sábado, 31 de julho de 2010

Um Homem, Uma Mulher

  • (Un Homme et une Femme)
  • Direção: Claude Lelouch
  • Ano: 1966
  • Duração: 103 min
  • Gênero: Drama
Um piloto de corridas, solteiro convicto, e uma roteirista, viúva precocemente, se conhecem e se apaixonam. Ambos tem dificuldades de se libertarem de seus passados, e o filme mostra como eles tem de administrar isso enquanto lidam com outros pontos de suas vidas como família e trabalho. 
A história vai apresentando os personagens conforme eles vão se conhecendo. Como bom filme francês que é, há muito diálogo e o desenrolar é bem monótono.
Apesar de ter sido muito premiado, ter uma fotografia incrível, e uma trilha sonora de qualidade que incluem Vinicius de Moraes e Baden Powell, eu particularmente não gostei.

Classificação: RUIM

Poster e Ficha Técnica: 2001Video

quinta-feira, 29 de julho de 2010

O Homem Que Sabia Demais

  • título original:The Man Who Knew Too Much
  • gênero:Suspense
  • duração:02 hs 00 min
  • ano de lançamento:1956
  • estúdio:Paramount Pictures / Filwite Productions
  • distribuidora:Paramount Pictures / Universal Pictures
  • direção: Alfred Hitchcock
  • roteiro:John Michael Hayes, baseado em estória de Charles Bennett e D.B. Wyndham-Lewis
  • produção:Alfred Hitchcock
  • música:Bernard Herrmann
  • fotografia:Robert Burks
  • direção de arte:Henry Bumstead e Hal Pereira
  • figurino:Edith Head
  • edição:George Tomasini
Um médico, durante viagem de férias a Marrocos com sua família, sem querer se envolve num assassinato de trama internacional. Logo após um mendigo diz algumas coisas em seu ouvido; por ter recebido essas informações os conspiradores começam a persegui-lo na intenção de sequestrar seu filho.
Não é dos meus favoritos de Hitchcock, mas nem por isso deixa de ser ótimo, com uma trama intrigante e um desenrolar que te prende à cadeira, o mistério vai te tomando conforme a história passa. Não tem aquelas cenas clássicas de suspense crescente, mas como sempre, uma obra-prima do diretor.
Há uma versão de 1934, que não assisti ainda, que pasmém, também é do mesmo diretor; ele teve a capacidade de fazer um remake de si mesmo.
James Stewart continua como sempre um grande ator e Doris Day impressiona fazendo o papel de uma mãe zelosa e fora dos musicais comuns a ela. Com certeza depois desse filme você ouvirá a música "Que sera sera" de outra maneira.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

POster e Fiche tecnica: IMDb

quarta-feira, 28 de julho de 2010

A Noviça Rebelde

  • título original:The Sound of Music
  • gênero:Musical
  • duração:02 hs 52 min
  • ano de lançamento:1965
  • estúdio:20th Century Fox
  • distribuidora:20th Century Fox Film Corporation
  • direção: Robert Wise
  • roteiro:Ernest Lehman, baseado no livro de Howard Lindsay e Russel Crouse
  • produção:Robert Wise
  • música:Irwin Kostal e Richard Rodgers
  • fotografia:Ted D. McCord
  • figurino:Dorothy Jeakins
  • edição:William Reynolds
No início da instauração do nazismo, na Áustria o capitão Von Trapp, viúvo e com sete filhos, recebe a ajuda de uma noviça que não consegue seguir as normas do convento para educar seus filhos; as regras da família são totalmente mudados por ela, o que no começo causa certos conflitos com o tempo vai amolecendo o durão chefe de família.
Dúvido que haja uma pessoa que pelo menos não conheça essa história pelo menos de ouvir. Vi o filme e o musical no teatro, e não há como não se encantar; um clássico do cinema mundial, com músicas marcantes - "Do re mi", "The sound of music", "I am sexteen" e "So long farwell"(minha favorita) entre outras - e uma fotografia para lá de encantadora, pretendo um dia viajar para Áustria de tanto que me apaixonei pelas paisagens. 
Vi um dia desses como estão as crianças hoje em dia, meio estranho afinal estão todos acima dos 50, mas é a prova de como esse filme foi e é um sucesso que ainda encanta milhares de pessoas.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha técnica: IMDb

terça-feira, 27 de julho de 2010

Um Violinista no Telhado

  • (Fiddler on the Roof, 1971)
  • Direção: Norman Jewison 
  • Roteiro: Sholom Aleichem (livro), Joseph Stein (peça teatral e roteiro) 
  • Gênero: Drama/Musical
  • Origem: Estados Unidos
  • Duração: 181 minutos
Um pobre leiteiro ucraniano que vive em uma vila judia tem de lidar com o casamento de suas três filhas e os choques entre gerações que isso faz acontecer. Depois sua família e vizinhos são obrigados pela Rússia czarista a migrar para os EUA. A história vai mostrando o sofrimento de cada personagem, o que tiveram de passar com esse êxodo e as tradições de uma cultura.
Muito emocionante e, para aqueles que gostam de musicais, sem dúvida alguma é um filme que não pode passar batido. É contada, até de uma certa forma alegre, essa parte tão particular da história da humanidade.
A música principal é inesquecível, não só por ser alegre e animada, mas por grudar na cabeça, e com certeza ter sido a inspiração para a música "Rich Girl" da Gwen Stefani.
Parte da história mundial e do cinema, não deixem de assistir.
CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Ficha técnica: CinePlayers

