhar e eles, sem enxergar, tem de lutar por suas necessidades básicas. Em meio a esse caos está a mulher de um dos cegos que não foi afetada pela doença, fingindo estar contaminada para ficar junto ao marido ela tem de conviver em um espaço onde a humanidade não existe mais.
      Não vou nem entrar no mérito do livro, pois como sempre quem leu só fala como a obra original é melhor do que a filmada- inclusive preciso ler esse urgente.
      Essa obra-prima de Saramago é um soco no estômago, uma maneira muito interessante de analisar o caos em que a sociedade vive e como caminha para ficar cada vez pior.
      Gostei muito da maneira como Meirelles passou para a fotografia do filme a maneira leitosa em que os cegos enxergavam, a iluminação em excesso deu um ar meio ilusório e sonhador à fotografia.
      Outro ponto que me deixou encantada foi a forma como grandes metrópoles foram misturadas, sem causar estranhamento, e montando uma cidade de mentira que poderia muito bem existir. Ver o Minhocão e a Ponte Estaiada de São Paulo totalmente vazios e silenciosos foi de arrepiar.
      A sujeira, a bagunça e a desorganização marcam todo o desenvolver do filme, e a cada minuto que passa só fica pior. Algumas cenas definitivamente não são para quem tem estômago fraco, e o mais incrível foi que me disseram que essas cenas no livro conseguem ser pior.
      Como li no site Filmow e acho que é o melhor descrição final para esse filme- José Saramago + Fernando Meirelles = Perfeito.

      CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

      Poster e Ficha Técnica: IMDb

      sexta-feira, 19 de novembro de 2010

      Pequena Miss Sunshine

      • título original:Little Miss Sunshine
      • gênero:Comédia
      • duração:01 hs 41 min
      • ano de lançamento:2006
      • estúdio:Deep River Productions / Bona Fide Productions / Big Beach Films / Third Gear Productions LLC
      • distribuidora:Fox Searchlight Pictures
      • direção: Jonathan Dayton , Valerie Faris
      • roteiro:Michael Arndt
      • produção:Albert Berger, David T. Friendly, Peter Saraf, Marc Turtletaub e Ron Yerxa
      • música:Mychael Danna e Devotchka
      • fotografia:Tim Suhrstedt
      • direção de arte:Alan E. Muraoka
      • figurino:Nancy Steiner
      • edição:Pamela Martin
      • efeitos especiais:LOOK! Effects Inc.
      Uma história baseada na premissa de que toda família não é normal. Um pai que dá palestras de auto-ajuda mas é um fracassado, o filho que fez voto de silêncio, um tio gay suicida e um avô viciado. todos os problemas e diferenças são deixados de lado quando a filha caçula resolve participar de um concurso de beleza e a família se une para alcançar o sonho da menina atravessando o país em uma kombi amarela.
      Personagens dramáticos e cativantes de uma maneira como nunca tinha visto antes. A tal comédia, de humor negro, emociona bastante em alguns momentos. 
      Com um roteiro baseado na perseguição do sonho americano, conseguiram mostrar como a maioria que o faz acaba caindo no grupo dos "losers".
      O desenvolvimento é dinâmico e agradável, poderia ter fácil mais uma hora de filme que nem daria para perceber o tempo passar.
      Com certeza você dará muita risada e chorará bastante com esse filme. Um combo de emoções que vale cada minuto assistido.
      [SPOILER/] Destaque para duas cenas marcantes: quando o irmão descobre ser daltônico e vê seus sonho de ser piloto indo para o espaço, e o final quando a família toda dança coma menina para apoiá-la. [\SPOILER]

      CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

      Poster e Ficha Técnica: IMDb 

      quinta-feira, 18 de novembro de 2010

      Ensinando a Viver

      • título original:The Martian Child
      • gênero:Drama
      • duração:01 hs 46 min
      • ano de lançamento:2007
      • estúdio:New Line Cinema / Hannah Rachel Production Services Ltd.
      • distribuidora:New Line Cinema / Warner Bros. / PlayArte
      • direção: Menno Meyjes
      • roteiro:Seth Bass e Jonathan Tolins, baseado em livro de David Gerrold
      • produção:Ed Elbert, David Kirschner e Corey Sienega
      • música:Aaron Zigman
      • fotografia:Robert D. Yeoman
      • direção de arte:Gwendolyn Margetson
      • figurino:Michael Dennison
      • edição:Bruce Green
      • efeitos especiais:Hammerhead Productions / Pacific Title and Art Studio
      Um autor de ficção científica resolve, após ficar viúvo, adotar um menino que acredita ser um marciano em missão de exploração na Terra. Sua irmã não gosta muito da idéia e tenta o convencer do contrário por acreditar que a paternidade será algo muito difícil para ele, mas o escritor conta coma ajuda de uma amiga para enfrentar essa nova empreitada.
      Não é um filme pretensioso, muito pelo contrário, passa longe de querer ser algo a mais do que um filme familiar. Leve e bonitinho, explora bem as dificuldades do pai querendo preencher o buraco da falta da esposa e do menino, que está aprendendo o que é ser um ser terrestre com família.
      As cores do filme são muito agradáveis, assim como a mensagem de paz, aceitação e amor.

