segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Encurralados

  • título original:Butterfly on a Wheel
  • gênero:Suspense
  • duração:01 hs 35 min
  • ano de lançamento:2007
  • estúdio:Butterfly Productions / Icon Productions / Fatts / Irish DreamTime / Infinity Features International
  • distribuidora:Lionsgate / Europa Filmes
  • direção: Mike Barker
  • roteiro:William Morrissey
  • produção:Pierce Brosnan, William Morrissey e William Vince
  • música:Robert Duncan
  • fotografia:Ashley Rowe
  • direção de arte:Michael N. Wong
  • figurino:John Bloomfield
  • efeitos especiais:Rainmaker Animation & Visual Effects
Um casal com uma vida perfeita se vê em apuros quando, um dia saem de carro, e um homem que havia invadido o veículo passa a chantageá-los por ter sequestrado sua filha.
Um daqueles filmes que você se coloca no lugar do personagem e vai ficando pilhado e nervoso junto com ele. Que a cada minuto que passa você vai mais e mais esperando pelo próximo passo que o vilão vai dar e o que os personagens principais vão fazer para se livrar do problema.
Os atores principais são muito bons, e o roteiro - que pode não ser o mais original do mundo - acaba de qualquer forma sendo surpreendente no final.
Ação e suspense misturados, um ótimo blockbuster que vai te deixar grudadinho no sofá.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha técnica: IMDb

domingo, 29 de agosto de 2010

Vigaristas

  • título original:The Brothers Bloom
  • gênero:Aventura
  • duração:01 hs 53 min
  • ano de lançamento:2008
  • estúdio:The Weinstein Company / Ram Bergman Productions / Endgame Entertainment
  • distribuidora:Summit Entertainment / Paris Filmes
  • direção: Rian Johnson
  • roteiro:Rian Johnson
  • produção:Ram Bergman e James D. Stern
  • música:Nathan Johnson
  • fotografia:Steve Yedlin
  • direção de arte:Jasna Dragovic e Paul Kirby
  • figurino:Beatrix Aruna Pasztor
  • edição:Gabriel Wrye
Dois irmãos vigaristas e sua comparsa perita em bombas vivem de dar golpes, até que um dia um deles resolve se aposentar dando um golpe que desse para se sustentar pelo resto de sua vida. Nessa eles encontram uma solteirona ricaça que entra para o grupo e passa a financiá-los, mas o rapaz se envolve com ela mais do que deveria.
Na caixa do dvd estava classificado como: ação/comédia; a ação só consistia em algumas explosões enquanto a comédia não existia, ou as piadas eram muito acima da minha capacidade mental pois não peguei nenhuma (acredito mais na primeira opção).
Outro detalhe: a comparsa japa passa o filme muda, acredito que a intenção era que ela fosse um mascote do filme, como a Dory de "Procurando Nemo" ou o Burro de "Shrek", mas não consegue alcançar tal classificação por ser totalmente sem graça.
Um roteiro que não te segura no filme e que em alguns momentos dá a entender que está tentando pregar uma peça no telespectador mas não consegue, acaba tendo como único atrativo o trio principal muito estrelado.

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha técnica: IMDb

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Aurora

  •  Título Original: Sunrise: A Song of Two Humans
  • Direção: F.W. Murnau
  • Ano: 1927
  • Gênero: Drama, Romance, Policial
  • Duração: 95 min
Em uma ida à cidade um fazendeiro, casado com uma mulher muito dedicada e apaixonada e com filhos, se apaixona por uma moça de lá e passa a gastar seu pouco dinheiro com presentes para a amante. Ela, por querer casar com o rapaz, consegue o convencer de matar a esposa.
Sabe o que eu mais gosto em filmes antigos, principalmente mudos? A forma que os atores atuam. É muito mais teatral e caricato, fazendo passar de forma mais intensa os sentimentos e sensações dos personagens.
E esse filme é mestre nisso, a forma como o homem sofre pela dúvida que passa - ficar com sua nova paixão e matar a companheira de uma vida ou deixar para trás a nova aventura e continuar na mesmice de sempre? Apesar dos valores morais mostrados na história serem extremamente ultrapassados, e em alguns pontos muito machistas, a história é apaixonante e muito bucólica.
Detalhe: um dos maiores diretores do Expressionismo alemão, produzindo o gênero em hollywood conseguiu ganhar o Oscar antes do mesmo receber esse nome.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: MelhoresFilmes

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Ratatouille

  • título original:Ratatouille
  • gênero:Animação
  • duração:01 hs 50 min
  • ano de lançamento:2007
  • estúdio:Walt Disney Pictures / Pixar Animation Studios
  • distribuidora:The Walt Disney Company / Buena Vista International
  • direção: Brad Bird
  • roteiro:Brad Bird, baseado em estória de Brad Bird, Jim Capobianco e Jan Pinkawa
  • produção:Brad Lewis
  • música:Michael Giacchino
  • fotografia:Sharon Calahan
  • edição:Darren T. Holmes
Remy é um ratinho que sonha um dia ser chef apesar de sua família ser contra. Um dia ele conhece Linguini, um atrapalhado ajudante de restaurante que não pode perder o emprego, e juntos formam uma parceria para que ambos sejam beneficiados, onde Linguini é comandado por Remy que fica dentro de seu chapéu.
Uma gracinha de desenho! Bem divertido e engraçado, enquanto mantém uma pegada de ser positivo, e acreditar que tudo pode funcionar. Tá, falando assim pode parecer mega clichê e grudento, no nível filme da Xuxa ("Tudo pode ser, se quiser será"-Lua de Cristal), mas por incrível que pareça é para um lado bom da idéia.
O gráfico é muito bem feito, os pêlos dos animais não parecem tão fake como algumas vezes acontece de ser. O roteiro tem um desenvolvimento bacana, que leva o telespectador a acompanhar sem nenhuma dificuldade ou encontrar falha na história.
Tem algumas tiradinhas adultas, tem as piadinhas infantis, com certeza agrada geral.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha técnica: IMDb