Zuzu Angel

  • título original:Zuzu Angel
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 50 min
  • ano de lançamento:2006
  • distribuidora:Warner Bros.
  • direção: Sérgio Rezende
  • roteiro:Marcos Bernstein e Sérgio Rezende
  • produção:Joaquim Vaz de Carvalho
  • música:Cristóvão Bastos
  • fotografia:Pedro Farkas
  • direção de arte:Marcos Flaksman
  • figurino:Kika Lopes
  • edição:Marcelo Moraes
A estilista  Zuzu Angel, uma mulher alheia ao que acontece a sua volta no período da ditadura, começa a ficar famosa com suas criações no país e no exterior no mesmo período em que seu filho Stuart, engajado na luta social, é preso pelos militares e nunca mais encontrado. Enquanto Zuzu luta para encontrar o corpo do filho, os militares mantém o teatro de que nada aconteceu; assim começa sua luta e ascenção na história de uma até então estilista alienada, que acaba se tornando um incômodo para a ditadura.
São filmes como esse que provam o valor do cinema nacional, baseado em uma história real, apesar de ser uma temática já muito utilizada, sempre há uma nova forma de se representar um ponto tão importante da história nacional.
Com atores de alto calibre, as interpretações são espetaculares, não deixando nada a desejar. Até Luana Piovani, que para mim é bem fraquinha, impressiona no papel de Elke Maravilha.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

domingo, 25 de julho de 2010

A História Oficial

  • Títulos Alternativos: The Official History / The Official Story / The Official Version
  • Gênero: Drama 
  • Duração: 112 min.
  • Produtora(s): Historias Cinematograficas Cinemania, Progress Communications 
  • Diretor(es): Luis Puenzo 
  • Roteirista(s): Aída Bortnik, Luis Puenzo 
Professora de História começa a perceber a violência gerada na Argentina pela ditadura militar quando se inicia a abertura política, através disso passa a suspeitar que a criança que adotou pode ser filha de pessoas desaparecidas na época da opressão.
Enredo histórico/ político que muito bem representa a situação do país na época da ditadura, principalmente a atividade muito comum de adoção de crianças filhas de pessoas "desaparecidas". 
Emocionalmente muito carregado, o filme acaba sendo um pouco arrastado, mas isso acontece, acredito eu, exatamente para demonstrar o desespero e agonia da situação.
O mais interessante é observar a burguesia abalada após o término da opressão, um misto de culpa e desespero retardados, pois estavam completamente cegos durante o período crítico.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha técnica: E-Pipoca

A Cor Púrpura

  • título original:The Color Purple
  • gênero:Drama
  • duração:02 hs 36 min
  • ano de lançamento:1985
  • estúdio:Warner Bros. / Amblin Entertainment / Guber-Peters Company
  • distribuidora:Warner Bros.
  • direção: Steven Spielberg
  • roteiro:Menno Meyjes, baseado em livro de Alice Walker
  • produção:Quincy Jones, Kathleen Kennedy, Frank Marshall e Steven Spielberg
  • música:Quincy Jones
  • fotografia:Allen Daviau
  • direção de arte:Bo Welch
  • figurino:Aggie Guerard Rodgers
  • edição:Michael Kahn
Com apenas 14 anos Celie é violentada pelo pai e dessa relação nascem duas crianças; após isso ela fica infértil e é separada dos filhos e da pessoa que ela é mais apegada, sua irmã. Ela é doada a Mister que a usa como escrava e companheira; através desse novo mundo ela conhece Shug Avery, grande paixão da vida de Mister, e Sofia, nora de Mister; as duas a levam a ver que tem seus valores e pode se expressar de maneira que construa novas possibilidades para sua vida.
Siceramente não sei como esse filme não ganhou nenhum dos 11 Oscars que concorreu na época, é uma obra-prima com interpretações espetaculares. Com uma personagem que o nome remetia ao caráter da tal (Celie = Silly) Whoopy Goldberg começou com uns três pés direitos a sua carreira. 
Tocante de forma triste, mas encantador, o enredo mostra e discute os valores da vida de forma poética, mostrando as maneiras que cada um lida com os fatos e como os responde ao mundo. 
Corram agora para a locadora e  peguem esse filme se ainda não viram.

CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

Poster e Ficha técnica: IMDb

sábado, 24 de julho de 2010

O Bem Amado

  • título original:O Bem Amado
  • gênero:Comédia
  • duração:01 hs 47 min
  • ano de lançamento:2010
  • estúdio:Natasha Filmes / Globo Filmes / Miravista
  • distribuidora:Buena Vista International
  • direção: Guel Arraes
  • roteiro:Cláudio Paiva e Guel Arraes, baseado na obra de Dias Gomes
  • produção:Paula Lavigne
  • música:Caetano Veloso, Mauro Lima, Berna Ceppas e Kassin
  • fotografia:Dudu Miranda e Paulo Souza
  • direção de arte:Claudio Amaral Peixoto
  • figurino:Claudia Kopke
  • edição:Caio Cobra
Acabei de assistir esse mais novo promissor clássico do cinema nacional, e precisei abrir uma brecha na minha listinha que venho seguindo para comentar por ter muito o que falar dele.
Zeca Diabo mata o prefeito de Sucupira, o que faz ter início uma disputa entre Odorico Paraguaçu e Vladimir pelo poder. Paraguaçu consegue o cargo e passa a abusar desse, enquanto a oposição formada pelo jornal da cidade faz de tudo para derrubá-lo. O maior sonho de Paraguaçu é inaugurar o cemitério da cidade, mas ninguém morre. Em paralelo a procura do prefeito por um difunto há as irmãs cajazeiras na disputa pelo posto de primeira-dama. 
Como já deve ser sabido pela maioria, esse filme teve inspiração na mesma obra que gerou a novela de grande sucesso homônima. A qualidade da gravação infelizmente fica muito próxima a de uma programação da Tv , como na maioria das vezes, o que faz perder o clima de cinema, mas nada que não faça valer a pena. Com um elenco desse calibre e uma história muito divertida acredito que não há como não gostar. Além da grande temática política que há no enredo, muito se dizendo da época da ditadura, mas mais ainda representando o estado atual da nossa sociedade.(Tenho pra mim que não foi atoa o lançamento em ano eleitoral)
A partir de agora SPOILER - fui assistir ao filme com minha mãe que acompanhou a novela, então aqui estão os comentários que ela fez ao final:  As irmãs cajazeiras não tinham caso com prefeito elas só davam em cima dele e brigavam entre si por isso; Dulcinéia não se casa com Dirceu Borboleta, nem engravida, muito menos morre; Zeca Diabo tinha papel muito importante na trama da novela, o que não acontece no filme onde ele fica bem apagado; e por fim Dirceu Borboleta era cheio de manias e tiques nervosos.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