      CLASSIFICAÇÃO: BOM

      Poster e Ficha Técnica: IMDb

      quarta-feira, 17 de novembro de 2010

      Austrália

      • título original:Australia
      • gênero:Drama
      • duração:02 hs 45 min
      • ano de lançamento:2008
      • estúdio:20th Century Fox Film Corporation / Bazmark Films
      • distribuidora:20th Century Fox Film Corporation
      • direção: Baz Luhrmann
      • roteiro:Stuart Beattie, Baz Luhrmann, Ronald Harwood e Richard Flanagan, baseado em estória de Baz Luhrmann
      • produção:G. Mac Brown, Catherine Knapman e Baz Luhrmann
      • música:David Hirschfelder
      • fotografia:Mandy Walker
      • direção de arte:Ian Gracie e Karen Murphy
      • figurino:Catherine Martin
      • edição:Dody Dorn e Michael McCusker
      • efeitos especiais:Animal Logic / Complete Post / Hydraulx / Fuel International / Lola Visual Effects / Rising Sun Pictures / Photon VFX / Digital Pictures Iloura / Evil Eye Pictures / The LaB Sydney / Framestore
      Uma aristocrata inglesa vai atrás do marido na fazenda que eles têm na Austrália. Quando chega lá descobre que foi assassinado e se junta a um vaqueiro e um garoto aborígene para tocar as terras. Junto a isso se desenvolve a 2ª Guerra Mundial.
      O que faz esse filme valer a pena? A fotografia encantadora e absurdamente linda.Pronto acabou.
      Nicole Kidman cada vez mais botoxificada tem suas atuações indo de mal a pior, contando que antes já não eram tão boas. Hugh Jackman só serve para admiração da mulherada, pois mais clichê é difícil de conseguir ser.
      A história é lenta e muito longa, quando você acha que vai acabar começa tudo de novo. As quase 3 horas de filme poderiam muito bem serem reduzidas a 1h30 de filme sem perder a linha de pensamento.
      Tenta ser um faroeste clássico e não consegue.
      Ter sido uma super produção épica não salvou a chatice do roteiro.

      CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

      Poster e Ficha Técnica: IMDb

      O Lutador

      • Título Original: The Wrestler.
      • Origem: Estados Unidos, 2008.
      • Direção: Darren Aronofsky.
      • Roteiro: Robert D. Siegel.
      • Produção: Scott Franklin e Darren Aronofsky.
      • Fotografia: Maryse Alberti.
      • Edição: Andrew Weisblum.
      • Música: Clint Mansell.
       Um lutador de wrestler em fim de carreira se sustenta de algumas lutas e bicos em um mercado local. Após sofrer um infarto vê toda sua vida e sua fama irem por ralo abaixo, por não poder mais lutar e porconta disso perder a chance de ter uma revanche com seu maior rival dos ringues. Angustiado por essa perda ele resolve acertar as contas com outras perdas que teve na vida, como a filha que abandonou quando criança.
      Nada melhor que um lutador para interpretar o papel de um mesmo. Mickey, apesar de estar com o rosto quase desfigurado após tanta cirurgias plásticas, consegue passar o drama de um homem que resolveu seguir um caminho profissional que talvez não desse tanto futuro e sem procurar outras alternativas.
      A dramaticidade do roteiro e da interpretação é muito bem desenvolvida, a fotografia da um ar mais alternativo e menos super produção ao filme.
      Infelizmente acho que li e ouvi falarem bem demais desse filme e acabei criando muitas expectativas. Não deixei de gostar nem deixaria de recomendar, mas esperava bem mais.

