domingo, 31 de outubro de 2010

Anjo de Vidro

  • título original:Noel
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 36 min
  • ano de lançamento:2004
  • estúdio:Neverland Films Inc. / Red Rose Productions LLC
  • distribuidora:Red Rose Productions LLC / Imagem Filmes
  • direção: Chazz Palminteri
  • roteiro:David Hubbard
  • produção:Al Corley, Eugene Musso, Bart Rosenblatt e Howard Rosenman
  • música:Alan Menken
  • fotografia:Russell Carpenter
  • figurino:Renée April
  • edição:Joseph Gutowski e Susan E. Morse
Natal e todo aquele clima alegre enche a cidade de Nova York de felicidade. Porém um grupo de pessoas não está tão de acordo com esse sentimento espontâneo, mas isso pode mudar com o desenvolver da história conforme seus caminhos vão encontrando com o de outras pessoas.
Vamos deixar claro desde o começo, eu não gosto de filmes natalinos. Todos querem ser alegres e aconchegantes e para mim sempre são depressivos e tristes. A própria data para mim não é uma data feliz, então já parte daí minha classificação do filme.
Esse por acaso é exatamente o contrário, ele quer mostrar como não são todas as pessoas que conseguem ter um natal feliz e cercado das pessoas que amam. Por isso ele consegue ser mais depressivo ainda que o normal.
Algumas cenas não condizem com a realidade, por exemplo, se um senhor doido me perseguisse porque acha que me conhece de algum lugar, eu não o deixaria entrar na minha casa para ouvir o que tem a dizer só porque é natal.
Chato e desconectado com a realidade só por querer mostrar a esperança que ainda existe na bondade enrustida nas pessoas. Nem o elenco top de linha salva.

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sábado, 30 de outubro de 2010

Cantando na Chuva

  • título original:Singin'in the Rain
  • gênero:Musical
  • duração:01 hs 58 min
  • ano de lançamento:1952
  • estúdio:MGM
  • distribuidora:MGM
  • direção: Gene Kelly , Stanley Donen
  • roteiro:Betty Comden e Adolph Green
  • produção:Arthur Freed
  • música:Nacio Herb Brown e Lennie Hayton
  • fotografia:Harold Rosson
  • direção de arte:Randall Duell e Cedric Gibbons
  • figurino:Walter Plunkett
  • edição:Adrienne Fazan
Dois dos maiores atores do cinema mudo se vêem numa enrascada quando o cinema falado, a grande novidade da vez, começa a fazer muito sucesso. Decididos a produzir um filme dentro dos novos padrões eles acabam tendo de enfrentar alguns problemas com os quais não precisam lidar antes, como a voz irritante da grande atriz do cinema mudo.
Musicais são uma segunda paixão minha. Ainda mais quando o elenco conta com atores de peso como nesse caso. Cantam, dançam, interpretam, e tudo com o pé nas costas. 
A trilha sonora marcante me faz ter vontade de sair saltitando na rua só de ouvir o assobio inicial.
Agradável de assistir, confortável para mente e coração. Um clássico que não tem só esse título por ser uma mega produção ou pelo roteiro super elaborado, mas simplesmente porque fez por merecer conseguindo agradar a todos que assistiram e continuam assistindo até hoje.

CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Desventuras Em Série

  • título original:Lemony Snicket's A Series of Unfortunate Events
  • gênero:Comédia
  • duração:01 hs 53 min
  • ano de lançamento:2004
  • estúdio:Paramount Pictures / DreamWorks SKG / Scott Rudin Productions / Nickelodeon Movies
  • distribuidora:Paramount Pictures / DreamWorks Distribution LLC / UIP
  • direção: Brad Silberling
  • roteiro:Robert Gordon, baseado nos livros de Daniel Handler
  • produção:Laurie MacDonald e Walter F. Parkes
  • música:Thomas Newman
  • fotografia:Emmanuel Lubezki
  • direção de arte:John Dexter e Martin Whist
  • figurino:Colleen Atwood e Donna O'Neal
  • edição:Dylan Tichenor
  • efeitos especiais:Industrial Light & Magic
Três irmãos são pegos de surpresa pela notícia que seus pais morreram. A única opção que surge é ir morar com o Conde Olaf, um parente distante que só os aceita em casa pela fortuna que têm a receber e fará de tudo para tira-la das crianças.
Não li o livro, mas como costuma acontecer só vejo falarem que o filme ficou abaixo da obra literária. Achei bem fraquinho para ser sincera, é uma boa diversão para as crianças, mas não considero uma história que consiga prender a atenção dos pequenos por muito tempo. Mas não posso dizer que a cena em que ele imita um dinossauro não seja sensacional.
Jim Carrey como sempre está exageradamente teatral, isso me cansa a beleza. Acho que ele só mostra o melhor de sua interpretação quando faz filmes sérios.
É bem um Sessão da Tarde, divertidinho e açucarado. Pena que o filme não honrou o nome e a Desventura não continuou em Série, como é o livro.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Pagemaster - O Mestre da Fantasia