Capote

  • título original:Capote
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 38 min
  • ano de lançamento:2005
  • estúdio:United Artists / A-Line Pictures / Eagle Vision Inc. / Infinity Media / Cooper's Town Productions
  • distribuidora:Sony Pictures Classics / United Artists / MGM / Buena Vista International
  • direção: Bennett Miller
  • roteiro:Dan Futterman, baseado em livro de Gerald Clarke
  • produção:Caroline Baron, Michael Ohoven e William Vince
  • música:Mychael Danna
  • fotografia:Adam Kimmel
  • figurino:Kasia Walicka-Maimone
  • edição:Christopher Tellefsen
Um assassinato de quatro pessoas da mesma família em 1959 chama a atenção de Truman Capote, que através desse caso resolve provar sua teoria de que é possível fazer um livro de não-ficção ser tão interessante e envolvente quanto um de ficção. Os assassinos são presos e condenados à morte, e enquanto lá estão Capote os visita para colher mais material para sua publicação que, no futuro provará que ele estava certo e revolucionará a literatura mundial.
O desenvolver do filme é um pouco arrastado, mas acredito que essa é exatamente a intenção do diretor; Philip Seymour Hoffman dá um show de interpretação, conseguindo ficar idêntico ao seu personagem na vida real nos mínimos detalhes como: a voz meio infantilizada e os trejeitos. Super merecido o Oscar que ele recebeu, se tem um único motico que já faz valer todo o filme é ele.
Um filme não-ficção contando o início dos romances não-ficção, um pedaço da história da literatura contada de forma intrigante.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Elizabeth

  • título original:Elizabeth
  • gênero:Drama
  • duração:02 hs 05 min
  • ano de lançamento:1998
  • estúdio:Channel Four Films / Polygram Filmed Entertainment / Working Title Films
  • distribuidora:20th Century Fox Film Corporation
  • direção: Shekhar Kapur
  • roteiro:Michael Hirst
  • produção:Tim Bevan, Eric Fellner e Alison Owen
  • música:David Hirschfelder
  • fotografia:Remi Adefarasin
  • direção de arte:Lucy Richardson
  • figurino:Alexandra Byrne
  • edição:Jill Bilcock
  • efeitos especiais:Men in White Coats
A Inglaterra em 1554 era dividida entre católicos e protestantes. Quando Mary I, rainha católica que levara o país a ruína morre, sua meia-irmã protestante Elizabeth sobe ao trono. Ao ser excomungada pelo Papa, cria inimizades com França e Espanha e é aconselhada a casar com alguém de um desses países para manter a paz; proposta que recusa. Após cometer vários erros em seu reinado, começa a seguir um caminho mais firmado planejando a morte de seus inimigos. 
Filme de época baseado em fatos reais, que apesar de a maioria dos historiadores não gostarem por deixar passar fatos ou mudar a história real para fazer uma trama mais interessante, eu considero uma ótima forma de ensinar ao público leigo mais sobre a história mundial.
Não há uma interpretação nesse filme que não possa ser elogiada, além da fotografia excelente  e os figurinos maravilhosos. Não deixem de assistir.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Ficha técnica: IMDb

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Coisas de Meninos e Meninas

  • (It's a Boy Girl Thing, 2006)
  • Direção: Nick Hurran 
  • Roteiro: Geoff Deane 
  • Gênero: Comédia/Romance
  • Origem: Canadá/Reino Unido
  • Duração: 95 minutos
Dois vizinhos que não se bicam, uma nerd e um esportista, certo dia misteriosamente trocam de corpos e tem de aprender a conviver até descobrirem como voltar ao estado normal, o que faz com que passem a entender melhor um ao outro forçadamente.
Uma fórmula batida que já foi usada em vários outros filmes, mas que as vezes dá vontade de ver e pode ser uma distração em um momento que não há nada melhor para fazer. Cheio de clichês, é uma ótima pedida para recomendar para aquelas suas priminhas pré-adolescentes.(ironia mode on)