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Quando Fala o Coração

  • título original:Spellbound
  • gênero:Suspense
  • duração:01 hs 51 min
  • ano de lançamento:1945
  • estúdio:Selznick International Pictures / Vanguard Films Inc.
  • distribuidora:United Artists
  • direção: Alfred Hitchcock
  • roteiro:Ben Hecht, baseado em livro de John Palmer e Hilary St. George Sanders
  • produção:David O. Selznick
  • música:Miklós Rózsa
  • fotografia:George Barnes
  • direção de arte:James Basevi
  • figurino:Howard Greer
A clínica psiquiátrica onde a Dra Constance trabalha muda de direção; quando o novo diretor, Dr Edward, chega e passa a demonstrar um comportamento estranho, além de ser muito jovem para a vaga, a Dra descobre que ele é um impostor que não faz idéia do que aconteceu com o verdadeiro Dr Edward.
Um dos pontos altos do filme são os vários fenômenos da psicanálise sendo mostrados no decorrer da história, outro fator que é muito interessante é a parte dos sonhos ter sido feito por Salvador Dali; e para mim casar psicanálise com Dali (um dos meus pintores favoritos) é uma das idéias mais fascinantes de Hitchcock.
A história é envolvente e te deixa em uma espectativa constante, bem, o que mais esperar desse mestre do suspense? 
Assistam.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

terça-feira, 24 de agosto de 2010

2001 - Uma Odisséia No Espaço

  • título original:A Space Odissey
  • gênero:Ficção Científica
  • duração:02 hs 29 min
  • ano de lançamento:1968
  • estúdio:MGM / Polaris
  • distribuidora:MGM
  • direção: Stanley Kubrick
  • roteiro:Stanley Kubrick e Arthur C. Clarke
  • produção:Stanley Kubrick
  • fotografia:Geoffrey Unsworth e John Alcott
  • direção de arte:John Hoesli
  • figurino:Hardy Amies
  • edição:Ray Lovejoy
  • efeitos especiais:MGM
Na pré-história um monolito negro surge emitindo sinais de outra civilização que estaria interferindo em nosso mundo.Passando dessa fase para milhões de anos à frente com uma das cenas mais clássicas do cinema - o osso tacado para cima que vira uma espaçonave, lembra? - astronatutas surgem estudando exatamente o que seria aquele monolito em uma nave controlada pelo computador HAL 9000. Porém, após um pane o computador passa a matar os tripulantes na intenção de dominar a nave.
Já deixei bem claro no post de "Metrópolis" que não gosto do gênero sci-fi, então isso já me dificulta muito em gostar de assistir um filme como esse, se pegarmos pelo lado de como o filme é parado e lento, bem aí as chances de eu gostar são menores ainda. 
PORÉM, o assisti por ser um clássico e por querer entender porque ele tem toda essa fama. Primeiro ele foi feito com a ajuda de cientistas para que não houvessem foras comuns ao gênero, como barulhos de explosão no vácuo; segundo as imagens e técnicas são brilhantes até em frente aos olhos nascidos já no século XXI, e por último a trilha sonora é um clássico a parte - talvez a única coisa que dê mais animação ao filme.
MAS mesmos os amantes do filme não podem dizer que é um filme fácil de entender pois não é. Ele é difícil de ser digerido, extremamente lento e não é fácil ficar vendo luzes piscando por mais de uma hora seguida.
Sim, eu consigo ver todas as originalidades e maravilhas que esse filme tem, mas não faz meu tipo, simples assim. Só veja se você quer conhecer os clássicos e AMA sci-fi.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Metrópolis

  • título original:Metropolis
  • gênero:Ficção Científica
  • duração:01 hs 40 min
  • ano de lançamento:1927
  • estúdio:Universum Film S.A.
  • distribuidora:Paramount Pictures / Kino International
  • direção: Fritz Lang
  • roteiro:Fritz Lang e Thea von Harbou, baseado em livro de Thea von Harbou
  • produção:Erich Pommer
  • música:Gottfried Huppertz
  • fotografia:Karl Freund e Günther Rittau
  • direção de arte:Otto Hunte, Erich Kettelhut e Karl Vollbrecht
  • figurino:Aenne Willkomm
No ano de 2026 a cidade de Metrópolis é dividida em duas áreas:  o Jardim dos Prazeres, na superfície, onde os filhos dos mestres vivem aproveitando as boas coisas da vida; enquanto na Cidade dos Operários, em regime de escravidão vivem os próprios. O capitalista que à governa se vê em problemas quando seu filho, que leva uma vida idílica, se apaixona por Maria, a líder espiritual dos operários; uma mulher que será colocada contra seu povo quando um cientista maluco constrói um robô com a intenção de substituir  os operários, partindo do princípio de se colocarem uns contra os outros.
Sem dúvida um filme muito a frente de seu tempo, não só literalmente. Lang conseguiu criar um mundo de um século a frente, com uma produção e "evolução" tecnológica muito acima do que era possível  e paupável naquela época.
Foi um visionário e o precursor do gênero de ficcção científica. Infelizmente muitas partes foram perdidas, o que não ajuda no entendimento da história.
Um filme genial e incrível, para os recursos disponíveis na época o diretor conseguiu atingir o quase inantígel - para ter uma idéia George Lucas se inspirou no robô para fazer o R2 do Star Wars  - mas infelizmente o filme já faz parte de um gênero que não gosto muito e não é uma história fácil de digerir, então só recomendo àqueles que realmente querem conhecer os primórdios do cinema.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha técnica: IMDb