  • Título Original:  The Pagemaster
  • País de Origem:  EUA
  • Gênero:  Aventura
  • Tempo de Duração: 90 minutos
  • Ano de Lançamento:  1994
  • Direção:  Pixote Hunt / Joe Johnston 
 Um garoto que não gosta de livros, por causa de uma forte tempestade acaba se vendo obrigado a abrigar-se na biblioteca. Lá, o bibliotecário o leva por uma viagem encantada pelas histórias dos livros com seus amigos Terror, Fantasia e Aventura.
Uma certeza que tenho é que os jovens com idade próxima a minha em sua maioria tem esse filme como um marco na infância. Clássico nas sessões da tarde esse é um daqueles filmes que encantam, emocionam e amedrontam. Que fazem com que a criança grude a cara na TV e até a mais agitada fique quieta, atenta e presa ao desenrolar da história.
Arrisco até a dizer que essa história pode ter influenciado algumas crianças a terem mais curiosidade por livros e começar a pegar gosto por esse hobby tão gostoso que é a leitura.
Acredito que até hoje se assistir me emociono. Uma história bem elaborada e que, pasmem, interagia seres reais com animações (revolução iniciada no começo da década de 90).
E a quantidade de livros clássicos que são resumidamente mostrado durante o desenrolar do filme? "Moby Dick" e "O Médico e o Monstro" são alguns deles. Diversão, cultura e informação reunidos em um único roteiro. 
Pode ser um pouco "ultrapassado" para as super produções em animações 3D de hoje em dia, mas eu duvido que se você colocar seu filho ou sobrinho na TV para assistir esse filme, ele não vá ficar encantado.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: InterFilmes 

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Janela Indiscreta

  • título original:Rear Window
  • gênero:Ficção
  • duração:01 hs 47 min
  • ano de lançamento:1954
  • estúdio:Paramount Pictures
  • distribuidora:Paramount Pictures / Universal Pictures
  • direção: Alfred Hitchcock
  • roteiro:John Michael Hayes, baseado em estória de Cornell Woorich
  • produção:Alfred Hitchock
  • música:Franz Waxman
  • fotografia:Robert Burks
  • direção de arte:J. McMillan Johnson e Hal Pereira
  • figurino:Edith Head
  • edição:George Tomasini
Um fotógrafo, após quebrar as pernas, fica confinado em seu apartamento sem ter muito o que fazer. O ócio o leva a ficar espiando seus vizinhos com um binóculo, o problema é que essa atividade faz com que veja cenas que o levam a suspeitar que um assassinato foi cometido.
Mesmo o filme passando o tempo todo na sala do apartamento, o que poderia muito bem fazer que ficasse maçante, ele prende a atenção e é difícil se desligar de qualquer parte. A tensão de ter acontecido alguma coisa no apartamento vizinho só faz crescer durante todo o desenrolar do enredo. 
A atuação dos grandes astros é outro ponto que só faz a história ficar mais empolgante. É assim que se faz suspense, não é a toa que Hitchcock construiu tanta fama em cima de seu nome.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

domingo, 24 de outubro de 2010

A Marca da Maldade

  • título original:Touch of Evil
  • gênero:Policial
  • duração:01 hs 35 min
  • ano de lançamento:1958
  • estúdio:Universal Pictures
  • distribuidora:Universal Pictures
  • direção: Orson Welles
  • roteiro:Orson Welles, baseado em livro de Whit Masterson
  • produção:Albert Zugsmith
  • música:Henry Mancini
  • fotografia:Russell Metty
  • direção de arte:Robert Clatworthy e Alexander Golitzen
  • figurino:Bill Thomas
  • edição:Edward Curtiss, Aaron Stell e Virgil W. Vogel
Um chefe de polícia mexicano está investigando um assassinato durante sua lua-de-mel numa cidade da fronteira do México com EUA, mas começam a surgir problemas quando ele entra em conflito com um detetive americano corrupto.
O roteiro roda em volta da antítese entre o bem e o mal, o policial mexicano e o detetive americano. Um é o exemplo de como ser bom ao extremo, parecendo até bobo em certos pontos.Outro é tão mal que até parece exagero. Mas o argumento é montado através dessa falta de coerência entre os dois principais personagens.
O plano-sequência é o que mais diferencia e chama atenção nesse filme, filmado de forma muito diferente da comum, esse film noir pode de princípio causar estranhamento, mas nunca deixará de impactar o telespectador.
Assista pela história, pela qualidade da sequência, mas se prepare pois o mocinho é irritante de tão bonzinho.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha técnica: IMDb

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Butch Cassidy

  • título original:Butch Cassidy and the Sundance Kid
  • gênero:Faroeste
  • duração:01 hs 52 min
  • ano de lançamento:1969
  • estúdio:20th Century Fox / Campanile
  • distribuidora:20th Century Fox Film Corporation
  • direção: George Roy Hill
  • roteiro:William Goldman
  • produção:John Foreman
  • música:Burt Bacarach
  • fotografia:Conrad L. Hall
  • direção de arte:Philip M. Jefferis e Jack Martin Smith
  • figurino:Edith Head
  • edição:John C. Howard e Richard C. Meyer
Dois amigos, Butch Cassidy e Sundance Kid, vivem de assaltar bancos e trens. Quando começam a ser caçados por todo o país resolvem fugir para Bolívia e levar a namorada de Sundance junto. Mas essa mudança não vai lhes garantir uma vida melhor, e muito menos tranquila.
Um faroeste bem humorado. E acredito que já tenha dito aqui o quanto gosto de faroestes. São tão clichês e tão exagerados que se tornam caricatos, e acredito que é nesse ponto que eles me pegam. 
Mas acredito que não foi à toa que ganharam os Oscars de Roteiro, fotografia, Música e Canção. O filme manda muito bem nessa categorias, e para mim em todo o resto também. A dupla principal tem uma química sensacional e todos os diálogos são divertidíssimos.
Você pode até não achar graça nesse filme, mas duvido que não seja impactado pela última cena do filme.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha técnica: IMDb