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Ficha Técnica: CinePlayers

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Madame Satã

  • título original:Madame Satã
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 45 min
  • ano de lançamento:2002
  • estúdio:Videofilmes / Wild Bunch / Lumière / Dominant 7
  • distribuidora:Lumière
  • direção: Karim Aïnouz
  • roteiro:Karim Aïnouz
  • produção:Isabel Diegues, Maurício Andrade Ramos e Walter Salles
  • música:Marcos Suzano e Sacha Amback
  • fotografia:Walter Carvalho
  • direção de arte:Marcos Pedroso
  • edição:Isabela Monteiro de Castro
Na década de 30, no centro do Rio de Janeiro, um ex-presidiário vai morar com a prostituta que é sua "esposa", seu amante, um amigo travesti, e o dono do bar Danúbio Azul; onde passa a se apresentadar como Madame Satã, personagem tirado do filme de Cecil B. deMille que ele amou.
Reconheço todo o valor que há nesse filme, mas do fundo do meu coração não gostei. Adoro o cinema nacional e acredito na capacidade desse, mas não entendo porque um filme brasileiro para ser bom e não cair em uma produção com cara de Rede Globo, precisa sempre ser apelativo ou usar do lado violento e decadente da sociedade. Sim, há muito o que discutir desses temas, mas já está saturado nas telonas nacionais; como exemplo de filme de qualidade e que não utiliza dessas temáticas há Tempos de Paz, um ótimo filme sem favela, prostituição, bacanal e drogas.
Não será tempo perdido, mas não acho a melhor pedida.  Mas apesar disso, não há como deixar passar as ótimas atuações de todo o elenco, que apesar do roteiro não em agradar, dão um show de interpretação.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha técnica: IMDb

terça-feira, 20 de julho de 2010

O Primeiro Amor De Um Homem

  • título original:The Pallbearer
  • gênero:Comédia
  • duração:01 hs 37 min
  • ano de lançamento:1996
  • estúdio:Miramax Films / The Chess Club
  • distribuidora:Miramax Films
  • direção: Matt Reeves
  • roteiro:Jason Katims e Matt Reeves
  • produção:Jeffrey Abrams e Paul Webster
  • música:Stewart Copeland
  • fotografia:Robert Elswit
  • direção de arte:Stephen Alesch
  • figurino:Donna Zakowska
  • edição:Stan Salfas
Um arquiteto, à procura de emprego para poder sair da casa da sua mãe, reencontra em uma festa o amor de sua vida e pouco tempo depois é chamado para carregar o caixão de um amigo (que ele não se lembra quem é) mas vai só para impressionar a moça. Por causa dessa mentirinha ele passa a ter de lidar com situações bem problemáticas.
Bem meia boca, esse filme mostra novamente David Schwimmer em um lugar comum à ele - o personagem bobão. Dá para dar risada em algumas partes, as situações são constrangedoras e o envolvem em ciladas, mas nada que vá fazer grande diferença na sua vida.
Se está afim de ver filmes açucarados, ou da famosa prateleira da locadora "familiares" (que para mim sempre foi um ponto de interrogação), existem opções melhores do que esse.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha Técnica: IMDb

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Missão Babilônia

  • título original:Babylon A.D.
  • gênero:Ficção Científica
  • duração:01 hs 30 min
  • ano de lançamento:2008
  • estúdio:20th Century Fox Film Corporation / Canal+ / Légende Films / MNP Enterprise / Okko Productions
  • distribuidora:20th Century Fox Film Corporation
  • direção: Mathieu Kassovitz
  • roteiro:Mathieu Kassovitz, baseado em livro de Maurice G. Dantec
  • produção:Alain Goldman, Mathieu Kassovitz e Eiffel Mattsson
  • música:Atli Örvarsson
  • fotografia:Thierry Arbogast
  • direção de arte:Claudio Campana, Robert Cowper, Ora Ito, Peter James, John King, Jindrich Kocí, Milena Koubkova, Olivier Raoux, Karen Wakefield e Stephen Wong
  • figurino:Chattoune e Fab
  • edição:Benjamin Weill
  • efeitos especiais:BUF / Artem / FB-FX / Tinsley Transfers / Dansk Speciel Effekt Service
 Um matador de aluguel é contratado para escoltar uma garota um tanto quanto misteriosa de um convento do Cazaquistão à Nova York; o problema será atravessar a Rússia, onde sofrem ameaças constantes de uma seita religiosa que tem um particular interesse pela garota.
Mais um filme de ação com Vin Diesel, nada de muito diferente do comum. A intenção do roteiro no começo até que é boa, mas ele se perde no meio; além  da edição não ajudar em nada e faz com que cenas importantes percam o sentido e mudem o rumo da história sem justificativa.
Só não foi pior porque não tinha uma pretensão muito maior do que ser um filme de ação somente.

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sábado, 17 de julho de 2010

O Informante

  • (Insider, The, 1999)
  • Direção: Michael Mann 
  • Roteiro: Michael Mann (roteiro), Eric Roth (roteiro), Marie Brenner (artigo) 
  • Gênero: Drama
  • Origem: Estados Unidos
  • Duração: 157 minutos
 Um repórter convence um ex-biologista da Brown & Williamson a depor e expor em público os males que o cigarro faz e sobre os produtos colocados a mais para viciarem seus consumidores. História baseada em no real caso do empresário que deu uma entrevista ao programa 60 minutos da CBS.
Com uma trama muito bem amarrada, o filme narra de forma espetacular como um homem, ao querer ser honesto com a sociedade passa a destruir sua própria vida e receber ameaças.
Um suspense dramático que nos deixa ligado na tela o tempo todo quase sem piscar. Só não assista conversando, um segundo perdido de diálogo e você se perde nos acontecimentos.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: CinePlayers