domingo, 22 de agosto de 2010

Salt

  • título original:Salt
  • gênero:Ação
  • duração:01 hs 40 min
  • ano de lançamento:2010
  • estúdio:Columbia Pictures / Relativity Media / Di Bonaventura Pictures
  • distribuidora:Columbia Pictures
  • direção: Phillip Noyce
  • roteiro:Kurt Wimmer
  • produção:Lorenzo di Bonaventura e Sunil Perkash
  • música:James Newton Howard
  • fotografia:Robert Elswit
  • direção de arte:Teresa Carriker-Thayer
  • figurino:Sarah Edwards
  • edição:Stuart Baird e John Gilroy
  • efeitos especiais:CIS Vancouver / Lola Visual Effects / RhinoFX / Framestore / Hirota Paint Industries / Proof
Angelina Jolie é Evelyn Salt, uma agente da CIA que após ser acusada por um espião russo de ser também uma espiã russa infiltrada tem que fugir e tentar provar a verdade, além de procurar seu marido que corre sérios riscos.
Ruim é a única palavra que me cabe na cabeça nesse momento. Sei que filmes de ação são feitos somente para intreter, e tem muitos do Vin Diesel que gosto por exemplo (pancadaria suficiente né?), mas esse passa do ponto em clichês e exageros.Para exemplificar os absurdos, chegou um momento em que meu namorado disse:"Cadê a capa? Porque ela só pode ser a Mulher Maravilha". É é bem isso, praticamente o mundo explode e ela continua viva.
O nível de absurdos é equivalente a "Missão Impossível 3" e ela corre mais do que "Corra Lola Corra".
Apesar dos clichês serem um clássico do gênero, o que poderia ser abstraído, o que acentua a falta de qualidade do filme é a péssima amarração da história, muito mal desenvolvida. Sobram socos para tentar disfarçar a falta de qualidade do roteiro.
E infelizmente nem a grande beleza de Jolie consegue cobrir a falta de carisma da personagem, se for assistir mesmo assim compre um pirata pois não vale o ingresso do cinema.

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha técnca: IMDb

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Um Faz De Conta Que Acontece

  • título original:Bedtime Stories
  • gênero:Comédia
  • duração:01 hs 35 min
  • ano de lançamento:2008
  • estúdio:Walt Disney Pictures / Happy Madison Productions / Gunn Films / Offspring Entertainment
  • distribuidora:Walt Disney Studios Motion Pictures
  • direção: Adam Shankman
  • roteiro:Matt Lopez e Tim Herlihy, baseado em estória de Matt Lopez
  • produção:Jack Giarraputo, Andrew Gunn e Adam Sandler
  • música:Rupert Gregson-Williams
  • fotografia:Michael Barrett
  • figurino:Rita Ryack
  • edição:Tom Costain e Michael Tronick
  • efeitos especiais:LOOK! Effects / Mark Rappaport Creature Effects / Proof / Cinesite / RotoFactory / Gentle Giant Studios / Tinsley Transfers / Lola Visual Effects
Um faz-tudo em um hotel costuma contar histórias para seus sobrinhos dormirem, certo dia elas começam a virar realidade e ele aproveita disso para se dar bem na vida real, os problemas surgem quando ele passa a perder o controle das mudanças.
Ta aí um filme com Adam Sandler divertido e leve, sem apelações ou baixarias, com certeza daqui um tempo estará passando na Sessão da Tarde. Uma ótima pedida para a criançada, que com certeza vai se divertir muito com essa história.
Para os adultos será um passatempo, nada que filosofe sobre a vida ou discuta a existência humana na atualidade mas também não é uma baboseira que fará você perder seu tempo.

CLASIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Napoleão

  • (Napoléon, 1927)
  • Direção: Abel Gance 
  • Roteiro: Abel Gance 
  • Gênero: Drama/Guerra
  • Origem: França/Itália/Suécia
  • Duração: 222 minutos
 Filme biográfico que conta a vida de Napoleão Bonaparte desde a época de criança na escola até a invasão da Itália, onde a história pára por ter sido o primeiro de uma série e o diretor não ter tido verba para fazer as continuações.
Sem dúvida alguma esse filme esteve em questão de produção, estética, fotografia, enfim tudo que pode envolver a criação de um filme, muito a frente de sua época; mas vamos combinar que não é nada fácil ver um filme praticamente documental, e mudo, que tem 3h40 de duração. 
Se um filme atual com temática épica as vezes nos deixa confuso de quem está lutando com quem e coisas do gênero, imaginem esse!
Só recomendo para aqueles que realmente são tarados por cinema, e para quem quer conhecer mais sobre a história do cinema, mas mesmo assim deve ser assistido com um caráter experimental pois não é nem um pouco para diversão e/ou distração.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: CinePlayers

Trailer: não achei disponível nem um trecho para exibição aqui.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

O Talentoso Ripley

  • ítulo original:The Talented Mr. Ripley
  • gênero:Suspense
  • duração:02 hs 15 min
  • ano de lançamento:1999
  • estúdio:Paramount Pictures / Miramax
  • distribuidora:Paramount Pictures
  • direção: Anthony Minghella
  • roteiro:Anthony Minghella, baseado no livro
  • produção:William Horberg, Tom Sternberg, Steve E. Andrews, Sidney Pollack, Paul Zaentz e Alessandro von Norman
  • música:Gabriel Yared
  • fotografia:John Seale
  • figurino:Gary Jones e Ann Roth
  • edição:Walter Murch
Tom é um rapaz que consegue imitar em tudo outras pessoas; por conta de um casaco emprestado ele acaba conhecendo um empresário que o pede para ir buscar seu filho Dickie na Europa, e trazê-lo de volta para cuidar da empresa. Porém começam a surgir desconfianças que podem o prejudicar e para resolver isso ele mata Dickie e assume sua identidade.
Um suspense que consegue deixar o telespectador vidrado o tempo todo, Matt Damon parece fraco mas acredito que era intencional a falta de personalidade e fraqueza de seu personagem, exatamente por querer sempre ser outra pessoa. Judie Law como sempre encantador, e mais incrível ainda a sedução que paira entre os dois personagens.
Com uma fotografia incrível e uma trilha sonora deliciosa, esse filme com certeza é uma boa pedida.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha técnica: IMDb