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Gata em Teto de Zinco Quente

  • título original:Cat on a Hot Tin Roof
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 47 min
  • ano de lançamento:1958
  • estúdio:Metro-Goldwyn-Mayer / Avon Productions
  • distribuidora:Metro-Goldwyn-Mayer
  • direção: Richard Brooks
  • roteiro:Richard Brooks e James Poe, baseado em peça teatral de Tennessee Williams
  • produção:Lawrence Weingarten
  • música:Charles Wolcott
  • fotografia:William H. Daniels
  • direção de arte:William A. Horning e Urie McCleary
  • figurino:Helen Rose
  • edição:Ferris Webster
O patriarca ricaço enganado pelo médico, que lhe deu um diagnóstico falso da cura de um câncer, tem que aturar sua família cobiçando sua gorda herança. De um lado um filho que tem muitas crianças e uma mulher insuportável, do outro o filho favorito ex-astro de futebol americano e alcóolatra que vive um casamento infeliz.
A discussão sobre os conflitos familiares, os interesses que ultrapassam os sentimentos e a sustentação de relações falidas é muito bem feita. Todas as intrigas e os problemas são expostos e dilacerados nesse filme, mas isso não tira do roteiro a carga extremamente arrastada e enfadonha.
Os atores mantêm interpretações a altura do roteiro, pessoas frustradas e mal resolvidas. Elizabeth Taylor manteve a mesma atuação desse filme no único outro que assisti com ela: "Quem tem medo de Virginia Woolf?", inclusive a temática dos dois é bem próxima.
Apesar de todas as qualidades no conteúdo do filme, o achei muito chato e sem ritmo.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha técnica: IMDb

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Tropa de Elite 2 - O Inimigo Agora É Outro

  • título original:Tropa de Elite 2
  • gênero:Ação
  • duração:01 hs 56 min
  • ano de lançamento:2010
  • estúdio:Zazen Produções
  • distribuidora:Zazen Produções
  • direção: José Padilha
  • roteiro:Bráulio Mantovani, baseado em argumento de José Padilha, Rodrigo Pimentel e Bráulio Mantovani
  • produção:Marcos Prado
  • música:Pedro Bromfman
  • fotografia:Lula Carvalho
  • direção de arte:Tiago Marques
  • figurino:Cláudia Kopke
  • edição:Daniel Rezende
 Após ser afastado do BOPE por causa de uma operação mal sucedida, Capitão Nascimento começa a prestar serviço na Secretaria de Segurança Pública do estado do Rio de Janeiro. Lá ele descobre que o problema que ele enfrentava no BOPE, o tráfico, é muito maior que isso e conforme vai mexendo no assunto a situação só fede mais. Ao mesmo tempo ele tem que aturar sua ex-esposa Rosane casada com um professor de História e defensor dos direitos humanos, que fica colocando essas idéias dentro da cabeça do seu filho; atitude que ele não aprova muito por ir exatamente contra suas idéias.
Quando soube que iria sair uma continuação de Tropa de Elite não fiquei muito esperançosa. Achei que seria só mais violência e ação sem nada de novo, mas me surpreendi. O roteiro vai muito além da violência comum nos filmes nacionais atuais, ele vai mais a fundo na raiz do problema: as milícias e como elas tem envolvimento com os interesses políticos no país.
 Um tapa na cara da sociedade e de seus governantes, não é somente uma crítica a corrupção comum nas lideranças brasileiras mas também serve para abrir os olhos da população quanto ao Brasil como sociedade, do comportamento insistente do brasileiro em querer sempre dar o clássico "jeitinho" em tudo, mas não quero me prolongar nesse tema aqui e sim falar do filme. Só um detalhe interessante: "por acaso" foi lançado em época de eleição e "por acaso" o governador do RJ no filme também era candidato a reeleição.
Quanto as interpretações, como sempre o elenco dá um show; considero a classe artística brasileira de grande qualidade - tirando os atores vindo de BBB's e afins - os que realmente tem interesse na área costumam mandar muito bem e esse é o caso do elenco estrelar desse filme.
O primeiro Tropa de Elite foi um marco de inovação no cinema nacional, mas essa continuação não ficou para trás, na verdade ainda estou em dúvida se esse não consegue ser melhor que o primeiro.Ah! E assim como o primeiro esse também tem frases que já estão virando bordão: "Vocês engordaram o porco, agora nós vamos assar" e "Quer me foder me então beija" são alguns que me lembro agora, se lembrarem de mais deixem aí nos comentários.
Não deixe de assistir esse filme, se não gosta do estilo pode pelo menos te fazer pensar um pouco mais nas condições da sociedade brasileira atualmente.

CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Saneamento Básico - O Filme

  • título original:Saneamento Básico
  • gênero:Comédia
  • duração:01 hs 52 min
  • ano de lançamento:2007
  • estúdio:Casa de Cultura de Porto Alegre
  • distribuidora:Columbia Pictures do Brasil
  • direção: Jorge Furtado
  • roteiro:Jorge Furtado
  • produção:Nora Goulart e Luciana Tomasi
  • música:Leo Henkin
  • fotografia:Jacob Solitrenick
  • figurino:Rosângela Cortinhas
  • edição:Giba Assis Brasil
Em uma pequena vila na serra gaúcha uma comissão de moradores se reúne para exigir da prefeitura a construção de uma fossa, a secretária vê que realmente existe a necessidade mas diz não haver dinheiro para a obra. Mas eles descobrem que R$ 10 mil foram dados à prefeitura para a produção de um vídeo, que se não for feito será devolvido ao Governo Federal. A comissão então resolve criar o tal filme para poder arrecadar o dinheiro e usá-lo para a construção da fossa. O que eles não sabiam é que daria tanto trabalho.
De verdade eu não entendo como a maioria da população brasileira ainda tem tanto preconceito com o cinema nacional. Esse filme por exemplo, pode até parecer bem Sessão da Tarde, mas é muito divertido. 
As trapalhadas que eles arrumam e a falta de jeito para atuação são ótimas, sem contar que o elenco praticamente reúne a elite da classe atual de atores nacionais.
Relaxe, assista e se divirta. Uma distração garantida e sem pseudo frescuras intectualizantes.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha técnica: IMDb

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Hora de Voltar

  • título original:Garden State
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 49 min
  • ano de lançamento:2004
  • estúdio:Jersey Films / Camelot Pictures / Double Feature Films / Large's Ark Productions
  • distribuidora:Fox Searchlight Pictures / Miramax Films / Buena Vista International
  • direção: Zach Braff
  • roteiro:Zach Braff
  • produção:Pamela Abdy, Gary Gilbert, Dan Halsted e Richard Klubeck
  • música:Chad Fisher
  • fotografia:Lawrence Sher
  • direção de arte:Laura Ballinger
  • figurino:Michael Wilkinson
  • edição:Myron I. Kerstein
  • efeitos especiais:Title House Digital / Svengali Visual Effects
Após anos sem retornar a sua cidade natal, um ator não muito bem sucedido que mora em los Angeles se vê obrigado a voltar quando sua mãe morre. Por ter crescido tomando lítio ele é um cara constantemente entorpecido e que não consegue colocar para fora o que sente. Após reencontrar amigos de infância e fazer amizade com uma garota não muito convencional ele começa a rever sentido em alguns sentimentos que a vida trás.  
Muito se elogia esse filme, principalmente pela trilha sonora que é muito boa mesmo, mas a história de um cara endurecido pelos acontecimentos da vida quer após novas experiências volta a se sensibilizar com as coisas não é lá muito original. Alguns acontecimentos no desenrolar da história parecem meio perdidos, mas acredito que a intenção fosse exatamente essa.
O que mais faz valer a pena assistir esse filme são as interpretações nas mãos de Natalie Portman e Zach Braff que mandam muito bem e acabam sendo a única isca maior do filme.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha técnica: IMDb

domingo, 17 de outubro de 2010

Tropa de Elite

  • título original:Tropa de Elite
  • gênero:Ação
  • duração:01 hs 58 min
  • ano de lançamento:2007
  • estúdio:Zazen Produções
  • distribuidora:Universal Pictures do Brasil / The Weinstein Company
  • direção: José Padilha
  • roteiro:Rodrigo Pimentel, Bráulio Mantovani e José Padilha
  • produção:José Padilha e Marcos Prado
  • música:Pedro Bromfman
  • fotografia:Lula Carvalho
  • figurino:Cláudia Kopke
  • edição:Daniel Rezende
A história do dia-a-dia do BOPE e do seu capitão que quer se aposentar e procura um candidato a altura para o substituir. Ao mesmo tempo, dois amigos entram para a polícia e tentam honestamente mostrar seu valor para entrar na Tropa de Elite da polícia.
Muita gente pode afirmar que continua no padrão da maioria dos filmes brasileiros que fazem sucesso: explorando o tráfico e a violência. Sim, é verdade.Mas nem por isso deixa de perder seu valor. Mesmo ainda mostrando a corrupção dentro da própria polícia, o roteiro tem como foco principal aquelas pessoas que ainda se entregam de corpo e alma à corporação e que acreditam na possibilidade de fazer o bem à comunidade com a sua prestação de serviço.
Muito do cinema nacional atualmente tem Lázaro Ramos ou Wagner Moura, ou os dois. Mas eles mostram o porquê de seu valor em cada filme que fazem. Wagner Moura está em uma de suas maiores e melhores interpretações nesse filme; ele como homem pacífico e intelectualizado que é, mostra seu melhor lado interpretando um homem rude e violento.
Pode não ser para muitos o melhor filme nacional, intelectualmente falando, mas sem dúvida alguma já entrou para a lista dos mais marcantes e de melhor qualidade do cinema brasileiro.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Crepúsculo dos Deuses