sexta-feira, 16 de julho de 2010

A Lenda de Beowulf

  • título original:Beowulf
  • gênero:Animação
  • duração:01 hs 53 min
  • ano de lançamento:2007
  • estúdio:Warner Bros. Pictures / ImageMovers / Paramount Pictures / Shangri-La Entertainment
  • distribuidora:Warner Bros. Pictures / Paramount Pictures
  • direção: Robert Zemeckis
  • roteiro:Neil Gaiman e Roger Avary, baseado no poema épico "Beowulf", de autor desconhecido
  • produção:Steve Bing, Jack Rapke, Steve Starkey e Robert Zemeckis
  • música:Alan Silvestri
  • fotografia:Robert Presley
  • direção de arte:Greg Papalia
  • figurino:Gabriella Pescucci
  • edição:Jeremiah O'Driscoll
  • efeitos especiais:Gentle Giant Studios / W.M. Creations / Sony Pictures Imageworks
Em uma ilha ameaçada por uma terrível maldição, o rei busca alguém para desfazer o mal que assola aquelas terras; é assim que Beowulf surge na história como um grande guerreiro e a esperança da população.
A técnica de captação de movimentos é a mesma usada em outro filme do mesmo diretor: "O Expresso Polar", só que em um nível de qualidade muito mais evoluído. Para usar de um exemplo talvez mais visto, "Avatar" também usa a mesma técnica, mas no sucesso de bilheterias ela conseguiu ser melhor ainda reproduzida. Trata-se, explicando bem basicamente, de captar os movimentos dos atores e os transformar em animação; nesse filme as pessoas já estão bem próximas do real, a parte de cabelos e pêlos ainda deixa um pouco a desejar mas já é impressionante a evolução em relação aos precursores.
Ouvi falar que o filme não é quase nada fiel ao livro, o que deixa a desejar; por ser uma história épica achava que seria um filme bonito e interessante, mas acabou se tornando arrastado e sem graça. Talvez para quem assista sem esperar muito goste mais, eu achei bem fraquinho.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Porter e Ficha técnica: IMDb

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O povo Contra Larry Flynt

  • (People vs. Larry Flynt, The, 1996)
  • Direção: Milos Forman 
  • Roteiro: Scott Alexander, Larry Karaszewski 
  • Gênero: Biografia/Comédia/Drama
  • Origem: Canadá/Estados Unidos
  • Duração: 129 minutos
Nos anos 70, Larry Flynt criou a revista Hustler que foi um sucesso, onde expunha pornografia explícita. História biográfica que mostra como esse homem se tornou um dos mais bem sucedidos dos EUA e ao mesmo tempo um dos mais perseguidos, passando por vários processos e até atentados.
Nos dias atuais a sociedade norte-americana ainda é vista como uma das mais puritanas, imaginem só 40 anos atrás como esse fator não era maximizado; um homem como Flynt aparece e quebra tabus, choca a sociedade e coloca sua cara pra bater e enfrentar aqueles que o queriam destruir.
Cortney Love dá um show no papel de uma mulher vulgar e drogada que, posso estar errada, mas me parece bem próximo ao que ela é na vida real. 
Não é um filme para distração, muito se tem a dizer e discutir sobre os estilos comportamentais e que entram em choque durante o desenvolver da história. Bem menos para se ver junto com os pais; por exemplo, a minha mãe ficou em choque enquanto eu assistia.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha técnica: CinePlayers

quarta-feira, 14 de julho de 2010

O Casamento de Rachel

  • título original:Rachel Getting Married
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 54 min
  • ano de lançamento:2008
  • estúdio:Clinica Estetico / Marc Platt Productions
  • distribuidora:Sony Pictures Releasing
  • direção: Jonathan Demme
  • roteiro:Jenny Lumet
  • produção:Neda Armian e Marc E. Platt
  • música:Donald Harrison Jr. e Zefer Tawil
  • fotografia:Declan Quinn
  • direção de arte:Kim Jennings
  • figurino:Susan Lyall
  • edição:Tim Squyres
  • efeitos especiais:Brainstorm Digital / Click 3X
Kym consegue uma folga da reabilitação para ir ao casamento da sua irmã Rachel. Ela está nessa situação por ter, uma vez drogada, perdido o controle do carro e com isso matado seu irmão pequeno. A falta de atenção necessária à garota, e a falta de credibilidade que alguns mebros da família e do circulo de amigos dão à ela, geram conflitos durante o período de preparação da cerimônia.
A idéia do filme é muito boa, os conflitos são realmente fortes e no final há uma sensação de estresse emocional no telespectador (eu pelo menos estava extremamente nervosa ao final), mas o filme no todo é meio arrastado. Rachel não aceita que a irmã tenha a maior parte das atenções, mesmo sendo uma psicóloga - quem deveria mais entender a situação - ela fica inconformada que os problemas de Kym sejam mais relevantes para seu pai do que seu casamento; sinceramente peguei ódio da Rachel, por mais que o final de semana fosse dela por direito e que a irmã tivesse perdido toda a credibilidade, não é ignorando ou jogando pedra na pessoa que ela melhoraria.
Mas acho que a intenção do filme é exatamente essa, a monotonia gerar em quem está assistindo um ódio pelas atitudes dos personagens e uma tensão como se realmente estivesse inserido na situação.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha técnica: IMDb