    terça-feira, 17 de agosto de 2010

    Munique

    • título original:Munich
    • gênero:Drama
    • duração:02 hs 44 min
    • ano de lançamento:2005
    • estúdio:DreamWorks SKG / Universal Pictures / Barry Mendel Productions / Peninsula Films / Amblin Entertainment / Alliance Atlantis Communications / The Kennedy/Marshall Company / Flashback Productions
    • distribuidora:DreamWorks Distribution LLC / Universal Pictures / UIP
    • direção: Steven Spielberg
    • roteiro:Tony Kushner e Eric Roth, baseado em livro de George Jonas
    • produção:Kathleen Kennedy, Barry Mendel, Steven Spielberg e Colin Wilson
    • música:John Williams
    • fotografia:Janusz Kaminski
    • direção de arte:Ino Bonello, Tony Fanning, Andrew Menzies, David Swayze, János Szabolcs e Karen Wakefield
    • figurino:Joanna Johnston
    • edição:Michael Kahn
    • efeitos especiais:Industrial Light & Magic
    Nas Olimpíadas de Munique em 1972 a equipe israelense foi sequestrada e morta por um grupo palestino denominado Setembro Negro. Pouco tempo depois um rapaz israelense é convocado por um oficial a abandonar sua vida, mulher e filho para ir em busca daqueles que tinha comandado o crime e se vigar junto a uma equipe de mais quatro homens. Passam então a viajar em sigilo pelo mundo atrás dos nomes que foram passados para eles.
    Baseado em fatos reais, esse filme mostra uma parcela do longo conflito entre israelenses e palestinos. Cada vingança sanando uma vontade em pró de seu povo mas gerando cada vez consequências maiores e efeitos indesejados, criando um círculo vicioso sem precedentes.
    Muito chocante e perturbador, o roteiro conta uma parte da nossa história moderna incluindo aí sentimentos e sensações de ambas as partes e muita ação também.

    CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

    Poster e Ficha Técnica: IMDb


    segunda-feira, 16 de agosto de 2010

    Syriana - A Indústria do Petróleo

    • título original:Syriana
    • gênero:Drama
    • duração:02 hs 06 min
    • ano de lançamento:2005
    • estúdio:Warner Bros. / Section Eight Ltd. / Participant Productions
    • distribuidora:Warner Bros.
    • direção: Stephen Gaghan
    • roteiro:Stephen Gaghan, baseado em livro de Robert Baer
    • produção:George Clooney, Georgia Kacandes, Michael Nozik, Jeff Skoll e Steven Soderbergh
    • música:Alexandre Desplat
    • fotografia:Robert Elswit
    • direção de arte:Daran Fulham, Alan Hook, Andrew Menzies e Laurent Ott
    • figurino:Louise Frogley
    • edição:Tim Squyres
    • efeitos especiais:Hydraulx
     Um investigador da CIA que busca terroristas pelo mundo, começa a perceber que a solução para os terrorismos é deixado de lado em favor de politicagens. Tudo começa a se envolver também com o mercado do petróleo.
    É muita informação para um filme só. Sem dúvida alguma é incrível, porém arrastado e ao mesmo tempo se você deixa de prestar atenção um minuto já perde o fio da meada da história. Nunca assista com sono ou despreparado, muito menos com pessoas que gostam de conversar durante o desenvolvimento da história.
    Política, terrorismo, o monopólio do petróleo e como isso influencia a relação entre os países e seus representantes; a temática do roteiro faz valer a pena apesar de ser um pouco cansativo. 
    Sinceramente eu ando pensando em assistir novamente para ver se entendi direito.

    CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

    Poster e Ficha Técnica: IMDb


    domingo, 15 de agosto de 2010

    Meu Malvado Favorito - 3D

    • título original:Despicable Me
    • gênero:Animação
    • duração:01 hs 35 min
    • ano de lançamento:2010
    • estúdio:Illumination Entertainment
    • distribuidora:Universal Pictures
    • direção: Pierre Coffin , Chris Renaud
    • roteiro:Ken Daurio e Cinco Paul
    • produção:John Cohen, Janet Healy e Christopher Meledandri
    • direção de arte:Eric Guillon
    • efeitos especiais:Mac Guff Ligne
    Gru é um grande vilão que é passado para trás quando Vetor rouba uma das pirâmides. Para tentar voltar a ser o maioral ele resolve roubar a Lua, mas para isso contará com a ajuda e ao mesmo tempo o tormento de três órfãs.
    É um filme que tem algumas tiradinhas adultas assim como as animações da Pixar mas é mais para o público infantil mesmo. Acredito que as cenas mais engraçadas são com os bichinhos amarelos, as mais fofas com a menina Agnes ("Ele é TÃOOOO fofiiinhoo!") e, para quem assistir em 3D como eu, a melhor cena é a da montanha russa - me senti como se estivese em uma de verdade.
    Para os adultos cinéfilos: prestem atenção as referências a outros filmes, logo no começo  na lanchonete ao "Um Dia de Fúria" e mais para o final quando ele encontra a cabeça de uma boneca na cama em relação a "O Poderoso Chefão", além da mãe do vilão que é a cara da vovó de "Deu a Louca na Chapeuzinho Vermelho".
    De resto o filme é bem divertido apesar de ser voltado mais para o público infantil mesmo, mas nem por isso deixa de valer a pena. A única coisa que achei ruim foi a voz que dublava Gru, que em algumas cenas ficava difícil de entender o que dizia.