  • título original:Sunset Boulevard
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 50 min
  • ano de lançamento:1950
  • estúdio:Paramount Pictures
  • distribuidora:Paramount Pictures
  • direção: Billy Wilder
  • roteiro:Charles Brackett, D.M. Marshman Jr. e Billy Wilder
  • produção:Charles Brackett
  • música:Franz Waxman
  • fotografia:John F. Steinz
  • direção de arte:Hans Dreier e John Meehan
  • figurino:Edith Head
  • edição:Doane Harrison e Arthur P. Schmidt
Um roteirista falido, para fugir da financeira que tenta lhe tomar o carro, se esconde em uma mansão decadente. O que ele não esperava é que a dona do lugar, uma estrela do cinema mudo, resolve deixá-lo ficar se ele for o revisor de um roteiro que ela acredita ser seu grande retorno as telonas. O que ele não sabe é que aceitando a proposta sua vida tomará um rumo não muito agradável.
Um roteiro de suspense e apreensão do começo ao fim. Muito bem elaborada, a história prende o telespectador com a angústia que é passada a cada nova cena.
O elenco é de primeira classe. Com esse filme conheci Gloria Swanson e a partir dele já entrou para o meu altar de divas. A maneira como ela incorpora a personagem, e passa toda a arrogância e dramaticidade necessária ao personagem é incrível, principalmente por se tratar da representação de uma atriz que viveu a época mais teatral do cinema: a fase muda.
Sem dúvida alguma esse é um dos meus filmes favoritos.

CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Hamlet - 1948

  • título original:Hamlet
  • gênero:Drama
  • duração:02 hs 33 min
  • ano de lançamento:1948
  • estúdio:Pilgrim Pictures / Two Cities Films Ltd.
  • distribuidora:Universal-International
  • direção: Laurence Olivier
  • roteiro:Alan Dent e Laurence Olivier, baseado em peça de William Shakespeare
  • produção:Laurence Olivier
  • música:William Walton
  • fotografia:Desmond Dickinson
  • direção de arte:Carmen Dillon
  • figurino:Roger K. Furse e Elizabeth Hennings
  • edição:Helga Cranston
Um príncipe dinamarquês descobre, através de fantasmas, que foi seu tio quem matou seu pai e mesmo assim teve a audácia de casar com sua mãe. Em busca de vingança finde-se de louco para tentar provar a verdade.
Um dos maiores clássicos de Shakespeare. Não é necessário ter lido a peça para conhecer sua frase mais famosa: "ser ou não ser, eis a questão". Frase essa que indaga principalmente sobre viver e aguentar aquele martírio ou botar fim àquele penar deixando o que está errado sem solução.
Pela época do filme você já pode imaginar o quanto a interpretação é mais teatral, ainda mais com tal temática. Laurence Olivier dá um show nas telonas de algo que seria muito viável vê-lo fazendo em um palco, com uma interpretação esplendorosa ele dá vida a um dos personagens mais famosos da literatura mundial.
Precisa ler a peça e está com preguiça? Assista essa versão. Com certeza valerá por uma ida ao teatro.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha técnica: IMDb

Juventude Transviada

  • título original:Rebel Without a Cause
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 51 min
  • ano de lançamento:1955
  • estúdio:Warner Bros.
  • distribuidora:Warner Bros.
  • direção: Nicholas Ray
  • roteiro:Stewart Stern, baseado em estória de Nicholas Ray
  • produção:David Weisbart
  • música:Leonard Rosenman
  • fotografia:Ernest Haller
  • direção de arte:Malcolm C. Bert
  • figurino:Moss Mabry
  • edição:William H. Ziegler
Um jovem encrenqueiro e uma moça revoltada se conhecem após cada um se meter em uma encrenca diferente e irem parar na delegacia. No dia seguinte na escola ele tenta se aproximar dela, mas acaba arrumando uma encrenca com o namorado dela, e chefe de uma gangue juvenil. O único que se mantém do seu lado é um rapaz que também não é muito ajuizado. A partir daí mais problemas passam a surgir.
Anos 50, a rebeldia começava a dar suas caras. Famílias desestruturadas, e tão desejado "sonho americano" levava os patriarcas a somente buscar a satisfação financeira e esquecer de dar carinho e atenção a seus filhos. Isso em parte justificava  tudo que os adolescentes aprontavam, somente para chamar atenção de seus pais.
Taí um dos clássicos do cinema, um dos maiores filmes da curta carreira de James Dean esteriotipando o "Rebelde Sem Causa".

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha técnica: IMDb

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

A Verdade Nua e Crua

  • título original:The Ugly Truth
  • gênero:Comédia Romântica
  • duração:01 hs 36 min
  • ano de lançamento:2009
  • estúdio:Lakeshore Entertainment / Relativity Media
  • distribuidora:Columbia Pictures
  • direção: Robert Luketic
  • roteiro:Nicole Eastman, Karen McCullah Lutz e Kirsten Smith, baseado em estória de Nicole Eastman
  • produção:Kimberly di Bonaventura, Gary Lucchesi, Deborah Jelin Newmyer, Steven Reuther, Tom Rosenberg e Kirsten Smith
  • música:Aaron Zigman
  • fotografia:Russell Carpenter
  • figurino:Betsy Heinmann
  • edição:Lisa Zeno Churgin
  • efeitos especiais:Furious FX / Gradient Effects / LOOK! Effects / Luma Pictures / Proof
Uma produtora de TV sonhadora e romântica passa a ter de aturar um apresentador galinha e machista. Por sempre se dar mal nos relacionamentos ela acaba aceitando as dicas e regras do cafajeste para conquistar o homem dos seus sonhos.
Katherine sempre consegue ser divertida e seus personagens são próximos ao que é uma mulher na vida real em atitudes e modo de pensar. Butler como sempre agrada a todas as mulheres que assistem com seu visual lindo e o jeito de não tão bom moço.
O roteiro pode até ser batido e o final já esperado, mas mesmo assim distrai, diverte e agrada o público feminino. Para os homens talvez não seja lá uma boa pedida. 