terça-feira, 13 de julho de 2010

Vicky Cristina Barcelona

  • título original:Vicky Cristina Barcelona
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 36 min
  • ano de lançamento:2008
  • estúdio:Mediapro / Gravier Productions / Antena 3 Films
  • distribuidora:The Weinstein Company / MGM / Imagem Filmes
  • direção: Woody Allen
  • roteiro:Woody Allen
  • produção:Letty Aronson, Stephen Tenenbaum e Gareth Wiley
  • fotografia:Javier Aguirresarobe
  • direção de arte:Iñigo Navarro
  • figurino:Sonia Grande
  • edição:Alisa Lepselter
  • efeitos especiais:Big Film Design
Duas turistas americanas, e amigas, resolvem passar as férias em Barcelona. Vicky é uma mulher racional que está noiva e com sua vida toda planejada. Já Cristina, uma mulher impulsiva que deixa as coisas irem acontecendo e tenta fugir dos "clichês" da sociedade. Elas conhecem o pintor Juan, que as convida para uma viagem no momento que as conhece; o que não faziam idéia é que ambas iam se encantar por ele, um homem com sérios problemas com sua ex, e ainda amada, mulher.
"Só o amor incompleto pode ser romântico". Essa frase dita pela personagem de Penélope Cruz resume bem o filme que é feito de relacionamentos mal resolvidos, que terminaram sem explicação ou que mal começaram, mas todos ficaram parados em pontos onde havia mais o que acontecer.
Penélope Cruz, como sempre, está dando mais um show de interpretação.
Sinceramente eu esperava mais, mas não deixa de ser um bom filme, afinal Woody Allen sabe como explorar relacionamentos e pessoas neuróticas muito bem. E Afinal, quem não é um pouquinho?

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha técnica: IMDb

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Tudo Pode Dar Certo

  • título original:Whatever Works
  • gênero:Comédia
  • duração:01 hs 32 min
  • ano de lançamento:2009
  • estúdio:Wild Bunch / Perdido Productions / Gravier Productions
  • distribuidora:Sony Pictures Classics / California Filmes
  • direção: Woody Allen
  • roteiro:Woody Allen
  • produção:Letty Aronson e Stephen Tenenbaum
  • fotografia:Harris Savides
  • figurino:Suzy Benzinger
  • edição:Alisa Lepselter
Um velho rabugento e muito crítico ao ser humano e sua insignificância, cheio de manias e crises de pânico, se vê dando abrigo a uma jovem com um Q.I. abaixo da média, mas que acaba fazendo grande diferença em sua vida.
Cada vez venho pegando mais gosto pelos filmes de Woddy Allen e me apaixonei por esse. Com um humor sempre sagaz e inteligente, e a linha de narrativa característica do diretor, a história corre naturalmente e de forma muito divertida.
Como na maioria dos personagens desenvolvidos em suas histórias, Allen mostra as piores manias e neuroses do ser humano de forma descontraída. 
Vale muito o ingresso, isso porque eu alérgica como sou assiti em um cinema que cheirava mofo -  que dizer que vale muito mesmo.

CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

Poster e Ficha técnica: IMDb

domingo, 11 de julho de 2010

Thomas Crown - A Arte do Crime

  • título original:The Thomas Crown Affair
  • gênero:Policial
  • duração:01 hs 53 min
  • ano de lançamento:1999
  • estúdio:United Artists / Irish DreamTime
  • distribuidora:Metro-Goldwyn-Mayer Distributing Corporation / UIP
  • direção: John McTiernan
  • roteiro:Leslie Dixon e Kurt Wimmer, baseado em estória de Alan Trustman
  • produção:Pierce Brosnan e Beaut St. Clair
  • música:Bill Conti
  • fotografia:Tom Priestley Jr.
  • direção de arte:Dennis Bradford
  • figurino:Kate Harrington
  • edição:John Wright
  • efeitos especiais:OCS/Freeze Frame/Pixel Magic
Um bilionário que consegue tudo o que quer sempre, também é capaz de roubar um Monet avaliado em U$ 100 milhões. Apesar do plano perfeito, uma investigadora o considera o grande suspeito. O que atrapalha o desenvolvimento do trabalho da moça é o envolvimento que ela passa a ter com o criminoso.
A idéia do roubo foi muito boa, o começo promete muito, mas com o desenvolver a história perde totalmente a linha. Rene Russo está um clichê completo e extremamente forçado, a atuação dela vai de ruim a péssimo.
Poderia ter sido um ótimo e sexy filme, como eu disse: poderia.

CLASSIFICAÇÃO: RUIM

Poster e Ficha técnica: IMDb

Verônica

  • título original:Verônica
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 30 min
  • ano de lançamento:2009
  • estúdio:Fraiha Produções / Globo Filmes / Boa Vida
  • distribuidora:Europa Filmes
  • direção: Maurício Farias
  • roteiro:Bernardo Guilherme e Maurício Farias, com diálogos de Bernardo Guilherme, Maurício Farias e Andréa Beltrão
  • produção:Sílvia Fraiha
  • música:Branco Mello e Emerson Villani
  • fotografia:José Guerra
  • direção de arte:Luciane Nicolino e Guga Feijó
  • figurino:Ellen Milet
  • edição:Fábio Villela
Verônica, uma professora estadual, esgotada e estressada pela função que exerce, se vê passando por problemas maiores ainda quando vê que ninguém veio buscar um de seus alunos e resolve levar o menino para sua casa. O que ela não sabe é que os pais do garoto foram assassinados por membros do tráfico que agora estão a procura dele por saber que tem algo importante sobre sua guarda.
Não há como passar despercebida a tensão que há na história, totalmente coesa com a realidade das pessoas que convivem ou vivem nas comunidades das favelas. Aldréa Beltrão como sempre dá um show de interpretação (tendo até vícios de linguagem comuns a professores - ela me lembrou meus tempos de escola).
Muita gente critica o cinema nacional, e muitas vezes sem ao menos conhecer melhor. As histórias nunca deixaram de ter seu valor, talvez fatores técnicos estragassem a qualidade dos nossos filmes, mas o que vejo cada vez mais é uma crescente melhoria em todos os sentidos do nosso cinema. Esse filme é um exemplo disso.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha Técnica: IMDb