    CLASSIFICAÇÃO: BOM

    Poster e Ficha técnica: IMDb

    sábado, 14 de agosto de 2010

    Toda Nudez Será Castigada

    • título original:Toda Nudez Será Castigada
    • gênero:Drama
    • duração:01 hs 47 min
    • ano de lançamento:1973
    • estúdio:Ipanema Filmes / Ventania Filmes
    • distribuidora:Embrafilme
    • direção: Arnaldo Jabor
    • roteiro:Arnaldo Jabor, baseado em peça de Nélson Rodrigues
    • produção:Arnaldo Jabor e Roberto Farias
    • música:Astor Piazzolla
    • fotografia:Lauro Escorel
    • figurino:Régis Monteiro
    • edição:Rafael Justo Valverde
    Após a morte da esposa, em uma família tradicional, o marido muito puritano promete ao filho nunca mais se envolver com outra mulher.  Seu irmão, que vive as suas custas e faz de tudo para continuar assim, apresenta a ele a meretriz Geni, os dois se apaixonam e desejam se casar, mas para isso ele precisa afastar seu filho, e aí sim começa seu sofrimento.
    Não li a obra de Nelson Rodrigues que foi adaptada para o filme, mas acredito que deva ser bem melhor apesar de achar o autor polêmico demais para o meu gosto. 
    O filme é claramente uma pornochanchada, e confusa; achei extremamente apelativa e de mal gosto.É a MINHA opinião como sempre né gente, gosto é igual cutuvelo, se você gostou é outra coisa, eu não consegui ver nenhum ponto que me fizesse pensar "tá achei ruim, mas o motivo X pode fazer alguém gostar".
    A única coisa que gostei foi o fato da personagem da meretriz chamar Geni, o que pode ter inspirado Chico Buarque na música "Geni e o Zeppelin" já que o filme é de 1973, o livro é 1965 e a música de 1977.
    De resto acho uma perda de tempo, qualidade de som e imagem bem ruins e o roteiro não segura o telespectador.

    CLASSIFICAÇÃO: PÉSSIMO

    Poster e Ficha técnica: IMDb

    *Obs.: não consegui achar o trailer

    sexta-feira, 13 de agosto de 2010

    Cinema, Aspirinas e Urubus

    • título original:Cinema, Aspirinas e Urubus
    • gênero:Drama
    • duração:01 hs 30 min
    • ano de lançamento:2005
    • estúdio:Dezenove Som e Imagens / Rec Produtores Associados
    • distribuidora:Imovision
    • direção: Marcelo Gomes
    • roteiro:Marcelo Gomes, Paulo Caldas e Karim Aïnouz, inspirado em relato de viagem de Ranulpho Gomes
    • produção:Sara Silveira, Maria Ionescu e João Vieira Jr.
    • música:Tomás Alves de Souza
    • fotografia:Mauro Pinheiro
    • direção de arte:Marcos Pedroso
    • figurino:Beto Normal
    • edição:Karen Harley
    No sertão nordestino dois homens de origens diferentes se encontram. Um é alemão, fugido da 2ª Guerra Mundial, que anda com seu caminhão pelo sertão vendendo aspirinas; o outro é um sertanejo tentando mudar seu destino que pega carona com o primeiro e passa a ajudá-lo com as vendas.
    Um filmes simples mas complexo ao mesmo tempo. Simples no sentido de não exigir grandes efeitos e grandes reviravoltas na história, complexo por exatamente nessa simplicidade toda passar muito conteúdo emotivo na demonstração da criação de uma amizade e nas renúncias da vida.
    João Miguel é um dos poucos atores brasileiros que não necessita de aparecer em novelas para construir seu grande currículo, não me lembro de um personagem que o vi fazendo e não achei magnífico.
    A fotografia é algo encantador também, além de ser um daqueles filmes que mostra como o cinema nacional pode ser bom ser apelar para favela, tráfico, bunda e putaria.

    CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

    Poster e Ficha Técnica: IMDb


    quinta-feira, 12 de agosto de 2010

    Sob o Sol da Toscana

    • título original:Under the Tuscan Sun
    • gênero:Drama
    • duração:01 hs 53 min
    • ano de lançamento:2003
    • estúdio:Touchstone Pictures / Tatiale Films
    • distribuidora:Buena Vista Pictures
    • direção: Audrey Wells
    • roteiro:Audrey Wells, baseado em livro de Frances Mayes
    • produção:Tom Sternberg e Audrey Wells
    • música:Christophe Beck
    • fotografia:Geoffrey Simpson
    • direção de arte:Gianfranco Fumagalli e Gianni Giovagnoni
    • figurino:Nicoletta Ercole
    • edição:Arthur Coburn
    Uma crítica de livros, após ter um divórcio traumático e entrar em depressão, ganha de sua amiga uma passagem para Toscana. Lá ela descobre uma casa antiga que está a venda e no impulso à compra. Traçando novos caminhos ela volta a descobrir as felicidades e prazeres da vida. Principalmente depois de conhecer Marcello.
    Um filme romântico, que reascende as esperanças da paixão distruída. A fotografia acredito que nem seja preciso falar né, afinal a Itália por si só já colabora muito.
    Pena que sinto que todos os outros personagens, que não são a principal, se tornam um pouco superficiais. 
    Mas não são pequenos detalhes que fazem com que ele não seja um bom passatempo.
    Comentário fútil para a mulherada: vale a pena só para ver o muso Raoul Bova, que sem dúvida deve ser um presente dos Deuses para nossos olhos.