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb


terça-feira, 12 de outubro de 2010

O Sol do Meio-Dia

  • título original:O Sol do Meio Dia
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 46 min
  • ano de lançamento:2009
  • direção: Eliane Caffé
  • roteiro:Luiz Alberto de Abreu e Eliane Caffé
  • produção:Van Fresnot
  • fotografia:Pedro Farkas
  • direção de arte:Adrian Cooper
  • figurino:Marjorie Gueller
  • edição:André Finotti
Após sair da cadeia Artur parte para uma viagem pelo rio junto do recém conhecido Matuim, um homem com uma forma de lidar com as coisas e uma personalidade bem diferentes da sua. No meio do caminho são obrigados a seguir por terra e assim conhecem Ciara, a mulher que formará um triângulo amoroso com eles e trará lembranças na cabeça de Artur do crime cometido por ele.
MUITO parado, faltam falas, e quando falam por usarem muitos termos do Norte/Nordeste fica meio difícil de entender.
A temática não fica clara, e muitas vezes parece que o roteiro não consegue seguir uma linha de raciocínio coerente.
Ouvi dizer que o que inspirou esse filme foi o livro "Crime e Castigo" de Dostoiévski; não li esse livro, mas não consegui ver traços característicos dele no filme.
Mais um filme nacional que não entra no circuito comercial e só faz a população criar estereótipos e preconceitos em cima do cinema brasileiro. Não que seja ruim, pois tem seu valor, mas não atrai o público em geral.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha técnica: IMDb

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Wall Street - Poder e Cobiça

título original:Wall Street
gênero:Drama
duração:02 hs 06 min
ano de lançamento:1987
estúdio:20th Century Fox / Amercent Films / American Entertainment Partners L.P.
distribuidora:20th Century Fox Film Corporation
direção: Oliver Stone
roteiro:Stanley Weiser e Oliver Stone
produção:Edward R. Pressman
música:Stewart Copeland
fotografia:Robert Richardson
direção de arte:John Jay Moore e Hilda Stark
figurino:Ellen Mirojnick
edição:Claire Simpson



O jovem corretor de investimentos Bud Fox consegue contato com o bilionário Gordon Gekko e vendo nele uma maneira de ganhar dinheiro fácil, não necessariamente de forma correta, passa a fazer mudanças grandes em sua vida e essas atitudes modificam a vida daqueles a sua volta também.
Sim, eu vi o filme original depois da continuação Wall Street - O Dinheiro Nunca Dorme. Achava que o segundo era só um remake, e quando o vi semana passada achei engraçado Charlie Sheen fazer uma passagem tão insignificante no filme. Foi isso que me fez ir atrás de ver do que realmente se tratava o primeiro.
Então nesse filme vi que a pequena aparição de Charlie Sheen, na verdade, era de grande importância por ser praticamente o resumo do primeiro filme em uma cena com o personagem Bud Fox.
A história continua com a  mesma pegada sobre economia e mercado de investimentos, que se você não entende muito acaba ficando perdido. Mas a ganância explícita no roteiro é bem maior que no segundo, e me lembrou levemente o filme Advogado do Diabo.
Michael Douglas mostrou nesse filme o porquê de Gordon Gekko ser um de seus personagens mais famosos, afinal dá um show de interpretação.
Foi até bom eu ter visto na ordem errada, pois no geral gostei mais do segundo do que do primeiro. Se tivesse visto na ordem certa não teria animado de ver a continuação.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb 

domingo, 10 de outubro de 2010

As Vinhas da Ira

  • título original:The Grapes of Wrath
  • gênero:Drama
  • duração:02 hs 09 min
  • ano de lançamento:1940
  • estúdio:20th Century Fox
  • distribuidora:20th Century Fox Film Corporation
  • direção: John Ford
  • roteiro:Nunnally Johnson, baseado em livro de John Steinbeck
  • produção:Darryl F. Zanuck
  • fotografia:Greg Toland
  • direção de arte:Richard Day e Mark-Lee Kirk
  • figurino:Gwen Wakeling
  • edição:Robert L. Simpson
Na época da Depressão, após o retorno de um filho que havia sido preso por um homicídio culposo, uma família inteira junto com várias outras famílias resolve largar tudo para trás - principalmente a miséria - e ir em busca de emprego na Califórnia, onde rolam boatos que lá não falta nada. O problema maior é quando chegam lá e vêem que a história não era bem como diziam.
Um drama de primeira. O sofrimento de pessoa que buscam a melhora de vida a qualquer custo, mesmo tendo de deixar para trás o pouco que tinham.
Henry Fonda, bem mais magro do que o seu comum em outros filmes, passa perfeitamente em seu papel o sentimento de uma pessoa judiada pela vida.
Talvez a maneira mais teatral como era feita a interpretação cinematográfica antigamente dê maior dramaticidade a história, e esse é um motivo a mais para você assistir esse clássico.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sábado, 9 de outubro de 2010