Sabrina

  • título original:Sabrina
  • gênero:Comédia Romântica
  • duração:01 hs 53 min
  • ano de lançamento:1954
  • estúdio:Paramount Pictures
  • distribuidora:Paramount Pictures
  • direção: Billy Wilder
  • roteiro:Billy Wilder, Samuel A. Taylor e Ernest Lehman, baseado em peça de Samuel A. Taylor
  • produção:Billy Wilder
  • música:Frederick Hollander
  • fotografia:Charles Lang
  • direção de arte:Hal Pereira e Walter H. Tyler
  • figurino:Hubert de Givenchy e Edith Head
  • edição:Arthur P. Schmidt
Em uma família muito poderosa dois filhos, um o empresário e outro o playboy, disputam o coração da filha do motorista recém retornada de Paris. Sendo que o playboy sempre foi a paixão da garota, e o empresário intervém na história preocupado com a influência que o relacionamento dos dois pode ter na empresa, acabando assim caindo nas graças da moça também.
Com esse elenco particularmente estrelar e adocicado, não há como não assistir esquecendo dos problemas da vida e vendo o mundo todo cor-de-cosa e maravilhoso. Sem contar aquela cara de paixão boba que aparecerá na sua face no final do filme, independentemente de quão cético você é.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha Técnica: IMDb

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Adeus, Lenin!

  • título original:Good Bye, Lenin!
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 58 min
  • ano de lançamento:2003
  • estúdio:arte / Westdreutscher Rundfunk / X-Filme Creative Pool
  • distribuidora:Sony Pictures Classics
  • direção: Wolfganger Becker
  • roteiro:Wolfganger Becker e Bernd Lichtenberg
  • produção:Stefan Arndt
  • música:Yann Tiersen
  • fotografia:Martin Kukula
  • edição:Peter R. Adam
  • efeitos especiais:Das Werk
Durante uma manifestação, na Berlim Oriental, um rapaz vê sua mãe - apoiadora do regime comunista - desmaiar e entrar em coma. Quando ela acorda o muro já caiu e o regime capitalista venceu; porém, preocupado com a saúde dela, o filho faz de tudo para que ainda pareça ser o mesmo Estado que a mãe gostava tanto.
Sem dúvida alguma um filme marcante. Drama, porém com pequenas pitadas de comédia em alguns momentos, esse filme intercala discussões políticas com uma das maiores demonstrações de amor de um filho para com sua mãe que já existiu na história do cinema.
Para se comover, se divertir, e se apaixonar pelo cinema alemão.

CLASSIFICAÇÃO: MARAVILHOSO

Poster e Ficha técnica: IMDb

Idas e Vindas do Amor

  • título original:Valentine's Day
  • gênero:Comédia Romântica
  • duração:02 hs 05 min
  • ano de lançamento:2010
  • estúdio:New Line Cinema / Karz Entertainment / Rice Films
  • distribuidora:New Line Cinema
  • direção: Garry Marshall
  • roteiro:Katherine Fugate, baseado em história de Abby Kohn, Katherine Fugate e Marc Silverstein
  • produção:Mike Karz, Wayne Allan Rice e Josie Rosean
  • música:John Debney
  • fotografia:Charles Minsky
  • direção de arte:Adrian Gorton
  • figurino:Gary Jones
  • edição:Bruce Green
  • efeitos especiais:Hirota Paint Industries
Dia dos namorados, e várias coisas acontecendo entre núcleos da história que de certa forma estão intercalados. Cada um desses núcleos toca em um assunto: casamento, traição, falta de credibilidade no amor, virgindade, e todos os tipos possíveis de relacionamentos.
Com um elenco estrelático, talvez seja um dos poucos motivos que atraia mais a atenção a esse filme, a história é romântica e em alguns pontos engraçadinha.
Para aquelas pessoas apaixonadas e em um relacionamento pode ser uma boa pra assistir acompanhada e bem aconchegada em um sofá (lógico que muito mais por parte da mulher do que do homem, que provavelmente já vai estar de saco cheio lá pelo meio), mas àqueles que estão solteiros e desesperados por causa disso uma dica: não assistam de jeito algum no Dia dos Namorados .

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha técnica: IMDb

Sete Noivas para Sete Irmãos

  • (Seven Brides for Seven Brothers, 1954) 
  • Direção: Stanley Donen 
  • Roteiro: Albert Hackett (roteiro), Frances Goodrich (roteiro), Dorothy Kingsley (roteiro), Stephen Vincent Benet (história)  
  • Gênero: Comédia/Musical/Romance 
  • Origem: Estados Unidos 
  • Duração: 102 minutos 
  • Tipo: Longa-metragem
Depois que o irmão mais velho, de uma família de sete irmãos caipiras, vai a cidade e volta casado, todos os outros vêem esperança em fazer o mesmo, porém a noiva do irmão mais velho lhes dá uma ajudinha, que não impede que eles entrem em algumas confusões.
Muito açúcar para pouco tempo de filme, mas também não se pode esperar menos que isso em um musical comédia-romântica, e ainda mais da década de 50.
Um filme bem leve, cheio de clichês e alegria. Para quem gosta de romance, musicais e filmes antigos pode ser uma boa pedida.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha técnica: CinePlayers

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Príncipe da Pérsia - As Areias do Tempo