    CLASSIFICAÇÃO: BOM

    Poster e Ficha Técnica: IMDb

    quarta-feira, 11 de agosto de 2010

    My Fair Lady

    • título original:My Fair Lady
    • gênero:Musical
    • duração:02 hs 50 min
    • ano de lançamento:1964
    • estúdio:Warner Bros.
    • distribuidora:Warner Bros.
    • direção: George Cukor
    • roteiro:Alan Jay Lerner, baseado em peça teatral de George Bernard Shaw
    • produção:Jack L. Warner
    • música:Frederick Loewe
    • fotografia:Harry Stradling Sr.
    • direção de arte:Gene Allen e Cecil Beaton
    • figurino:Cecil Beaton
    • edição:William H. Ziegler
    Um professor de fonética aposta com um amigo que consegue transformar uma florista que não sabe se comportar nem falar direito em uma dama. Mas a tarefa vai se mostrando muito mais difícil do que parecia ser.
    Sem dúvida alguma um dos mais clássicos musicais e um dos filmes mais famosos de Audrey, que convenhamos faz uma ótima interpretação nesse filme indo de uma mulher escrachada a uma grande dama, além da vozinha tão irritante que dá vontade de desistir em certas partes.
    Sinceramente eu esperava bem mais, acho que o filme poderia ter no máximo 2 horas e contar muito bem a história, do que as suas quase 3 horas que tornam o filme um pouquinho arrastado. Mas nem por isso deixa de ser um filme importante para apaixonados por cinema ver.

    CLASSIFICAÇÃO: BOM

    Poster e Ficha Técnica: IMDb

    terça-feira, 10 de agosto de 2010

    Deu A Louca No Mundo

    • (It's a Mad Mad Mad Mad World, 1963)
    • Direção: Stanley Kramer 
    • Roteiro: William Rose, Tania Rose 
    • Gênero: Ação/Aventura/Comédia
    • Origem: Estados Unidos
    • Duração: 161 minutos

    Em uma estrada vários  carros param para ajudar um homem que sofreu um acidente, em suas últimas palavras ele conta ao grupo que há U$350 mil escondidos e dá as dicas para o acharem. 
    Soou parecida a história? Pois é, em 2001 foi lançado o filme "Tá todo mundo louco", um remake não oficial desse filme que estou falando. A história é a mesma, plagiaram mesmo, mas a história é boa então até que vale a pena terem feito mais uma versão. Esse original reúne a nata da comédia dos anos 60, enquanto o outro reúne a nata da atualidade. 
    Para quem vive em um mundo que as comédias sempre apelam para putarias e baixarias, talvez algo tão simples e escrachado não tenha tanta graça; apesar que eu ri até que bastante viu. Humor feito com base em armações absurdas, de explosões que não dão certo e tombos é puro e satisfatório.
    Destaque para as participações super pequenas e rápidas mas valiosíssimas de gênios do humor como Jerry Lewis e Os Três Patetas.
    Assista os dois seguidos e compare.

    CLASSIFICAÇÃO: BOM

    Poster e Ficha técnica: CinePlayers


    segunda-feira, 9 de agosto de 2010

    Cadê os Morgan?

    • título original:Did You Hear About the Morgans?
    • gênero:Comédia Romântica
    • duração:01 hs 43 min
    • ano de lançamento:2009
    • estúdio:Columbia Pictures / Relativity Media / Banter / Castle Rock Entertainment
    • distribuidora:Columbia Pictures
    • direção: Marc Lawrence
    • roteiro:Marc Lawrence
    • produção:Liz Glotzer e Martin Shafer
    • música:Theodore Shapiro
    • fotografia:Florian Ballhaus
    • direção de arte:Steve Carter
    • figurino:Christopher Peterson
    • edição:Susan E. Morse
    • efeitos especiais:Brainstorm Digital
    Casal muito bem sucedido de Nova York, que está em vias de se divorciar, presencia um brutal assassinato e tem que mudar para uma pequena e isolada cidade por questões de proteção.
    Normalmente comédias românticas são cheias de clichês e totalmente água com açúcar, mas essa em particular extrapola as cenas previsíveis e o que eram para ser piadas passam batidas, as únicas que eu acho que salvam são as típicas de pessoas da cidade grande em relação ao ambiente e hábitos das cidades do interior.
    De resto nada surpreende, e o casal principal não cola - infelizmente Sarah e Hugh não tem carisma juntos e muito menos química.
    Não foi tempo perdido, mas não me acrescentou em nada.

    CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

    Poster e Ficha técnica: IMDb

    domingo, 8 de agosto de 2010

    A Origem

    • título original:Inception
    • gênero:Ficção Científica
    • duração:02 hs 28 min
    • ano de lançamento:2010
    • estúdio:Warner Bros. Pictures e Legendary Pictures
    • distribuidora:Warner Bros.
    • direção: Christopher Nolan
    • roteiro:Christopher Nolan
    • produção:Christopher Nolan e Emma Thomas
    • música:Hans Zimmer
    • fotografia:Wally Pfister
    • direção de arte:Frank Walsh (supervisor)
    • figurino:Jeffrey Kurland
    • edição:Lee Smith
    Cobb e sua equipe tem como trabalho entrar no subconsciente das pessoas e roubar informações importantes de lá, por causa do trabalho ele foi afastado de sua família e para poder voltar a ela se arrisca a fazer um trabalho muito perigoso e o inverso do que costumava fazer - a inserção de idéias no subconsciente de alguém.
    Eu assisti esse filme ontem, cheguei em casa passava das 2 da madrugada e tive que me conter para já não vir aqui de cara fazer a resenha. De verdade eu ainda estou em estado de êxtase e ao mesmo tempo estranhamento. Não vou ficar dando detalhes se não o filme perde sua maestria. Mas gostaria muito que algum psicólogo ou psiquiatra que assistiu o filme me desse sua opinião, afinal se para uma pessoa leiga como eu ter ficado nesse estado de encantamento, fico imaginando como não deve ser para uma pessoa que estudou a mente humana, deve fazer muito mais sentido, ou não.
    Altamente viajante, nos primeiros 15 minutos eu não sabia o que era o real e o que era sonho, e quando percebi saí do filme ainda com uma pulga atrás da orelha e duvidando muito que conseguiria dormir quando chegasse em casa.
    Esse filme me serviu para constatar duas coisas: Leonardo DiCaprio melhorou muito como ator depois que deixou de ser galã, e Joseph Gordon-Levitt evoluiu muito desde "10 coisas que odeio em você".
    Ah! E um comentário talvez tolo, mas que achei engraçado no momento, logo no começo quando Marion Cotillard entra no sonho e atrapalha os planos eles colocam "No, je ne regrette rien" da Edith Piaf para tocar na cabeça dos personagens principais, irônico não?
    Vi algumas pessoas dizendo que o filme é mais um blockbuster, eu não concordo e acho que assim com "Matrix" será um filme que conseguirá atingir uma alta arrecadação e mesmo assim entrar para os clássicos do cinema.
    Não percam por nada na vida.

    CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

    Poster e Ficha técnica: IMDb


    sábado, 7 de agosto de 2010

    Tudo Sobre Minha Mãe

    • título original:Todo Sobre Mi Madre
    • gênero:Drama
    • duração:01 hs 41 min
    • ano de lançamento:1999
    • estúdio:El Deseo S.A. / France 2 Cinéma / Via Digital / Renn Productions
    • distribuidora:Sony Pictures Classics / 20th Century Fox Film Distributing
    • direção: Pedro Almodóvar
    • roteiro:Pedro Almodóvar
    • produção:Agustín Almodóvar
    • música:Alberto Iglesias
    • fotografia:Affonso Beato
    • direção de arte:Antxón Gómez
    • figurino:Sabine Daigeler e José María De Cossio
    • edição:José Salcedo
    Uma mãe, que nunca revelou ao filho quem era seu pai, resolve levá-lo a peça "Um bonde chamado desejo" no dia de seu aniversário, após o espetáculo enquanto iam pegar um autógrafo com a atriz principal, o rapaz é atropelado e morto. Depois desse trágico acidente a mãe resolve ir em busca do pai para lhe dar a notícia, no caminho encontra a própria atriz da peça, uma antiga amiga travesti e uma freira.
    Como já deixei claro aqui em outros posts, Almodóvar para mim é um dos melhores diretores da atualidade, diria que ele consegue passar nas telas as emoções femininas da mesma forma que Chico Buarque as representa em suas músicas. Com uma temática densa, pesada e dramática, o diretor consegue mostrar os dramas do superficialismo das relações humanas, a AIDS, a inversão dos valores atuais e ao mesmo tempo contrabalancear com o humor refinado da travesti Agrado, que combinemos é um dos grandes personagens dele; não conheço uma pessoa que se encante por seus filmes e não goste de Agrado.
    Não sei se é o meu filme favorito dele, mas sem dúvida alguma é uma obra-prima.

    CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

    Poster e Ficha técnica: IMDb

    sexta-feira, 6 de agosto de 2010

    A Bússola de Ouro

    • título original:The Golden Compass
    • gênero:Aventura
    • duração:01 hs 53 min
    • ano de lançamento:2007
    • estúdio:New Line Cinema / Depth of Field / Scholastic Productions / Ingenious Film Partners / Rhythm and Hues
    • distribuidora:New Line Cinema / PlayArte
    • direção: Chris Weitz
    • roteiro:Chris Weitz, baseado em livro de Philip Pullman
    • produção:Bill Carraro e Deborah Forte
    • música:Alexandre Desplat
    • fotografia:Henry Braham
    • direção de arte:Richard L. Johnson, Chris Lowe e Andy Nicholson
    • figurino:Ruth Myers
    • edição:Anne V. Coates e Peter Honess
    • efeitos especiais:Digital Domain / Hatch Production / Alpine Films / Cinesite / Rhythm and Hues / Framestore CFC / Gentle Giant Studios / The Visual Effects Company / Tipett Studio
    Em um mundo místico, uma garota órfã e seu dameon descobrem uma misteriosa substância chamada "pó" que causa efeitos estranhos nas crianças. Junto com seu mentor a menina sai em busca de explicações para esse mistério passando por várias aventuras.
    Não li o livro, mas vi muita gente falando que o filme fica muito atrás da obra literária, tudo bem que normalmente quem gostou do livro se decepciona com o filme, mas nesse caso parece ter sido muito mais do que o normal.
    Particularmente achei que faltou continuidade em muitas partes, parece que um pedaço não estava amarrado ao outro. Talvez distraia as crianças e as agradem, chegando então a meta do filme, mas para os adultos a única coisa que distrai é a falta de expressividade no rosto de Nicole Kidman e a quantidade de Botox que ela já injetou.

    CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

    Poster e Ficha Técnica: IMDb 

    quinta-feira, 5 de agosto de 2010

    Jean Charles

    • título original:Jean Charles
    • gênero:Drama
    • duração:01 hs 30 min
    • ano de lançamento:2009
    • estúdio:Mango Films / Já Filmes
    • distribuidora:Imagem Filmes
    • direção: Henrique Goldman
    • roteiro:Marcelo Starobinas e Henrique Goldman
    • produção:Carlos Nader, Henrique Goldman e Luke Schiller
    • música:Nitin Sawhney
    • fotografia:Guillermo Escalón
    • figurino:Veri Ferraz
    • edição:Kerry Kohler
    Filme baseado na história real de Jean Charles de Menezes, um mineiro eletricista que residia em Londres e em 2005 foi assassinado pela polícia do país após ser confundido com um terrorista.
    Esse caso chocou a população brasileira, e mostrou bem como os países desenvolvidos consideram qualquer um que não seja caucasiano e que tenha traços de alguém que veio de algum país sub-desenvolvido uma possível ameaça a seu país.
    Tudo bem que pelo que vemos no filme ele não era um santo como na época do assassinato foi mostrado; Jean arrumava passaportes e vistos falsos para as pessoas conseguirem entrar no país, mas vamos levar pelo lado que era somente o maldito "jeitinho brasileiro", e nem isso justifica o ato da polícia britânica que não teve seus membros responsabilizados até hoje.
    O estilo da filmagem não está tanto para novelas da Globo como é de costume no cinema nacional. Quanto ao elenco não é nem preciso falar né? Selton Mello como sempre dá um show, fazendo um perfeito sotaque mineiro, além de ser acompanhada por um grupo de peso.
    Observação a parte e atoa: super me identifiquei com o Selton na cena do show do Sidney Magal "sentindo" a música.