Preciosa

  • título original:Precious: Based on the Novel Push by Sapphire
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 50 min
  • ano de lançamento:2009
  • estúdio:Lee Daniels Entertainment / Smokewood Entertainment Group
  • distribuidora:Lionsgate / PlayArte
  • direção: Lee Daniels
  • roteiro:Geoffrey Fletcher, baseado em livro de Sapphire
  • produção:Lee Daniels, Gary Magness e Sarah Siegel-Magness
  • música:Mario Grigorov
  • fotografia:Andrew Dunn
  • direção de arte:Matteo de Cosmo
  • figurino:Marina Draghici
  • edição:Joe Klotz
  • efeitos especiais:LOOK! Effects
Claireece Precious é uma adolescente que não consegue tem uma vida que não condiz com a sua idade. Com 16 anos ela já é mãe de uma criança com Síndrome de Down apelidada de Mongo e está grávida de seu segundo filho, ambos frutos do abuso sexual de seu pai. Sua mãe a usa como escrava em casa. Além dela ser pobre e obesa, o que atrai mais preconceito para ela. Quando é descoberta a sua segunda gravidez ela é expulsa da escola e vai para outra alternativa onde tem a chance de conhecer novas pessoas que se tornam sua base para ter um pouco mais de carinho na vida.
Esse filme é um soco no estômago. Tudo que acontece ali você sabe que infelizmente pode ser real em alguma família do mundo. É angústia, sofrimento e tristeza do começo ao fim. Pode não ser uma aula de técnica em filmagem, ou de super efeitos especiais, mas sem dúvida alguma é uma aula de interpretação, drama e respeito à vida.
Sim, você provavelmente vai chorar nesse filme, mas vai levar para sua vida uma lição e um exemplo de superação.
Para terminar vou deixar uma frase do filme que achei excepcional, se ainda não assistiu melhor talvez não ler: "O amor me bate, me estupra, me chama de animal, me faz se sentir inútil e me deixa doente”.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Wall Street - O Dinheiro Nunca Dorme

  • título original:Wall Street - Money Never Sleeps
  • gênero:Drama
  • duração:02 hs 07 min
  • ano de lançamento:2010
  • estúdio:Edward R. Pressman Film
  • distribuidora:20th Century Fox Film Corporation
  • direção: Oliver Stone
  • roteiro:Allan Loeb, baseado em personagens criados por Oliver Stone e Stanley Weisser
  • produção:Michael Douglas, Eric Kopeloff, Edward R. Pressman e Oliver Stone
  • música:
  • fotografia:Rodrigo Prieto
  • direção de arte:Paul D. Kelly
  • figurino:Ellen Mirojnick
  • edição:David Brenner e Julie Monroe
  • efeitos especiais:Crazy Horse Effects
Preso por fraudes financeiras, Gordon Gekko é solto em 2001 e escreve um livro que o traz a tona novamente por falar sobre os riscos do mercado financeiro. Em uma de suas palestras conhece um jovem idealista que é namorado de sua filha e quer se vingar de especulações criadas sobre a empresa em que trabalhava que fizeram seu mentor se matar. Em troca das dicas Gekko quer que o rapaz o reaproxime de sua filha.
Assista o primeiro filme antes de ver esse, não o vi e sinto que poderia ter mais continuidade se tivesse assistido, apesar que é totalmente possível de acompanhar a história só vendo o segundo filme. Outra coisa é que, se você entender de economia ou for um investidor vários diálogos serão muito mais compreensíveis; eu fiquei perdida em vários momentos pois são usados muitos termos da área além dos raciocínios mercadológicos.
O fato do filme ter o desenrolar do seu clímax bem na época da Crise de 2009 faz com que o roteiro ganhe muito mais relevância.
Michael Douglas dá um show de interpretação, e toda a aura de poder e ganância emana dos personagens com muita facilidade.
Talvez falte informação por ter assistido sem ser parte do público-alvo do filme, mas mesmo assim ele não perde seu glamour.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e ficha técnica: IMDb

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Amarcord

  • título original:Amarcord
  • gênero:Comédia
  • duração:02 hs 07 min
  • ano de lançamento:1973
  • estúdio:PECF / F.C. Produzioni
  • distribuidora:New World Pictures
  • direção: Federico Fellini
  • roteiro:Federico Fellini e Tonino Guerra
  • produção:Franco Cristaldi
  • música:Nino Rota
  • fotografia:Giuseppe Rotunno
  • direção de arte:Giorgio Giovannini
  • figurino:Danilo Donati
  • edição:Ruggero Mastroianni
 A história é contada através dos olhos de um garotinho que se impressiona muito fácil, e se desenvolve no período do fascismo fazendo análise da vida familiar, religião, educação e política do período.
É difícil não notar toda a diferença que esse grande diretor fez na história do cinema, principalmente por encaixar em seus filmes vários personagens marcantes. Mas mesmo assim, não são filmes de fácil digestão; sinceramente os acho bem chatinhos na verdade, mas isso não tem nada a ver com o valor do filme.
É um grande filme cheio de críticas e análises, coisa difícil de se fazer com qualidade, principalmente na época em que o diretor viveu, porém em alguns trechos você pode acabar perdendo a linha de raciocínio.
Se você tem intenção de conhecer mais dos clássicos do cinema, e crescer o seu repertório cinematográfico, esse filme é obrigatório. Agora se a intenção é apenas distração e diversão nem passe perto de filmes do Fellini.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Queime Depois de Ler