  • título original:Prince of Persia: The Sands of Time
  • gênero:Aventura
  • duração:01 hs 56 min
  • ano de lançamento:2010
  • estúdio:Walt Disney Pictures / Jerry Bruckheimer Films
  • distribuidora:Walt Disney Studios Motion Pictures / Buena Vista International
  • direção: Mike Newell
  • roteiro:Doug Miro e Carlo Bernard, baseado em história de Jordan Mechner e Boaz Yakin e em jogo de videogame criado por Jordan Mechner
  • produção:Jerry Bruckheimer
  • música:Harry Gregson-Williams
  • fotografia:John Seale
  • direção de arte:Maria-Teresa Barbasso, Robert Cowper, David Doran, Gary Freeman, Marc Homes, Jonathan McKinstry, Stuart Rose, Alessandro Santucci, Tino Schaedler, Mark Swain, Luca Tranchino, Marco Trentini e Su Whitaker
  • figurino:Penny Rose
  • edição:Mick Audsley e Martin Walsh
  • efeitos especiais:Double Negative / Cinesite / FB-FX / Lipsync Post / Moving Picture Company / Nvizible / Plowman Craven & Associates
 Idade Média na Pérsia, o príncipe, adotado, vê seu pai ser morto e a culpa do assassinato cair sobre as suas costas. Pouco antes ele e seus irmãos haviam invadido uma cidade, raptado a princesa, e com ele ficou uma adega incomum que atraía o interesse de muitas pessoas. A única opção que tem é fugir para ganhar tempo e tentar descobrir quem cometeu o crime, e junto levar a princesa, guardiã da adaga misteriosa.
Com certeza para aqueles que jogam Principe da Pérsia muita coisa deve ter sido esquecida, não está fiel e etc, como normalmente acontece quando um filme é reprodução de algum outro produto que fez sucesso. 
Eu o achei bem divertidinho, mas um passatempo com bastante cara de sessão da tarde - talvez por que todas as sessões eram dubladas - e a história não tinha lá muito mistério; ação, piadinhas prontas e uma paixão "improvável". 
Dá para ocupar o tempo e se divertir.

CLASSIFICAÇÃO: BOM

Poster e Ficha técnica: IMDb

quarta-feira, 7 de julho de 2010

O Casamento de Romeu e Julieta

  • título original:O Casamento de Romeu e Julieta
  • gênero:Comédia
  • duração:01 hs 30 min
  • ano de lançamento:2005
  • estúdio:LC Barreto / Filmes do Equador / Miravista / Mega Color / BMG / Geração Conteúdo / Estúdios Mega
  • distribuidora:Buena Vista International
  • direção: Bruno Barreto
  • roteiro:Jandira Martini, Marcos Caruso e Bruno Barreto, baseado em conto de Mário Prata
  • produção:Paula Barreto
  • música:Adriano Goldman
  • fotografia:
  • direção de arte:Cássio Amarante
  • figurino:Caia Guimarães
  • edição:Ricardo Mehedff
Romeu é um médico corinthiano roxo, Julieta foi criada em uma família tradicional palmeirense, quando os dois se encontram e se apaixonam a encrenca começa e Romeu tem que se virar em mil para que o pai da moça o aceite, chegando ao ponto de se passar por palmeirense.
Uma comédiazinha bem mediana, dá para ajudar a passar a tarde de domingo, mas está bem longe de ser um dos melhores filmes nacionais. Como na maioria dos casos, esse é mais um filme com som ruim e qualidade de imagem de alguma novela da Globo na década de 90.
Quanto as interpretações, valem a pena as de Marco Ricca e Luis Gustavo que sempre mandam muito bem; já Luana Piovani, como sempre, só se mostra como a gostosona, apesar de dizer tanto que ama teatro e etc acredito que ainda tem muito que aprender para virar uma boa atriz de verdade. 
Ah! Atenção para Berta Zemmel que faz uma avó corinthiana  maloqueira muito engraçada.

CLASSIFICAÇÃO: REGULAR

Poster e Ficha técnica: IMDb

terça-feira, 6 de julho de 2010

HellBoy

  • título original:Hellboy
  • gênero:Aventura
  • duração:01 hs 52 min
  • ano de lançamento:2004
  • estúdio:Revolution Studios / Lawrence Gordon Productions / Dark Horse Entertainment
  • distribuidora:Columbia Pictures / Sony Pictures Entertainment
  • direção: Guillermo del Toro
  • roteiro:Guillermo del Toro, baseado em estória de Guillermo del Toro e Peter Briggs e nos personagens criados por Mike Mignola
  • produção:Lawrence Gordon, Lloyd Levin e Mike Richardson
  • música:Marco Beltrami
  • fotografia:Guillermo Navarro
  • direção de arte:Marco Bittner Rosser e Peter Francis
  • figurino:Wendy Partridge
  • edição:Peter Amundson
  • efeitos especiais:The Orphanage / Tippett Studio / Eden FX / Cinovation Studios / Spectral Motion Inc. / Fantasy II Film Effects
Nazistas, durante a 2ª Guerra Mundial, usam de magia negra para eliminar seus inimigos, porém quando um desses rituais é interrompido no meio, um pequeno garoto com aparência de demônio surge e é criado pelas Forças Aliadas. Passam-se 60 anos quando forças sobrenaturais começam a surgir e HellBoy, que luta pelo bem, tem que se conforontar com sua própria natureza.
Eu sou muito suspeita para falar de filmes baseados em quadrinhos porque para mim dificilmente ficam ruins. Só vim a conhecer HellBoy quando saiu sua versão cinematográfica mas achei a história incrível, não é só mais um super-herói humano cheio de poderes e com algum antídoto contra toda sua força, essa história extrapola o fantasioso, faz o expectador se apaixonar por alguém que claramente poderia ser o vilão. 
Já disse que sou apaixonada por filmes baseados em quadrinhos né? Ainda mais quando o personagem principal é um anti-herói, aí fica perfeito.

CLASSIFICAÇÃO: ÓTIMO

Poster e Ficha técnica: IMDb