    CLASSIFICAÇÃO: BOM

    Poster e Ficha técnica: IMDb

    quarta-feira, 4 de agosto de 2010

    Um Corpo Que Cai

    • título original:Vertigo
    • gênero:Suspense
    • duração:02 hs 08 min
    • ano de lançamento:1958
    • estúdio:Paramount Pictures / Akfred J. Hitchcock Productions
    • distribuidora:Paramount Pictures / Universal Pictures
    • direção: Alfred Hitchcock
    • roteiro:Samuel A. Taylor e Alec Coppel, baseado em livro de Pierre Boileau e Thomas Narcejac
    • produção:Alfred Hitchcock
    • música:Bernard Herrmann
    • fotografia:Robert Burks
    • direção de arte:Henry Bumstead e Hal Pereira
    • figurino:Edith Head
    • edição:George Tomasini
    Um detetive aposentado que sofre de acrofobia fica responsável por cuidar de uma mulher com tendências suicidas, mas situações estranhas passam a acontecer no decorrer da história.
    Não é atoa que Hitchcock tem fama de ser o mestre do suspense e esse é um filme que comprova isso. É o primeiro personagem dele emocionalmente envolvido no caso e, pela doença que tem, desenvolve um complexo de culpa. O espectador fica preso na trama todo o tempo, que desemboca em um final irônico, absurdo e incrivelmente envolvente. Outro ponto maravilhoso do filme é a fotografia que acompanha muito bem o roteiro.
    Ainda está para surgir um filme desse maravilhoso diretor que não me encante totalmente.

    CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

    Poster e Ficha técnica: IMDb

    terça-feira, 3 de agosto de 2010

    Diamante de Sangue

    • título original:Blood Diamond
    • gênero:Aventura
    • duração:02 hs 18 min
    • ano de lançamento:2006
    • estúdio:Warner Bros. Pictures / Virtual Studios / Spring Creek Productions / Initial Entertainment Group / Bedford Falls Productions
    • distribuidora:Warner Bros.
    • direção: Edward Zwick
    • roteiro:Charles Levitt, baseado em estória de Charles Levitt e C. Gaby Mitchell
    • produção:Gillian Gorfil, Marshall Herskovitz, Graham King, Darrell Roodt, Paula Weinstein e Edward Zwick
    • música:James Newton Howard
    • fotografia:Eduardo Serra
    • direção de arte:Peter Wenham
    • figurino:Ngila Dickinson
    • edição:Steven Rosenbum
    • efeitos especiais:11 Mediaworks / Flash Film Works / LOOK! Effects Inc. / Rising Sun Pictures
    Durante a Guerra Civil em Serra Leoa, no final da década de 90, a Força Unida Revolucionária invade uma aldeia e separa um pescador de sua família o forçando a trabalhar em um campo de mineração de diamantes.  Lá ele encontra um diamante rosa de 100 quilates e consegue o esconder, mas quando um integrante do FUR descobre o ocorrido  acontece um ataque do governo e todos são levados presos. Na cadeia um mercenário, que contrabandeia diamantes para a Libéria, escuta o pescador ser acusado de ter escondido tal diamante. Em troca de ajudá-lo a achar sua família o mercenário pede que ele mostre onde está escondido tal preciosidade.
    Ação, ambição e desvalorização do ser humano pela desenvolvimento da ganância na população em geral - resumiria o roteiro desse filmes nesses termos. É incrível a forma como mostram uma raça explorando à seus iguais pelo poder e dinheiro, lógico que isso é muito abrangente e não ocorre só entre os negros ou Estados ditatoriais, mas esse assunto dá muito pano pra manga e aqui quero falar somente da qualidade do filme.
    Uma coisa garanto: o que disse acima é muito bem explorado no filme, além de ter bastante explosões e sangue, o que mantém o filme menos discursivo e mais possível de encantar as massas. 
    Independente do gênero de filme que você prefira não deixe de assistir esse.

    CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

    Poster e ficha técnica: IMDb

    Desejo e Reparação

    • título original:Atonement
    • gênero:Drama
    • duração:02 hs 10 min
    • ano de lançamento:2007
    • estúdio:Working Title Films
    • distribuidora:Focus Features / Universal Pictures / UIP
    • direção: Joe Wright
    • roteiro:Christopher Hampton, baseado em livro de Ian McEwan
    • produção:Tim Bevan, Eric Fellner e Paul Webster
    • música:Dario Marianelli
    • fotografia:Seamus McGarvey
    • direção de arte:Ian Bailie, Nick Gottschalk e Niall Moroney
    • figurino:Jacqueline Durran
    • edição:Paul Tothill
    Em 1935, no início da 2ª Guerra Mundial, a filha mais velha do patrão e o filho do caseiro se tornam amantes, a irmã mais nova por cíumes acusa o rapaz de ter cometido um crime que não havia sido ele, o que faz com que o casal seja separado e o destino de todos envolvidos na trama tomem rumos diferentes do previsto.
    Baseado no romance de Ian McEwan, achei uma obra bem parecida com as de Jane Austen, como "Razão e Sensibilidade", talvez pela fotografia muito parecida e encantadora, por ser um filme de época apesar de períodos bem distintos, e por ter Keira em um dos papéis principais como em "Orgulho e Preconceito".
    A história se desenvolve como um drama romântico comum, o casal que se ama e de príncipio não consegue ficar junto, o que dá a impressão que será mais um pouco do mesmo, mas conforme a trama vai se desenrolando a história toma um rumo espetacular, triste e comovente.
    Totalmente fora dos padrões, com um roteiro magnífico e uma fotografia apaixonante. 
    Para quem curte o gênero com certeza será um dos melhores filmes já vistos.

    CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

    Poster e Ficha Técnica: IMDb