  • título original:Burn After Reading
  • gênero:Comédia
  • duração:01 hs 36 min
  • ano de lançamento:2008
  • estúdio:Working Title Films / Studio Canal / Relativity Media / Mike Zoss Productions
  • distribuidora:Focus Features / Paramount Pictures / UIP
  • direção: Joel Coen , Ethan Coen
  • roteiro:Joel Coen e Ethan Coen
  • produção:Tim Bevan, Ethan Coen, Joel Coen e Eric Fellner
  • música:Carter Burwell
  • fotografia:Emmanuel Lubezki
  • direção de arte:David Swayze
  • figurino:Mary Zophres
  • edição:Joel Coen e Ethan Coen
  • efeitos especiais:Brainstorm Digital / Big Film Design
Um funcionário da CIA é demitido por ter problemas com alcoolismo, por causa disso resolve escrever um livro contando os segredos da instituição. Sua mulher descobre e resolve usar tal manuscrito em seu favor no processo de divórcio, por estar tendo um caso com um investigador federal. Em paralelo dois funcionários de uma academia encontrar um CD com esses assuntos confidenciais e e planejam chantagear o dono para lucrar uma boa quantia.
Um elenco de primeira, um roteiro muito bem elaborado, e a direção desses dois consagrados irmãos. O que mais pode se esperar além de um ótimo filme? 
Não dá para piscar em nenhuma cena, qualquer distração e você pode acabar perdendo o fio da meada. A história é muito bem elaborada, mas qualquer deslize e pode acabar achando confusa.
Não espere explicações durante o desenvolver, no máximo você arrumará mais dúvidas.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

17 Outra Vez

  • título original:17 Again
  • gênero:Comédia
  • duração:01 hs 42 min
  • ano de lançamento:2009
  • estúdio:Offspring Entertainment
  • distribuidora:New Line Cinema / PlayArte
  • direção: Burr Steers
  • roteiro:Jason Filardi
  • produção:Jennifer Gibgot e Adam Shankman
  • música:Rolfe Kent
  • fotografia:Tim Suhrstedt
  • direção de arte:Tom Reta
  • figurino:Pamela Withers
  • edição:Padraic McKinley
Mike sonhava em ser um astro do basquete quando sua namorada engravidou ainda no colegial. 20 anos depois ele percebe estar frustrado e que tudo que ele construiu está saindo de seu controle. Certo dia como um passe de mágica, ele volta a ter 17 anos e vê novas oportunidades para sua vida, e uma forma de ajudar seus filhos mais como amigo e menos como pai.
Bem divertidinho, engraçadinho, todo "inho". Muito Sessão da Tarde, Zach faz as meninas suspirarem a cada cena que aparece, pode até ser uma boa diversão caso você não tenha mais nada para fazer em uma quinta-feira a tarde, mas com certeza se você indicar esse filme para sua prima de 15 anos ela vai achar o máximo e você vai ficar sem entender o que ela viu de tão legal.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb


domingo, 3 de outubro de 2010

Dr. Fantástico

  • título original:Dr. Strangelove or How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb
  • gênero:Comédia
  • duração:01 hs 33 min
  • ano de lançamento:1964
  • estúdio:Hawk Films
  • distribuidora:Columbia Pictures
  • direção: Stanley Kubrick
  • roteiro:Stanley Kubrick, Terry Southern e Peter George, baseado em livro de Peter George
  • produção:Stanley Kubrick
  • música:Laurie Johnson
  • fotografia:Gilbert Taylor
  • direção de arte:Peter Murton
  • edição:Anthony Harvey
A história se desenvolve entre a tomada de decisão de um general americano anticomunista em lançar ou não uma bomba atômica na União Soviética, sem se dar conta que pode estar dando início a Terceira Guerra Mundial.
Outro filme de Kubrick que me surpreendeu de forma positiva. Não rolei de dar risada, mas é com certeza uma comédia de qualidade, com temática histórica, política, e comportamental em relação a sociedade americano e às instituições militares.
A sátira a Guerra Fria, aos enfrentamentos entre governos, a vontade de vencer sem medir consequências; tudo isso é muito bem elaborado de forma a praticamente ser um documentário humorístico, e não somente uma comédia banal.
Assista, reflita e dê risada desse clássico do cinema.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Quem Tem Medo de Virginia Woolf?

  • título original:Who's Afraid of Virginia Woolf?
  • gênero:Drama
  • duração:02 hs 09 min
  • ano de lançamento:1966
  • estúdio:Warner Bros. / Chenault Productions, Inc.
  • distribuidora:Warner Bros.
  • direção: Mike Nichols
  • roteiro:Ernest Lehman, baseado em peça teatral de Edward Albee
  • produção:Ernest Lehman
  • música:Alex North
  • fotografia:Haskell Wexler
  • direção de arte:George James Hopkins
  • figurino:Irene Sharaff
  • edição:Sam O'Steen
Um antigo professor de uma universidade e sua esposa oferecem a um novo professor e sua esposa um jantar. Conforme a noite vai correndo o clima pesa e as verdades são ditas.
Os quatro personagens passam o filme mostrando as amarguras e desequilíbrios do ser humano. O cinismo é a palavra que define no geral os relacionamentos, principalmente pela demonstração de como as pessoas vão se podando e engolindo sapos para manter  as aparências dentro de relações fadadas ao fracasso.
Apesar de poder ser visto com todo esse conteúdo, achei um filme chato e cansativo por ser muito parado; além de ter sentido uma aura nele de "quero pagar de cult".
A única coisa que me levou a assistir esse filme foi a relação no nome com uma autora que gosto muito: Virginia Woolf, mas se alguém souber me diga: qual a relação dela com essa história?

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha Técnica: IMDb