      CLASSIFICAÇÃO: BOM

      Poster e Ficha Técnica: IMDb

      terça-feira, 16 de novembro de 2010

      Os Homens Que Encaravam Cabras

      • título original:The Men Who Stare at Goats
      • gênero:Comédia
      • duração:01 hs 34 min
      • ano de lançamento:2009
      • estúdio:BBC Films / Smoke House / Westgate Flm Services / Winchester Capital Partners
      • distribuidora:Overture Films (EUA) / Columbia Pictures do Brasil
      • direção: Grant Heslov
      • roteiro:Pete Straughan, baseado em livro de Jim Ronson
      • produção:Grant Heslov, George Clooney e Paul Lister
      • música:Rolfe Kent
      • fotografia:Robert Elswit
      • direção de arte:Peter Borck
      • figurino:Louise Frogley
      • edição:Tatiana S. Riegel
      • efeitos especiais:CIS Hollywood / Hirota Paint Industries
      Após ser trocado pelo chefe e ver seu casamento ir a ruínas, um repórter embarca para a guerra do Iraque em busca de um propósito para sua vida. Lá ele conhece um agente federal que revela existir uma unidade militar que utiliza das forças psíquicas para alcançar um bem maior.
      Divertido, com um elenco de primeira e uma história bem elaborada esse filme foi uma grande promessa. Talvez por isso eu acabei criando expectativas demais e não gostei tanto.
      A crítica à sociedade contemporânea e a busca por um rumo na vida é bem irônica, mas mesmo assim o enredo acaba usando de temáticas hippies de uma forma meio boba, o que na verdade deveria ser a cereja do bolo. 
      É engraçado e dá para passar o tempo, mas eu acreditava que seria uma comédia um pouco mais inteligente e menos clichê do que foi. O que realmente salva e faz valer e pena assistir são as atuações, o elenco sabe muito bem o que está fazendo.

      CLASSIFICAÇÃO: BOM

      Poster e Ficha Técnica: IMDb

      segunda-feira, 15 de novembro de 2010

      Ilha do Medo

      • título original:Shutter Island
      • gênero:Suspense
      • duração:02 hs 18 min
      • ano de lançamento:2010
      • estúdio:Paramount Pictures / Sikelia Productions / Phoenix Pictures / Hollywood Gang Productions / Appian Way
      • distribuidora:Paramount Pictures
      • direção: Martin Scorsese
      • roteiro:Laeta Kalogridis, baseado em livro de Dennis Lehane
      • produção:Brad Fischer, Mike Medavoy, Arnold Messer e Martin Scorsese
      • fotografia:Robert Richardson
      • direção de arte:Max Biscoe, Robert Guerra e Christian Ann Wilson
      • figurino:Sandy Powell
      • edição:Thelma Schoonmaker
      • efeitos especiais:New Deal Studios / CafeFX / Gentle Giant Studios / Mark Rapaport Creature Effects
      Uma dupla de policiais federais é enviado a um prisão psiquiátrica para investigar o sumiço de uma perigosa assassina. Chegando lá, começam a ter de enfrentar, junto a um furacão, a fuga de outros prisioneiros e várias intrigas que cada vez deixarão o caso mais  complexo.
      Suspense injetado direto na espinha. Muitos fatores nesse filme me lembraram "A Origem", como a trilha sonora e fotografia, que são de amarrar o espectador no sofá.
      A história desenrola tão bem uma rede de intrigas, perseguições e paranóias que, ao final, não há tanta certeza do que seria a verdade.O roteiro policial conseguiu envolver muito bem a parte psicológica na trama. 
      Pode até ser paranóia da minha parte, mas vi que o diretor se inspirou muito em outros filmes como "O Iluminado", "Um Estranho no Ninho" e de modo geral em Alfred Hitchcock.
      Para mim, a partir do momento que Leonardo DiCaprio desistiu de ser galã seus melhores filmes começaram a sair.
      Vi algumas pessoas consideram "previsível", talvez seja previsível que no final haja mudanças bruscas, mas não um desses filmes bem batidos.
      Sem dúvida entrou para minha lista de favoritos entre os grandes suspenses que mexem com o psicológico de quem está assistindo.

      CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

      Poster e Ficha Técnica: IMDb

      sábado, 13 de novembro de 2010

      Clube da Luta

      • título original:Fight Club
      • gênero:Drama
      • duração:02 hs 20 min
      • ano de lançamento:1999
      • estúdio:Fox 2000 Pictures / Regency Enterprises
      • distribuidora:20th Century Fox Film Corporation
      • direção: David Fincher
      • roteiro:Jim Uhls, baseado em livro de Chuck Palahniuk
      • produção:Ross Bell, Cean Chaffin e Art Linson
      • música:The Dust Brothers
      • fotografia:Jeff Cronenweth
      • direção de arte:Chris Gorak
      • figurino:Michael Kaplan
      • edição:Jim Haygood
      • efeitos especiais:Digital Domain
      Jack, um jovem adulto que já alcançou quase tudo que poderia na vida, mas menos a paz interior passa a ir em grupos de pessoas problemáticas para dar mais valor a sua vida. Lá conhece Marla, uma mulher que faz o mesmo que ele mas que o incomoda por jogar a verdade em sua cara. Em uma viagem ele conhece Tyler que apresenta a ele um clube secreto onde passa a conseguir por completo extravasar suas angústias.
      A primeira vez que assisti esse filme foi quando saiu nos cinemas em 99, eu tinha 11 anos e vi com meus pais. Óbvio que odiei. Como a maior parte das pessoas que conheço adora, resolvi que não poderia comentá-lo sem assistir novamente e foi o que fiz ontem.
      Minha opinião mudou da água pro vinho. Que ótimo enredo, que fotografia alucinante, que elenco incrível.
      O final é perturbador e esclarecedor de todos os pontos de interrogação que surgiram na sua cabeça durante o desenrolar da história.
      O que mais me deixou atordoada foi como uma população, que se sente perdida e vazia, aceita qualquer nova proposta para se sentir mais viva e envolvida em algo. Até mesmo cometer atos terroristas.
      Não deixe de assistir e lembre-se: a primeira regra do Clube da Luta é não falar sobre o Clube da Luta.

      CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

      Poster e Ficha Técnica: IMDb

      sexta-feira, 12 de novembro de 2010

      De Olhos Bem Fechados

      • título original:Eyes Wide Shut
      • gênero:Drama
      • duração:02 hs 39 min
      • ano de lançamento:1999
      • estúdio:Warner Bros. / Hobby Films
      • distribuidora:Warner Bros.
      • direção: Stanley Kubrick
      • roteiro:Stanley Kubrick e Frederic Raphael, baseado em livro de Arthur Schnitzler
      • produção:Stanley Kubrick
      • música:Jocelyn Pook
      • fotografia:Larry Smith
      • direção de arte:John Fenner e Jevin Phipps
      • figurino:Marit Allen
      • edição:Nigel Galt
      • efeitos especiais:The Computer Film Company
      Um casal da alta sociedade com um casamento perfeito vê tudo caminhar para o precipício quando a mulher assume ter desejos por outro homem. O marido passa a experimentar uma aventura erótica e muito conturbadora que o envolve em um caso de assassinato.
      Conturbador, o roteiro te leva a uma experiência psicosexual incômoda. Nos leva a ver o mundo obscuro e escondido nas sociedades requintadas e hipócritas. Paranóia, ciúmes, vingança e um erotismo meio perturbado.
      Não é um filme fácil de engolir, mas nem por isso é para cuspir longe (pegou? pegou? =P). Não está entre meus filmes favoritos no mundo, mas ganhou meu respeito. Muito denso e aflitivo, a intenção primordial seria mostrar através da "pornografia" como a sociedade ainda era infantil em relação a alguns assuntos ainda tabus.
      Os atores principais é que, para mim, não foram os melhores, a se escolher. Pessoalmente não gosto dos trabalhos do ex-casal hollywood. 
      Mas a sensação final não é de agrado, paixão ou ódio, é de aflição e estranhamento. O título ficou as avessas pois passei o filme todo com os olhos bem abertos em choque. E para mim isso é ótimo, pois se você assistiu um filme e saiu sem ter nenhuma reação emocional, pode ter certeza que jogou 2 horas da sua vida no ralo.
      Para quem só procura ver mulheres peladas e afins, pulem esse filme e vão direto àquela prateleira escondida atrás da cortina na locadora ok?

      CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

      poster e Ficha Técnica: IMDb

      Bye Bye Brasil

      • título original:Bye Bye Brasil
      • gênero:Comédia
      • duração:01 hs 45 min
      • ano de lançamento:1979
      • estúdio:Carnaval Unifilm / Gaumont / Aries Cinematográfica Argentina
      • distribuidora:Embrafilme
      • direção: Cacá Diegues
      • roteiro:Cacá Diegues e Leopoldo Serran
      • produção:Luiz Carlos Barreto e Lucy Barreto
      • música:Chico Buarque, Roberto Menescal e Dominguinhos
      • fotografia:Lauro Escorel
      • direção de arte:Anísio Medeiros
      • edição:Mair Tavares
      Uma trupe de artistas ambulantes viajam o país todo levando suas apresentações a comunidades pobres, afastadas, e que ainda não televisão. A eles se juntam um casal no intuito de cruzar a Amazônia até chegar a Brasília.
      Nessa época o cinema brasileira ainda estava só na teoria e a prática deixava muito a desejar. Época das porno-chanchadas, mesmo que a intenção concentual do filme fosse boa o todo estraga. Muita putaria e cenas de nu sem um propósito, só para chamar público.
      Sem contar que, quem em sã consciência, que tenha a intenção de fazer um  bom filme, chama Fábio Junior para atuar? Ele podia até ser um rostinho bonito na época, mas passava longe de ser um ator.  O único que faz valer alguma coisa nesse filme é José Wilker que é um senhor ator e dá um show com seu personagem tão caricato.
      Se não fosse tão apelativo, a temática da saída do interior brasileiro em busca do sonho de crescer na vida faria o filme ter mais valor.

      CLASSIFICAÇÃO: PÉSSIMO

      Poster e Ficha Técnica: IMDb


      (quase um trailer a partir dos 0:33)